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14/05/2011 - 16:09

Test-drive: Chevrolet Camaro SS esbanja 406 cv de diversão

Web Motors

Por R$ 185 mil, muscle car da Chevrolet entrega toneladas de aceleração e status

Divulgação

Formas agressivas do Camaro casam perfeitamente com o motor V8 de 406 cv de potência

Do R7, com Webmotors (Rodrigo Machado/AutoPress)

Os raros esportivos à venda no mercado brasileiro têm a mesma função mercadológica: abalar a racionalidade e dar força ao lado mais emocional do consumidor. A mesma proposta justificou o lançamento da quinta geração do Camaro no Brasil, no fim de 2010. Com o mítico muscle car, a marca americana pretende também “contaminar” sua linha de produtos com uma imagem de esportividade e, assim, tentar atrair clientes menos endinheirados, mas que sempre sonharam com modelos que esbanjam charme em estado bruto. Por enquanto, a estratégia é de divulgar o Camaro por todo o lado. Em qualquer lugar que surja o logo da Chevrolet, um exemplar do modelo está associado. Com a forte campanha de marketing, 545 pessoas em 2011 já desembolsaram os R$ 185 mil pedidos pela marca para colocar o esportivo na garagem.

Veja mais fotos do Chevrolet Camaro SS

Veja os carros que foram destaque na semana

O modelo é importado do Canadá apenas em sua versão topo de linha, a SS. E, com ele, traz sob o capô o imenso V8 de 6.2 litros – com bloco e cabeçotes feitos de alumínio. Seus números impressionam. São 406 cv de potência a 5.900 rpm e 56,7 kgfm entregues a 4.600 rotações. Acoplado a uma transmissão automática de seis marchas com opções de trocas manuais e tração traseira, o Camaro chega à velocidade máxima de 250 km/h – limitada eletronicamente. Para ajudar a economizar combustível, o modelo conta com desligamento automático dos cilindros. Isso significa que, quando não for exigido, o sistema corta a injeção em quatro dos oito cilindros – que voltam à atividade assim que necessário. Ou seja, basta pisar fundo no acelerador.

Para lidar com tanta força, a Chevrolet utilizou uma suspensão independente Multilink nos dois eixos e adotou freios Brembo nas quatro rodas. A plataforma é uma versão adaptada e modernizada do Omega australiano. Os pneus são, coerentemente, superlativos. Na dianteira, as rodas aro 20 são calçadas com peças de medida 245/45, enquanto que, na traseira, são de 275/40.

O design é um espetáculo à parte. A fabricante se inspirou na primeira, mais famosa e mais bem-sucedida do Camaro, produzida entre 1966 e 1969. Dela vem a dianteira bicuda, com o tradicional capô de dimensões exageradas. Os faróis redondos ficam achatados entre a tampa do compartimento do motor e a parte superior do para-choque. A lateral mostra um perfil ainda mais agressivo. O conjunto formado pela baixa altura – de apenas 1,37 m –, pela linha de cintura elevada, pela pequena área envidraçada e pelos imensos para-lamas traseiros se destaca. Os retrovisores delgados, além de contribuírem para o aspecto geral, ajudam na aerodinâmica do veículo – o coeficiente de arrasto fica em apenas 0,35. Na traseira, a Chevrolet escolheu por ousar menos e se ater mais ao estilo retrô. Estão lá as “caretas” lanternas retangulares e o parachoque com linhas musculosas.

Camaro 2 G

Modelo atual é inspirado na mais famosa versão do Camaro, feita entre 1966 e 1969 (Divulgação)

O interior também remete ao Camaro do final da década de 60. O painel de instrumentos conta com mostradores circulares dentro de formas retangulares. Próximo à manopla de câmbio, existem quatro relógios que marcam a pressão do óleo e a carga da bateria, entre outros. Tão retrô que mal dá para acreditar que é um carro apresentado mundialmente no ano passado.

Na lista de equipamentos, nada mais que o tradicional encontrado em um carro de quase R$ 200 mil. Entre os itens de segurança, estão seis airbags – dianteiros, laterais e de cortina –, ABS, controle de tração e ESP que conta com uma regulagem para ficar menos ativo e deixar o motorista com mais controle sobre o carro. Já os itens de conforto e entretenimento incluem ar-condicionado manual, direção hidráulica, bancos do motorista e do carona com regulagens elétricas, rádio/CD/MP3/USB/AUX, head-up display, computador de bordo, sensores de estacionamento traseiro e de pressão nos pneus.

Por enquanto, o Camaro é o único representante legítimo da nova geração dos muscle cars no Brasil, já que Ford e Dodge ainda não trazem Mustang e Challenger oficialmente. Se comparado com outros modelos de potência similar – como o BMW M3, que custa cerca de R$ 400 mil –, o preço cobrado pelo esportivo da Chevrolet fica a um abismo de distância. Além do estilo agressivo e da imbatível relação preço/potência, o Camaro ainda chama mais a atenção nas ruas por ser protagonista do filme Transformers. Como se precisasse…

Instantâneas

- A primeira aparição da quinta geração do Camaro no Brasil foi no Salão de São Paulo de 2010.

- Pela primeira vez em 25 anos, o Camaro superou as vendas do Ford Mustang nos Estados Unidos. Em 2010 foram vendidas cerca de 8.000 unidades a mais do Chevrolet, totalizando 81.371 carros.

- O Camaro ganhou recentemente uma versão de aniversário de 45 anos. A configuração conta com pintura exclusiva e diversos logos comemorativos espalhados pela carroceria.

- Já existe no exterior uma configuração conversível do Camaro, lançada no Salão de Los Angeles de 2010.

Camaro 3 G

Por enquanto, o Camaro é o único representante legítimo dos muscle cars por aqui (Divulgação)

Ponto a ponto

Desempenho – Uma pisada funda no pedal do acelerador desperta instantaneamente os 406 cv que se abrigam sob o capô. E eles acordam bem nervosos. Quando o motor V8 de 6.2 litros despeja o torque de 56,7 kgfm nas rodas traseiras, o motorista é comprimido contra o banco, enquanto a velocidade vai subindo com uma rapidez impressionante. O câmbio automático de seis marchas é mais um dos componentes mecânicos que permitem ao Camaro chegar aos 100 km/h na faixa dos 5 segundos. Para quem dirige, o efeito é simplesmente avassalador. Nota 10.

