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iBest BrTurbo
03/04/2011 - 17:23

Apesar de adorar carros, e algumas vezes por isso mesmo, não tive muitos carros até hoje. Minha experiência automotiva resume-se a carros de auto-escola, uns poucos test-drives, um ou outro empréstimo e apenas três veículos meus mesmo. Dois deles foram Opala, um, roubado, foi meu primeiro carro. O outro, que tem dado mais despesas que uma amante argentina, é meu atual veículo. Entre eles, um Kadett, comprado meio às pressas.
Era um carrinho bom, bastante estável, com um espaço que, se não sobrava, pelo menos não faltava, com alguns recursos práticos como os bancos traseiros basculantes com encostoe banco separados em 1/3 e 2/3, e, se não era um exemplo de potência ou economia, pelo menos não era moroso ou beberrão.
Era, sim, muito sensível às viscicitudes dessa vida. Uma mudança de marca de gasolina era suficiente para mudar-lhe humores. Os pneus também não deveriam ser descuidados, nem em relação à qualidade nem quanto à pressão (que precisava ser um pouco mais baixa nas rodas traseiras que nas dianteiras, para que as quatro ficassem com a mesma área de contato com o solo…). No final das contas, posso dizer que foi até divertido saber todos os macetes do carrinho, e que por isso mesmo senti uma certa tristeza quando o carro foi vendido para a Sra. batatas-fritas, que prometeu não usar cinto de segurança, comer no carro, mas pelo menos continuar levando no mesmo mecânico. Tomara que ambos (o carrinho e a Sra. batatas) consigam divertir-se e respeitarem-se. Afinal, o respeito deveria nortear todas as relações em nossas vidas, mas principalmente as relações das quais nossa vida depende, e o simpático kadett às vezes lembrava que a relação com um carro é sempre desse último tipo.

nullfotos do carrinho logo antes e logo depois da venda. Note a diferença de usos

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
01/01/2011 - 11:36

Normalmente eu não comemoro o ano-novo, mas ontem acabei sabendo que seria o ano do coelho e de Iemanjá, então imaginei que seria uma boa ocasião para desenhar alguma coisa:
cartao-final
Lembrem-se que nas horas vagas eu leio freneticamente, que essas horas não são tantas assim e, bom, que eu desenho mal pra c@#@lh0. Mas achei a idéia legal e há poucas chances de se mandar um cartão de coelho-sereia!

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/11/2010 - 20:30

É bom olhar para frente…pontos cegos não são pontos fracos...

Um assunto interessante no Opala são seus pontos cegos. Não dá para negar que o Opala, e principalmente o cupê, tem largas colunas traseiras, que criam pontos cegos gigantes. Mas pouca gente nota que a visibilidade dentro dele é muito melhor que de muitos carrinhos mais modernos, notadamente, mas não só, i30, Golf, novo Uno, Fox, etc. Um dos fatores é onde estão esses pontos.
Com o parabrisas (ficou assim com a nova ortografia?) bem em pé, e carroceria no estilo hardtop, sem colunas centrais, a visibilidade para a frente e os lados é até muito boa. Não se pode dizer o mesmo da traseira, mas pelo menosa o portamalas em queda ajuda bastante, e os retrovisores são bem amplos, ajudando bastante nas manobras em ré.
P.S. A atualização deveria continuar, mas há uma carência temporal bem grande hoje. Vale como sinal de vida.

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/11/2010 - 15:12

Nossa vida não cabe num Opala.

