Danilo Miedi é um personagem virtual criado para divulgar e distribuir convites do novo Orkut. (Foto: Divulgação )
Danilo Miedi é um cara popular. Na faixa dos 20 anos, ele vive (aparentemente sozinho) em um apartamento descolado, é extrovertido, tem um blog super visitado, diversos perfis lotados no Orkut, mais de 36 mil seguidores no Twitter e vários vídeos no YouTube, que somam milhares de cliques cada. Apesar da popularidade, Danilo não existe. O internauta com jeitão de gente boa é, na realidade, um personagem de uma ação de marketing, criado para distribuir convites da nova versão do Orkut.
Quando anunciou o “nascimento” de Danilo, no final de outubro, o Google explicou que seu sobrenome era uma brincadeira com o termo “me add”, utilizado pelos usuários quando querem ser incluídos em uma rede de contatos. Desde então, Danilo se tornou um internauta ultrapopular no site de relacionamentos do Google – ele já brinca, se comparando ao galã “José Mayer da internet”.
Para saber como o personagem Danilo Miedi lida com a fama repentina e com a possibilidade de cair no ostracismo (quanto mais internautas no novo Orkut, menos os usuários precisarão de seus convites), o G1 entrevistou por e-mail o novo fenômeno da internet, que não tem sua verdadeira identidade revelada pelo Google. Confira abaixo a entrevista.
G1 – Por que acha que foi escolhido para ser o primeiro a entrar no novo Orkut?
Danilo Miedi – Além de ter feito um grande furo jornalístico ao descobrir o vazamento da nova interface, eu também me dediquei ao novo Orkut. Chamei a atenção da galera e mostrei que a internet é uma ferramenta fundamental para atingir todos os nossos objetivos. Tanto profissionais quanto pessoais.
G1 – As pessoas já reconhecem você nas ruas?
Miedi – Eventualmente acontece, mas o que realmente me assustou foi a quantidade de usuários que me adicionaram. Já tenho alguns perfis lotados.
G1 – Você se sente o homem mais assediado do Brasil? Como é isso?
Miedi – Poderia dizer que me tornei praticamente o José Mayer da internet (brincadeira). Como disse, pessoas do Brasil inteiro querem o convite da nova versão do Orkut e nada mais justo do que serem meus amigos e ganharem o convite. Fico feliz em poder contribuir para a mobilização social por meio das redes sociais.
G1 – Conforme a distribuição de convites aumentar, sua popularidade deve cair. Está preparado para lidar com isso?
Miedi – Acho natural que isso aconteça. Até porque, assim como eu, muita gente está ligada e atenta para novas descobertas da internet e merecem espaço. Mas um fato nunca vai mudar: EU FUI O PRIMEEEEEEEEEIRO!!!!
Danilo Miedi, em sua foto do blog e dos perfis no Orkut. (Foto: Reprodução )
G1 – O que as pessoas fazem em troca de convites?
Miedi - Tenho recebido muitos scraps, muitos mesmo. Mas o que eu mais gosto são os vídeos e as fotomontagens, são muito criativas e inusitadas. Os usuários tentam desvendar segredos do meu quarto, fazem funk com meu nome, efeitos especiais. Esses são os meus preferidos! E as propostas? Casamento, serviços na web, funcionários e até um bezerro.
G1 – Apesar de ser atualmente a pessoa mais popular da internet, aparentemente você está sempre sozinho – é o que mostram os vídeos. É isso mesmo ou só impressão?
Miedi - Sempre que possível o meu fiel escudeiro Catatau [o mago da edição de vídeo, como define Miedi em um de seus posts] está junto. Já estive com o Skank e Detonautas. Falar em solidão é relativo. Afinal, nunca tive tantos amigos como hoje em dia.
G1 – Já tem planos para o que vai fazer quando todos os usuários já tiverem mudado para o novo Orkut?
Miedi - Não tenho nada planejado, mas imagino que tirar férias seria uma boa ideia. Prefiro não planejar o futuro. Como diz um dos meus ídolos, Ferris Bueller [protagonista de ‘Curtindo a vida adoidado’], temos que aproveitar cada instante. Afinal, a vida é muito curta.
Confira respostas das perguntas enviadas ao programa ‘Conta Corrente’.
Usuários devem desligar aparelhos para evitar surpresas na volta da luz.