Estabilidade – A suspensão independente nos dois eixos mantém o Camaro sempre no chão, mesmo nas situações mais extremas. Os largos pneus 245/45 na dianteira e 275/40 na traseira também ajudam a deixar o muscle car com a maior aderência possível. Nas retas, a precisão da direção é perfeita até velocidades próximas aos 200 km/h. Nas saídas de curvas, no entanto, há uma tendência a sair de traseira. Pelo menos, para situações extremas, há a tradicional parafernália eletrônica que ajuda a minimizar qualquer eventual lambança do motorista. Nota 9.

Interatividade – Na área de aparatos tecnológicos, o Camaro não decepciona. O rádio tem entrada USB, auxiliar e disqueteira para 6 CDs, com comandos no volante. Em compensação, a visibilidade deixa a desejar, como é comum em esportivos. A baixa altura, as pequenas janelas e as largas colunas contribuem para que o motorista se sinta um tanto sem perspectiva no interior do Chevrolet. O condutor ainda precisa se adaptar aos mostradores pronunciados em estilo old fashion, mas pelo menos existe um modernoso head-up display com informações como velocidade, cruise control e giros do motor. Já isolamento acústico é surpreendentemente bom para um carro que foca no desempenho e na força de seu motor V8. Nota 7.

Consumo – Como era de se esperar, o propulsor de 6.2 litros da Chevrolet não é dos mais econômicos. Em um trajeto misto, o Camaro SS marcou 5,0 km/l. Nota 5.

Conforto – O Camaro não se propõe a ser um carro extremamente confortável – e não é. As rodas com aro 20 e perfil baixíssimo e a suspensão calibrada para uma tocada esportiva fazem com que qualquer imperfeição das ruas seja passada quase que integralmente para os ocupantes. Além disso, os bancos traseiros só têm espaço para crianças. Em compensação, motorista e passageiro contam com bom espaço para pernas. Os assentos são grandes e oferecem ótimo apoio lateral. Nota 7.

Tecnologia – Essa quinta geração do Camaro veio recheada de modernidades. Desde a plataforma, adaptada do Omega australiano, passando pela transmissão automática de seis marchas com opção de trocas manuais e pelo ótimo motor V8. Entre os itens de conforto, rádio com diversas funções e bancos dianteiros com ajustes elétricos, mas o ar-condicionado não é digital – é possível selecionar apenas a intensidade, não a temperatura desejada. Para a segurança, a Chevrolet equipou seu cupê com seis airbags, controle de tração e ESP com opção de funcionamento menos invasivo. Nota 9.

Habitabilidade – Entrar no Camaro é uma tarefa complicada, graças a sua altura de apenas 1,37 m. Ao menos as portas são grandes para auxiliar na tarefa. Por dentro, há espaço suficiente para guardar os objetos pessoais. Depois que passam bela porta baixinha, duas pessoas viajam bem. Mas, pela proposta e pelo desenho do carro, os bancos traseiros foram sacrificados e contam com muito pouco espaço. Nesse gênero de carro, a existência do banco traseiro é meramente simbólica – não é para ninguém viajar ali. No máximo, para uma caroninha curta. Nota 6.

Acabamento – A Chevrolet caprichou de verdade no acabamento do Camaro. O couro dos bancos é de altíssima qualidade, e o volante tem revestimento bem acabado e de bom gosto. O painel conta com plástico emborrachado com boa textura. Até a alavanca do câmbio tem acabamento de couro com costuras aparentes. Nota 9.

Design – O Camaro é um ícone americano. E, para fazer a quinta geração do muscle car, a Chevrolet não deixou isso de lado. Destacam-se o longo capô que toma quase metade do veículo, a grade dianteira, com um formato bicudo, a bojuda traseira e a linha de cintura altíssima. O estilo é viril e imponente, bem coerente com a proposta sedutora do carro. É o tipo de carro que, toda vez que estaciona, provoca aglomeração de admiradores salivantes em volta. Nota 10.

Custo/Benefício – Dar R$ 185 mil em um carro que faz 5,0 km/l não é algo muito racional. Mesmo assim, o Camaro não se mostra uma das compras mais estapafúrdias. Na sua faixa de preços, nenhum dos concorrentes chega perto da potência e da força que este muscle car oferece. Sem falar no status e no edificante sentimento de estar no centro do mundo que ele proporciona. Qualquer pacato cidadão se torna um pouco bad boy a bordo dele, o que é um efeito psicológico de inestimável valor. Nota 7.

Total – O Chevrolet Camaro SS somou 80 pontos em 100 possíveis.

Camaro montagem G

Estilo retrô é mantido no interior, especialmente no painel e no enorme volante (Divulgação)

mpressões ao dirigir: presença em cena

Por onde circular, um motorista a bordo do novo Camaro não vai passar despercebido. Com o design imponente e marcante, o muscle car da Chevrolet parece custar mais do que os R$ 185 mil que a marca americana cobra por ele. Quando parado, é quase impossível não atrair uma grande quantidade de curiosos aglomerados em volta do carro, alguns com câmaras fotográficas em punho. Mas, se estático ele já impressiona, acelerando é quando o esportivo mais se destaca.

Quando se vira a chave da ignição, o “vê-oitão” logo acorda. E até a marca dos 2.000 giros ele não surpreende muito – até porque tem o desligamento automático de quatro dos cilindros –, mas, acima disso, o desempenho fica de acordo com a proposta visual e agressiva do modelo. O propulsor típico americano rende 406 cv e 56,7 kgfm de torque e, na prática, isso significa arrancadas vigorosas, com as paisagens passando rapidamente pelas pequenas janelas do Camaro. A aceleração até os 100 km/h é feita na faixa dos 5 s e a velocidade máxima é de alcançáveis 250 km/h – limitados eletronicamente.

Destaque também para a transmissão automática de seis velocidades, sempre com trocas precisas e velozes. Com o câmbio na posição drive, o comportamento já é agressivo, e o software tenta deixar o carro sempre em rotações altas, instigando o motorista a pisar mais. As trocas podem ser feitas manualmente, por meio de dois botões – e não alavancas – atrás do volante.

A suspensão é outro item que ajuda a realçar a esportividade. Com ajuste esportivo, o Camaro fica sempre na mão do motorista, e sempre com aderência – ponto também para os pneus largos e com medidas maiores atrás. O volante tem boa pegada e ajuda na tocada mais esportiva.