vida
Semana passada, meu carrinho resolveu dar um pequenino problema: Devido ao intenso calor dos últimos dias (e, suponho eu, a uma falha numa junta de cabeçote), faltou óleo de motor no meio da estrada, e tive que completar num posto. Pelo sim, pelo não, essa semana o carro ficará em observação para descobrir se há algo que possa ser feito para evitar novos vazamentos, além de uma boa revisão geral. Estarei a 100 km de distância (é bom ter um mecânico de confiança. Só não queria que ele ficasse tão longe!) torcendo para que não seja nada grave, nem que ele tenha que voltar ao conserto tantas vezes quanto o José Alencar.
E eis que fiquei à pé? Não, pois como todos os (3) leitores que me acompanham sabem, há mais ou menos 11 meses comprei um Opala. Até já tinha usado o mesmo para viajar umas duas vezes, mas sempre na companhia de mais alguém (”adulto responsável” é um termo que definitivamente não se aplica numa das condições), de modo que esse é o primeiro “teste” que faço dele sem companhias.
Como gosto muito de reportagens automotivas (e quero deixar o povo em Bauru mais tranqüilo), resolvi escrever aqui minhas impressões durante a semana.
Comecemos por caracterizar o modelo: Um legítimo GM Opala Comodoro duas portas ano/modelo 1987, pintura saia e blusa em tons de prata, com alguns opcionais, mas não todos que a fábrica disponibilizava. Várias coisas passaram-se nesses 23 anos e alguns meses, de modo que ele também adquiriu uns opcionais que definitivamente não são de fábrica. Falarei deles – se falar – num momento oportuno.
O motor, um original amarelo à álcool era um primor de engenharia: Superquadrado, com ótima relação r/l, tuchos hidráulicos, e as mudanças feitas em 86 nos contrapesos e no volante do motor fizeram dele um motor pouco vibrante, muito silencioso e durável. Os 2,5 litros de ar deslocados em cada cilindrada garantem um torque que os outros carros mal podem imaginar, aplicado nas rodas traseiras por meio de uma caixa de cinco marchas.
A saída foi bem tranqüila, com todo o conjunto mostrando que tinha um pouco de sobra em qualquer momento que se precise. Um reflexo daquele tempo, que só carros com tração traseira poderiam ter, é justamente a caixa de marchas: Ela segue o esquema 4+e, com as três primeiras marchas próprias para trânsito, quarta marcha direta, que garante menor ruído em estrada com bom desempenho, e quinta um pouco mais longa do que se costuma ver por aí. O resultado geral é muito bom: Em velocidade, os ruídos do motor são baixos, abafados pelo ruído do ar que passa pelo carro.
Ruído, aliás, que poderia ser um pouco menor: O carro está equipado com calhas acrílicas, que permitem transitar em dias de chuva com os vidros um pouco abertos, o que ajuda a desembaçar os vidros e a circular o ar pelo veículo (um problema, principalmente no cupê), mas fazem um barulho bem característico em alta (alta? – Tá, nem tão alta, mas com alguma) velocidade.
Problema maior são os ruídos vindos dos retrovisores: O dono anterior resolveu colocar repetidores dos sinalizadores neles, e agora conforme o vento passa por eles, além do ruído do próprio retrovisor, há um “coro” dos repetidores. Nada que impeça de ouvir rádio dentro do carro, mas já são barulhos.
Outro opcional que causou um pouco de estranheza foi a direção. Se em cidade a assistência hidráulica já causa a sensação de que o carro é muito leve, na estrada, a sensação fica maior ainda, e parece que a frente do carro está flutuando. Quem já dirigiu um opala sem direção hidráulica sabe: Ele é pesado, e continua pesado em estrada. Talvez seja o caso de verificar se há meio de calibrar essa assistência, ao menos para sentir onde estão as rodas, ou acostumar-se a ela e treinar um pouco mais a sensibilidade.
Uma curiosidade é que a direção hidráulica representa também uma direção mais rápida, isto é, com menor deslocamento do volante consegue um mesmo deslocamento das rodas. Num carro longo e largo como esse, é um certo alívio para as manobras.
Defeitos durante a viagem? Apenas os faróis, resolveram piscar por cerca de um segundo, mas foi acionada a luz alta para prosseguir durante alguns metros, e após o retorno para o farol baixo (que todos deveriam usar nas rodovias, mas poucos usam, achando que a luz alta é mais segura, quando na verdade só serve para ofuscar o motorista que vem em sentido oposto), o defeito sumiu tão repentinamente quanto apareceu. Caso para verificar na segunda-feira se há algum mal-contato.
Há mais que pode ser escrito, mas o modelo ficará comigo por um bom tempo, e escreverei novamente as impressões de dirigi-lo durante essa semana.

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/11/2010 - 22:28

Um 2011 bem bolado, sem serra, faca ou tesoura que corte suas alegrias!

