Arquivo de novembro, 2008
25/11/2008 - 22:55

Um excelente trabalho de conclusão de curso realizado por algumas alunas de jornalismo foi publicado na forma da Revista Arquibancada.
Segue a matéria e um agradecimento à todo equipe, especialmente à Camila Paulos. Parabéns meninas, e muito sucesso!
TEXTO:
O projeto Meu Time de Futebol irá ajudar a realizar esse, que é um dos sonhos de muitos torcedores brasileiros: dar liberdade aos sócios de escolher o elenco, a comissão técnica, definir táticas e dirigir um clube que será escolhido por meio de votação dos membros do MTDF. Parece loucura, não?
Essa idéia já foi colocada em prática por um grupo de paulistas, que deixaram de lado suas verdadeiras profissões para se dedicar ao primeiro projeto que visa comprar um clube no Brasil. “Um dia recebi por e-mail uma newsletter sobre um site inglês que fazia um trabalho semelhante e pensei: Será que alguém topa começar esse negócio comigo?”, afirma Vicente Di Cunto, administrador de empresas e um dos idealizadores do MTDF.
O processo será realizado em três fases. A primeira e atual é a de Captação, em que os organizadores
buscam atingir a marca de 50 mil sócios inscritos. Para isso, eles fazem propaganda viral e contam com a parceria de uma grande empresa de telefonia celular. A próxima fase é de Conversão, que visa arrecadar cerca de oito milhões de reais para a compra do time e montagem da infra-estrutura. E, por fim, a fase Você Manda, em que os membros poderão tomar as decisões importantes, como qual time será comprado, por meio de votação no site do projeto.
“Comprar um time é barato, mas tem de comprar o certo. A maior parte do dinheiro vai ser para estruturá-lo”, comenta Vicente. “Além disso, teremos de investir na base, pegar a molecada e dar uma
estrutura psicológica, física, técnica e fisiológica para eles”, completa.
É importante dizer que o projeto objetiva democratizar a decisão no futebol, porém sem obter lucros, revertendo todo o dinheiro para o próprio clube. E sonha alto: ser competitivo, em nível nacional, em
apenas seis anos.
[POR DANIELE MARINI]

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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25/11/2008 - 22:51
Post de Silvio Vartan – silvio at mtdf.com.br
Quando eu era pequeno e fui pego pela 1a vez na paixão pelo futebol, para gargalhadas do meu pai, eu escolhi o Corinthians.
O porquê disso, ninguém sabe. Meu pai torcia pelo Santos, saudosista da era Pelé. Minha mãe, que é carioca, torcia pelo Fluminense.
Acho que desde criança eu tinha uma queda por causas perdidas. Eu torcia pelo Tom e odiava o Jerry. Eu torcia pelo lobo e queria vê-lo conseguir pegar o papa-léguas. Eu gostava do Pato Donald, que sempre levava na cabeça…
Claro, estou falando daqueles anos, 75, 76, onde o Corinthians estava há mais de 20 anos sem nenhum título.
Entretanto, nós sempre temos aquela coisa de torcer por um 2o time, ou mesmo um 3o time, em outro estado.
Aí entra na história o Tio Dikran. Ele não era tio de verdade, mas um tio por afinidade. Na verdade, ele era tio de um primo meu, que não era primo de verdade, mas primo por afinidade. Os descendentes de armênios são assim, todo mundo é primo de todo mundo. J
Mas enfim, o tio Dikran era uma pessoa nota 10, amável, sorridente, e o gremista mais gremista que eu já vi!
Ele vivia me dizendo que eu tinha de torcer para o grêmio, que era o melhor time do mundo, etc.
Um belo dia ele veio de Porto Alegre, onde morava, e me trouxe: tchã tchã… um uniforme completo do grêmio! Não era aquele uniforme número 1, listrado. Era um uniforme branco, com faixas azuis e pretas nas mangas, no short e nas meias.
Bom, eu tinha uns 8 anos (acho) e aquele era o uniforme mais bonito que eu já tinha visto.