Mas dirigir o Camaro também é uma experiência insólita. O carro é muito baixo, com vidros pequenos e visibilidade muito ruim. Além disso, tem mais de 2 m de largura, tornando o carro pouco prático para a vida na cidade – principalmente na hora de entrar em garagens. Fora isso, o interior do Chevrolet é muito bem cuidado. Mesmo não sendo o foco de um carro com mais de 400 cv de potência, o acabamento do esportivo é muito bom e de bom gosto. O espaço para os ocupantes da frente é excelente, mas os bancos traseiros só fazem figuração. Mais uma prova de que o Camaro é voltado exclusivamente para a diversão, principalmente do motorista. E essa proposta ele cumpre com inquestionável maestria.

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Autor: Marinho - Categoria(s): Carros Tags:

12/05/2011 - 16:14

Estádio do MorumbiEstádio do Morumbi

Estádio Cícero Pompeu de Toledo, também chamado de Estádio do Morumbi, é a sede oficial do maior clube de futebol brasileiro,
São Paulo Futebol Clube. Estadio do Morumbi

Pelo seu tamanho, abriga a maioria dos clássicos do futebol paulista disputados na capital, além de receber a Seleção Brasileira inúmeras vezes. O Estádio do Morumbi é o maior estádio particular do Brasil e da américa latina.

Estádio do Morumbi - Foto 6Desenho Mapa Morumbi

Nos primeiros anos de sua existência, o São Paulo Futebol Clube utilizou como sede e campo a Chácara da Floresta (localizada à esquerda da Ponte das Bandeiras, junto ao rio Tietê, na zona central da capital paulista). Daí ser empregado o nome de São Paulo Futebol Clube da Floresta quando se fala da primeiro período de existência da agremiação, de janeiro de 1930 até maio de 1935.

Quando o São Paulo Futebol Clube foi refundado em dezembro de 1935, não tinha um campo próprio, situação que perdurou até 1938, quando a união com o Estudante Paulista rendeu ao São Paulo Futebol Clube o campo da Mooca. Em 1940 passou a usar o Pacaembu.

Em 1944, o São Paulo Futebol Clube comprou o Canindé que passou a ser o seu campo. Mas o Canindé só era utilizado como sede social e local para treinamentos; era muito pequeno para a grandeza do time e então surgiram as idéias e projetos para a construção de um estádio monumental.

O sonho de construir um grande estádio começou a se tornar realidade. A idéia inicial era a área onde atualmente encontra-se o Parque do Ibirapuera, na época uma região alagada, mas o então vereador Jânio Quadros impediu que o clube recebesse a área da prefeitura. O local escolhido foi uma área no Jardim Leonor, região do Morumbi, praticamente desabitado, que estava em processo de loteamento imobiliário.

Em dezembro de 1951, a área foi adquirida pelo São Paulo Futebol Clube. Em 1952, o presidente do clube, Cícero Pompeu de Toledo, procurou Laudo Natel, diretor do Bradesco, propondo-lhe que assumisse o clube administrativamente.

No dia 15 de agosto de 1952, monsenhor Bastos abençoou os terrenos e foi lançada a campanha Pró-Construção do Estádio do Morumbi. Foi eleita uma comissão constituída pelo presidente Cícero Pompeu de Toledo e pelos seguintes nomes: Piragibe Nogueira (vice-presidente); Luís Cássio dos Santos (secretário); Amador Aguiar (tesoureiro); Altino de Castro Lima, Carlos Alberto Gomes Cardim, Luís Campos Aranha, Manuel Raimundo Pais de Almeida, Osvaldo Artur Bratke, Roberto Gomes Pedrosa, Roberto Barros Lima, Marcos Gasparian, Paulo Machado de Carvalho e Pedro França Filho Pinto.

Esses seriam os homens que fariam virar realidade o sonho de construir o maior estádio particular do mundo. Iniciava-se então, uma nova fase na vida do São Paulo Futebol Clube.

Estádio do Morumbi - Foto 3

Parte do dinheiro da venda do Canindé (vendido à Portuguesa de Desportos em 1956) foi revertido em material de construção. Toda a receita do São Paulo Futebol Clube também foi investida na construção do estádio do Morumbi, ficando o time num segundo plano. As obras para a construção do novo estádio começaram em 1953.

Estádio do Morumbi - Foto 1

O grande sonho do Tricolor estava sendo construido. O projeto doestádio do Morumbi teve a criação do arquiteto Vilanova Artigas, um dos principais representantes da “escola paulista” da arquitetura moderna.

Alguns números do gigantismo do Estádio do Morumbi são impressionantes: para o desenvolvimento do projeto foram necessárias 370 pranchas de papel vegetal; cinco meses foram consumidos nas terraplanagens e escavações, com o movimento de 340 mil metros cúbicos de terra; um córrego foi canalizado; o volume de concreto utilizado é equivalente a construção de 83 edifícios de dez andares; os 280 mil sacos de cimento usados, se colocados lado a lado, cobririam a distância de São Paulo ao Rio de Janeiro; 50 mil toneladas de ferro, que daria para circundar a Terra duas vezes e meia.

Estádio do Morumbi já recebeu grandes concertos musicais como o megashow do Queen em 1984, o da cantora Madonna em Novembro de 1993, durante a polêmica turnê “The Girlie Show” e em Fevereiro de 2006 com dois concertos da banda irlandesa U2, na turnê “Vertigo”.

Estádio do Morumbi – Em um determinado momento, uma troca foi proposta pela prefeitura que ficaria com o Estádio do Morumbi e o São Paulo Futebol Clube, com o Pacaembu. Mas Laudo Natel, apoiado por toda a diretoria, prosseguiu a batalha, após a morte de Cícero Pompeu de Toledo. Tanto esforço para construir o maior estádio particular do mundo, merecia uma grande festa de inauguração.

Estádio do Morumbi - Foto 5

Estádio do Morumbi - Foto 7

Dados:
Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Estádio do Morumbi)
Dimensões: 108 x 72 m
Capacidade atual: 80.000 pessoas
Inauguração: 02.10.1960 (São Paulo 1 x 0 Sporting-POR)
Recorde de público: 138.032 pessoas (Corinthians x Ponte Preta, 09.10.1977)

Instalações:
Medidas da área de jogo: Comprimento – 108,25m/ Largura – 72,70
Espaço para jogadores reservas: 12 assentos
Dois placares eletrônicos
Sistema de iluminação dotado de 256 refletores

Estréia

A partida que inaugurou o estádio aconteceu no dia 2 de outubro de 1960. O São Paulo Futebol Clube venceu o Sporting Lisboa, por 1×0. O árbitro da partida inaugural foi Olten Aires de Abreu. O primeiro gol do Estádio do Morumbi foi marcado por Peixinho (Arnaldo Poffo Garcia), aos 12 minutos de jogo, diante de 56.448 pessoas que lotavam o estádio do Morumbi ainda inacabado, pois o objetivo era abrigar 120 mil pessoas, com renda de Cr$7.868.400,00, recorde em amistosos na época.