Juliana Carpanez Do G1, em São Paulo
O programa “Conta Corrente”, da Globo News, deu dicas nesta sexta-feira (20) sobre como preservar seus aparelhos eletrônicos durante falta de luz. Isso porque o apagão do dia 10 de novembro ainda está presente na vida de muitos brasileiros: eles acabaram tendo equipamentos queimados – entre eles, computadores e periféricos. Segundo cálculos do grupo de eletricidade atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais, a queima de equipamentos eletrônicos pro causa de variações na tensão chega a R$ 100 milhões, somente para os consumidores residenciais do país.
Qual a eficácia de filtros de linha, estabilizadores e no-breaks na variação de voltagem durante os apagões? Augusto dos Anjos
Se eu tiver um filtro de linha ele protege meu aparelho durante a queda de luz? O filtro de linha é suficiente? Mariana Ribeiro
Para proteger os equipamentos eletrônicos no caso de falta (e volta) de energia elétrica, há basicamente três alternativas: os filtros de linha, os estabilizadores e os nobreaks (seguindo, respectivamente, a ordem de preço e de funcionalidade).
Os filtros de linha, que representam a alternativa mais básica e barata dessa lista, podem ser encontrados por cerca de R$ 20. Eles absorvem a variação brusca de corrente elétrica, mas sozinhos não são o suficiente para proteger os eletrônicos em casos como o apagão do dia 10 de novembro. Eles geralmente são comprados por aqueles que precisam transformar uma única tomada em várias, mas não por consumidores que querem proteger seus eletrônicos de variações na rede elétrica.
Os estabilizadores têm como principal função corrigir a variação de tensão que recebe da rede elétrica, ajustando assim a oscilação da energia para a voltagem correta. Por isso, esse equipamento é ideal para os consumidores que não querem ter problemas com seus produtos no caso de falta de luz. Eles podem ser encontrados por a partir de R$ 70 e também são compatíveis com diversas tomadas, assim como os filtros de linha.
Já os nobreaks, na maioria dos casos, incorporam a função dos estabilizadores e também têm uma bateria própria, cujo tempo varia de acordo com o produto (há modelos com duração de até dez horas).
Com um nobreak de R$ 400, diz a fabricante SMS, o consumidor consegue fazer com que seu desktop funcione durante 30 minutos quando não há luz em casa. “O usuário pode salvar e fechar todos os programas em dez minutos, sem perder nenhuma informação, e usar o resto da bateria do nobreak para carregar seu telefone celular ou até fazer um abajur funcionar”, exemplifica Gisella Magni, gerente de marketing da SMS.
Problemas no retorno
É verdade que queima os aparelhos no retorno da energia? Sales Admuhad
Aparelhos que se mantêm plugados na tomada após uma queda de energia podem sofrer danos quando a energia retorna? Arsênio
É necessário retirar os aparelhos da tomada quando acaba a energia? Amarildo Feletti Filho
Os aparelhos podem ser queimados na volta da energia, sim. Por isso, os eletrônicos que não estão conectados a estabilizadores (equipamentos usados para corrigir a variação de tensão que recebe da rede elétrica) devem ser desligados em caso de falta de luz. “Se o consumidor não tiver certeza se o produto estava ou não ligado na hora em que a energia acabou, deve tirar o aparelho da tomada”, recomenda Reinaldo Lopes, professor de engenharia elétrica da FEI.
Responsável pelo conserto
Quem é o responsável pelo conserto de aparelhos eletrônicos avariados durante o apagão? Rodrigo
Em casos em que a falta de energia queimou ou danificou aparelhos, a recomendação é de que o consumidor entre em contato com a companhia distribuidora de energia e peça uma vistoria da empresa para avaliar a extensão dos danos. Isso pode ser feito até 90 dias após a data do apagão, que foi em 10 de novembro. A distribuidora tem 45 dias, após analisar o pedido, para ressarcir o consumidor, caso haja relação entre o dano e a falta de energia.
“O consumidor poderá solicitar o procedimento por telefone, pela internet [no site da empresa] ou pessoalmente nas agências de atendimento”, diz um comunicado da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Proteção para videogames
É verdade que os videogames modernos, como Xbox 360 e Playstation 3, precisam de um no-break para funcionarem perfeitamente? Comprei um xbox no exterior, e não me planejei para trazer um nobreak. Acho o equipamento muito caro, mas como meu videogame não terá garantia, talvez seja uma boa ideia. Geraldo Magella
Os videogames não precisam de nobreak para seu funcionamento perfeito, mas é aconselhável usar esse equipamento. Isso porque, no caso de falta de luz, você poderá perder as informações do jogo (últimas conquistas e novos pontos, por exemplo) sem que esses dados sejam gravados. Além disso, como o aparelho não tem garantia, é melhor prevenir o problema.