Antes do uniforme o meu 2o time do coração já era o Grêmio. Depois do uniforme então eu era gremista desde criancinha!! (o que não fazia muito tempo…) J
Com aquele uniforme eu jogava futebol e fazia gols, sonhando em virar jogador profissional! (o que não viria a acontecer, pois eu virei um perna-de-pau)
Mas sempre, assistindo aos gols do fantástico, eu queria ver os gols do Grêmio, já triste, pois o fantástico significava “vá pra cama pois amanhã você tem escola!”. A música do fantástico me deixou traumatizado até hoje. Nos domingos à noite, eu nem passo perto da Globo.
Ao tio Dikran, que de tão gremista faleceu de ataque cardíaco assistindo uma final do Grêmio pela TV, agradeço muito. Descanse em paz !
Ele me ensinou o quão legal é ter um 2o time!
Aqui no “Meu Time de Futebol”, estamos escolhendo o time que será negociado, e que poderá ser o 1o time de muita gente: dos moradores daquela cidade, dos que já torcem para esse time, das pessoas mais fanáticas pelo MTDF, etc.
Mas eu espero também que este time vire o 2o time do coração de muita gente, participantes do projeto ou não, por ser completamente diferente dos demais times: um time com milhares de dirigentes, milhares de técnicos, e, claro, milhares de corações.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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19/11/2008 - 20:55
Post publicado originalmente no site MTDF, autoria de Silvio Vartan ( silvio at mtdf.com.br)

Ei… se o esporte é vôlei, CADÊ A REDE ?!?!?!?!?
Pense no seguinte:
1) Na última Copa do Mundo, o jogador italiano cai na área e o juiz NÃO apita pênalti, não levando a Itália a ser tetra-campeã;
2) Em 1986, que a “mano de Dios” não tivesse vergonhosamente atrelado o nome de Deus a uma atitude vergonhosa (para mim uma blasfêmia), tirando assim dos Argentinos 1 título mundial;
3) No mundial de Clubes da FIFA em 2000, se o juiz não houvesse validado o gol que bateu no travessão contra o Raja Casablanca (a exemplo da Inglaterra na Copa de 66), alterando o saldo de gols e levando o Real Madrid para a final contra o Vasco, e não o Corinthians.
Com certeza você deve estar imaginando dezenas de outros erros cometidos pela arbitragem que alteraram a história do futebol e do time que você torce.
Afinal, por quê não implantar o sistema de arbitragem externa, à beira do campo (claro, mantendo-se juiz e bandeirinhas), com acesso à transmissão da TV ?
No Rugby, no Tênis e no Cricket, o juiz da partida pode chamar uma consulta ao “Video Referee”, ou seja, o juiz do video. Este vê o replay (algo fácil e rápido na era das transmissões em TV digital) e aponta o que realmente aconteceu: foi pênalti ou não, foi gol ou não, estava impedido ou não, etc.
Na verdade, dirigentes e torcedores usam erros do juiz como desculpa para a incompetência do próprio time. É fácil justificar uma derrota dizendo que o juiz roubou…
A FIFA diz que a dúvida e o erro humano fazem parte do futebol. Mas é uma parte boa ?
Os acidentes fazem parte da Fórmula 1 (e outras corridas), mas eu preferia continuar assistindo à F-1 com o Senna aqui ! A direção da F-1 mudou as regras após a morte de Senna e Ratzenberger, e nunca mais tivemos uma morte na F-1 em 13 anos.
Isto é um exemplo de tecnologia e regras sendo implantadas para se acabar com algo que faz parte da F-1 ( e que não era uma parte boa ) – os acidentes.
Sim, estão implantando um bola com chip, mas isto só resolve os casos de bola sobre a linha. Quantas vezes isto ocorre ?
Jogadores se jogando na área ou impedimentos duvidosos ocorrem com muito mais frequência.
Não seria o “Juiz de Vídeo” um ótimo meio para evitar campeonatos decididos de maneira errada, ou mesmo reduzir ou dificultar a possibilidade de corrupção e compra de resultados ?
Uma coisa é certa. Quando um jogador caísse na área, não teríamos um monte de jogadores de ambos os times correndo e cercando o juiz, pra tentar ganhar no grito ou atrapalhar o juiz e o andamento do jogo.