São Paulo Futebol Clube jogou com: Poy; Ademar, Gildésio e Riberto; Fernando Sátiro e Vítor; Peixinho, Jonas (Paulo), Gino Orlando, Gonçalo (Cláudio) e Canhoteiro; técnico Flávio Costa. O Sporting Lisboa formou com: Aníbal; Lino e Hilário; Mendes, Morato e Júlio; Hugo, Faustino, Figueiredo (Fernando), Diego (Geo) e Seminário; Téc. Alfredo Gonzalez.

A inauguração total do Estádio do Morumbi ocorreu no dia 25 de janeiro de 1970. A partida de comemoração foi entre São Paulo Futebol Clube e Porto, de Portugal, e terminou empatada em 1 a 1. Vieira Nunes abriu o placar para a equipe portuguesa, aos 32 minutos de jogo. Miruca empatou para o São Paulo Futebol Clube aos 35 minutos do primeiro tempo. O árbitro da partida foi José Favilli Neto e o público foi de 107.069 espectadores presentes (59.924 pagantes).

O jogo teve a presença do presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, e do governador paulista, Abreu Sodré. Era o auge da ditadura militar.

O São Paulo Futebol Clube jogou com: Picasso; Édson, Jurandir, Roberto Dias e Tenente; Lourival e Gérson; Miruca (José Roberto), Toninho, Téia (Babá) e Paraná (Claudinho); técnico Zezé Moreira. O Porto formou com: Vaz; Acácio, Valdemar, Vieira Nunes e Sucena; Pavão e Rolando; Gomes, Chico (Seninho), Pinto (Ronaldo) e Nóbrega.

Após esta inauguração o Estádio do Morumbi passou a ser chamado de “o maior estádio particular do mundo”, apesar da redução de sua capacidade de 120 para 85 mil espectadores nos anos 90, por medida de segurança. Entre 1994 e 1996 o estádio do Morumbi passou por uma série de reformas para melhorias na estrutura (que apresentava falhas) e para a colocação de assentos nas arquibancadas e nas chamadas “gerais” e teve a capacidade reduzida em 10 mil pessoas.

O nome oficial é Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em homenagem ao ex-jogador, dirigente e presidente do São Paulo Futebol Clube.

Após a histórica conquista do tricampeonato continental (Copa Libertadores da América) em 2005, é carinhosamente chamado pelos torcedores de Moruntri.

Glórias tricolores

Estádio do Morumbi foi palco de grandes vitórias do São Paulo Futebol Clube, que conquistaria em casa o tricampeonato da Copa Libertadores da América duas vezes em casa, nos anos de 1992 e 2005. Em 1993, apesar do último jogo ser no Chile, o Tricolorpraticamente decidiu o título em casa ao vencer por 5 a 1 o Universidad Católica.

Já em Campeonatos Brasileiros, o São Paulo Futebol Clube não tinha muita sorte em seus domínios, pois nas cinco primeiras finais em que decidiu o título no Estádio do Morumbi, saiu de campo sem a taça, precisando esperar até 2006 para conseguir conquistar um título nacional em seu estádio (os demais títulos brasileiros do clube foram conquistados jogando a última partida fora de casa), feito repetido em 2007.

O Morumbi e os rivais do São Paulo

Os maiores rivais do São Paulo Futebol Clube (PalmeirasCorinthiansSantos) muitas vezes se vêem obrigados a jogar no Estádio do Morumbi em função da baixa capacidade de público dos demais estádios paulistanos e da Vila Belmiro.

CorinthiansPalmeiras (três vezes cada) e Santos (uma vez) já conquistaram o troféu nacional dentro da casa rival, sendo que também foi no estádio que o Palmeiras venceu a sua única Copa do Brasil em 1998.

Projeto Estádio Morumbi Copa 2014 – Morumbi Stadium

Clique aqui e veja um vídeo exclusivo do São Paulo F.C para a preparação do Estádio Morumbi para a Copa no Brasil 2014 ouMorumbi Stadium Brazil 2014.

Santo Paulo Bar

Localizado no estádio do Morumbi, o Santo Paulo Bar é amplo e inclui deques ao ar livre, com vista privilegiada do gramado. No seu interior, a decoração é temática, com o balcão em formato da área do gol, as mesas são como os campos de futebol de botão e os clientes recebem cartões amarelos e vermelhos, para fazer pedidos e fechar a conta respectivamente. Veja mais informações sobre o Santo Paulo Bar.

RBK Concept Store – Loja Reebok no Estádio do Morumbi

A construção da megaloja marcou um momento histórico da parceria entre a marca esportiva e o clube. A abertura oficial da loja contou com a participação de jogadores, ex-atletas, diretores, conselheiros, imprensa e convidados especiais.

Com 700m2, a megaloja é a maior sediada em um estádio na América Latina. Este é, também, o primeiro passo do projeto “Morumbi Concept Hall”, que deve transformar o setor térreo do Cícero Pompeu de Toledo, o Estádio do Morumbi, no local nobre do estádio.

Além de loja, a Rbk Concept Store é também um camarote VIP com 101 poltronas e visão privilegiada do campo. Os convidados assistem os jogos do São Paulo Futebol Clube com o conforto de um camarote e a emoção da arquibancada. O espaço é adaptado para atender as necessidades de portadores de deficiências físicas: são quatro lugares para cadeirantes, além das adaptações nos banheiros e provadores.

Todos os detalhes da loja foram cuidadosamente pensados. Importados da Bélgica, os vidros que cercam o camarote são temperados, anti-reflexo e foram instalados de forma que “acompanhem” o movimento das arquibancadas do estádio do Morumbi, com sistema de amortecimento.

Os torcedores encontram na Rbk Concept Store toda a coleção do São Paulo Futebol Clube produzida pela Reebok, os últimos lançamentos da marca esportiva em vestuário e calçados, produtos licenciados do time, além dos lançamentos da parceria com a Warner Bros, incluindo produtos exclusivos para a megaloja do Estádio do Morumbi.

