No dia 07/09/1978, Keith Moon (1946/1978), lendário baterista da banda The Who, morreu vítima de overdose de medicamentos contra alcoolismo, durante tratamento de desintoxicação. Moon havia acabado de participar de um jantar junto com Paul e Linda McCartney, durante as comemorações do lançamento do filme “The Buddy Holly Story”. O laudo médico apontou 32 pílulas do remédio Heminevrin em seu organismo. O carismático Keith John Moon continua sendo um dos músicos mais representativos da história do Rock and Roll.
Esta semana, Rogério Ceni completou 19 anos defendendo as cores do São Paulo Futebol Clube. Um feito histórico, principalmente nos dias atuais, onde jogadores iniciam suas carreiras já pensando em que época serão transferidos para clubes do exterior. Ceni, assim como Marcos do Palmeiras, são exemplos que nos fazem lembrar do tempo em que atletas possuíam identificação verdadeira com seus clubes e suas torcidas, mesmo durante momentos difíceis, como contusões ou fases ruins. Nessas quase duas décadas, mais de 860 partidas, Rogério Ceni atingiu o status de um dos maiores ídolos do time tricolor paulista e é considerado por muitos um dos melhores goleiros do futebol brasileiro, além de conquistar 18 títulos, entre eles duas vezes o de Campeão Mundial Interclubes. Parabéns Rogério! A torcida são-paulina agradece tantos anos de dedicação.
“Essa identificação que tenho é muito significativa. Falar de Rogério e associar o São Paulo é uma conquista enorme, imensurável”(Rogério Ceni)
Para inaugurar minha participação nesse espaço, resolvi abordar o estilo gótico como tema das dez perguntas encaminhadas ao Marcio JS, o outro “sócio” aqui do blog. Seguem:
1-Que banda você citaria como a principal do estilo gótico?
2-Você costuma acompanhar traduções? Se sim, há algum compositor de sua preferência?
3-Em sua opinião, hoje em dia o movimento gótico continua ativo? Há novidades?
4-Cite três bandas que você mais gosta dentro desse estilo musical.
5-Classifique dez músicas fundamentais.
6-Robert Smith, vocalista do The Cure, atualmente classifica o gótico como estúpido e monótono. Qual sua opinião sobre tal declaração?
7-Não existem muitas oportunidades de acompanharmos shows de bandas góticas no Brasil, mas, dos que você já viu, qual foi o melhor? E qual você gostaria de ter a chance de assistir?
8-Defina o disco “clássico dos clássicos” dentro do estilo.
9-Você também irá para a ilha deserta. Escolha cinco discotecas básicas para levar.
10-O gótico continua tendo grande importância dentro do seu gosto musical ou existe uma tendência para outros estilos, ficando ele num plano inferior?
É isso aí! Até a próxima!
Aos que nos visitam: sintam-se à vontade para responder todas ou qualquer pergunta acima formulada, afinal, o espaço é nosso! Utilizem os comentários.
Milena Toscano Gonçalves (Santo André – SP, 11/01/1984) faz parte da novíssima geração de atrizes brasileiras. Iniciou sua carreira como modelo da agência Ford Models, optando, a partir de 2003, pela interpretação. Na televisão, Milena já participou de quatro novelas, algumas séries e minisséries, além de apresentar um programa infantil. No cinema, atuou em dois curtas e quatro longas, entre eles Memórias Póstumas (2001), Olga (2004) e Sem Controle (2007), que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema Brasileiro de Miami. Atualmente prepara sua participação no elenco de apoio da série Malhação.
BOBBY “BLUE” BLAND – AIN’T NO LOVE IN THE HEART OF THE CITY (1974)
Música escrita por Michael Price e Dan Walsh, regravada por mais de vinte artistas, destaque na carreira do grupo de hard rock Whitesnake, em sua primeira interpretação, na voz de Bobby “Blue” Bland, em 1974.
A tendenciosa imprensa paulista e o time do Parque São Jorge
Futebol, para a grande maioria dos brasileiros, é a principal e mais importante categoria do esporte. Difícil encontrar alguém que não torça por algum time ou não tenha simpatia por determinado clube. Contudo, trata-se de uma atividade cara, ingressos com altos preços fazem com que grande parte da população não tenha acesso aos estádios ou clubes, restando, tão somente, acompanhar os campeonatos através da imprensa falada e/ou escrita. Os jornalistas responsáveis pela divulgação dos acontecimentos relacionados aos times e competições, como parte fundamental de sua profissão, deveriam tratar esse assunto com imparcialidade, o que, infelizmente, não acontece com quase a totalidade da imprensa paulista/paulistana.
O Corinthians Paulista faz parte do rol dos grandes clubes brasileiros, tem a segunda maior torcida do país e títulos conquistados, isso é fato, mas não deveria ser tratado como a mais importante matéria dos noticiários esportivos, principalmente por parte da citada imprensa de São Paulo. Os diários televisivos, por exemplo, que em média tem a duração de uma hora e meia, seja de qual emissora for, dispensam ao clube mais da metade desse tempo, com matérias que beiram o ridículo, cobrindo a dificuldade da torcida em chegar ao local de treino do clube, entrevistando esotéricos para tentar adivinhar o futuro do time, entre outras insanidades e banalidades. Guerra de audiência? É bem possível. Mas onde fica o respeito pelos torcedores de outros times? Onde estão as matérias relacionadas aos outros grandes do estado?
Torcedores da capital paulista que não são corintianos têm que se contentar com pequenas notas e poucas imagens dos acontecimentos relacionados aos seus clubes, passando, a seguir, para uma verdadeira overdose do chamado “timão”. Talvez devido à sua desorganização, o Corinthians proporcione mais manchetes que os demais clubes do estado, mas daí “empurrar goela abaixo” de todos os outros telespectadores ou leitores matérias e mais matérias relacionadas ao citado clube, soa como desrespeito ou até afronta. E mais, a torcida corintiana parece ser a mais fanática do futebol, colocando o Corinthians acima até da própria fé em Deus, e por serem assim não suportam notícias de outros clubes, porque nós são-paulinos, palmeirenses, santistas, entre outros, temos que acompanhar o dia-a-dia corintiano? Lastimável o tratamento diferenciado que um clube como outro qualquer, que não tem nada de especial além dos outros, recebe por parte daqueles que se dizem profissionais da imprensa. Fica a pequena esperança de que tal situação um dia mude e novos e mais capacitados profissionais que por ventura apareçam, possam tratar um esporte que tanto nos cativa com a imparcialidade e igualdade que ele merece.
Hoje Michael Jackson completaria 51 anos, e para homenageá-lo, um arquivo x especial com o rei e a rainha do Pop, Madonna, juntos em uma premiação, encontro que foi poucas vezes fotografado, momento inesquecível da música.