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	<title>Shalom &#187; Not&iacute;cias</title>
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		<title>Autoridades indianas renunciam após atentados em Mumbai</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 22:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jairo.cp@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atentados]]></category>
		<category><![CDATA[Mumbaí]]></category>

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		<description><![CDATA[Patil assumiu a &#8216;responsabilidade moral&#8217; pelos atentados. O ministro do Interior indiano, Shivraj Patil, entregou neste domingo seu pedido de renúncia e assumiu a &#8220;responsabilidade moral&#8221; pelos atentados em Mumbai que deixaram cerca de 200 mortos.
O pedido foi aceito e ele foi substituído pelo ministro das Finanças, P. Chidambaram.
Além de Patil, o conselheiro de Segurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Patil assumiu a &#8216;responsabilidade moral&#8217; pelos atentados. O ministro do Interior indiano, Shivraj Patil, entregou neste domingo seu pedido de renúncia e assumiu a &#8220;responsabilidade moral&#8221; pelos atentados em Mumbai que deixaram cerca de 200 mortos.<br />
O pedido foi aceito e ele foi substituído pelo ministro das Finanças, P. Chidambaram.</p>
<div>Além de Patil, o conselheiro de Segurança Nacional, MK Narayanan, também pediu a renúncia neste domingo.</p>
<p>Ainda não se sabe o primeiro-ministro, Manmohan Singh, aceitou o pedido de Narayanan.</p>
<p>Segundo o correspondente da BBC em Nova Déli Sanjoy Majumder, a substituição de Patil deve ser o primeiro passo de uma extensa revisão do sistema de segurança e inteligência da Índia.</p>
<p>Pressionado para explicar porque não conseguiu impedir os atentados, o governo convocou um encontro multipartidário para discutir novas medidas antiterroristas, como a possível criação de uma agência especial e a adoção de leis mais rigorosas para combater o terrorismo.</p>
<p>Majumder afirma ainda que mais pedidos de renúncia podem acontecer nos próximos dias.</p>
<p>Paquistão</p>
<p>No sábado, as forças de segurança indianas mataram os últimos três atiradores que estavam no interior do prédio do hotel Taj Mahal Palace desde quarta-feira.</p>
<p>O vice-ministro do Interior indiano, Shakeel Ahmad, disse à BBC que quase todos os atiradores seriam paquistaneses treinados em uma ilha no Paquistão.</p>
<p>Ele disse ainda que houve uma falta de coordenação entre as autoridades federais e estaduais de Maharashtra na prevenção dos ataques em Mumbai.</p>
<p>Apesar da afirmação de Ahmad, o governo ainda não divulgou a identidade ou nacionalidade dos responsáveis pelo ataques. No entanto, os três dias de cerco contribuíram para um aumento da tensão entre a Índia e o Paquistão.</p>
<p>Islamabad nega qualquer envolvimento com os atentados e ofereceu apoio incondicional ao governo indiano nas investigações.</p>
<p>O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, disse que seu governo vai cooperar integralmente com a Índia e prometeu agir duramente se receber qualquer prova de envolvimento de grupos ou indivíduos paquistaneses nos atentados.</p>
<p>O ministro do Exterior paquistanês, Shah Mahmood Qureshi classificou os ataques de &#8220;bárbaros&#8221;. Segundo ele, as próximas 48 horas serão cruciais para avaliar em que nível pode chegar a tensão entre os dois países.</p>
<p>Um grupo até então desconhecido, o Deccan Mujahedin, reivindicou a autoria dos ataques &#8211; os piores na capital comercial da Índia desde que 200 pessoas foram mortas em uma série de explosões em 2006.</p>
<p>A maioria dos mortos e dos 295 feridos são cidadãos indianos, mas pelo menos 22 estrangeiros foram mortos, incluindo vítimas da Alemanha, Japão, Canadá, Austrália, Itália, Cingapura, Tailândia, França e Grã-Bretanha.</p>
<p>Fonte: BBCBrasil</p></div>
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		<title>Igrejas devem proclamar que Aids não é castigo de Deus</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jairo.cp@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>
		<category><![CDATA[Aids não seria castigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renato Cavallera
Ndungane concedeu entrevista coletiva, hoje, marco do 20º aniversário do Dia Mundial da Aids. A Onusida financia campanha que tem por meta tornar esse dia uma data de “solidariedade em relação a uma pandemia que causou mais de 25 milhões de mortes e que aflige 33 milhões de pessoas em todo mundo”.
