iG
iBest BrTurbo

Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 11:08

TURRÃO

Euglaudston T. Celestino

Em, 14.06.2009 – ENSAIO

 

            Venho de há muito observando as pessoas em seus modos de ser e agir, isto é um velho habito meu, e às vezes quando cismo solitário, fico a fazer comparações para assim talvez combinar o gênero humano com as desigualdades que muitas das vezes nos são impostas, e nesta manhã, me veio à lembrança episodio casuais que sempre nos vem à memória, trazendo-nos um pouco de recordações de pessoas que passaram em nossas vidas e nos trouxeram um alento para os dias atuais.

              Desde a mais tenra idade que escuto a palavra “ele é um turrão” e resolvi então fazer uma pequena analise dessa palavra, que é um adjetivo e significa ser o turrão um teimoso, pertinaz, rezingueiro e caturra, e assim fazendo assimilação, verifiquei também que ser caturra é está agarrado a velhos costumes, achar defeitos, ser por assim dizer um cabeça dura.

               De fato, se analisado por este prisma, sou deveras um turrão, um caturra, um cabeça dura, mas será que tudo isso não tem implicações outras que venham a determinar o modo de ser e de agir de muitas pessoas assim como eu, ou serei único no gênero? Acho que não, pois se levado por circunstancias outras, também afirmam que sou pratico, falo sem rodeios, digo o que penso, possuo um determinado carisma, muitas das vezes me tornando foco de atenções, além de ser amistoso e carinhoso com as pessoas que me são caras.

                Agora, por que o turrão? Será que é por índole? Será que é por não levar desaforos para casa? Tudo isso alias é muito vago, o carinho, a amizade, não impede que se diga a verdade, que às vezes não é bem vinda em certos momentos, pois muitos dizem que ela dói que nos causa muitos problemas de convivência, mas prefiro continuar sendo assim como sou, talvez um dia, alguém diga que tudo que eu disse e que fiz, foi para o bem da verdade.

                 Mas, vou tentar amenizar estes momentos, pois ele muitas das vezes nos remete a um plano não concebível por aqueles que se julgam os eternos donos dos pensamentos dos outros.

                 E para dizer que não falei de flores, os jardins das minhas saudades estão repletos de dálias, rosas e bugarís, que foram semeados para servirem de miragem aos meus sonhos de ingênuo e sonhador.

                 

 

 

 

Autor: euglaudston@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/06/2009 - 11:08

TURRÃO

Euglaudston T. Celestino

Em, 14.06.2009 – ENSAIO

 

            Venho de há muito observando as pessoas em seus modos de ser e agir, isto é um velho habito meu, e às vezes quando cismo solitário, fico a fazer comparações para assim talvez combinar o gênero humano com as desigualdades que muitas das vezes nos são impostas, e nesta manhã, me veio à lembrança episodio casuais que sempre nos vem à memória, trazendo-nos um pouco de recordações de pessoas que passaram em nossas vidas e nos trouxeram um alento para os dias atuais.

              Desde a mais tenra idade que escuto a palavra “ele é um turrão” e resolvi então fazer uma pequena analise dessa palavra, que é um adjetivo e significa ser o turrão um teimoso, pertinaz, rezingueiro e caturra, e assim fazendo assimilação, verifiquei também que ser caturra é está agarrado a velhos costumes, achar defeitos, ser por assim dizer um cabeça dura.

               De fato, se analisado por este prisma, sou deveras um turrão, um caturra, um cabeça dura, mas será que tudo isso não tem implicações outras que venham a determinar o modo de ser e de agir de muitas pessoas assim como eu, ou serei único no gênero? Acho que não, pois se levado por circunstancias outras, também afirmam que sou pratico, falo sem rodeios, digo o que penso, possuo um determinado carisma, muitas das vezes me tornando foco de atenções, além de ser amistoso e carinhoso com as pessoas que me são caras.

                Agora, por que o turrão? Será que é por índole? Será que é por não levar desaforos para casa? Tudo isso alias é muito vago, o carinho, a amizade, não impede que se diga a verdade, que às vezes não é bem vinda em certos momentos, pois muitos dizem que ela dói que nos causa muitos problemas de convivência, mas prefiro continuar sendo assim como sou, talvez um dia, alguém diga que tudo que eu disse e que fiz, foi para o bem da verdade.

