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28/09/2008 - 21:40

BIBLIOTECA NACIONAL DA CHINA novo prédio

Este monumental projeto é exclusivamente para livros em chinês das publicações permitidas.

A censura proíbe livros que falem sobre a repressão na Praça da Paz Celestial ou no Tibete, sobre a banida seita Falun Gong ou direitos humanos.
Livros que tratem de sexo e erotismo são proibidos e chamados de “poluição espiritual”. São os casos de obras que narram as aventuras sexuais de jovens chinesas, como “Shanghai baby”, “Beijing doll” ou “Candy”, e que viraram best-sellers no exterior.
No ano passado, a autora Zhang Yihe liderou uma campanha pela Internet, sem sucesso, pelo fim à censura de livros. Seus três livros, que contam o drama dos chineses durante a Revolução Cultural comunista (1966-1976), estão proibidos.
O Escritório Geral de Imprensa e Publicações é responsável pela censura e pode fechar editoras, depois de multar pela edição de livros “sensíveis”. A saída é a produção e distribuição clandestina de livros.

 

estima-se que 60% dos livros que circulam na China sejam piratas. Há 4 mil editoras clandestinas.

 

Para saber sobre a Biblioteca:

http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/  Raul Juste Lores, 33, correspondente da Folha em Pequim.

 

 

Autor: malatesta - Categoria(s): Sem categoria Tags:


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