Segundo Julio Cesares, diretor de Marketing do São Paulo Futebol Clube, o ‘Morumbi Concept Hall’ é o novo espaço que está sendo disponibilizado para empresários que desejam investir em serviços, entretenimento e lazer.

Todo o serviço de buffet na “Rbk Concept Store”, é feito pela “Gastromotiva”, uma organização sem fins lucrativos que investe na educação, capacitando jovens para o mercado de trabalho.

RBK Concept Store
Estádio do Morumbi – Portão 2
Horário de funcionamento: segunda à sábado das 9h às 18h, Domingos e Feriados das 10h às 16
Em dias de clássicos, a loja será fechada duas horas antes do início da partida.
(11) 3739-3589

Shows no Estádio Morumbi

Além de grandes clássicos do futebol paulista e finais de campeonato históricas, o Estádio do Morumbi recebeu ao longo de quase três décadas apresentações de grandes nomes da música brasileira e internacional.

Confira abaixo a relação dos shows realizados no Cícero Pompeu de Toledo:

Banda ou Artista Turnê ou Evento Data Público
Queen South America Bites The Dust 20, 21/03/1981
César C. Mariano Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Chico B. de Hollanda Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Clara Nunes Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Elba Ramalho Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Fagner Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Gonzaguinha Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Ivan Lins Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Milton Nascimento Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
MPB-4 Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Nara Leão Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Paulinho da Viola Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Simone Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Djavan Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Toquinho Canta Brasil 07/02/1982 ~110.000
Kiss Creatures of The Night Tour 25/06/1983 ~125.000
Menudo Menudo 16/03/1985 ~200.000
Ira! Hollywood Rock ‘88 14/01/1988
Titãs Hollywood Rock ‘88 14/01/1988
The Pretenders Hollywood Rock ‘88 14/01/1988
Paralamas do Sucesso Hollywood Rock ‘88 15/01/1988
UB40 Hollywood Rock ‘88 15/01/1988
Simples Minds Hollywood Rock ‘88 15/01/1988
Ultraje a Rigor Hollywood Rock ‘88 16/01/1988
Simply Red Hollywood Rock ‘88 16/01/1988
Duran Duran Hollywood Rock ‘88 16/01/1988
Lulu Santos Hollywood Rock ‘88 17/01/1988
Marina Lima Hollywood Rock ‘88 17/01/1988
Supertramp Hollywood Rock ‘88 17/01/1988
Gilberto Gil Hollywood Rock ‘90 18/01/1990
Tears for Fears Hollywood Rock ‘90 18/01/1990
Bob Dylan Hollywood Rock ‘90 18/01/1990
Capital Inicial Hollywood Rock ‘90 19/01/1990
Engenheiros do Hawaii Hollywood Rock ‘90 19/01/1990
Marillion Hollywood Rock ‘90 19/01/1990
Bon Jovi Hollywood Rock ‘90 19/01/1990
Barão Vermelho Hollywood Rock ‘90 20/01/1990
Lobão Hollywood Rock ‘90 20/01/1990
Eurythimics Hollywood Rock ‘90 20/01/1990
Terence Trent D’arby Hollywood Rock ‘90 20/01/1990
Biquini Cavadão Hollywood Rock ‘93 15/01/1993
Alice in Chains Hollywood Rock ‘93 15/01/1993
Red Hot Chili Peppers Hollywood Rock ‘93 15/01/1993
De Falla Hollywood Rock ‘93 16/01/1993
L7 Hollywood Rock ‘93 16/01/1993
Nirvana Hollywood Rock ‘93 16/01/1993
Engenheiros do Hawaii Hollywood Rock ‘93 17/01/1993
Midnight Blues Hand Hollywood Rock ‘93 17/01/1993
Simply Red Hollywood Rock ‘93 17/01/1993
Whitney Houston 1993-1994 World Tour 23/01/1993
Michael Jackson Dangerous World Tour 15, 17/10/1993 ~70.000
Madonna The Girlie Show 03/11/1993
Skank Hollywood Rock ‘94 14/01/1994
Aerosmith Hollywood Rock ‘94 14/01/1994
Poison Hollywood Rock ‘94 14/01/1994
Titãs Hollywood Rock ‘94 14/01/1994
Live Hollywood Rock ‘94 15/01/1994
Sepultura Hollywood Rock ‘94 15/01/1994
Ugly Kid Joe Hollywood Rock ‘94 15/01/1994
Robert Plant Hollywood Rock ‘94 15/01/1994
Whitney Houston Hollywood Rock ‘94 16/01/1994
Fernanda Abreu Hollywood Rock ‘94 16/01/1994
Jorge Ben Jor Hollywood Rock ‘94 16/01/1994
U2 Popmart 30, 31/01/1998
Os Três Tenores The Three Tenors 22/07/2000
Rush Vapor Trails 22/11/2002
Linkin’ Park Meteora 11/09/2004
U2 Vertigo 20, 21/02/2006
RBD Tour Generación 2006 07/10/2006
Roger Waters The Dark Side Of The Moon 24/03/2007
Velvet Revolver World Tour 2007 12/04/2007
Aerosmith World Tour 2007 12/04/2007
High School Musical High School Musical Tour 20/05/2007
Madonna Stick & Sweet 18, 20, 21/12/2008
Jonas Brothers Jonas World Tour 24/05/2009
AC/DC Black Ice Tour 27/11/2009 65.000
Sepultura Abertura 30, 31/01/2010 68.000
Metallica World Magnetic Tour 30, 31/01/2010 68.000
Ivete Sangalo Abertura 06/02/2010 70.000
Beyoncé “I Am…” Tour 06/02/2010 70.000
Coldplay “Viva la Vida” Tour 02/03/2010 60.000
Bon Jovi “The Circle” Tour 06/10/2010 60.000
Rush “Time Machine” Tour 08/10/2010 38.000
Próximos…
U2 abril/2011
Iron Maiden março/2011
Telefones Estádio do Morumbi – Endereço do Estádio do Morumbi

Praça Roberto Gomes, 1 – Morumbi – São Paulo – SP – CEP: 05653-070

- Central Atendimento do SPFC: (11) 3742-3377 – 3749-8202 – 3749-8203
- Administração São Paulo F.C: (11) 3749-8000
- Telefone da Loja Reebok: (11) 3739-3589
- Telefone do Santo Paulo Bar: (11) 3749-8000

Fontes:
http://www.saopaulofc.net
http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A1dio_C%C3%ADcero_Pompeu_de_Toledo
 http://www.obaoba.com.br/santo-paulo
 Autor: Marinho - Categoria(s): Artigo em Destaque Tags:

11/05/2011 - 19:05

Twitter libera central de tradução para o português

Agora, usuários que falam português do Brasil podem ajudar o microblog a traduzir suas páginas por meio de uma central de tradução

O Twitter acaba de postar em seu blog que a Central de Tradução vai permitir a contribuição dos usuários brasileiros na tradução da versão do microblog em português. Twitter em português

Segundo o post, para fazer parte deste projeto basta acessar a Central de Tradução com a sua conta do Twitter e ler as diretrizes e glossário para definições, anotações e frases similares. “Uma vez na Central de Tradução, você pode enviar a sua tradução ou votar na tradução de outro usuário. Você também encontrará dicas que facilitarão a sua tradução”, diz a mensagem.