Este sistema funciona em outros esportes. Acredito que seria fantástico se fosse implantado no futebol. Os italianos que o digam !

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Esportes
Tags: Árbitro, Futebol, Maradona, MeuTimedeFuteb, MTDF
17/11/2008 - 22:34
Parece chover no molhado, mas não consigo deixar de ficar perplexo quando por causa de futebol, seres humanos partem para a agressão física….
Ok, todos sabemos que o homem é um bichinho muitas vezes levado pela emoção e que um acesso de fúria pode acontecer. Também sabemos que uma pessoa é racional, mas uma multidão se move em bandos, oculta pela sensação do anonimato que a “massa” acaba trazendo.
Também sabe-se que o futebol e a torcida organizada é uma forma de inclusão social, de jovens em sua maioria.
Sabemos que às vezes, o vilão da novela toma uma bronca de uma senhorinha na rua, que confunde o ator com o personagem.
Mas não dá pra deixar de ficar sem entender o por quê. Será que é só uma forma de extravazar a raiva contida pela derrota ou má atuação do time, ou postura do técnico? Será que é a passividade da situação, onde nada se pode fazer? Será que a torcida não percebe que essa pressão extra é pior para os jogadores?
Ainda mais nos dias de hoje, onde os jogadores e técnicos, em sua maioria, tem uma relação estritamente profissional com o time que o contratou. Essa diferença de paixão e profissionalismo cria um abismo entre as duas entidades (torcida e profissionais), que acaba se transformando em revolta.
Se o jogador se sente pressionado demais, ele acaba saindo, já que seu vínculo com o clube é meramente profissional, certo?
Bom, de qualquer jeito fica a tristeza de mais uma vez misturar o futebol com o tema policial. Minha esperança é que um modelo alternativo como o MTDF possa diminuir esse tipo de situação, já que a torcida não vai precisar extravazar na violência os seus sentimentos…. vai ter que pensar e vai poder agir, tomando as decisões que ajustarão os rumos do time.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Esportes
Tags: MeuTimedeFutebol, MTDF, Torcidas, Violencia
11/11/2008 - 22:43
Didícil entender cabeça de jogador de futebol. Acredito que miloes e palmeirenses que assistiram a partida contra o Grêmio no dia 9 de novembro de 2008, naquela derrota esquisita, devem ter ficado enraivecidos.
Perder é normal, faz parte da ordem natural…. mas não é possível entrar derrotado numa partida da forma que o Palmeiras entrou. O que intriga é qual a diferença, qual o problema, por quê os jogadoes do Grêmio iam na bola como se fosse o último prato de comida, e os do Palmeiras pareciam que estavam em jogo treino de pré temporada.
Pior é ver o maior ídolo do time cometer uma falha (na minha modesta opinião de ex-goleiro amador) e se desesperar, indo ao ataque no meio do segundo tempo pra tentar fazer gol. Um parênteses importante – pra mim o Marcos tem todo o crédito do mundo, não importa o erro que ele cometeu, pois ele trouxe muito mais alegria e provou o seu amor pelo clube milhares de vezes.
Mas parecia destempero, desespero… o fato de nem olhar pro banco pra encarar o Luxemburgo é outra prova da situação bizarra. Será que o time não tinha plano tático – não posso acreditar que o Celso Roth conseguiu dar um nó no Luxemburgo nos 90 minutos, com um time tecnicamente inferior (tirando o Tcheco).
Fazer o quê. O título deverá cair no colo do São Paulo mais uma vez…. parabéns a direção do SPFC e mais ainda ao Muricy, que conseguiu fazer de um limão uma limonada, tirando leite de pedra daquilo que ele tinha em mãos.
Mas que eu queria estar na cabeça dos jogadores do Plameiras pra poder entender o q rolava lá naqueles 90 minutos no domingo, ahhhh isso eu queria!

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Brasileirão, Futebol, MeuTimedeFutebol, MTDF, Palmeiras
05/11/2008 - 22:28
Às vezes eu me pergunto a razão de termos tanto profissionalismo no futebol. Pelo menos é o que todo mundo diz por aí. Não sei se o que está acontecendo é profissionalismo.
