GLOSSOLALIA, LINGUAGEM COMUM ENTRE OS PARANOÍCOS
Novamente nas linhas venho editar meus ditos, pois me seduz fazer estórias.
Embora viver percebendo as que a vida escreve, se as oportunidades aparecer onopinadamente diante de momentos que muitas vêzes não estamos postos na devida presença das folhas brancas.
As frustração acontecem, pois sabemos de momentos únicos para as devidas palavras serem registradas.
Não díz que as idéias não surgem novamente com o mesmo teor, o conteúdo essencial do texto , o sentido acatado deste momento para eu registrar este ponto dos meus dízeres são visto assim.
Nos colocamos dentro do universo com olhares para todos os pontos como um ser desconhecido da nossa própria realidade sem estratégia nessa operação de guerra, como muitos guerreiros, lutando entre si.
Cada qual glossolalia, produzindo uma linguagem inventada, comum entre os paranoicos, e esse desafio onde você é o primeiro a diatribe (criticando) ou deslumbrando-se com o egrégio.(nobre,ilustre,insigne,admirável).
Acontece as façanhas que nos realiza registrar, e a nossa presença de infinitos pontos nem sempre a contento de qualquer leitor, onde desdém que algum alguém se díz ninguém vai apreciar.
Essa autonomia destinada para o criador de uma obra literária, conciso a generalização que nem um ser possa valorizar ou entender a arte de um escritor, pode trazer muitos e diferentes acontecimentos.
Eu como amante desta arte aprendi com a minha alusão, que sou capaz de chegar ao incomensurável (onde não tem limites), se lá existe quem, ou alguém, ou ninguém, tudo bem eu sigo entre as linhas que me conduz.
Fazendo estórias, descrevendo o que a vida me dita e muito mais aceitar a glossolalia que tanto bem me faz.
Sou ciênte que o que escrevo faz eu paranóica e feliz
Autor: ministraoculta@ig.com.br - Categoria(s): Minha ideologia Tags: Arte