Para saber quais as novidades sobre o projeto do Twitter em novos idiomas, incluindo o português, basta seguir o perfil @translator. O post ainda recomenda que os tradutores participem do Google Group do microblog para discutir sobre o idioma, dar sugestões e abordar outros assuntos relacionados ao projeto.

Na central, o microblog informa que 20% do site oficial, o twitter.com, já foi traduzido e, nos aplicativos para iPhone e Android, a tradução já foi concluída.

No vídeo abaixo, saiba como funciona a Central de Tradução. Para acessar, clique neste link logado com a sua conta do Twitter.


Autor: Marinho - Categoria(s): Tecnologia & Informática Tags:
11/05/2011 - 18:58

Oxi, droga mais letal que crack, provoca epidemia de vício pelo país

SRZD

Redação SRZD

Um derivado da cocaína está provocando uma epidemia de vício na capital do Acre, Rio Branco, e está se espalhando pelo país. De acordo com reportagem em cinco páginas publicada na edição deste domingo do jornal “O Globo”, a droga chamada de oxi é consumida e procurada por jovens e crianças de todas as classes socioeconômicas do estado da Região Norte. É possível ver viciados perambulando em todas as regiões da cidade.

O nome é uma abreviação de “oxidado”: trata-se de uma mistura de base livre de cocaína e combustível (como querosene ou gasolina). É semelhante ao crack por ser uma pedra branca fumada em cachimbo, que custa mais barato e mata mais rápido. A droga veio da Bolívia e do Peru e entrou no Brasil pelo Acre. Há relatos de que o oxi já tenha deixado viciados nos outros estados da Região Norte e também em Goiás, Distrito Federal, em alguns estados do Nordeste e em São Paulo (nas regiões conhecidas como “cracolândia”). Existe a suspeita de que a pedra já pode ser localizada no Rio de Janeiro, mas a polícia não tem registro de apreensões.

Especialistas ouvidos pelo jornal informam que o derivado tem o poder de dependência no primeiro uso, causando efeitos devastadores no organismo humano: doenças no sistema renal, emagrecimento, diarreia, vômitos e até perda de dentes, por conta do processo corrosivo provocado pela presença dos combustíveis na composição do oxi. A reportagem também ouviu depoimentos de viciados em luta pela recuperação em Rio Branco.

“Você usa oxi uma vez, e quer usar duas, cinco, dez, vinte vezes. Com a droga, fiquei viciado também em jogo”, afirmou Irivan Lima do Nascimento, de 25 anos. Ele diz que chegou a traficar e perder quatro motos oferecidas pelo pai (que é fazendeiro), tudo por conta do vício.

Autor: Marinho - Categoria(s): Notícias & Fatos Tags: , ,
11/05/2011 - 18:53

Copa Libertadores da América

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Copa Libertadores da América
Copa Santander Libertadores
Copa Libertadores 1991.jpg
Troféu oferecido aos vencedores da Copa Libertadores
Dados
Organização CONMEBOL
Edições 51
Outros nomes Libertadores
Local de disputa América Latina
Sistema Grupos e Eliminatórias
Primeiro vencedor Uruguai Peñarol (1960)
Último vencedor Brasil Internacional (2010)
Soccerball current event.svg Edição Atual

Copa Libertadores da América ou Taça Libertadores da América, cujo nome oficial atual é Copa Santander Libertadores por motivos de patrocínio[1], é a principal competição de futebol entre clubes profissionais da América do Sul, organizada pelaCONMEBOL – Confederação Sul-Americana de Futebol. Desde 1998, quando começou a ser patrocinada pela montadora japonesa Toyota, aceita também a participação de clubes do México. A partir de 2008, o patrocinador oficial da competição passou a ser o espanholGrupo Santander[1]. O nome do torneio é uma homenagem aos principais líderes da independência das nações da América do SulJosé ArtigasSimón BolívarDom Pedro I,José de San MartínAntonio José de SucreBernardo O’Higgins. É uma das competições entre clubes mais prestigiosas no esporte juntamente com a Liga dos Campeões da Europa.

Da primeira edição em 1960 até 2004, o campeão da Libertadores enfrentava o campeão da Liga dos Campeões da Europa em uma ou duas partidas, no que se chamava de Mundial Interclubes, Copa Intercontinental ou ainda Copa Europeia/Sul-Americana. Somente a partir de 2005, o campeão da Libertadores passou a disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA (FIFA Club World Cup), competição criada em 2000 e que reúne os campeões de todos os continentes.

Em março de 2009, a CONMEBOL anunciou a criação de um torneio continental feminino, com a participação de 10 clubes sendo um de cada país associado. A primeira Copa Libertadores Feminina foi realizada no Brasil e classificou uma equipe para o também inédito Mundial de Clubes Feminino da FIFA.[2] A equipe brasileira do Santos sagrou-se campeã.[3]

Autor: Marinho - Categoria(s): Artigo em Destaque Tags:
11/05/2011 - 18:50

Evangélicos americanos anunciam fim do mundo no dia 21 de maio

Grupo lançou uma campanha mundial na qual adverte que só os verdadeiros crentes se salvarão

ESTADO.COM.BR - Internacional

Efe

TORONTO – O grupo cristão evangélico americano Family Radio comprou dezenas de outdoors nas principais cidades dos Estados Unidos e Canadá para anunciar que o Dia do Juízo Final será no dia 21 de maio.

Desta forma, Family Radio, um grupo evangélico cristão com sede na Califórnia, lançou uma campanha mundial na qual adverte que só os verdadeiros crentes se salvarão.