Responsável pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Renato Cavallera</p>
<p>Ndungane concedeu entrevista coletiva, hoje, marco do 20º aniversário do Dia Mundial da Aids. A Onusida financia campanha que tem por meta tornar esse dia uma data de “solidariedade em relação a uma pandemia que causou mais de 25 milhões de mortes e que aflige 33 milhões de pessoas em todo mundo”.</p>
<p>Responsável pelo African Monitor, um organismo de desenvolvimento continental, Ndungange afirmou que a Aids “pode ser controlada e tratada, embora não tenha cura”.</p>
<p>O arcebispo anglicano convocou líderes religiosos a se comprometerem no trabalho para se atingir uma geração sem Aids, demonstrando cuidado e apoio amoroso para as pessoas infectadas.</p>
<p>Na avaliação de Ndungange, as lideranças religiosas devem elaborar e aplicar estratégias imaginativas com o intuito de combater o preconceito em torno do HIV, assegurando que as pessoas infectadas possam ter satisfeitas necessidades essenciais como a nutrição e a assistência médica. Ele ressaltou a importância de oferecer informações corretas para que as pessoas não-infectadas venham a contrair o vírus.</p>
<p>A dirigente da Aliança Ecumênica de Ação Mundial, organismo com sede em Genebra que defende a justiça em relação à alimentação e o comércio, Linda Hartke, disse que o 20º aniversário do Dia Mundial da Aids deve representar um momento para se fazer uma avaliação da resposta à pandemia baseada na fé.</p>
<p>A Aliança é integrada por organizações cristãs, entre as quais figura o Conselho Mundial de <a href="http://noticias.gospelmais.com.br/igrejas-devem-proclamar-que-aids-nao-e-castigo-de-deus.html#">Igrejas</a> (CMI), mas conta também com organismos de outras <a href="http://noticias.gospelmais.com.br/igrejas-devem-proclamar-que-aids-nao-e-castigo-de-deus.html#">religiões</a> entre os seus membros.</p>
<p>Em entrevista a Notícias Ecumênicas Internacionais, Hartke sustentou a possibilidade de que, através dos esforços de pessoas de fé de todo mundo, possa ser promovida uma resposta mundial concertada que faça retroceder a propagação do HIV e se consiga, inclusive, erradicar a Aids.</p>
<p>A dirigente da Aliança Ecumênica de Ação Mundial ressaltou os esforços de líderes religiosos que convivem com o HIV, ou que estão afetados pessoalmente pelo vírus, para a difusão de uma resposta eficaz baseada na fé. Segundo ela, esses religiosos elevaram suas vozes contra o estigma, a discriminação, as injustiças e a vulnerabilidade que fomentam sua propagação.</p>
<p>Há cerca de um mês, Hartke advertira que, a cada ano, milhões de pessoas contraem o vírus HIV. Além disso, “dois terços dos adultos e 85% das crianças precisam urgentemente de tratamento, situação que clama por uma liderança e uma ação eficaz e comprometida para conseguir o acesso universal aos meios de prevenção, tratamento, assistência e apoio”.</p>
<p>Hartke informou que aproximadamente 2,1 milhões de crianças menores de 15 anos vivem com o vírus da imunodeficiência humana, “mas continuam esquecidas em grande parte nos esforços mundiais e nacionais para enfrentar o vírus. Essa situação ocorre especialmente no que diz respeito ao acesso às provas de diagnóstico do HIV e aos medicamentos para tratá-lo, conhecidas como antirretrovirais. Atualmente, apenas 15% das crianças que precisam de tratamento contra o HIV têm acesso a ele”.</p>
<p>(*) O autor é redator chefe de Notícias Ecumênicas Internacionais (ENI).</p>
<p>Fonte: ALC</p>
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