Será que é profissional um torcedor ficar na fila por 3, 4 ou 8 horas pra comprar um ingresso de arquibancada, tomar chuva, apanhar da polícia e ter que voltar pra casa pendurado num ônibus?
Talvez o profissionalismo esteja na mercantilização da figura do jogador de futebol, e dos agentes, empresários e advogados que o circundam. Muito dinheiro e muita badalação. Cada um fica com um pedaço desse quinhão, mas os clubes continuam quebrados e os torcedores correndo risco (lembram-se da Fonte Nova ou do Estádio do Vasco?).
Os clubes tendo que vender as estrelas para o exterior para poderem se manter vivos. O aparecimento de times de futebol só pra poder cultivar os talentos e vendê-los na primeira oportunidade.
A minha opinião é que essa equação está capenga. Falta um pedaço importante que é a valorização dos clubes e dos torcedores. Por quê por R$ 15 podemos assistir a um filme no cinema, com segurança, ar-condicionado, funcionários educados, lugar marcado, compra com antecedência sem filas, e não conseguimos ter o mesmo respeito como consumidores num estádio de futebol?
Não entra na minha cabeça a dificuldade de acertar essa equação. É tudo uma questão de valorização do que é importante – o clube, os torcedores. Sem desmerecer os atores do espetáculo, os jogadores e técnicos, mas algo precisa ser pensado, de uma maneira criativa, pra tudo ser balanceado novamente.
Será que os jogadores, todos eles, só pensam em ganhar milhôes no exterior e não valorizam absolutamente mais nada? O importante é ter o máximo de lucro não importa como? Será que vc e eu somos assim? Eu por exemplo não trabalharia para uma empresa de cigarros, ou um claro poluidor do meio ambiente, ou uma empresa que fabricasse armas por nenhum dinheiro nesse mundo.
Será que não conseguimos achar alguns valores nos jogadores? O prazer que o Marcos ou Rogério Ceni tem de jogar no seu país, junto à sua família ou torcida?
Esse desafio é um dos muitos que devermos enfrentar no Nosso Time de Futebol.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/11/2008 - 10:17
* Esse texto foi enviado pra gente pelo Paulo Mayeda, e é de autoria de Antonio Afif (afif@universidadedofutebol.com.br)
Complexo de vira-latas
O inesquecível Nelson Rodrigues dizia (não exatamente com estas palavras) nos anos dourados que o Brasil havia conseguido superar o complexo de vira-latas com a conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Pode até ser que isto de fato tenha ocorrido, mas creio que o efeito de tal “vacina” já deve estar com prazo de validade mais do que vencido.
Os dirigentes esportivos brasileiros pensam pequeno, têm medo de propor algo mais ousado, que fuja do arroz com feijão.* Não sei como seria a construção ou reforma dos estádios do país visando a Copa de 2014, pois a crise financeira global certamente deve ter atingido muitas empresas que poderiam investir no Brasil. Pelo jeito os recursos terão de sair dos cofres públicos.
Você pode me perguntar o que é “pensar pequeno”. *Pois bem, quando um grupo de pessoas não consegue enxergar nada além do que dois palmos na frente do próprio nariz, isto é pequenez. Tínhamos tudo para fortalecermos os clubes do país, mas alguns cartolas mais preocupados com o próprio bolso (ou algum
outro tipo de ambição, para não generalizar) barraram o ingresso de investidores através de uma lei absurda (não, não é a Lei Pelé).
Na área de eventos corporativos o país está muito bem servido, principalmente no eixo Rio-São Paulo. O Banco de Eventos, por exemplo, põe em prática projetos magníficos, que ajudam a alavancar as vendas de produtos de muitas empresas. É só comparecer ao Super Casas Bahia (me desculpem o merchandising) que acontece todos os finais de ano em São Paulo. Numa das edições anteriores assisti a um show da Disney maravilhoso.
Mas, e o futebol? Por que não possui o glamour desses eventos, ou de uma corrida de Fórmula 1 ou mesmo do Carnaval carioca, que é algo mais popular? Por que temos que ter a sensação de algo “dark”, cheirando a mofo quando nos dispomos a assistir a um jogo nos estádios? Cambistas, flanelinhas, brigas, sujeira, banheiros inadequados e, o que é mais triste, com nossos melhores craques no exterior.