Em seu site, assim como nas ruas, Family Radio adverte que “O Dia do Juízo Final é o dia 21 de maio de 2011. A Bíblia garante. Faltam 11 dias”.

Segundo o grupo, o presidente da Family Radio, Harold Camping, chegou à conclusão que o fim do mundo será em 21 de maio de 2011 após estudar a Bíblia e porque é exatamente 7 mil anos depois do episódio que Noé se salva do Dilúvio Universal segundo, o texto religioso.

“A Sagrada Bíblia dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final” acrescenta no site do grupo.

Family Radio considera que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra.

Autor: Marinho - Categoria(s): Notícias Tags: , , , , , ,
11/05/2011 - 18:39

Festival de Gramado

HISTÓRIA

O Festival de Cinema de Gramado foi criado a partir de uma Mostra de Cinema, realizada em 1969, durante a Festa das Hortênsias, com força total da turma organizadora desse evento.

A verdade é que havia a necessidade de celebridades, convidaram então Geraldo Del Rey, e o “casal doçura” da televisão, os então casados Eva Wilma e John Herbert. Gramado ganhava então celebridades cinematográficas e televisivas, uma sempre importante atração dos festivais.

Em

1971

, ainda durante a Festa das Hortênsias, foi realizada a 2° Mostra de Cinema e naquele ano a celebridade foi Jece Valadão. O Cinema Embaixador era pequeno e sem nenhum conforto, mas ninguém ligava para isso. O sucesso provou que poderia existir um grande festival no Rio Grande do Sul que se transformaria no maior do Brasil, o mais conhecido internacionalmente.

Em

1973

, no mês de janeiro aconteceu o 1° Festival de Cinema de Gramado. O Festival desde o primeiro evento sempre foi o grande incentivador do Cinema Brasileiro.

Em

1992

, frente às dificuldades da indústria cinematográfica brasileira, o Festival passou a dialogar com os vizinhos hispanoamericanos. Falar espanhol. E porque não? Italiano e francês e o Festival tornou-se latino. O Festival passou a chamar-se Festival de Gramado – Cinema Iberoamericano e retornando ao seu nome original em 2007, porém seguindo com Mostras Competitivas de Cinema Brasileiro e estrangeiro, já que é permitida a participação de filmes que não somente de países Latinos.

KIKITO – “O DEUS DO BOM HUMOR”

Num dia cinzento, Elisabeth Rosenfeld teve a idéia de criar algo para dissipar o mau humor, algo que ajudasse a vencer as amarguras da vida. Surgiu, assim, uma figura risonha: o Kikito, o deus do bom humor. Esta estatueta, devido ao seu êxito imediato, passou a ser o símbolo da cidade de Gramado, e depois, o símbolo e prêmio máximo dos Festivais de Cinema Brasileiro que desde 1973, oficialmente, realizam-se nessa cidade. Como troféu do Festival, mede 33 cm de altura, foi confeccionado em madeira de imbuia até o ano de 1989. A partir de 1990 passou a ser feito de bronze.

De símbolo de uma cidade a prêmio de Festival, foi um salto. Romeu Dutra, em fins de 1970, levou o exemplar do Kikito para Ricardo Cravo Albim, então presidente do Instituto Nacional do Cinema – INC. Ricardo se agradou da estatueta e sugeriu, na ocasião, que a tomassem como troféu máximo dos Festivais de cinema, ainda que alguns preferissem a Hortênsia de Ouro. Este encontro foi marcado pelo ator gaúcho José Lewgoy.

Desde a criação do Kikito, por Elisabeth Rosenfeld, também a mãe do artesanato gramadense, esta estatueta tem sido confeccionada pelo escultor Orival da Silva Marques, o “Xixo”, que trabalhava com Elisabeth nos primeiros anos do Festival.

Elisabeth Rosenfeld faleceu em 24 de janeiro de 1980.

- Texto extraído do livro “Festival de Cinema Brasileiro de Gramado”, de Luis Carlos Carrion, pág, 23.

Autor: Marinho - Categoria(s): Notícias Tags:
11/05/2011 - 18:19

Terraço Itália

A Imigração para o Brasil

Em uma Itália pós-guerra, poucas eram as oportunidades para jovens cheios de entusiasmo e com vontade de crescimento. Convicto de que o Brasil oferecia um futuro promissor, Evaristo Comolatti começou a planejar sua transferência para São Paulo, cidade que naquela época, já contava com quase 3 milhões de habitantes.
Em 1948 Evaristo Comolatti desembarcou em Santos, carregando como tantos outros imigrantes, uma bagagem de sonhos. Com seus dotes de grande determinação, inteligência, bom senso e forte espírito empreendedor, iniciou sua caminhada contra os obstáculos de uma terra desconhecida.
Dia após dia, ano após ano, trabalhando em ritmo frenético e constante, começaram a surgir suas primeiras empresas, uma após outra mas sempre voltadas ao segmento automotivo, constituindo assim o Grupo Comolatti .

A Cidade de São Paulo

Na primeira metade do século XIX, São Paulo vivia transformações urbanas intensas. O crescimento industrial e comercial provocou a expansão da cidade em diversas direções. A Praça da República era uma vasta área, distante do então centro de São Paulo. A construção do Viaduto do Chá, em 1892, facilitou a ocupação da área em direção à Praça da República, consolidando a existência do “centro novo”.
Já no século XX, a partir dos anos 40, a cidade passou por importantes alterações, como a nova urbanização da Praça da República, a implantação das grandes avenidas projetadas pelo prefeito Prestes Maia e a construção do Edifício Itália, ainda hoje o mais alto da cidade.

A Idealização do Terraço Itália

Ainda que realizado e orgulhoso com seus empreendimentos Evaristo Comolatti sentia que devia algo para a cidade de São Paulo. Certo dia, em visita ás obras do Edifício Itália, impressionou-se diante das dimensões da estrutura daquele prédio Projetado por A. Franz Heep no início da década de 60 e inaugurado em 1965, o Edifício Itália é considerado um dos marcos da arquitetura brasileira. Com 165 metros de altura distribuídos entre os 46 pavimentos, servido por 19 elevadores atendendo aos andares de escritório, uma galeria com lojas e sobrelojas, Teatro e particularmente um “maravilhoso” terraço na cobertura do Edifício.
Ao chegar ao topo daquele que era o Edifício mais alto da cidade, deparou-se com uma vista deslumbrante da cidade que o acolhera e para a qual tinha tanta gratidão. No intuito de possibilitar aos visitantes desta cidade a visão do desenvolvimento e da pujança do povo desta que era a sua segunda Pátria, decidiu presentear a cidade instalando ali um luxuoso restaurante. As obras iniciaram imediatamente e em 29 de setembro de 1967, pelas mãos do prefeito Faria Lima, era inaugurada a mais bela vista panorâmica da grande metrópole paulistana.
O Terraço Itália Restaurante, cartão de visita da cidade, o mais sofisticado ponto de encontro de celebridades e personalidades.

