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	<title>COTIDIANO &#187; MOTOCICLISMO</title>
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	<description>Assuntos do dia-a-dia, atualidades, medicina, esporte e muito mais...</description>
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		<title>Honda Fury é custom para quem quer chamar a atenção</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 13:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MOTOCICLISMO]]></category>

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A linha de motos custom da Honda no exterior sempre nos fazem lembrar das pacatas e &#8220;caretas&#8221; linhas Shadow e VTX. Dessa vez, a empresa decidiu radicalizar, tanto no visual como na apresentação. O aviso de lançamento veio através de vídeos (teasers) na Internet, que indicavam a data e o local, 16 de janeiro, durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/honda_fury_570.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-731" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/honda_fury_570.jpg" alt="" width="500" height="364" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">A linha de motos custom da Honda no exterior sempre nos fazem lembrar das pacatas e &#8220;caretas&#8221; linhas Shadow e VTX. Dessa vez, a empresa decidiu radicalizar, tanto no visual como na apresentação. O aviso de lançamento veio através de vídeos (teasers) na Internet, que indicavam a data e o local, 16 de janeiro, durante o Salão de Motocicletas de Nova York. No dia marcado, a Fury causou admiração por conta de seus design invejável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">É UMA HONDA?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">No mais puro estilo chopper, a novidade da Honda esbanja modernidade e agressividade, algo nunca visto em sua linha de motos custom. Como a própria Honda diz sobre a moto: é o lado selvagem da marca. Realmente, há quem olhe para a Fury e ache que a moto foi feita por um personalizador, tamanha a sensação de exclusividade. Longa e baixa, com banco a apenas 67 centímetros do solo, a moto exibe a parte traseira no estilo hardtail. Na dianteira, destaca-se um longo garfo dianteiro, guidão plano e diversos cromados. O motorzão em V de 1312 cm³ &#8212; derivado de outra custom da marca, a VTX 1300 &#8212; também salta aos olhos, assim como as duas belas ponteiras de escape. Porém, nenhum dado de potência ou desempenho foi divulgado. A distância entre-eixos também impressiona: com 1800 milímetros, é a moto com o maior entre-eixos já produzida pela marca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Modernidade também é vista na lanterna traseira, iluminada por leds. Os pneus geram certo contraste, pois a roda traseira recebe um pneuzão de 200 milímetros aro 18, enquanto na dianteira o pneu é um 90/90 aro 21. As belas rodas de liga leve complementam o visual agressivo da Fury. Trata-se de uma moto de encher os olhos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">APARECIDA</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Esqueça qualquer vínculo da Fury com uma chopper tradicional ou com uma custom apta a realizar grandes viagens. Seu tanque, com pouco mais de 12 litros, que não proporciona uma boa autonomia, e o grande ângulo de cáster (38º) não encorajam uma aventura. É uma moto para passeio e para aparecer no meio da multidão, apesar dos 300 quilos de peso, quando devidamente abastecida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">A garupa também não terá uma boa recepção na Fury &#8212; basta olhar o pequeno assento para quem acompanha o piloto. A Honda, de toda forma, disponibiliza como acessório o encosto para garupa, assim como para-brisa e bancos personalizados para ambos os ocupantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Inicialmente, a Fury estará disponível somente no mercado americano. Na terra do Tio Sam, ela deverá encarar concorrentes de peso como a Harley-Davidson Rocker e a Yamaha Raider, embora ambas tenham motores maiores que o da nova Honda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">fonte: UOL CARROS</span></p>
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		<title>Indian Motorcycle retorna ao mercado com a lendária Chief</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 12:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[MOTOCICLISMO]]></category>

