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	<title>COTIDIANO &#187; POLÍTICA</title>
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	<description>Assuntos do dia-a-dia, atualidades, medicina, esporte e muito mais...</description>
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		<title>Depois Ciro, Marina vai à TV com jeitão de candidata</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 16:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite da próxima quinta-feira (10), vai ao ar, em cadeia de rádio e TV, a propaganda partidária do PV. Coisa de dez minutos.
A estrela da peça será a senadora Marina Silva (AC), que trocou três décadas de PT e a virtual reeleição ao Senado pela utopia presidencial.
A exposição eletrônica de Marina visa apressar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Na noite da próxima quinta-feira (10), vai ao ar, em cadeia de rádio e TV, a propaganda partidária do PV. Coisa de dez minutos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A estrela da peça será a senadora Marina Silva (AC), que trocou três décadas de PT e a virtual reeleição ao Senado pela utopia presidencial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A exposição eletrônica de Marina visa apressar o amadurecimento de uma candidatura que, por verde, reclama superexposição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A senadora vai à TV nas pegadas de Ciro Gomes, exibido pelo PSB, na última quinta (3), também com cara de candidato ao Planalto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Marina e Ciro conspurcam a estratégia de Lula, que idealizara uma disputa de round único entre a candidata oficial, Dilma Rousseff, e o rival tucano, José Serra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Com quatro candidatos no páreo, o nome do sucessor –ou sucessora— de Lula só será conhecido no segundo turno.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">FONTE: Josias</span></p>
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		<title>O favorito e o lanterna dos paulistas para o Senado</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 16:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: “Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: “Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma eleição tranquila (e se for candidato, pois a meta de Alckmin é voltar ao governo). Alcançaria 39% dos votos como primeira opção e 24% como segunda. Em seguida, iriam Aloizio Mercadante (20% e 17%), Romeu Tuma (12% e 27%), Orestes Quércia (8% e 18%). Na lanterna ficou Protógenes Queiroz, que seria a primeira opção para apenas 1% dos eleitores e a segunda para 3%.</span></p>
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		<title>1/3 dos senadores é alvo de inquérito ou ação na Justiça</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 13:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Um terço dos senadores brasileiros é alvo de inquéritos, ações penais no STF (Supremo Tribunal Federal) ou acusações de irregularidades eleitorais ou cíveis, informa reportagem de Fernando Barros de Mello e Pedro Dias Leite, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). 
 
Segundo a reportagem, dados de diversos tribunais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Um terço dos senadores brasileiros é alvo de inquéritos, ações penais no STF (Supremo Tribunal Federal) ou acusações de irregularidades eleitorais ou cíveis, informa reportagem de Fernando Barros de Mello e Pedro Dias Leite, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Segundo a reportagem, dados de diversos tribunais do país apontam que 27 dos 81 senadores do país enfrentam algum caso na Justiça. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">O cálculo não leva em conta litígios de natureza particular ou movidos apenas por adversários políticos. A revelação ocorre num momento em que o Senado enfrenta uma das piores crises de sua história, na esteira de uma série de denúncias contra seu presidente, o senador José Sarney (PMDB-AP). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Dos 27 senadores com ocorrências na Justiça, 10 são da oposição e 17 da base aliada. O partido com maior número de senadores citados na Justiça é o PMDB, 8 de uma bancada de 19 congressistas (42%). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Do total de senadores com ocorrências na Justiça, cinco são suplentes que assumiram o cargo com a saída do titular. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Os senadores ouvidos pela Folha negam as acusações levantadas em processos ou investigações judiciais.</span></span></p>
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		<title>Petrobras não pode ser instrumento político, afirma Agripino</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 21:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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O Democratas não vai apoiar qualquer investigação que prejudique a Petrobras como empresa, assegurou o líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), durante a instalação da CPI, na terça-feira (14). “Na CPI, os democratas terão o cuidado de não estimular suspeitas que possam perturbar a empresa como empresa, mas a Petrobras não pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/agripino.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1213" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/agripino.jpg" alt="Senador José Agripino Maia - Lder DEM" width="220" height="149" /></a> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">O Democratas não vai apoiar qualquer investigação que prejudique a Petrobras como empresa, assegurou o líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), durante a instalação da CPI, na terça-feira (14). “Na CPI, os democratas terão o cuidado de não estimular suspeitas que possam perturbar a empresa como empresa, mas a Petrobras não pode ser um instrumento político do governo”, assegurou. Recém-eleitos os dirigentes da CPI, a presidência será ocupada pelo senador João Pedro (PT-AM), e a vice pelo senador Marcelo Crivela (PR-RJ). A relatoria está com o senador Romero Jucá (PMDB- RR). Agripino lembrou que a própria empresa e a população serão os maiores beneficiados com a comissão parlamentar de inquérito. </span></span></span></p>
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		<title>Atos beneficiaram membros de Conselho de Ética do Senado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 12:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Quatro dos 15 senadores do Conselho de Ética do Senado tiveram assessores nomeados ou exonerados por atos secretos. O órgão foi instalado para julgar o presidente do Casa, José Sarney (PMDB-AP), entre outras denúncias, pela edição dessas medidas não publicadas, informa reportagem da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). 
