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03/02/2009 - 18:27

DISCOTECA BÁSICA

GUNS N’ ROSES – APPETITE FOR DESTRUCTION (1987)

 

 

 

Em minha opinião, o Guns n’ Roses foi a última grande banda que surgiu na música, grande não só no talento mas principalmente na popularidade. Em poucos anos de estrada já podiam ser considerados como a “maior banda do planeta”, lotando estádios e mais estádios ao redor do globo. Logicamente que pouco tempo após seu surgimento apareceu o movimento grunge, que literalmente abalou as estruturas do rock, mas Nirvana, Pearl Jam e companhia não lotavam estádios e shows com a mesma facilidade alcançada pelo Guns, não desfazendo da importância e capacidade de tais bandas (que também aprecio muito), apenas comentando uma realidade que vi e convivi. Axl e sua troupe até hoje são criticados por alguns, mas acredito ser este o preço da fama, alias, até hoje há quem critique os Stones, por exemplo. Entendo ser este o preço que bandas de “arena” pagam, contudo, a revolução que causam e o número de fãs que conquistam é o que realmente importa. Em pouco tempo a popularidade do Guns n’ Roses ao redor do planeta era monstruosa, revistas, camisetas, noticiários (bons ou ruins) cercavam a marca Guns n’ Roses, o que, depois deles, não é mais visto mundo afora com tamanha facilidade. Estádios continuam sendo lotados, mas principalmente por nomes já consagrados como os citados Stones, Madonna e U2, não vemos mais bandas recentes com a mesma fama e poder de mídia que acompanhou o Guns em sua trajetória e acredito que Appetite for Destruction tem uma parcela enorme de colaboração em toda essa história. Um disco clássico, intensamente tocado em rádios, bares, por bandas covers e afins, com um repertório irrepreensível para aqueles que apreciam o bom e velho hard rock / heavy metal (berço no qual me criei). Nesse disco a banda desfila clássico após clássico, um verdadeiro petardo, lá estão, por exemplo, Welcome to the Jungle, Mr Brownstone, Paradise City, My Michelle, Nightrain, It’s So Easy,  Sweet Child O’Mine e Rocket Queen (onde reza a lenda que os gemidos que podem ser ouvidos no meio da música foram gravados à escondida por Axl durante uma “festinha particular” no estúdio), entre outras. Appetite for Destruction – um clássico absoluto! Ouça no Volume Máximo!

 

Marcelo  

Autor: mjs18@ig.com.br - Categoria(s): Discoteca Básica, Música Tags:


6 comentários para “”

  1. Apesar de não conhecer muito das histórias de bandas de rock, concordo com você que o Guns n’ Roses foi a última grande banda que surgiu na música. Belo texto, Marcelo. Parabéns!

  2. loriva disse:

    Desencavou heim marcelão,
    Realmente se por um longo tempo da minha vida eu fui rockeiro foi por causa do GUNS AND ROSES, TUDO COMEÇOU ALI, MAIS PRECISAMENTE NO RADIO.
    LEMBRO-ME QUE NÃO TINHA GRANA NEM PARA COMPRAR UM CASSETE NAS LOJAS E FICAVA LIGADO NAS RADIOS (NA ÉPOCA TRANSAMERICA E A RADIO ROCK) COM UMA FITINHA VIRGEM NO DEC LOUCO PARA TOCAR GNR PARA EU GRAVAR…. ATÉ QUE NUM BELO DIA EU PUDE COMPRAR UM LP DOS TITÃS, E LOGO EM SEGUIDA MINHA FITINHA DO GNR CONTENDO O APPETITE FOR DESTRUCTION. CARA QUANDO OUVI AQUILO FALEI: YES!! É DISSO QUE EU GOSTO!!! PASSEI MAIS DE UM ANO OUVINDO SOMENTE GNR E NO RADIO EU SINTONIZAVA SCORPIONS, GENESIS, METALLICA, PARALAMAS, LEGIAO, IRON E FINALMENTE OS RAMONES QUE ESTRAGARAM TUDO E PASSEI A OUVIR SOMENTE PUNK ROCK… RS… DEPOIS VOLTEI A OUVIR GOTHIC MUSIC POR CAUSA DE BANDAS PUNKS QUE VIRARAM GOTICAS E DEPOIS JÁ HOMEM COM OPINIÃO FORMADA PASSEI A OUVIR TUDO QUE FOSSE BOM AOS OUVIDOS NEH RS… MAS AINDA PENSO QUE O NIRVANA MECHEU TANTO QUANTO O GNR COM AS ESTRUTURAS DO ROCK.
    HOJE EM DIA O QUE OUÇO MAIS PARA O ESTILO SÃO O THIRD DAY E O CASTING CROWNS, PRO SINAL MUITO BOAS BANDAS DE ROCK CONTENDO LETRAS EXCELENTES.
    FORTE ABRAÇO.

  3. ieda thinara disse:

    Tudo de bom..gostei do bom gosto …
    Estou notando que a equipe está cada vez melhor,é sempre agradável passar por este espaço.

    Bom Dia.

    bjs

  4. O Guns N’ Eoses mandaram no mundo da música na virada dos anos 80 para os 90. Tinham todos os ingredientes para dominar o establishment. Além da época propiciar o ressurgimento do rock, eles tinham um vocalista sex symbol e encrenqueiro, uma dupla de guitarristas (Izzy e Slash) que se completavam e não rivalizavam, um baterista doidaço (Steven Adler) e principalmente, um punhado de excelentes canções de rock no seu primeiro álbum.
    Dominaram o mundo. Vi três vezes ao vivo.
    Excelente texto!

  5. Eu que sou mais novo do que todos os que comentaram, não vivi o frenesi acerca do Guns, nessa época estava mais preocupado em jogar futebol na rua e brincar de corrida, mas sou da geração viúvas de “Kurt Cobain”, então minha visão sobre o o GR é que eles fizeram boas músicas, já ouvi este disco com amigos várias vezes e mesmo não apreciando este gênero de rock, seria um imbecil se não reconhecesse isto, mas o que pixou a imagem deles pra minha geração fotram as atitudes dos membros da banda, principalmente a do vocalista, esta ia contra toda a simplicidade pregada pelo grunge, do qual muitas bandas não lotavam estágios porque não desejavam isto como meta artística.

  6. Márcio disse:

    Tive a sorte de acompanhar essa puta banda de Rock, ver ao vivo num final de semana memorável (chuva da porra) e de escutar todos seus grandes discos. Apesar de não ser meu preferido da banda, Appetite foi o que mais marcou, o que mais bebemos, o que mais escutamos. Tem um repertório de coleta e que causa inveja em muita bandinha por ai, não é pra qualquer um gravar um play como esse, os caras foram fodões mesmo, mas não podemos esquecer do Nirvana, que repetiu a dose um pouco depois!!Falar desse disco já é uma boa recordação e pra ouvir recomendo uma grande quantidade de CERVEJA pra ficar melhor ainda!!!!Basicão!

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