Arquivo de agosto, 2009
27/08/2009 - 17:07
ANITA GARIBALDI
Euglaudston T. Celestino
Em 27.08.2009 – ENSAIO
Hoje me volto para um vulto de nossa história, que de há muito não se fala mais, esta heroína nos trouxe uma grandeza impar, pelo seu valor demonstrado em campos de batalha, pela sua opulência, pela sua destreza, pela sua bravura, deixou escrito no panteon da história a sua bravura de mulher brasileira.
Maria Antonia de Jesus, depois cognominada Anita Garibaldi, ela conheceu o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi durante a Revolução Farroupilha, quando esse chega a sua cidade natal, e dando combate no Porto de Laguna, sendo a partir daí, de grande e extrema importância na vida do revolucionário italiano.
A partir daí, Anita passa a seguir Garibaldi por todos os lugares ponde o mesmo lutou. Na batalha de Curitibanos, inicio de 1840 a catarinense foi então capturada, o Comandante do Exército Imperial, permitiu que e ela fosse então procurar o suposto cadáver de seu marido.
Anita Garibaldi faleceu no dia 04 de agosto de 1849, na cidade italiana de Ravena, Giuseppe não pode acompanhar os restos mortais de Anita para Nice, na França.
Em 1932, o corpo de Anita foi então trasladado para Roma, em um monumento construído em sua homenagem.
No Brasil, existem duas cidades com o nome de Anita: Anita Garibaldi e Anitópolis, ambas em Santa Catarina, o seu nome também está presente em diversas ruas do Brasil.
Anita foi assim, heroína de dois mundos.
E para dizer que não falei de flores, as dálias, magnólias e margaridas, estão ornando os canteiros de minhas saudades…
Autor: euglaudston@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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21/08/2009 - 11:41
ÉTICA
Euglaudston T. Celestino
Em, 11.08.2009 – ENSAIO
Difícil se torna para mim leigo que sou, falar de ética sem contudo falar de moral, e para falarmos de moral, teremos por ingerência do momento, ter de falar primeiramente da moral que tem suas raízes no velho latim “mores”, que é igual à conduta, comportamento, modo de agir, que perfazem o conjunto sistemático das normas que orientam o homem para a realização do seu fim, objetivando o seu alvo, o alvo que o homem se propõe a conquistar pelos seus esforços, por toda a sua vida.
Assim vemos logo de inicio que a ética muito tem a ver com a moral e os bons costumes, pois sem elas nada seriamos neste mundo onde se espera a honra, para se ter, o poder político, e para tanto, o homem adota os modos de agir que lhes parecem eficazes para conquistá-lo.
Já o fim é uma destinação imanente a cada ser, como todos os seres devem ser livres e ter livre arbítrio sobre as suas ações e atos, sua vontade, sua busca pelo que acha correto, isso no seu pensamento, mas nos pensamentos dos outros, será que todos irão aprovar as suas idéias, tornando-se assim problema fundamental da moral e da ética.
O homem é o único ser no qual se verifica uma distância entre sua existência e a sua essência, entre o que ele é e o que ele deve ser como, por exemplo: a flor é perfeitamente flor evolui inelutavelmente para realizar sua essência de flor.
O homem quando nasce, traz em si uma imensa ambigüidade, ou melhor dizendo, plurivalência, poderá ser um sábio ou um ignorante, um santo ou um viciado, um herói ou um bandido. Daí se induz uma primeira conclusão, qualquer que seja o seu fim, como sujeito é o homem que deve realizá-lo, é ele mesmo que deve superar a distância e sua essência, não em virtude de determinarmos de forças físicas, químicas ou biológicas, mas livremente pelo exercício de sua responsabilidade, pela sua formação de ser vivente, pela sua consistência moral, pelo zelo demonstrado pelas coisas publicas e pelas coisas que o cercam, assim sendo ele se tornará ético, terá sua visibilidade do mundo e do seu redor, enxergando o outro ser como se fora o seu próprio ser.
E para dizer que não falei de flores, hoje os jardins da minha saudade estão carentes de um melhor zelo em sua formatação, pois não se enxerga mais valores e sim o que se pode fazer ou dá aos que nos cercam.
Autor: euglaudston@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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ÉTICA
Euglaudston T. Celestino
Em, 11.08.2009 – ENSAIO
Difícil se torna para mim leigo que sou, falar de ética sem contudo falar de moral, e para falarmos de moral, teremos por ingerência do momento, ter de falar primeiramente da moral que tem suas raízes no velho latim “mores”, que é igual à conduta, comportamento, modo de agir, que perfazem o conjunto sistemático das normas que orientam o homem para a realização do seu fim, objetivando o seu alvo, o alvo que o homem se propõe a conquistar pelos seus esforços, por toda a sua vida.
Assim vemos logo de inicio que a ética muito tem a ver com a moral e os bons costumes, pois sem elas nada seriamos neste mundo onde se espera a honra, para se ter, o poder político, e para tanto, o homem adota os modos de agir que lhes parecem eficazes para conquistá-lo.
Já o fim é uma destinação imanente a cada ser, como todos os seres devem ser livres e ter livre arbítrio sobre as suas ações e atos, sua vontade, sua busca pelo que acha correto, isso no seu pensamento, mas nos pensamentos dos outros, será que todos irão aprovar as suas idéias, tornando-se assim problema fundamental da moral e da ética.
O homem é o único ser no qual se verifica uma distância entre sua existência e a sua essência, entre o que ele é e o que ele deve ser como, por exemplo: a flor é perfeitamente flor evolui inelutavelmente para realizar sua essência de flor.
O homem quando nasce, traz em si uma imensa ambigüidade, ou melhor dizendo, plurivalência, poderá ser um sábio ou um ignorante, um santo ou um viciado, um herói ou um bandido. Daí se induz uma primeira conclusão, qualquer que seja o seu fim, como sujeito é o homem que deve realizá-lo, é ele mesmo que deve superar a distância e sua essência, não em virtude de determinarmos de forças físicas, químicas ou biológicas, mas livremente pelo exercício de sua responsabilidade, pela sua formação de ser vivente, pela sua consistência moral, pelo zelo demonstrado pelas coisas publicas e pelas coisas que o cercam, assim sendo ele se tornará ético, terá sua visibilidade do mundo e do seu redor, enxergando o outro ser como se fora o seu próprio ser.
E para dizer que não falei de flores, hoje os jardins da minha saudade estão carentes de um melhor zelo em sua formatação, pois não se enxerga mais valores e sim o que se pode fazer ou dá aos que nos cercam.
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