A eleição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/conseetica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1210" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/conseetica.jpg" alt="" width="297" height="295" /></a><span style="font-family: Arial, sans-serif">Quatro dos 15 senadores do Conselho de Ética do Senado tiveram assessores nomeados ou exonerados por atos secretos. O órgão foi instalado para julgar o presidente do Casa, José Sarney (PMDB-AP), entre outras denúncias, pela edição dessas medidas não publicadas, informa reportagem da <strong>Folha</strong> (</span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1707200913.htm"><span style="font-family: Arial, sans-serif">íntegra disponível</span></a><span style="font-family: Arial, sans-serif"> para assinantes do UOL e do jornal). </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">A eleição dos integrantes do Conselho de Ética foi feita em plenário na terça-feira sem contestações. Anteontem, foi escolhido o presidente do colegiado, Paulo Duque (PMDB-RJ), que já disse considerar os atos secretos &#8220;uma bobagem inventada por alguém&#8221;. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Os quatro senadores do conselho beneficiados por atos secreto são: Demóstenes Torres (DEM-GO), Almeida Lima (PMDB-SE), Delcídio Amaral (PT-MS) e Ideli Salvatti (PT-SC). Esses dois últimos são suplentes, mas ocupam atualmente as vagas dos titulares Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e João Ribeiro (PR-TO), que renunciaram. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Os senadores dizem não ter responsabilidade pelos atos não publicados. &#8220;Todos os senadores foram afetados por atos secretos. Uma vez que foram criados cargos em gabinetes e reajustada a verba indenizatória&#8221;, afirmou Demóstenes. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><strong>Anulação</strong> </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Começou a valer nesta quinta-feira a </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u595812.shtml"><span style="font-family: Arial, sans-serif">anulação dos 663 atos</span></a><span style="font-family: Arial, sans-serif"> mantidos sob sigilo no Senado nos últimos 14 anos, publicada no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; por meio de medida administrativa. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Assinado pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o ato torna sem efeito as deliberações que não ganharam publicidade oficial e determina a elaboração de um relatório em 30 dias com um levantamento mostrando como será realizado o ressarcimento dos atos que geraram custos irregulares ao Senado. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Apesar de a medida estabelecer que os efeitos serão imediatos a partir da publicação, segundo a Advocacia Geral do Senado, apenas serão providenciadas as exonerações de servidores contratados por atos secretos. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Segundo reportagem da <strong>Folha</strong>, cerca de 200 servidores nomeados por ato secreto deverão ser exonerados do Senado. </span></p>
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		<title>Lula fecha olhos para escândalos quando lhe convém, diz &#8216;Economist&#8217;</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 11:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[O revista britânica The Economist diz na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira que os escândalos do Senado brasileiro são um lembrete das falhas cometidas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da &#8220;disposição de Lula em fechar os olhos para escândalos quando lhe convém&#8221;. 
 
O artigo é intitulado &#8220;Casa dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O revista britânica The Economist diz na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira que os escândalos do Senado brasileiro são um lembrete das falhas cometidas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da &#8220;disposição de Lula em fechar os olhos para escândalos quando lhe convém&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O artigo é intitulado &#8220;Casa dos Horrores&#8221;, em uma referência ao Senado, &#8220;que tem 81 membros mas, de algum modo, requer quase 10 mil funcionários para cuidar deles&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Muitos dos funcionários da Casa, segundo a revista, &#8220;foram apontados como favores a amigos dos senadores ou simpatizantes políticos&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A revista comenta a pressão sobre o presidente do Senado, José Sarney, por conta do escândalo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Sarney é aliado de Lula, afirma o artigo, e o presidente estaria interessado no apoio do PMDB &#8211; Partido de Sarney &#8211; para a provável candidatura de Dilma Rousseff pelo PT. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">&#8220;Muitos senadores, de todo o espectro político, cometeram erros. Quando o líder do opositor PSDB foi passear em Paris, por exemplo, o Senado pagou a conta do hotel. (Ele diz que foi um &#8216;empréstimo&#8217;). Então parece injusto que Sarney seja o único pressionado a renunciar&#8221;, diz a Economist. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">&#8220;Mas ele também não pode se dizer ignorante sobre o que se passava no Senado. Este é seu terceiro mandato como presidente. Durante um período anterior, ele apontou Agaciel Maia (chefe da administração do Senado) para sua lucrativa posição.&#8221; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O artigo ainda comenta outros deslizes de José Sarney, mas afirma que ele é &#8220;um sobrevivente&#8221; e &#8220;provavelmente vai manter seu posto&#8221;, justamente por ainda ter poder dentro do PMDB e ser aliado de Lula. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">&#8220;Lula disse que Sarney merece mais respeito e culpou a imprensa por inflar o escândalo. Mas no momento em que a economia está apenas emergindo de uma recessão, a saga dos &#8216;atos secretos&#8217; lembra os brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a si mesmos&#8221;, afirma a Economist.</span></p>
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		<title>ROSALBA DEFENDE VERBAS DO FGTS E FUNDEB PARA CRECHES</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 10:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[A senadora Rosalba Ciarlini apresenta nesta quarta-feira na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) parecer favorável ao projeto de autoria da senadora Patrícia Saboya, que cria o Programa Nacional de Educação Infantil para a Expansão da Rede Física (PRONEI). O programa dispõe sobre financiamento para construir e equipar unidades de ensino infantil. Pelo projeto seriam utilizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/rosalba_ciarlini.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1181" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/07/rosalba_ciarlini.jpg" alt="Senadora Rosalba Ciarlini" width="400" height="274" /></a>A senadora Rosalba Ciarlini apresenta nesta quarta-feira na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) parecer favorável ao projeto de autoria da senadora Patrícia Saboya, que cria o Programa Nacional de Educação Infantil para a Expansão da Rede Física (PRONEI). O programa dispõe sobre financiamento para construir e equipar unidades de ensino infantil. Pelo projeto seriam utilizadas verbas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento e de Valorização dos profissionais de Educação Básica (FUNDEB).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Rosalba argumenta que o acesso a esses recursos permitirá que sejam construídas e equipadas novas unidades de ensino infantil para atendimento as crianças com idade entre seis meses e seis anos incompletos, aumentando a oferta de vagas. “Estudos especializados mostram que o acesso à educação infantil garante um melhor desempenho acadêmico nas etapas subseqüentes e até no exercício profissional”, lembra a senadora. A parlamentar acrescenta que é justamente na educação infantil, mas precisamente na oferta de vagas em creches, que o Plano Nacional de Educação (PNE) enfrenta as maiores dificuldades para o cumprimento das metas estabelecidas em 2001 e que vão até 2010.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"><span>         </span>Antes de chegar a CAS, o projeto passou pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se for aprovada, a proposta segue para a Comissão de Educação (CE), onde terá decisão terminativa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"><span>           </span>Outro relatório de Rosalba que será votado nesta quarta-feira é favorável também ao projeto que torna obrigatória a construção de creches nos conjuntos habitacionais destinados a população de baixa renda, financiados por recursos públicos. O projeto da senadora Marisa Serrano altera o Estatuto das Cidades.</span></span></p>
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		<title>Senado rejeita indicados para vaga no CNMP</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 11:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plenário do Senado rejeitou, nesta terça-feira (30/6), os nomes do procurador da República Nicolau Dino e do promotor de Justiça Diaulas Costa Ribeiro indicados pela Procuradoria-Geral da República para assumir uma cadeira no Conselho Nacional do Ministério Público. Na votação do nome de Dino, foram 31 votos contrários à nomeação e 22 favoráveis. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">O Plenário do Senado rejeitou, nesta terça-feira (30/6), os nomes do procurador da República Nicolau Dino e do promotor de Justiça Diaulas Costa Ribeiro indicados pela Procuradoria-Geral da República para assumir uma cadeira no Conselho Nacional do Ministério Público. Na votação do nome de Dino, foram 31 votos contrários à nomeação e 22 favoráveis. O CNMP é composto por 14 membros, incluindo o procurador-geral da República, que é presidente e membro nato.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">O senador Demóstenes Torres (DEM-PI) lamentou a rejeição do nome de Nicolau Dino e afirmou que a rejeição foi um protesto dos senadores contra a atuação de alguns procuradores do Ministério Público. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse que não há nada que desabone Nicolao Dino e sugeriu que a votação anterior fosse anulada e a indicação fosse novamente colocada em análise.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Na votação contra o nome de Costa Ribeiro, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), também sugeriu um novo pleito. Os senadores Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Flávio Arns (PT-PR) ficaram preocupados com a sugestão e alertaram para o precedente de repetir votações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Os líderes chegaram a assinar um requerimento para que as votações fossem repetidas, mas como não houve acordo em Plenário, a Ordem do Dia foi encerrada e a continuidade das votações foi transferida para essa quarta-feira (1º/7). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Dejá Vu</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Em maio de 2005, o Plenário do Senado aprovou por 48 votos a favor e sete contra o nome do advogado Alexandre de Moraes, ex-secretário de Justiça do Estado de São Paulo e ex-presidente da Febem, para integrar o Conselho Nacional de Justiça. O nome de Moraes, que hoje é secretário de Transportes de São Paulo, havia sido rejeitado uma semana antes, por 39 votos contra 16, em tumultuada sessão na casa. Os nomes indicados ao CNJ precisam contar com a aprovação de, no mínimo, 41 senadores, ou seja, três quintos dos integrantes da casa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">O reexame da indicação de Moraes foi possível em virtude de manobra regimental provocada por proposta do senador Romeu Tuma, naquela época do PFL-SP. Hoje, ele é senador pelo PTB-SP. Os senadores votaram as indicações do CNJ em dois ambientes: no Plenário e no café dos senadores que fica ao lado. Nas votações de Plenário, o quorum atingido foi de 57 presenças, enquanto que nas urnas, no salão ao lado, o quorum alcançou 72 senadores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">A manobra regimental foi aceita pela maioria dos líderes da casa, inclusive pelo líder do governo, o senador Aloísio Mercadante (PT-SP). Todos aceitaram o artifício com o objetivo de reparar a crise que resultou da rejeição. “Há um sentimento na casa de que o doutor Alexandre foi injustiçado”, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que no dia da rejeição presidia a Mesa. Com informações da Agência Senado.</span></span></p>
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		<title>Agripino: Democratas obstruem a pauta até que CPI seja instalada</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 13:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso a CPI da Petrobras não seja instalada na próxima semana, o Democratas vai obstruir a pauta de votações no Senado até que os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito sejam iniciados. O anúncio foi dado pelo líder do partido José Agripino (RN). Segundo o parlamentar, a CPI da Petrobras deixou de ser uma necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;text-align: justify"><span style="font-size: 12pt;font-family:">Caso a CPI da Petrobras não seja instalada na próxima semana, o Democratas vai obstruir a pauta de votações no Senado até que os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito sejam iniciados. O anúncio foi dado pelo líder do partido José Agripino (RN). Segundo o parlamentar, a CPI da Petrobras deixou de ser uma necessidade para se tornar uma imposição da sociedade brasileira. “Enquanto a CPI da Petrobras não for instalada, a obstrução por parte do meu partido estará colocada e desde já anunciada”, assegurou Agripino. Por desentendimento da base governista – que não quer investigar a Petrobras &#8211; a instalação foi adiada por duas vezes. “Daqui a pouco o Senado entrará em nova fase de descrédito porque não foi capaz de instalar um processo de investigação que a sociedade reclama”, afirma.</span></p>
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		<title>Serviço militar pode deixar de ser obrigatório</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 20:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Relator da matéria, o deputado Efraim Filho (PB) acredita que é inconstitucional manter o serviço militar obrigatório somente para homens, já que a Constituição Federal prevê a não-discriminação por sexo. &#8220;É um tema polêmico, conflitante, que acaba ultrapassando as fronteiras da mera legalidade para também se discutir a cidadania e o mérito da matéria, já que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Relator da matéria, o deputado Efraim Filho (PB) acredita que é inconstitucional manter o serviço militar obrigatório somente para homens, já que a Constituição Federal prevê a não-discriminação por sexo. &#8220;É um tema polêmico, conflitante, que acaba ultrapassando as fronteiras da mera legalidade para também se discutir a cidadania e o mérito da matéria, já que o serviço militar é um patrimônio do País.&#8221; Para Efraim as Forças Armadas não sofrerão se a proposta for aprovada pelo Congresso Nacional. O deputado acredita que não vai faltar quem se aliste, e que as Forças Armadas vão ganhar pessoas mais qualificadas. A matéria deverá ser analisada agora por comissão especial e, depois, pelo plenário.</span></span></span></p>
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