                 Mas, vou tentar amenizar estes momentos, pois ele muitas das vezes nos remete a um plano não concebível por aqueles que se julgam os eternos donos dos pensamentos dos outros.

                 E para dizer que não falei de flores, os jardins das minhas saudades estão repletos de dálias, rosas e bugarís, que foram semeados para servirem de miragem aos meus sonhos de ingênuo e sonhador.

                 

 

 

 

Autor: euglaudston@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/06/2009 - 10:29

A POLITICA E A HISTRÓRIA

Euglaudston T. Celestino

Em 13.06.2009  - ENSAIO

 

 

           No dia 11 de junho de 1865, travou-se a maior batalha naval em rios navegáveis de todos os tempos, foi à famosa Batalha Naval de Riachuelo, uma violenta luta entre as esquadras do Brasil e do Paraguai no Rio Riachuelo.

           Os navios brasileiros haviam navegado rio acima com a missão de bloquear os Portos Paraguaios, mas o ditador paraguaio Francisco Solano Lopez, ciente do perigo que isso iria representar para o seu indisfarçável projeto de poder, decidiu então atacar a grota brasileira ma foz do arroio Riachuelo, situado perto da cidade argentina de Corrientes, onde numerosas ilhas e ilhotas dificultavam a passagem – Nesta passagem os paraguaios haviam guarnecido em segredo a margem esquerda do rio, com uma bateria de 22 canhões.

            A Esquadra do Almirante Francisco Manoel Barroso da Silva (futuro Barão do Amazonas), era composta por 5 navios, com um total de 59 bocas de fogo e 2.287 homens embarcados, enquanto os paraguaios comandados pelo capitão-de-fragata Pedro Inácio Meza, dispunham de 8 navios e seis baterias flutuantes, ou chatas, com 67 bocas de fogo e 5.000 homens. O combate entre essas duas forças começou pela manhã, e em determinado momento, decidido a acabar com a frota paraguaia, o Almirante Barroso avançou com a proa do navio a vapor Amazonas para cima das embarcações inimigas, numa manobra tentada pela primeira vez no mundo. Com as colisões, três navios paraguaios foram completamente inutilizados e ao perceberem isso, os comandantes dos demais fugiram rio acima, perdendo 4 barcos e todas as chatas, com 1,500 homens, essa batalha durou por dez horas sangrentas, ao final, Barroso manobrou rapidamente para abalroar e por a pique três embarcações inimigas, com seu navio Amazonas, assegurando assim a vitória, as perdas brasileira nesta luta foram de um navio e 247 homens entre mortos e feridos.

               Assim, a história registra o momento épico das numerosas obras escritas sobre o embate de Riachuelo.

                Esse Ensaio está sendo escrito para dirimi duvidas quanto da Sessão Comemorativa levada a efeito por vários políticos, dentre os quais podemos citar o Senador Romeu Tuma que demonstrando conhecimento da história, fez uma breve alocução a respeito da data, já o mesmo não se pode dizer do Senador Cristóvão Buarque, que apegando para uma política separatista, demonstrou profundo desconhecimento da história pátria, procurando incutir a colorização de raças, dizendo inclusive que no Brasil não se via oficiais negros nas três Forças Armadas, isso é demonstrando o seu racismo e o seu descontentamento com a nossa formação e etnia.

          Mas senador, entre os atos de heroísmo que se verificaram nesta batalha merece um real destaque aos nossos bravos marinheiros Greenhalgt e Marcilio Dias, o primeiro prostrando morto um oficial paraguaio que tentava arriar a Bandeira Brasileira que estava hasteada na canoeira Parnaíba, o segundo por ter lutado a sabre com os numerosos atacantes de sua nave, ficando coberto de ferimentos, vindo a falecer no dia seguinte.

           Mas as Forças Armadas do Brasil tem um lema, – O Brasil Acima de Tudo – E devemos lutar por nossa pátria mesmo com o sacrifício de nossas próprias vidas – A Pátria tudo se dá, nada se pede, nem mesmo compreensão.

Autor: euglaudston@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo