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	<title>.               ARMAZÉM! &#187; Discoteca Básica</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 03:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
CHICO SCIENCE &#38; NAÇÃO ZUMBI – DA LAMA AO CAOS (1994)
 
 
 
O manguebeat, importante movimento cultural nascido nas ruas recifenses, teve em Chico Science um de seus maiores expoentes. Em 1994, ele, juntamente com a Nação Zumbi, apresentava o disco “Da Lama ao Caos”, um tesouro da música nacional, que traz uma verdadeira mistura de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/09/lama.jpg"></a><span style="color: #3366ff">DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff">CHICO SCIENCE &amp; NAÇÃO ZUMBI – DA LAMA AO CAOS (1994)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-full wp-image-1238" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/09/lama.jpg" alt="" width="315" height="320" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">O manguebeat, importante movimento cultural nascido nas ruas recifenses, teve em <span style="color: #3366ff">Chico Science</span> um de seus maiores expoentes. Em 1994, ele, juntamente com a <span style="color: #3366ff">Nação Zumbi</span>, apresentava o disco <span style="color: #3366ff">“<em>Da Lama ao Caos”</em></span>, um tesouro da música nacional, que traz uma verdadeira mistura de elementos, como o rock, frevo, maracatu, samba, música eletrônica e por aí adiante, além de letras inspiradas e inteligentes, que divertem, protestam e fazem pensar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">O manguebeat ultrapassou fronteiras, foi destaque em revistas americanas especializadas, como a <em>Rolling Stones</em>, e freqüentou as paradas musicais européias de <em>world music</em>. Desde o manifesto <span style="color: #3366ff">“Caranguejos com Cérebro”</span>, escrito por Fred Zero4 (vocalista do outro grande expoente do movimento, a banda Mundo Livre S/A) até os dias atuais, mesmo com a trágica morte de Chico Science num estúpido acidente automobilístico em 1997, o movimento continua ativo ou influencia bandas que surgiram posteriormente, talvez não mais com a grande visibilidade que possuía em meados dos anos 90, mas com a mesma vitalidade e inteligência e, sem sombra de dúvida, “<em>Da Lama ao Caos”</em> é um dos maiores, senão o maior responsável por essa continuidade. O disco traz um repertório altamente respeitável e recheado de verdadeiros clássicos para aqueles que acompanharam/acompanham a carreira da Nação Zumbi. Lá estão “A Praieira”, “Samba Makossa”, “A Cidade”, “Banditismo por uma questão de Classe”, “Risoflora”, “Da Lama ao Caos”, “Antene-se”, “Maracatu de Tiro Certeiro”, entre outros. Em suma, uma obra necessária para o entendimento daquilo que foi intitulado como <em><span style="color: #3366ff">movimento manguebeat</span></em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UVab41Zn7Yc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UVab41Zn7Yc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff">Marcelo</span>    <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-104" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra3.gif" alt="" width="28" height="58" /></span></strong></p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 16:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
PEARL JAM – TEN (1991)
 
 
 
Confesso que no início dos anos 90 estava mais interessado em Hard Rock (embebido de Guns n’ Roses até a alma) do que nas bandas que surgiam com o movimento “grunge”. Fui totalmente cético no início com os grupos que pipocavam mundo afora seguindo o citado movimento, e hoje fico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/08/ten-pearl-jam-448x456.jpg"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff0000">PEARL JAM – TEN (1991)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-full wp-image-1097" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/08/ten-pearl-jam-448x456.jpg" alt="" width="344" height="346" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Confesso que no início dos anos 90 estava mais interessado em Hard Rock (embebido de <em>Guns n’ Roses</em> até a alma) do que nas bandas que surgiam com o movimento <em>“grunge”</em>. Fui totalmente cético no início com os grupos que <em>pipocavam</em> mundo afora seguindo o citado movimento, e hoje fico feliz em ter percebido que não havia fundamento algum no meu ceticismo e que tais bandas eram, na realidade, o oxigênio que o rock necessitava naquela ocasião. Dentre todas elas, o <span style="color: #0000ff">Pearl Jam</span> sempre foi minha predileta e em seu primeiro trabalho, intitulado <span style="color: #0000ff">Ten</span>, a banda demonstra com coerência, honestidade e muito talento a que veio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Ten é um daqueles álbuns que já nascem clássicos e seu repertório mais parece uma coletânea de sucessos do que um disco de estréia propriamente dito. O grupo mostra muita segurança nas primorosas composições que formam o álbum. Além de <span style="color: #0000ff">Even Flow, Alive, Black <span style="color: #000000">e</span> Jeremy</span>, que tiveram um maior apelo radiofônico, o disco ainda traz as faixas <span style="color: #0000ff">Once, Why Go</span>, a tranqüila <span style="color: #0000ff">Oceans</span>, a matadora <span style="color: #0000ff">Porch</span>, a bela <span style="color: #0000ff">Garden </span>(com um excelente solo de guitarra), <span style="color: #0000ff">Deep</span> e <span style="color: #0000ff">Release</span>, outra linda canção com um arranjo menos pesado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Ten</span>, juntamente com <span style="color: #0000ff">Nevermind</span>, do <em>Nirvana</em>, é um dos grandes e essenciais discos da década de 90 e não foi à toa que atingiu vendas astronômicas e colocou o Pearl Jam definitivamente na galeria das grandes bandas do rock mundial. Foi relançado recentemente numa <span style="color: #0000ff">edição de luxo</span> que conta com cinco músicas a mais, um CD de remixes e um DVD, com a apresentação <em>“desplugada</em>” da banda na MTV americana. OUÇA NO VOLUME MÁXIMO!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Marcelo   <img class="alignnone size-full wp-image-1090" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/07/guitarra1.gif" alt="" width="34" height="64" /></span></span></strong></p>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 14:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
THE BEATLES – RUBBER SOUL (1965)
 
 
 
Rubber Soul pode ser considerado como um divisor de águas na excepcional carreira dos Beatles. Ele inaugura a nova fase do grupo, mais sofisticada, e dá inicio a um crescimento lírico e musical que mudaria completamente a trajetória da banda. Obviamente elementos utilizados nos discos anteriores são percebidos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/ruber-capa.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/day-tripper.jpg"></a><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/guitarra4.gif"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;color: #808000;font-family: Arial">THE BEATLES – RUBBER SOUL (1965)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-full wp-image-836" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/ruber-capa.jpg" alt="" width="320" height="318" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><em><span style="font-size: 9pt;color: #808000;font-family: Arial">Rubber Soul</span></em><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> pode ser considerado como um divisor de águas na excepcional carreira dos <em><span style="color: #808000">Beatles</span></em>. Ele inaugura a nova fase do grupo, mais sofisticada, e dá inicio a um crescimento lírico e musical que mudaria completamente a trajetória da banda. Obviamente elementos utilizados nos discos anteriores são percebidos em <em><span style="color: #808000">Rubber Soul</span></em>, mas as experimentações de estúdio (algo que se tornaria rotineiro) aparecem de forma mais contundente, incluindo a utilização de instrumentos exóticos durante sua gravação, chegando, inclusive, a ser considerado como o álbum mais inovador de sua época.<span>  </span>O disco é brilhante do início ao fim, praticamente uma coletânea de singles, o que fez com que atingisse o 1º lugar das paradas menos duas semanas após seu lançamento com uma vendagem de aproximadamente <span style="color: #808000">1,2 milhões de cópias</span> no mesmo período. Todo o trabalho foi concluído em meses, o que comprova que um grande álbum não necessita de um tempo quase infinito para ser produzido, algo cada vez mais comum nos dias atuais. Além das 14 músicas gravadas para o disco, ainda foi lançado, na mesma época, um compacto que continha nada menos que as faixas <em><span style="color: #808000">We Can Work it Out</span> </em>e<em> <span style="color: #808000">Day Tripper</span></em>, não incluídas no LP. Sem dúvida alguma há vários trabalhos dos <em>Beatles</em> que devem fazer parte de qualquer discoteca básica, porém <em><span style="color: #808000">Rubber Soul</span></em> merece um destaque especial, tanto pela sua importância na carreira da banda quanto pelo seu excelente repertório. <span style="color: #808000">Ouça no Volume Máximo!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Faixas:</span> <span style="color: #ff6600">Drive My Car – Norwegian Wood – You Won’t See Me – Nowhere Man – Think for Yourself – The Word – Michelle – What Goes On – Girl – I’m Looking Through You – In My Life – Wait – If I Needed Someone – Run For Your Life</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-medium wp-image-837" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/day-tripper-298x300.jpg" alt="" width="279" height="279" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><em><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">O compacto lançado na mesma época de Rubber Soul</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;color: #0000ff;font-family: Arial">Marcelo     <img class="alignnone size-medium wp-image-844" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/guitarra4.gif" alt="" width="39" height="72" /></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;color: #ff00ff;font-family: Arial">THE BEATLES – NOWHERE MAN (Japan – 1966) </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UHyL5SsnqY0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UHyL5SsnqY0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 20:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcios77@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
DJAVAN – COISA DE ACENDER (1992)
 

 
Há algum tempo venho ensaiando para falar algo sobre Djavan aqui no Blog, pensando em que sessão expressar minha admiração por esse alagoano que adoro tanto. Para começar acho que o melhor caminho é falar um pouco do disco que mais gosto e considero o mais coeso de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/capacoisadeascender.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/snoopy134.gif"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;color: #800000">DJAVAN – COISA DE ACENDER (1992)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;color: #800000"><span style="font-size: 10pt;color: #0000ff;font-family: 'Arial Narrow'"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/capacoisadeascender.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-755" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/capacoisadeascender.jpg" alt="" width="329" height="327" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;color: #800000"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family:">Há algum tempo venho ensaiando para falar algo sobre Djavan aqui no Blog, pensando em que sessão expressar minha admiração por esse alagoano que adoro tanto. Para começar acho que o melhor caminho é falar um pouco do disco que mais gosto e considero o mais coeso de sua longa e brilhante carreira, foi muito difícil a tarefa de escolher um entre tantos discos maravilhosos que o cara tem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><em><span style="font-size: 9pt;font-family:">Coisa de Acender</span></em><span style="font-size: 9pt;font-family:"> foi lançado em 1992 e quem assina sua limpa e ótima produção é Ronnie Foster, produtor americano que já havia trabalhado com Stevie Wonder, George Benson e com o próprio Djavan no álbum <em>Luz</em> de 1982. O disco é sucessor de<em> Djavan</em> de 1989 que foi um grande sucesso na trajetória do compositor graças à “Oceano”, música que foi tema de novela global e mais tocada daquele ano, com certeza ele não decepcionou nem a critica e nem seus fãs, o disco é sem dúvida acima das expectativas criadas após o megasucesso anterior. Para quem gosta dos grandes hits do cara o álbum conta com “Se” e a ótima parceria com Caetano Veloso “Linha do Equador”, canções que até hoje integram o repertório de Djavan.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family:">As influências de World Music da década de 80 ainda aparecem em <em>Coisa de Acender</em>, dessa vez em menor quantidade, explicitamente apenas na canção “Andaluz”, o ótimo disco ainda conta com o delicioso e pesado Funk “Boa Noite”, onde percebemos toda a perfeita sincronia de Djavan com sua excelente banda, além da interessantíssima canção nordestina “Violeiros”, as jazzísticas e maravilhosas “Outono” e “Alívio” ajudam à tornar o repertório do álbum mais do que especial, são lindas!Para encerrar com chave de ouro esse clássico dos anos 90, “Baile”, de onde foi tirado o título do álbum. Nele Djavan mostra mais uma vez porque sempre foi considerado um dos melhores compositores da nossa música popular brasileira, se você ainda não ouviu, não perca mais tempo, é um disco curto, atual e maravilhoso, é com esse trabalho que ele deixa um pouco a World de lado e muda o rumo de seu som com uma influência mais jazz do que batuque (como foi em certo momento dos anos 80), e assim ele permanece até os dias de hoje, um dos poucos de sua geração que ainda tem uma carreira consistente e inteligente, esse registro é um grande momento de criação e inspiração do único e sensacional Djavan.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family:"><span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family:"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;color: #800000">Márcio js.   <span style="font-size: 10pt;color: #0000ff;font-family: 'Arial Narrow'"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/capacoisadeascender.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/snoopy134.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-756" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/05/snoopy134.gif" alt="" width="35" height="43" /></a></span></span><span style="font-size: 9pt;font-family:"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 06:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
CHICO BUARQUE – CONSTRUÇÃO (1971)
 