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Quem frequenta encontros de motos clássicas já ouviu falar da marca norte-americana Indian, mas poucas e raras unidades são vistas rodando no Brasil. Já nos Estados Unidos, a Indian é tão famosa e lendária como a rival Harley-Davidson. Agora os fãs dessa centenária marca podem comemorar o retorno da fabricação deste sonho americano que começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/indian_chief_570.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-729" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/indian_chief_570.jpg" alt="" width="500" height="308" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Quem frequenta encontros de motos clássicas já ouviu falar da marca norte-americana Indian, mas poucas e raras unidades são vistas rodando no Brasil. Já nos Estados Unidos, a Indian é tão famosa e lendária como a rival Harley-Davidson. Agora os fãs dessa centenária marca podem comemorar o retorno da fabricação deste sonho americano que começou em 1901. O curioso da história é que, em 1906, a Indian foi equipada com o primeiro motor V2 fabricado nos Estados Unidos, algo que muita gente acha ter sido proeza da Harley-Davidson.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Em seu retorno ao mercado americano, a marca &#8220;ressuscitou&#8221; o modelo Chief, criado em 1922. A versão atual mantém a tradição do motor de dois cilindros em V acionado por varetas, com 1720 cm³, que gera mais de 13 kgfm de torque para empurrar os 350 quilos (em ordem de marcha) da versão Standard. A transmissão é feita por correia dentada, como manda o estilo custom. O visual é retrô e a Chief está disponível em quatro versões &#8212; as diferenças entre elas estão nos pneus, que podem ter faixa branca, nas malas laterais e no formato do para-lama dianteiro. Mas, todas utilizam modernos freios da grife Brembo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">ANTERIOR À HARLEY</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">A história da marca começa em 1901, quando o ciclista George Holder construiu uma espécie de bicicleta motorizada. Ao ver o experimento, o engenheiro Carl Oscar Hedstrom resolver se associar a Holder e, juntos, começaram a produzir motos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Com o sucesso de vendas das primeiras unidades, os dois rapazes se empolgaram e seguiram adiante na fabricação de motocicletas. Além de disso, a Indian começa a participar de competições ao redor do mundo, incluindo a famosa Tourist Trophy, na ilha de Man, no Reino Unido. Na prova, realizada em 1912, os três primeiros lugares foram ocupados por motocicletas Indian.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">TEMPOS DIFÍCEIS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">No período da 1ª Guerra a empresa sofreu sérios problemas financeiros. A saída dos fundadores, e o abandono das competições em 1916 também contribuíram para que a Indian chegasse perto da falência, mas as motocicletas da marca continuaram saindo da linha de produção. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Um de seus modelos consagrados nas pistas e também nas ruas foi a Scout. Criada em 1919, a motocicleta usava um motor V2 com cilindradas que variavam entre 600 e 1200 cm³. Esta família se manteve em linha de produção por mais de dez anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Em 1927 surgiu uma nova motorização para as Indian: um quatro cilindros em linha, montado longitudinalmente. Batizada de Indian Four, a moto utilizava propulsor de 1265 cm³. O modelo seguiu em produção até 1942. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Durante a primeira metade do século 20, a marca também serviu às autoridades. As motos Indian foram escolhidas para formar o primeiro batalhão policial de Nova Iorque, em 1907, e nos anos de guerra foram produzidos modelos para uso militar e policial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">As décadas de 40 e 50 foram críticas para a Indian. As vendas começaram a despencar e a montadora foi obrigada a parar a produção de suas motocicletas em 1953.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">fonte: UOL CARROS</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Versátil, linha Yamaha XTZ 250 agora atende às regras antipoluição</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 12:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MOTOCICLISMO]]></category>

