Aos prezados Leitores, Espectadores, torcedores, simpatizantes, amigos, companheiros de net ou qualquer outra denominação, vem aí, mais uma Historia Bombástica, uma historia capaz de envolver os sentimentos mais ocultos dentro de um Ser Humano, tal assunto, ocorreu em um local que em 1800 era conhecido como “Bairro dos Macucos”, e que em 1890, recebeu o infeliz nome “Itapira”.
Itapira é conhecida por seus ‘muitos’ Centros de Recuperação para pessoas portadoras de Deficiência mental, e devido a tais, muitas vezes se faz alusões de que itapira, é uma cidade de Loucos.
Na primeira de nossas muitas andanças rumo ao desconhecido, desta vez, acompanhando Lair em seu 1º Discurso, fomos rumo a essa cidade sempre rotulada como anormal. A Caminho de Itapira, já sofríamos certas influencias estranhas, com 1 hora de antecedência, saímos de Mogi Mirim, que fica a menos de 30 minutos de Itapira, porem, Lair, insanamente inseguro, corria desesperadamente com sua Caravan como se estivéssemos a beira de perder a hora. Ao Longo da Estrada, vários carros experimentaram a Fúria da Caravan, inclusive um Renaut Clio, que não me recordo se era Amarelo ou preto. (lalala)
Ainda a caminho, devido ao alto índice de insegurança do motorista, Lair erra o caminho, mas, estávamos lá para ajudá-lo. Depois de muita andança e barbeiragem, chegamos ao Salão onde Lair discursaria. Ao chegar, Lair avista um ótimo lugar para estacionar e em direção do mesmo ele vai. Ao manobrar seu carro com uma habilidade incrível, Lair esquece de uma pequena arvore, e quase a arranca do lugar. Logo, a vizinhança olha assustada, e nota a presença de forasteiros, Feito, adentramos ao recinto em busca de lugares, e assim se deu.
Lair cumpriu sua designação com verdadeira Excelência, com direito a aplausos no final. (¬¬)
No Estudo de A Sentinela, é que a coisa se ‘espatifou de vez’. Em meio a inúmeras gafes, uma chamou a atenção de todos ali presentes. Ao fazer a pergunta de um dos parágrafos, nosso querido irmão vez por vez pronunciou a palavra “Sutis” de maneira errada. De modo inocente e enganoso, a todo momento dizia… “Súúútis”, de modo que a cada “sutizada”, a assistência se manifestava com risos discretos. Quase ao final, em um lance rápido, nosso querido irmão percebeu o erro, e indagou a assistência: “Ué, não é Sutis que se fala¿” acontece irmão… Acontece. Ao terminar a Reunião, (eu) Jonas e Vinicius, nos dirigimos para fora do salão enquanto Lair recebia os cumprimentos de toda a congregação por seu belo discurso. Enquanto isso, fomos surpreendidos por uma irmã, que desesperada, olhava intensamente como que procurando por alguém. De um modo acelerado, irrefletido e insano, a mesma se dirige a nós e pergunta: ‘Goreth já foi?
-Irmã, somos visitantes aqui, e não conhecemos a Goreth.
Claro, seria uma ótima resposta. Porem, ela não perguntou pra pessoa mais ótima do mundo, e mediante aquela situação mega engraçada fui obrigado a responder do seguinte modo:
“Poooooxa vida irmã, ela já foi, mais se você der um ‘pique’ atrás dela ali na rua de cima, talvez ainda a alcance!” (¬¬).
Em um Lance de “Ação Reação”, a irmã percebe a ‘baita’ da bobagem que acaba de fazer e nos pergunta: “Ahh, vocês vieram junto com o Orador não é? Muito prazer.
Entramos no Maquina do Tempo (caravan) rindo de maneira Frenética de tudo que havia ocorrido até aquele momento, e demos inicio a uma busca incessante pelo centro da cidade de Itapira, onde pelo caminho, coletamos informações de varias pessoas com respeito a localização, e quanto mais informações pegávamos, mais longe do centro estávamos.
E em meio a essa andança sem destino, fomos surpreendidos por algo jamais visto por nenhum dos Bélicos, algo que ultrapassa todos os limites do entretenimento e do Turismo Mundial, sim, um OANI. (Objeto ‘andante’ não identificado)
A centenas de metros de distancia, de uma posição que não nos permitia ainda visualiza-lo, tal Objeto já vinha, imponente, com aquele Som avassalador : “ Cada um no seu Quadrado… cada um no seu quadrado!” Surpresos, e psicologicamente abduzidos por está maravilha da Vida moderna, tomamos a decisão unânime em seguir tal Objeto, na esperança de que tal no levasse até o centro da cidade. Enquanto seguíamos, notamos vários detalhes que vale a pena lembrar.
O Veiculo era uma espécie de Trio Elétrico, com Lâmpadas Gigantes e Coloridas por todos os lados, estava repleto de Crianças, e havia pessoas fantasiadas nele, entre eles, um Cachorro amarelo ridículo, e o Homem Aranha. Logo, nosso censo cômico já apelidou tal veiculo de Bairral* móvel (Bairral = Centro de recuperação de deficientes mentais situado em Itapira SP.)
De maneira milagrosa, chegamos ao nosso destino sem nenhum arranhão, escoriação ou fratura exposta. Ao Final do Relato, cheguei a conclusão de que vou morrer, e não vou ver tudo. Existem varias historias a cerca de Itapira, mas não há nada realmente comprovado.
O que nós Bélicos podemos dizer, é que é uma cidade cercada de muito… Muito Mistério!
Criação - Vinicius Limah
Edição – Jonas Prado
(Ps: Aproveitando a oportunidade, um grande Abraço a todos os nossos “coleguinhos e coleguinhas” de itapira, e dizer que ainda estamos esperando aquele churrasco…)