Proteção na TV
Televisões modernas têm proteção contra sobretensão? Reginaldo Guimarães Moreira
Na especificação desses aparelhos não consta esse tipo de proteção. Por isso, é aconselhável que compre um estabilizador ou nobreak (caso não queira perder o final do filme, em caso de falta de luz), para evitar problemas. Há produtos específicos para aparelhos modernos de áudio e vídeo.
Se você comprou um computador novo com Windows 7, terá de passar pelo ritual de instalar os programas de que precisa. Confira, abaixo, algumas dicas de softwares gratuitos para incluir no seu micro com o novo sistema da Microsoft.
Para manter o computador longe das pragas virtuais, você deve instalar um antivírus.
Reprodução
Página inicial do Ninite, ferramenta gratuita que instala automaticamente diversos programas populares, como o Firefox
Aliado importante na segurança, o anti-spyware combate softwares espiões. Entre as opções recomendadas estão o Malwarebytes Anti-Malware (www.malwarebytes.org), o Ad-Aware (www.lavasoft.com) e o Spybot -Search & Destroy (www.safer-networking.org).
Tudo em um
O Ninite é uma ferramenta gratuita que instala automaticamente diversos programas populares, como Firefox, Chrome, Skype, iTunes, eMule, Google Earth e WinRAR.
Basta acessar ninite.com, selecionar os programas que você quer e baixar o instalador personalizado. O Ninite se encarregará de instalar todos os softwares no seu computador.
Há um inconveniente: alguns dos programas só podem ser instalados, por meio do Ninite, em sua versão em inglês.
Softwares como Mail, Movie Maker e Messenger, que vinham previamente instalados em edições anteriores do Windows, não estão incluídos no Windows 7. Você pode baixá-los gratuitamente por meio do pacote Windows Live Essentials (download.live.com)
Alguns PCs com Windows 7 vêm com uma versão de avaliação do Microsoft Office, que geralmente funciona gratuitamente por dois meses.
Se, depois desse período, você optar por não comprar o Office, pode recorrer ao gratuito BrOffice.org (www.broffice.org), versão do OpenOffice.org adaptada para português do Brasil. O pacote, que inclui editores de texto, planilhas e apresentações, é compatível com arquivos do Microsoft Office.
Quem faz edições de imagem, das mais simples às mais avançadas, encontra o Paint. NET (www.getpaint.net) e o Gimp (www.gimp.org).
Para ver vídeos, uma boa pedida é o VLC (www.videolan.org/vlc), tocador multimídia gratuito que abre praticamente todos os formatos mais populares, como AVI, ASF, WMV, MP4, MOV, 3GP e OGG, além de reproduzir filmes em DVD e arquivos de áudio.
Ainda na seara multimídia, o Miro (www.getmiro.com) suporta os formatos mais comuns e baixa vídeos do YouTube, além de acessar canais gratuitos em alta definição.
Se você estiver em busca de softwares mais específicos, o site www.techsupportalert.com traz uma seleção bem abrangente dos melhores programas gratuitos em dezenas de categorias, como internet, manutenção do computador e multimídia.
O executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, declarou que as vendas do Windows 7 estão superando duas vezes qualquer outra venda das versões anteriores do sistema operacional.
O Windows 7, lançado há um mês, “já vendeu o dobro por unidades” do que qualquer outra versão prévia no mesmo intervalo de tempo, disse Ballmer em um encontro anual da companhia, em Bellevue, Washington.
A Microsoft não deu nenhum detalhe sobre os índices das atuais vendas. Consumidores e fabricantes de PCs têm recebido o sistema operacional de uma forma boa, depois do desapontamento com o Vista.
O site The Christian Science Monitor apontou que, embora seja um “bom sinal”, o Windows Vista foi lançado há oito anos. Daquele tempo até então, as vendas de computadores também dobraram: de 150 milhões de unidades em 2001 até 287,3 milhões em 2009, segundo a iSuppli.
á circula pela internet um e-mail que promete novos vídeos da aluna Geisy Villa Nova Arruda, 20, sendo humilhada na Uniban com o famoso microvestido rosa. Geisy foi xingada e ameaçada por cerca de 700 alunos, no campus da universidade em São Bernardo do Campo, por causa de sua roupa.
“Galera, esse é o vídeo compilado de toda a ação da menina ao sair da Uniban!”, promete o remetente. Ao baixar o arquivo (em formato.rar, de compactação), o internauta coloca dentro do computador um cavalo de tróia.
Quando o usuário clica no link com a falsa mensagem, o trojan finge não apresentar nenhuma atividade maliciosa, mas já dá início ao download de “malwares” que roubam dados financeiros. Esses dados serão copiados e transmitidos quando o usuário entrar em um banco qualquer pela web.