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Com um pouco de atraso, em função da queda nas vendas no último trimestre de 2008, a Yamaha lança somente agora, em fevereiro, os modelos 2009 de sua linha XTZ 250, a trail Lander e a supermotard X. Para fazer com que os novos modelos poluam menos e se adequem ao Promot 3, a Yamaha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/yamaha1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-727" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/yamaha1-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Com um pouco de atraso, em função da queda nas vendas no último trimestre de 2008, a Yamaha lança somente agora, em fevereiro, os modelos 2009 de sua linha XTZ 250, a trail Lander e a supermotard X. Para fazer com que os novos modelos poluam menos e se adequem ao Promot 3, a Yamaha instalou em ambos novo catalisador e uma sonda Lambda, que monitora o sistema de injeção de combustível e a saída de gases do escapamento, corrigindo eventuais falhas. Já no visual, novos grafismos e uma cor vermelha mais viva e atraente para a Lander, e a nova cor laranja, somando-se à preta mais sóbria, para a XTZ 250 X.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">DESEMPENHO PARELHO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Tanto a Lander quanto a 250 X são equipadas com o mesmo monocilíndrico de 249 cm³, duas válvulas, comando simples no cabeçote (SOHC), com refrigeração mista (ar e radiador de óleo). Alimentado por injeção eletrônica de combustível, gera 20,8 cavalos de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo de 2,09 kgfm a 6.500 rpm nesse modelo 2009. A redução de desempenho em relação ao modelo 2008 (que tinha 21 cv e 2,1 kgfm) é imperceptível na prática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">O propulsor tem desempenho bastante satisfatório para sua capacidade e o sistema de injeção eletrônica garante um funcionamento bastante linear. Em conjunto com o câmbio de cinco velocidades aproveita-se melhor o torque disponível &#8212; exigindo menos trocas de marchas, tanto em subidas como em ultrapassagens na estrada. Alguns motociclistas criticam a opção da Yamaha em não equipar seus modelos 250 cc com seis marchas. Mas, seja no uso em cidade ou em estradas, a sexta marcha não chega a fazer falta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Outra vantagem desse propulsor injetado é sua economia de combustível &#8212; respeitando-se o limite de giros do motor, chegamos a percorrer 35 km com um litro de gasolina. Por outro lado, se girarmos o acelerador com vontade, esticando as marchas, ou rodando em estradas a velocidade de 120 km/h, o consumo pode cair para 27 km/l. Detalhe importante, mas que não vai ajudar em nada na hora de escolher a sua: o consumo independe do modelo. Seja na Lander ou na X o que conta mesmo é a maneira de pilotar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">NA CICLÍSTICA, A DIFERENÇA</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Se no quesito desempenho e consumo, a trail e a supermotard de 250 cc da Yamaha são semelhantes, o conjunto ciclístico guarda as grandes diferenças, que podem influenciar na escolha. Ambas compartilharem o mesmo quadro &#8212; berço duplo em aço &#8212; e o mesmo conjunto de suspensões &#8212; garfo telescópico, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira &#8211;, mas as rodas de tamanhos diferentes e os pneus distintos alteram bastante a pilotagem e denunciam a proposta diferente de cada uma delas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">A Lander tem rodas de ferro, aro 21 polegadas na frente e 18 atrás como grande parte das motos trails, calçadas com pneus Metzeler Enduro 3 de uso misto. Já a XTZ 250 X usa rodas de alumínio aro 17, na dianteira e na traseira, ambas equipadas com pneus Pirelli Sport Demon, que tem perfil mais esportivo, característica dos modelos supermotard.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">As rodas e pneus diferentes mudam completamente a proposta de cada um dos modelos. A trail é mais versátil: enfrenta tanto as imperfeições do asfalto da cidade, como percorre com segurança estradas de terra com buracos e poças. Enquanto isso a supermotard tenta reunir o melhor de dois mundos, street e trail. Como tem os mesmos cursos das suspensões que a Lander &#8212; 240 mm na frente, 220 mm atrás&#8211;, também ultrapassa valetas e lombadas urbanas sem problemas, mas enfrenta certa dificuldade em estradas de terra muito esburacadas, em função de suas rodas menores. Os pneus de desenho mais urbano também dificultam a pilotagem na terra, pois estão mais sujeitos à escapadas em curvas ou frenagens.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: Arial">Por outro lado, no cenário asfaltado, a X esbanja agilidade para cima da Lander. Suas rodas menores facilitam as mudanças bruscas de direção e permitem ao piloto contornar curvas com mais facilidade. Atividade dificultada pelo aro 21 na dianteira da trail, que exige mais esforço do piloto para deitar a moto em curvas fechadas.</span></p>
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