 
 
Considero Construção, disco lançado em 1971, uma verdadeira pérola de nossa Música Popular. Chico Buarque é, sem dúvida, um daqueles poucos artistas cuja missão de destacar uma única obra é extremamente difícil, mas esta obra em especial merece destaque. Foi concebido logo após sua volta do exílio na Itália e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/03/guitarra.gif"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/03/chicow.jpg"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #800000">CHICO BUARQUE – CONSTRUÇÃO (1971)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-full wp-image-541" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/03/chicow.jpg" alt="" width="354" height="351" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Considero Construção, disco lançado em 1971, uma verdadeira pérola de nossa Música Popular. Chico Buarque é, sem dúvida, um daqueles poucos artistas cuja missão de destacar uma única obra é extremamente difícil, mas esta obra em especial merece destaque. Foi concebido logo após sua volta do exílio na Itália e Chico foi definitivamente associado como um dos grandes nomes do combate ao regime militar. O samba marca presença de forma intensa, com incríveis arranjos e harmonias, dignas dos grandes mestres desse ritmo. As letras compostas por Chico podem ser consideradas um relato corajoso do cotidiano brasileiro, sem maiores preocupações com a censura imposta no período. Sua poesia é desenvolvida de forma única, como por exemplo, na faixa que dá nome ao disco, onde Chico desenvolve uma história que passa de fatos conexos à completamente desconexos, num incrível jogo de palavras, porém, sem deixar desaparecer a mensagem ali contida. Isso sem citar a parte instrumental da música, que demonstra toda a agonia crescente do momento e em seu final a letra (utilizando partes da música “Deus lhe Pague”) demonstra toda a desilusão que envolve a personagem. A citada “Deus lhe Pague”, juntamente com “Cotidiano”, são um fiel retrato das agonias populares se sobrepondo ao silêncio. Outra música que também merece destaque é “Cordão”, cantada como que por alguém que espera o carnaval, mas que não deixa de ser um recado ao regime vigente na época. Há também a romântica “Desalento”, um recado triste e angustiado a alguém que muito se quer e que termina com a bela frase “diz a ela que eu entrego os pontos” e ainda a belíssima “Acalanto”, onde a personagem da música embala sua criança, dando-lhe a oportunidade de aproveitar a distância entre o sonho e a realidade, muitas vezes duríssima. Enfim, uma obra digna de ser considerada essencial deste grande artista que é Chico Buarque. Alguns não gostam, outros não se interessam, mas a grandeza de Francisco Buarque de Hollanda é inegável! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff6600">Faixas: Deus lha Pague – Cotidiano – Desalento – Construção – Cordão – Olha Maria – Samba de Orly – Valsinha – Minha História (Gesubambino) – Acalanto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Marcelo    <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-540" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/03/guitarra.gif" alt="" width="35" height="68" /></span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 20:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
GUNS N’ ROSES – APPETITE FOR DESTRUCTION (1987)
 
 
 