Em arquivos deste tipo, as atividades ocultas podem ir de mudança na configuração do sistema à exclusão de arquivos do computador.
Na acepção do termo, os cavalos de tróia diferem dos vírus. Seu processo de atuação, porém, já é considerado por empresas especializadas em segurança como “viral”, pois alguns baixam arquivos que vão se reproduzir no PC ou se espalhar via e-mail.
Quadrilhas estão faturando milhões de dólares com a gripe H1N1, vendendo remédios falsificados via internet, informou uma companhia de segurança de computadores nesta segunda-feira (16).
A Sophos, uma produtora britânica de software de segurança, anunciou ter interceptado milhões de mensagens de spam e sites contendo falsas mensagens farmacêuticas este ano, muitos dos quais oferecendo versões falsificadas de remédios de combate ao vírus H1N1, como o Tamiflu.
O Tamiflu, um medicamento comercializado pela Roche e conhecido em sua forma genérica como oseltamivir, é a principal droga recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar e desacelerar o avanço dos sintomas da gripe. A GlaxoSmithKline produz o Relenza, outro medicamento antivírus usado no combate à gripe.
A Sophos afirmou que muitas das quadrilhas que divulgam esses anúncios operam a partir da Rússia e que os cinco países em que mais se compra versões falsas do Tamiflu e outros remédios on-line são os Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá e França.
Graham Cluley, porta-voz da Sophos, disse que uma “tendência preocupante” de formação de estoques já havia sido vista no Reino Unido, o país europeu mais atingido pela gripe suína, até o momento.
“À medida que mais e mais casos de gripe suína vêm à luz, é essencial que resistamos à tentação, gerada pelo pânico, de adquirir Tamiflu on-line”, disse.
“As quadrilhas que trabalham nos bastidores por meio de falsas drogarias on-line colocam a saúde, as informações pessoais e os detalhes de cartões de crédito de seus clientes em risco”, afirmou.
A OMS, sediada em Genebra, que declarou a gripe provocada pelo H1N1 uma pandemia em junho atualizou sua orientação aos médicos na semana passada e determinou que medicamentos devem ser administrados antes mesmo de testes que provem que um paciente em risco porta o vírus.
A Sophos informou que as quadrilhas operam sites de vendas de remédios identificados como “Canadian Pharmacy” para se fazerem passar por páginas legítimas.
BRASÍLIA - No próximo ano, o mercado brasileiro passará a contar com um novo tipo de prestador de telefonia celular, conhecido como operador virtual. Pequenas empresas que atuam em nichos de mercado e grandes redes de lojas que queiram fidelizar seus clientes são os mais cotados para esse novo segmento da telefonia. Na prática, o operador virtual vai contratar, no atacado, das grandes empresas de telefonia, a capacidade de tráfego das ligações telefônicas e vender os serviços de celular no varejo.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está elaborando a proposta de regras para o operador virtual que deverá ser colocada em consulta pública até o fim do ano. O relator da matéria, conselheiro Antônio Bedran, disse que pretende, no início de dezembro, incluir seu relatório sobre o tema na pauta de votações do conselho diretor da Anatel.
“Nossa ideia é estimular a competição e baixar preços. Essa é uma modalidade que já faz sucesso fora do Brasil”, afirmou Bedran, lembrando que os serviços já existem nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo. Hoje, há no País 166,1 milhões de celulares, o que significa que, em um grupo de 100 pessoas, 86 têm telefone celular. Nesse setor, as maiores companhias são Vivo, Claro, TIM e Oi.
A área técnica da agência trabalha com dois modelos de operador virtual, explica o gerente de Regulamentação de Serviços Móveis da Anatel, Bruno Ramos. Pelo primeiro modelo, o operador virtual seria mais vinculado à empresa de telefonia, podendo usar, além das redes, outras estruturas, como faturamento e call center. Nesse caso, o celular acrescenta valor, mas não é o negócio principal da empresa. Esse segmento, fora do Brasil, é explorado por companhias que têm marcas fortes, como o Carrefour e a megaloja de discos Virgin.
Já no segundo modelo, o operador virtual recebe uma autorização da Anatel e tem funções semelhantes às de uma operadora convencional, tendo de cumprir até mesmo com obrigações definidas pela agência. Esse modelo deverá interessar mais a pequenos investidores, que alugarão as frequências das grandes operadoras para atender a nichos de mercado, como uma empresa ou locais no interior do País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Uma busca no Google fez com que o pai encontrasse a filha, após três décadas de separação, nos Estados Unidos.