Será que é tão difícil os clubes enxergarem o “naming rights” como algo que pode representar uma fonte significativa de receita? Creio que as principais equipes do país poderiam enviar representantes para ver como os americanos e europeus fizeram o esporte ser algo lucrativo. Sei que muitos clubes europeus estão endividados porque sonharam alto demais, mas peguemos apenas os pontos positivos e deixemos de lado o que não é bom para nós.
Há pouco mais de dez anos, quando trabalhava num grande clube, o principal atacante da equipe foi negociado. Sugeri que o argentino Batistuta fosse contratado. Fui taxado como louco e optaram por um jogador que atuava no futebol brasileiro. Depois de um tempo (como o tal atacante não deu o resultado esperado) contrataram outro e, depois, mais outro. Ou seja, foram trazidos três atletas para o time num curto espaço de tempo e nenhum deles aprovou.
É isto que eu chamo de complexo de vira-latas dos tempos atuais. Se somarmos o que foi gasto para a agremiação trazer os três jogadores, a diferença para o que poderia custar a contratação de Batistuta não seria muito grande. Isso, sem falar no retorno que o craque daria, pois a torcida teria presença maior nos jogos, o licenciamento de produtos e a venda de camisas do atacante poderiam cobrir o investimento realizado. De quebra, o clube ainda teria o “retorno” esportivo, pois se tratava de um dos maiores
atacantes que surgiram nas últimas décadas.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Esportes, Pessoal
Tags: Batistuta, dirigentes, Futebol, MeuTimedeFutebol, MTDF
03/11/2008 - 10:31
As eleições do MTDF estão mais emocionante que final de campeonato de F1 no Brasil. Algumas partidas estão terminando com apenas 2 ou 3 votos de diferença para o ganhador.
Isso demonstra a grande mobilização que os cadastrados estão tendo em divulgar o projeto e fazer campanha para seus amigos votarem nos seus times preferidos.
Teremos mais alguns dias de votação e na sequencia vamos entrar na segunda fase, onde começa a ficar mais emocionante ainda.
Aqueles que estão participando, continue votando e aqueles que conheceram o projeto agora, ainda dá tempo de escolher os 16 times candidatos a time MTDF!
Clique aqui para saber os resultados até agora.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Esportes, Tecnologia
Tags: Eleições, MeuTimedeFutebol, Mata-Mata, MTDF
03/11/2008 - 10:21
Post de Silvio Vartan (silvio@mtdf.com.br)
Pra qual time você torce ?
Independente do time, imagino que você, como a grande maioria dos brasileiros, sempre teve as seguintes dúvidas:
- Quanto dinheiro meu time ganha com patrocínios, direitos de transmissão, etc ?
- Quanto custa manter o time, os salários dos dirigentes, as despesas gerais, quanto gastam em viagens, etc ?
- Como é que um time grande, com todos os patrocínios de empresas grandes, não consegue montar um time bom ?
Muda o time, mas não muda a pergunta: “O que acontece com o dinheiro ?”
Quando fui buscar balanços de times de futebol existentes, ou demonstrativos econômico-financeiros ou operacionais, para que eu pudesse retirar informações para fazer um business-plan para o MTDF, o que eu encontrei ?
Os times divulgam balanços vagos, com a menor quantidade de informações possível.
Uma das premissas do MTDF, são as CONTAS ABERTAS e AUDITADAS, para que todos os associados possam olhar e discutir.
Nós acreditamos que isso vá fazer uma grande diferença, não apenas em credibilidade, mas na performance do time em si, afinal, os torcedores estarão vendo aonde está sendo utilizado o dinheiro, e vão decidir como utilizá-lo da melhor maneira possível visando o único objetivo do clube: ter um time vencedor !
Isto aliado ao fato de que o lucro do clube deverá ser reinvestido no próprio time, criará um circulo virtuoso, tornando o time sempre mais forte, através de investimentos e re-investimentos claros e decididos pela maioria.

Autor: vicente.dicunto@ig.com.br - Categoria(s): Esportes
Tags: Auditoria, Contas abertas, Futebol, MeuTimedeFutebol, MTDF
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