Em minha opinião, o Guns n&#8217; Roses foi a última grande banda que surgiu na música, grande não só no talento mas principalmente na popularidade. Em poucos anos de estrada já podiam ser considerados como a “maior banda do planeta”, lotando estádios e mais estádios ao redor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/02/gunsbanned.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/02/guitarra.gif"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff0000">GUNS N’ ROSES – APPETITE FOR DESTRUCTION (1987)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-medium wp-image-419" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/02/gunsbanned.jpg" alt="" width="267" height="267" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Em minha opinião, o <span style="color: #0000ff">Guns n&#8217; Roses</span> foi a última grande banda que surgiu na música, grande não só no talento mas principalmente na popularidade. Em poucos anos de estrada já podiam ser considerados como a “maior banda do planeta”, lotando estádios e mais estádios ao redor do globo. Logicamente que pouco tempo após seu surgimento apareceu o movimento grunge, que literalmente abalou as estruturas do rock, mas Nirvana, Pearl Jam e companhia não lotavam estádios e shows com a mesma facilidade alcançada pelo Guns, não desfazendo da importância e capacidade de tais bandas (que também aprecio muito), apenas comentando uma realidade que vi e convivi. Axl e sua troupe até hoje são criticados por alguns, mas acredito ser este o preço da fama, alias, até hoje há quem critique os Stones, por exemplo. Entendo ser este o preço que bandas de “arena” pagam, contudo, a revolução que causam e o número de fãs que conquistam é o que realmente importa. Em pouco tempo a popularidade do Guns n&#8217; Roses ao redor do planeta era monstruosa, revistas, camisetas, noticiários (bons ou ruins) cercavam a marca Guns n&#8217; Roses, o que, depois deles, não é mais visto mundo afora com tamanha facilidade. Estádios continuam sendo lotados, mas principalmente por nomes já consagrados como os citados Stones, Madonna e U2, não vemos mais bandas recentes com a mesma fama e poder de mídia que acompanhou o Guns em sua trajetória e acredito que <span style="color: #0000ff">Appetite for Destruction</span> tem uma parcela enorme de colaboração em toda essa história. Um disco clássico, intensamente tocado em rádios, bares, por bandas covers e afins, com um repertório irrepreensível para aqueles que apreciam o bom e velho hard rock / heavy metal (berço no qual me criei). Nesse disco a banda desfila clássico após clássico, um verdadeiro petardo, lá estão, por exemplo, <span style="color: #0000ff">Welcome to the Jungle, Mr Brownstone, Paradise City, My Michelle, Nightrain, It’s So Easy, <span> </span>Sweet Child O’Mine e Rocket Queen</span> (onde reza a lenda que os gemidos que podem ser ouvidos no meio da música foram gravados à escondida por Axl durante uma “festinha particular” no estúdio), entre outras. Appetite for Destruction – um clássico absoluto! <span style="color: #0000ff">Ouça no Volume Máximo!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Marcelo</span>   <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-420" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/02/guitarra.gif" alt="" width="31" height="60" /></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 20:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
SEX PISTOLS – NEVER MIND THE BOLLOCKS, HERE´S THE SEX PISTOLS
 
 
 
Em 1977, o grupo idealizado por Malcolm McLaren lança seu álbum de estréia. O grupo Sex Pistols já se tornara conhecido no recente mundo do punk rock, fato devido principalmente às suas apresentações que causavam grande impacto. Comentar sobre o universo punk não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/pistolsbollocks.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/guitarra1.gif"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/isexpistols1.jpg"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">SEX PISTOLS – NEVER MIND THE BOLLOCKS, HERE´S THE SEX PISTOLS</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-full wp-image-248" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/pistolsbollocks.jpg" alt="" width="286" height="286" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Em 1977, o grupo idealizado por Malcolm McLaren lança seu álbum de estréia. O grupo <span style="color: #0000ff">Sex Pistols</span> já se tornara conhecido no recente mundo do punk rock, fato devido principalmente às suas apresentações que causavam grande impacto. Comentar sobre o universo punk não é tarefa das mais fáceis, tamanha sua importância para a história da música e o grande número de detalhes que envolvem tal assunto. Há dissidências dentro do próprio estilo, há discordância, concordância, enfim, mereceria uma maior atenção sobre tudo isso, porém, os Sex Pistols, apesar da curta carreira, atingiram um grande destaque não só no meio desse estilo, mas também dentro da música em geral. <em><span style="color: #0000ff">Never Mind</span></em><em><span style="color: #0000ff"> the Bollocks</span></em> apresenta com maestria um sentimento de frustração e raiva contra o sistema, com letras que tocam em temas como insatisfação e mentira. A banda mesmo não contando com grandes músicos consegue de maneira única transmitir sua mensagem, usando e abusando de performances e do visual em si, além das histórias pessoais de seus integrantes, outro capítulo à parte. Como li certa vez, os Pistols foram engolidos por sua própria fúria, mas deixaram sua marca e um legado para a posteridade. Hoje, ainda há esporádicas reuniões da banda, atrás do lucro sujo obtido através desses encontros, isso nos dizeres do próprio grupo! <span style="color: #0000ff"><em>Never Mind the Bollocks</em> –</span> <span style="color: #0000ff">Ouça no volume máximo!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff9900"><strong>Faixas: Holidays in the Sun – Bodies – No Feelings – Liar – God Save the Queen – Problems – Seventeen – Anarchy in the UK – Sumission – Pretty Vacant – New York – EMI.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-251" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/isexpistols1.jpg" alt="" width="249" height="359" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Marcelo   <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-249" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/guitarra1.gif" alt="" width="30" height="56" /></span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 14:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcios77@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
 