April Antoniou, 30, morava no Estado da Geórgia, e seu pai, Scott Becker, no Kansas. Eles se reencontraram neste mês e, desde então, têm sido assediados por emissoras de TV norte-americanas.
Reprodução
Reprodução da imagem da televisão norte-americana, que mostra pai e filha reunidos neste mês, após 30 anos de separação
Antoniou disse que frequentemente buscava o nome do pai no Google, mas que não tinha muita sorte porque o nome do pai era relativamente comum –além do fato dela saber muito pouco sobre ele.
Mas então ela digitou “Scott Robert Becker procurando por April” na caixa de buscas do Google há poucos dias, e descobriu um site criado pelo pai sete anos atrás, cujo endereço é www.aprilbecker.com, e no qual ele redigiu a seguinte mensagem:
Eu sou seu pai e realmente gostaria de falar com você.
Quando eu receber seu e-mail, eu vou lhe fazer duas perguntas que apenas você saberia, então eu posso filtrar os loucos para fora.
De qualquer forma, você tem uma irmã caçula que realmente quer falar com você
Seu pai Scott Robert Becker”
Becker disse a uma TV norte-americana que ele tem procurado por April desde que se divorciou da sua mãe, poucos meses depois do aniversário de um ano da filha, e que gastou US$ 10 mil em detetives com o intuito de procurá-la.
“Eu não conseguia encontrá-la. Não conseguia encontrar sua mãe. Não conseguia encontrar April e procurei muito”, disse o pai.
Reprodução
Reprodução do site criado há sete anos no qual o pai faz apelo para que a filha o procurasse
Uma nova pesquisa sugere que, em um período de apenas quatro anos, 46 milhões de TVs 3D estarão nos domicílios –empurrando o formato para a popularidade.
Eric Gaillar -5.out.09/Reuters
Nova pesquisa sugere que, em quatro anos, 46 mi de TVs 3D estarão em residências
De acordo com o site Techradar, enquanto há muita discussão sobre o sucesso do formato nas casas, a agência norte-americana Giga OM acredita que o formato vingará em apenas quatro anos.
“Enquanto as vendas de TVs 3D serão pequenas em 2010, o volume de vendas vai começar a crescer rapidamente em um curto período de tempo”, disse Alfred Poor, da Giga OM. “Esperamos que muitos escolham a 3D para seus shows favoritos e filmes”.
A Sony e a Panasonic já disseram esperar que o formato seja um sucesso em residências –ambas as companhias estão investindo pesado na tecnologia, e vão lançar as primeiras TVs 3D já em 2010.
Automóvel foi desenvolvido com a ajuda de fabricante de cosméticos e mantém o ar fresco
Do R7
Foto por Divulgação
Exterior do Zoe, da Renault, é revestido por um gel espresso de poliuretano que o protege de arranhões e batidas leves; carro funciona com bateria
A Renault apresentou o carro elétrico Zoe, um automóvel que foi projetado com a ajuda do fabricante de cosméticos Biotherm e que transformou o interior do automóvel em um spa. O carro foi revelado nesta segunda-feira (9) pelo site da revista Wired.
Apresentado na feira de automóveis de Frankfurt deste ano, o Zoe deve chegar ao mercado apenas em 2012. O exterior do carro é revestido por um gel espresso de poliuretano que o protege de arranhões e batidas leves.
A Renault diz que o Zoe é ideal para homens e mulheres que querem cuidar do ambiente e de si mesmos – mesmo ao volante. O sistema de controle climático do Zoe é digno de um dos melhores spas de Paris.
Para evitar que o ar condicionado seque a pele dos passageiros, a Biotherm redesenhou o sistema para manter o ar fresco e hidratado. Se o carro ficar preso atrás de um ônibus que solta muita fumaça de óleo diesel, um sensor de toxicidade a bordo fecha as aberturas de ar do carro antes que o ar do motor acabe com a saúde da pele dos passageiros.
Além da boa aparência, o Zoe pode ajudar os passageiros a se sentirem bem. Com um difusor elétrico incorporado no sistema de controle do clima, o carro emite “óleos essenciais.” O Zoe usa óleos especialmente desenvolvidos pela Biotherm que “são substâncias ativas adaptadas às necessidades do condutor: dinâmica de manhã, chegando em casa relaxando do trabalho, e despertar a vigilância ao dirigir à noite.”
Além das características de spa, o minicarro pode ser carregado em quatro a oito horas em uma tomada convencional europeia ou em 20 minutos em uma estação de carga rápida. Se isso não funcionar, é possível trocar a bateria em menos de três minutos.