Já notaram, caros (3) leitores, como o fim de ano chegou cedo dessa vez? Nem deu bem o fim de Outubro e já estavam a venda as decorações de natal. Prá mim, basta uma girlanda com bolas de papel pintadas de dourado. Já convenci a professora de artes a fazer: Será uma ironia e uma homenagem ao verdadeiro herói nacional desse ano.
Será que só eu gosto do fato do natal estar tornando-se cada vez mais comercial? O que pode haver de errado em deixar as religiões e as intrigas que elas causam um pouco de lado nessa mágica época de união e realmente ir ver as luzes, as decorações, as lojas, os embrulhos, como se fosse isso que realmente importa? E, sejamos francos, num mundo tão governado pela aparência, não é exatamente isso que importa? Cristo vive no coração dos (poucos) cristãos o ano todo, mas luzinhas coloridas… Ah, essas só no fim do ano! Eba!!!
E, se 2010 ficará marcado como o ano em que coisas improváveis ocorreram: RPGistas casaram-se, TTia Josei tirou carta, consegui minha transferência para minha terra natal (momento caverna do dragão…), o blig deu menos de um erro por dia, etc. 2010 é um ano tão incomum que pode até ser que eu volte aqui antes de seu final!
2011, que parece que vai começar antes do tempo, promete ser um ano ainda mais… Ímpar! Primeiro temos a promessa de ser o último ano inteiro do planeta, já que tem um monte de gente falando no fim em 2012. Seria chato, por que pretendo achar um mestrado, nem que seja em cabelodeovologia, para fazer, e dizem que não é bom ficar sem acabar o mestrado.


Mini de rali. repare no adesivo do vidro da porta traseira

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/10/2010 - 20:34


Prefiro 30 horários eleitorais a um horário de verão.

Ambos tiram meu sono, já que o horário de verão foi feito para matar as pessoas e assim economizar alguns trocados, e o horário eleitoral mostra as pessoas que tem chance de governar o país, mas pelo menos podemos esquecer o eleitoral por um tempo, desligar a TV, o rádio (embora a programação normal de algumas rádios não fique muito além do horário eleitoral), e fazer alguma coisa.
Mas e o horário de verão? Como ignorar que uma hora foi roubada de nossas vidas?
Como podem ler na atualização anterior, eu fiz uma previsão e acertei em cheio. Isso significa que cerca de 50,5% dos eleitores úteis paulistas tem a mãe na zona. Alguns deles inclusive trabalham no TRE e anulam candidaturas durante o período de apuração para ajudar certos carecas.
Respondendo à MDOM, eu não fiz o comentário sobre a eleição presidencial por que estava esperando pelo segundo turno. Se não houvesse um, seria meio estranho falar dele.
Mas aí vai: Se o Serra fosse uma pessoa um pouquinho mais legal, ou se pelo menos fosse uma pessoa, eu estaria com uma certa pena dele. Primeiro por que quase foi passado para traz pela Marina, do PV. Perder para o PV deve ser motivo de linchamento na cúpula do partido dele. Segundo que tem muita gente falando que a campanha dele tem muitas calúnias e mentiras. CLARO! O que queriam que ele fizesse, colocasse as realizações dele na época do governo estadual?

  • Na educação: Pus a polícia para bater nos professores;
  • Na saúde: Pus a polícia para bater nos médicos;
  • Na segurança: Pus a polícia para bater na polícia;
  • No combate à fome: Pus a polícia para bater bolo (brincadeirinha);
  • No transporte: Em média, fiz 2 km de metrô a cada 10 anos; Pedágios em vários pontos de todas as principais rodovias e acessos, no alucinado ritmo de uma inauguração a cada 40 dias;
  • etc.

QUEM ganha uma eleição falando esse tipo de coisa? É muito mais fácil falar “Votem em mim, que sou da Opus Dei, e meu adversário não é, o que só pode indicar que ele é o próprio diabo”. Bom… Melhor não falar essa coisa de Opus Dei.
Ele também não pode se declarar o mais bonito ou o menos careca (até pode, mas seria fácil desmentir a segunda afirmação e quanto a primeira… Ta certo que a Dilma não é uma Miss Proletária, mas pelo menos não parece uma lombriga-zumbi-vampira com fome e olheiras). E o que deve mais pesar é que, embora esteja concorrendo com uma mulher, ele fugiu no regime militar enquanto ela ficou e lutou, logo, não pode dizer nem que é o MAIS MACHO da disputa. Se ele não falar mentiras vai acabar com duas opções:
a) Queimar o próprio filme (e ele faz isso sempre)
b) ficar mudo.
Existe, ainda a terceira opção: passar videoclipes de bandas dos anos 80/90/começo dos 2000, esperando que as pessoas votem no candidato do A-HA. Isso até atrairia votos, mas acho que não lhe ocorreu.
Em tempo: Ta certo que a Dilma decepciona, que acho que ela poderia agir e propor várias coisas diferentes, que ela poderia elevar o nível de campanha e nos debates e tudo mais, mas caramba, o outro cara é o Serra! Não tem como não torcer por ela!