BANDA BLACK RIO – MARIA FUMAÇA (1977) 
  

  
Primeiro disco da clássica banda de Soul fundada na segunda metade da década de 70 pelo saxofonista Oberdan Magalhães, com uma perfeita sincronia entre a Soul, Jazz e o Samba de gafieira o grupo gravou em 77 o instrumental Maria Fumaça com a participação de sua primeira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/1977bandablackriomairafumaca.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/snoopy13.gif"></a><span style="color: #3366ff">DISCOTECA BÁSICA</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small;color: #3366ff"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small;color: #3366ff">BANDA BLACK RIO – MARIA FUMAÇA (1977)</span></span> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">  </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Arial Narrow'"><span style="font-size: small"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/1977bandablackriomairafumaca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-178" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/1977bandablackriomairafumaca-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> <span style="font-family:"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small">Primeiro disco da clássica banda de Soul fundada na segunda metade da década de 70 pelo saxofonista Oberdan Magalhães, com uma perfeita sincronia entre a Soul, Jazz e o Samba de gafieira o grupo gravou em 77 o instrumental <span style="color: #3366ff">Maria Fumaça</span> com a participação de sua primeira e melhor formação, o destaque fica por conta da brilhante cozinha que contava com Luis Carlos Batera e o fantástico baixista Jamil Joanes, juntos eles dão um toque especial nesse maravilhoso álbum de estréia da banda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small">O disco é composto por dez músicas e entre elas estão duas versões, “Baião” do mestre Gonzagão e “Casa Forte” de Edu Lobo, eu não poderia deixar de citar “Junia” linda composição de Jamil e a famosa “Maria Fumaça”, onde a rapaziada da Soul brasileira demonstra que não deixava nada a desejar para nenhum gringo, uma verdadeira aula dessa sensacional banda carioca.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: 12pt;font-family:"><span style="color: #ff9900">Faixas: Maria Fumaça – Na Baixa do Sapateiro – Mr. Funk Samba – Caminho da Roça – Metalúrgica – Baião – Casa Forte – Leblon Via Vaz Lobo – Urubu Malandro – Junia</span> </span></span></h4>
<p><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="color: #3366ff">Márcio js, </span><span style="color: #000000">estamos na ativa novamente!</span><span style="font-family: 'Arial Narrow'"><span style="font-size: small"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/snoopy13.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-179" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2009/01/snoopy13.gif" alt="" width="45" height="48" /></a></span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
		<link>http://blig.ig.com.br/marcios77/2008/12/21/150/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 03:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
JUDAS PRIEST – POINT OF ENTRY (1981)
 
 
 
