Não há muito que dizer sobre Raul Seixas, sua obra fala por si só, e de maneira precisa. Raul foi um dos maiores pensadores de nossa música, nos brindou com clássicos que estão imortalizados, cantou a política, o sexo, a religião, a história, o amor, o universo. O carimbador maluco se transformou num mito, desses que dificilmente se apagam e seu discurso, que merece muita atenção, continua vivo e atual. Raul dos Santos Seixas nos deixou em 21 de agosto de 1989, mas continua por aí, como ídolo para alguns e influência para tantos outros. Viva Raul!
“Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade” (Raul Seixas)
Coutinho (Antonio Wilson Vieira Honório – 11/06/1943) estreou no futebol com 16 anos de idade e se destacou no Santos Futebol Clube entre os anos de 1958 a 1970. Recebeu o apelido de “gênio da pequena área”, graças aos seus toques magistrais e finalizações perfeitas. Coutinho foi um dos grandes parceiros de Pelé e suas tabelinhas com o Rei marcaram época. Ele disputou 457 jogos pelo alvinegro praiano e marcou 370 gols. Com o peixe conquistou 22 títulos: seis campeonatos estaduais (1960/61/62/64/65/67), cinco Copas do Brasil (1961/62/63/64/65), duas Copas Libertadores da América (1962/63), dois Mundiais Interclubes (1962/63), quatro Torneios Rio-São Paulo (1959/63/64/66), uma Recopa Sul-americana (1968), uma Recopa Mundial (1968) e um Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968). Foi também campeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1962. Após sair do Santos, jogou pelo Vitória, Portuguesa, Bangu, Atlas do México e pelo Saad São Caetano. Hoje, mora na cidade de Santos e atua como técnico em categorias de base.
Há 40 anos, era dado início ao festival de música mais famoso de todos os tempos: Woodstock, realizado entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969, na cidade de Bethel – EUA. Três dias de música, paz, amor e lama que ficaram marcados na história. A imagem acima (amplamente reproduzida) representa, de forma muito bela, o espírito que envolveu aqueles três mágicos dias.
Esta semana, mais precisamente no dia 13/08, o mundo da música perdeu uma figura ilustre: morreu aos 94 anos, devido a complicações de uma pneumonia, o guitarrista Lester William Polfuss, historicamente conhecido como Les Paul, cujas inovações com a guitarra elétrica e tecnologias de estúdio fizeram dele uma verdadeira lenda. Fica o seu maior legado, algo que, acredito, não morrerá jamais – a mítica e belíssima guitarra Gibson Les Paul, cultuada por grandes músicos da história, como por exemplo, Jimmy Page (Led Zeppelin) e Slash (ex-Guns’n Roses), entre tantos outros. Paul está imortalizado no Rock and Roll Hall of Fame.
Sua mais bela criação e contribuição para a música: a Gibson Les Paul
A bandeira do Estado de São Paulo foi proposta em 1888 e oficializada somente em 1946. Ela possui treze listras que variam entre cores brancas e pretas e simbolizam os dias e noites em que os bandeirantes lutaram pelo bem do estado. O retângulo vermelho simboliza o sangue derramado pelos bandeirantes, a cor azul utilizada no mapa do Brasil representa a força do Estado e as estrelas amarelas, originalmente, representariam o Cruzeiro do Sul.
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – BRASIL
A bandeira do Espírito Santo foi criada em 1908 e adotada em 1909. É composta de três faixas horizontais nas cores azul, branco e rosa, que representam as cores das vestes de Nossa Senhora da Penha, padroeira do Estado. No centro da bandeira está a frase “Trabalha e Confia”, inspirada na doutrina de Santo Inácio de Loyola, fundador da ordem religiosa Companhia de Jesus e que diz: ‘Trabalhe como se tudo dependesse de ti e confie como se tudo dependesse de Deus.”
O quadro The Mill (O Moinho) é de autoria de Rembrandt (Harmenszoon van Rijin Rembrandt, Holanda – 1606/1669), pintor hoje famoso que morreu na miséria e solitário, devido a problemas financeiros e tragédias familiares, como a perda da esposa e de três filhos. A obra está exposta na National Gallery of Art, localizada em Washington, EUA. O artista utilizou óleo sobre tela e ela mede 87,6 x 105,6 cm.
Transa foi gravado em Londres, durante o período em que Caetano Veloso esteve exilado do Brasil. O próprio Caetano afirmou que este se trata do seu primeiro disco de grupo, gravado quase que como um show ao vivo e contou com os músicos Áureo de Souza, na bateria e percussão, Moacyr Albuquerque, no baixo e Jards Macalé no violão, além de algumas participações, inclusive de Gal Costa. O repertório e arranjos são de altíssima qualidade, sendo um dos destaques a mistura de línguas que Caetano utiliza em algumas das faixas. Também está presente no álbum a primeira referência de um músico brasileiro ao reggae, na faixa “Nine Out of Ten”. Há também referências explícitas aos Beatles, na faixa “It’s a Long Away”, uma das melhores dentre toda a discografia do cantor, onde ele utiliza a citada mistura de línguas e transforma a música numa obra-prima. A faixa “Mora na Filosofia”, regravação de Monsueto, vem carregada de tristeza e melancolia, tornando-se outro grande destaque. O disco encerra com “Nostalgia”, um blues-rock de primeira. Em suma, Transa é um trabalho que merece destaque tanto na obra de Caetano Veloso quanto entre os grandes álbuns da MPB. A versão nacional da revista Rolling Stone o elegeu entre os dez melhores discos brasileiros de todos os tempos. Vale ser salvo de um incêndio!
Faixas: You Don’t Know Me / Nine Out of Tem / Triste Bahia / It’s a Long Way / Mora na Filosofia / Neolithic Man / Nostalgia (That’s What Rock’n Roll is All About)