O Terraço Itália hoje

O tempo passou e a cidade de São Paulo cresceu ainda mais e as pessoas tiveram de se adaptar a um novo ritmo. O Terraço Itália Restaurante, atualmente com quatro décadas de história, mantém intacto o alto padrão de seus serviços, se adaptando às novas exigências de mercado e mantendo o título de Cartão Postal da Cidade de São Paulo.
Hoje presidido por Sergio Comolatti, o restaurante em 1997 ganhou uma reforma total, preservando seu estilo único e discreto. A decoração recebeu a assinatura do decorador Jorge Elias. Na cozinha, o melhor da Comida Italiana, atendendo às novas tendências da Alta Gastronomia.

O restaurante também é sinônimo de bons negócios. Como prova disso, no horário do almoço, presenciamos executivos saboreando uma boa comida e tratando de seus negócios. Todavia, não são apenas esses encontros que delineiam o perfil de seu público.
Ao anoitecer casais apaixonados, famílias inteiras , pessoas de muito bom gosto, se reúnem e marcam presença na noite paulistana, brindando e festejando dentro de um clima de requinte e muita sofisticação.
Tudo isso, sempre acompanhado de boa comida, embalados por diversos ritmos musicais e regados por uma completa carta de vinhos; Oferecer o melhor serviço e respeitar, sempre, seus fiéis clientes foi a fórmula encontrada pelo Terraço Itália Restaurante para manter sua tradição e seu reconhecimento durante todos esses anos.

40 anos acima de todas as expectativas. O Terraço Itália surpreende em cada detalhe.

Almoço

De Segunda à Sexta das 12:00h às 15:00h.
Aos Sábados, Domingos e Feriados das 12:00h às 16:00h.
Jantar com Piano
De Segunda à Quinta das 19:00h às 24:00h.
De Sexta e Sábado das 19:00h à 01:00h.
Aos Domingos das 19:00h às 24:00h.
Jantar Dançante
De Terça à Sábado das 21:00h às 02:00h.
Piano Bar
De Segunda à Quinta das 15:00h às 24:00h.
De Sexta e Sábado das 15:00h à 01:00h.
Aos Domingos das 12:00h às 23:00h.

Autor: Marinho - Categoria(s): Notícias Tags:
11/05/2011 - 16:13

Estação da Luz

Autor: Lilian Natal

Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem.

A estação tornou-se porta de entrada também para imigrantes, promovendo a pequena vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.

Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).

Serviço:
Estação da Luz
Praça da Luz, 1 – Luz – São Paulo (Metrô Luz)
Tel.: 0800-55-0121
E-mail: usuario@cptm.sp.gov.br
Site: www.estacaodaluz.org.br
Horário: todos os dias, das 4h às 24h
Grátis

Galeria de Imagens: Estação da Luz

Autor: Marinho - Categoria(s): Artigo em Destaque Tags:

11/05/2011 - 16:08

Represa Billings

Wikipédia, a enciclopédia livre.

represa Billings é um dos maiores e mais importantes reservatórios de água da Região Metropolitana de São Paulo. A oeste, faz limite com a bacia hidrográfica da Guarapiranga e, ao sul, com a serra do Mar. Seus principais rioscórregos formadores são o rio Grande ou Jurubatuba, Ribeirão Piresrio Pequenorio Pedra Brancario Taquacetubaribeirão Bororé,ribeirão Cocaiaribeirão Guacuricórrego Grota Fundacórrego Alvarenga.

A represa foi idealizada nas décadas de 1930 e 1940 pelo engenheiro Billings, um dos empregados da extinta concessionária de energia elétrica Light, daí o nome. Inicialmente, a represa tinha o objetivo de armazenar água para gerar energia elétrica para a usina hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão.

Em função do elevado crescimento populacional e industrial da Grande São Paulo ter ocorrido sem planejamento, principalmente ao longo das décadas de 1950 a 1970, a represa Billings possui grandes trechos poluídos com esgotos domésticos, industriais e metais pesados. Apenas os braços Taquecetuba e Riacho Grande são utilizados para abastecimento de água potável pela Sabesp.

A pesca amadora é muito praticada, devido às espécies de peixes encontradas, como tilápias,lambariscarpas húngarastraíras, entre outras.

Sistema Rio Grande / Billings

O sistema é composto de toda a Represa Billings, com seu corpo central e o braço do Rio Grande.

História

Por volta de 1910, o engenheiro Walter Charnley escolheu na Serra do Mar as escarpas de 640 m do Itapanhaú, que deságua em Bertioga, como local de um grande projeto de geração de energia. Em 1923, o engenheiro americano Asa White Kenney Billings preferiu que fosse represado o Rio Grande ou Jurubatuba e desviar as águas através de um canal chamadoSummit Control para o Córrego das Pedras, com curso serra abaixo. Em 1925, a Light iniciou a contrução do dique do Rio das Pedras e, em 1937, do Rio Grande. O projeto foi ampliado e em 1949, foi planejado o novo reservatório (rebatizado de Billings) que receberia todas as águas do Alto Tietê. No início dos anos de 1980, foi construído uma barragem que separa o braço do Rio Grande do corpo principal do reservatório. Desde o ano de 2000, há uma nova captação em um dos braços mais ao sul, denominado Taquacetuba.

Represa Billings}}

Represa Billings
Sistema Sistema Rio Grande/Billings
Nome Represa Billings
Espelho d’água 106,6 km²
Área de drenagem 1560 km²
Localização Municípios de Santo André,São Bernardo do Campo,DiademaRibeirão PiresSão Paulo
Volume de armazenamento 995 milhões de 
Vazão 4,7 /s
Início de operação 1958 (53 anos)
Observações Volume: Total da Represa Billings, incluindo o braço do Rio Grande
Vazão: Média anual 2006
[1]


A represa.

cruzando a represa.
Autor: Marinho - Categoria(s): Artigo em Destaque Tags:
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