Point of Entry pode ser considerado como um dos melhores álbuns da banda Judas Priest. Com sua formação clássica, que era composta por Rob Halfotd – vocais, Ian Hill – baixo, Glen Tipton e KK Downing – guitarras e Dave Holland – bateria, o grupo lançou o sucessor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/judas1.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/judas2.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra6.gif"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">JUDAS PRIEST – POINT OF ENTRY (1981)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-medium wp-image-147" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/judas1.jpg" alt="" width="256" height="249" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Point of Entry</span> pode ser considerado como um dos melhores álbuns da banda <span style="color: #0000ff">Judas Priest</span>. Com sua formação clássica, que era composta por Rob Halfotd – vocais, Ian Hill – baixo, Glen Tipton e KK Downing – guitarras e Dave Holland – bateria, o grupo lançou o sucessor de British Steel, recheado de excelentes composições, com guitarras simétricas e uma “cozinha” bem entrosada, além dos potentes vocais de Halford, um dos melhores do rock pesado. Apesar de estar inclusa no hall de bandas de heavy-metal, o Judas Priest se destaca, principalmente, devido às suas melodias, já que fogem completamente do estilo distorcido ou extremamente veloz e cansativo, dando prioridade a sons bem mais e melhores trabalhados. O disco contém grandes hits, que mesmo com o passar do tempo e a evolução (?) do metal, não soam datados e fazem a alegria de seus fãs até os dias atuais. <span style="color: #0000ff">OUÇA NO VOLUME MÁXIMO!</span> Priest no auge, em grande forma, com grandes músicas.</span></p>
<p><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff6600">Faixas: Heading out to the Highway – Don’t Go – Hot Rockin’ – Turning Circles – Desert Plains – Solar Angels – You Say Yes – All the Way – Troubleshooter – On the Run</span></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <img class="alignnone size-medium wp-image-148" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/judas2.jpg" alt="" width="227" height="226" /></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Versão européia, pouco difundida no Brasil</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #0000ff">Marcelo   <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-149" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra6.gif" alt="" width="28" height="61" /></span></span></strong></p>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 01:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjs18@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discoteca Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCOTECA BÁSICA
ULTRAJE A RIGOR – &#8220;NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA&#8221; - (1985)
 
 
 
Impressionante a trajetória deste disco! Em 1985, ano de seu lançamento, era muito difícil encontrar alguém que não o tivesse, fosse em LP ou fita K-7, sendo que a grande maioria daquela geração, na qual me incluo, ouviu demasiadamente esse trabalho do Ultraje a Rigor, aliás, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/ultraje.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra1.gif"></a>DISCOTECA BÁSICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff"><span style="color: #ff0000">ULTRAJE</span> <span style="color: #ff9900">A RIGOR</span> – <span style="color: #ff0000">&#8220;NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA&#8221;</span> - (1985)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> <span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/ultraje.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-59" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/ultraje.jpg" alt="" width="294" height="283" /></a></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial">Impressionante a trajetória deste disco! Em 1985, ano de seu lançamento, era muito difícil encontrar alguém que não o tivesse, fosse em LP ou fita K-7, sendo que a grande maioria daquela geração, na qual me incluo, ouviu demasiadamente esse trabalho do <span style="color: #3366ff">Ultraje a Rigor</span>, aliás, os que não o possuíam, ouviam-no quase que de forma integral nas rádios, já que com exceção da faixa “Jesse Go”, todas as outras fizeram parte da programação de alguma estação. Hoje, vinte e três anos depois de seu lançamento, quando o Ultraje realiza alguma apresentação, lá estão quase todas as faixas de <span style="color: #3366ff">“Nós Vamos Invadir Sua Praia”</span>. Realmente um álbum para entrar para a história da música nacional, afinal tal fenômeno raramente acontece, aliás, nesse exato momento não consigo de lembrar de nenhum. <span style="color: #3366ff">OUÇA NO VOLUME MÁXIMO! E Divirta-se! </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff">Faixas:</span> <span style="color: #ff9900">Nós Vamos Invadir Sua Praia – Rebelde sem Causa – Mim quer Tocar – Zoraide – Ciúme – Inútil – Marylou – Jesse Go – Eu me Amo – Se Você Sabia – Independente Futebol Clube.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff">Marcelo  <span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><span style="color: #3366ff"><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/ultraje.jpg"></a><a href="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra1.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-60" src="http://blig.ig.com.br/marcios77/files/2008/12/guitarra1.gif" alt="" width="29" height="52" /></a></span></span></span></span></strong></p>
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