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/09/2010 - 19:53


Como o dia três de Outubro está aí, resolvi passar para dar um oi especial para todos os eleitores:

  • Um oi para voce que não está vendo grandes diferenças entre os candidatos, e continua indeciso;

  • Olá também àqueles que acham prioritária a tese do desenvolvimento sustentável, e por isso vão de Fábio Feldmann
  • Aos eleitores dos nanicos, como PCO e PSTU, que lutam sempre, jamais desistem, e raramente vencem, um salve todo especial!
  • Quem não acha a educaçao importante, não é mesmo? Um caloroso olá aos defensores do Skaf e de sua plataforma baseada na melhora da qualidade de ensino!
  • Tá bom assim prá você, eleitor do Russomano, que defende a melhora de serviços públicos, e, como todo PP, obras, muitas obras.
  • Saudaçoes, eleitor do Mercadante, que realmente acredita na importância de um estado que trabalhe junto com a federação.
  • Ah, claro, e você que tem a mãe na zona e vai votar no Geraldo. Só não tenho pena de você por que você mesmo está cavando essa sepultura na qual jogará todos nós. Como o mundo é lotado de FDP, creio que posso até dar os parabéns pela vitória em primeiro turno.

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
13/09/2010 - 22:28

Não, não gosto de te ver, leãozinho.

Atendendo a desígnios superiores, hoje fiz minha declaração retificadora. Na verdade, a história é mais ou menos assim: Para não dar aumento para os professores, mas ainda assim fingir que deu alguma coisa, o governador aplica uns bônus no salário (gratificação disso, reposição daquilo, vale-transporte que não paga um passe de ônibus por mês, etc). Sem esses adicionais, o salário fica muito abaixo do mínimo necessário para declarar renda, então, no primeiro ano em que trabalhei, simplesmente não me preocupei em fazer a declaração. Descobri no último dia, preenchi de qualquer jeito e mandei.
Passam-se os anos, aprendi a fazer declaração simplificada, e, belo dia, a Receita federal manda-me a carta: “Seu bandido marginal meliante: Trate de ir AGORA retificar aquela m&#2@ que você fez, ou então os helicópteros irão bombardear sua casa até conseguirmos te levar preso para todo o resto da vida! UHUAHAHAhAHARAEEEE!”, ou algo equivalente em conteúdo.
Preenchi a retificação rapidamente, mas agora de um modo mais atento para evitar novos bombardeios, e, em seguida tentei enviar os tais dados. Primeira vez, #fail: Não tem um dos muitos programas que precisa para mandar os dados. Segunda: #fail: CEP errado, terceira… agora, depois da décima, parece que foi.

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/07/2010 - 22:25


SIIIMM

Finalmente saiu minha remoção, e poderei voltar a minha querida e progressita (pelo menos era o que o Beto Carreiro achava…) cidade!
Para mim a notícia é ótima. E, de mais a mais , é uma notícia.
Na especialização, aproxima-se o final de mais uma fase. Agora, não poderei mais enrolar os orientadores por e-mail. Terei que ir lá enrolá-los pessoalmente. Fora isso, como já disse que queria fazer uma pós qualquer, e uma foi oferecida, ano que vem (se for aceito), começo minha pós.
Noticias não tão boas: ainda perco meu tempo assistindo formula-1. Não, Massa, a maioria dos brasileiros não quer ser compreensiva. Quer que o piloto GANHE AS PORCARIAS DAS CORRIDAS, e f*-se o resto! Sabe-se lá quando haverá um final de semana em que tudo dará certo de novo, e, certamente, nem Massa nem Alonso serão campeões esse ano, então o que custava crusar a m&rda da linha de chegada em primeiro, num dia em que já havia tanto para comemorar?
Numa última linha: Será que eu não sou tão resistível quanto achava? Eu gostava tanto de ser resistível…

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
08/06/2010 - 15:37

Tem sido um ano bem parado. Às vezes, duvido que ainda estou vivo. Quero meus problemas de volta, e tudo que consigo é ficar encarcerado, dia após dia na vã tentativa de atingir mes alunos com algum conhecimento. Talvez se esse “algum conhecimento” fosse algo que pudesse ser arremessado, eu atingisse alguem, ainda que or engano, já que minha pontaria continua ruim.
No campo do RPG: Nunca mais joguei. Cursos: Uma especialização em (encher linguiça usando a) física moderna.
Como pode-se ver, o blog está em estiagem por absoluta falta de algo interessante a ser dito.

Autor: Braulio Stafora - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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