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10/08/2009 -  11:16     

Equipamentos de informática deverão atender a requisitos ambientais

Computadores, componentes de computador e equipamentos de informática em geral, importados, produzidos ou comercializados no Brasil, poderão ser obrigados a atender requisitos ambientais e de eficiência energética. A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) analisará na próxima terça-feira (11) a proposta (PLS 173/09) do senador João Tenório (PSDB-AL) que estabelece prazo de dois anos para a indústria se adaptar às novas exigências.

 

O projeto também estabelece os níveis máximos de minérios, como chumbo, e substâncias químicas presentes nos equipamentos. A eficiência energética não poderá ser inferior a 80% e os computadores deverão conter partes e componentes passíveis de reciclagem em porcentagem não inferior a 95% em peso. Essas exigências, de acordo com o projeto, não se aplicam aos produtos destinados exclusivamente à exportação.

 

O relator da matéria, senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), assinala em seu voto que, a partir da popularização dos computadores, problemas antes ignorados ganharam escala, bem como o ciclo de obsolescência desses equipamentos se tornou cada vez mais rápido devido ao avanço tecnológico do setor.

 

“Três das questões mais importantes dizem respeito à presença de produtos perigosos ao consumo e ao desperdício de energia e à possibilidade de reciclagem de partes e componentes”, observa. Muitas das substâncias químicas utilizadas na fabricação de eletroeletrônicos, como chumbo, mercúrio, cromo, cádmio e PVC, são “altamente deletérias para a saúde humana e o meio ambiente”, acrescenta. Quando descartadas de forma inadequada podem contaminar solos, rios e lençóis freáticos, com efeitos de bioacumulação pelos organismos vivos, carcinogênicos e teratogênicos, intoxicações crônicas e graves lesões nos diversos sistemas corpóreos.

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16/07/2009 -  18:14     

Cadela adota filhotes de leão

Cadela amamenta filhotes de leão

Filhotes de leão são amamentados por cadela no Safari Park, em Hefei, na província de Anhui. Os três animais foram adotados pela cadela depois de serem abandonados pela mãe biológica. Usar cachorros para criar animais selvagens recém-nascidos é uma prática comum nos zoológicos chineses.

 

 

Ps.: Depois que os filhotes ficam adultos, comem a mãe no jantar….

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16/07/2009 -  17:59     

Meio Ambiente…

Modelos tomando banho

Modelos tomam banho em rua de Frankfurt durante protesto da ONG Peta. As ativistas ficaram cobertas por um cartaz que alertava para a grande quantidade de água necessária para a produção de carne. A peça trazia as mensagens “lave sua consciência: vire vegetariano” e “1kg de carne = 15,5 mil litros de água”.

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16/06/2009 -  16:29     

Empresa que protege o meio ambiente poderá ter vantagem em licitação

Com a finalidade de premiar as empresas que respeitam o meio ambiente, a Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) aprovou proposta para incluir, na Lei das Licitações, a certificação de empresa por boas práticas ambientais como critério de desempate em processo de licitação da administração pública.

 

Pelo PLS 366/2008, de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), as empresas certificadas pela adoção de práticas ambientalmente sustentáveis poderão ter prioridade na contratação de serviços ou aquisição de bens, quando houver empresas em igualdade de condições em licitações públicas.

 

Em seu parecer favorável, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) argumenta que o poder público possui grande papel indutor de negócios. Por isso, se produtos ambientalmente corretos ou serviços executados com responsabilidade ambiental forem privilegiados nas licitações públicas, observa ela, a adoção de práticas compatíveis com o desenvolvimento sustentado terão grande incentivo no Brasil.

 

A matéria segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será votada em decisão terminativa.

 

fonte: Agência Senado

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27/05/2009 -  21:20     

Onde podemos encontrar a Mata Atlântica e como preservá-la?

Para falar da Mata Atlântica, primeiro é preciso entender o que ela é. Segundo explica Carolina Mathias, engenheira florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, “podemos defini-la como um bioma com vários ecossistemas, que tem desde mangue até floresta tropical”. Ou seja, a Mata Atlântica não é apenas aquela floresta atlântica que se vê perto do litoral, mas um bioma ou uma junção de ecossistemas com características comuns e com processos ecológicos que se interligam. Nesse caso, essas características seriam, além da ocorrência geográfica, a proximidade com o litoral e as formações florestais em um contínuo, que se estende até o serrado, a caatinga ou os campos. “Outro ponto importante é que a Mata Atlântica tem árvores grandes e de dossel contínuo, ou seja, com copas que se tocam”, diz Carolina Mathias. Esse bioma ainda tem mais de 22 mil espécies, quase nove mil delas endêmicas (que só existem nesse bioma), superando a biodiversidade da Amazônia. Infelizmente, 383 desses animais e plantas estão ameaçados de extinção. A extensão territorial da Mata Atlântica também impressiona – vai desde o Rio Grande do Sul até o Piauí, cobrindo 17 estados. Originalmente, ela compunha 15% do território brasileiro, mas hoje só restam 7% desse bioma.

 

Hoje, a Mata Atlântica ainda pode ser encontrada em quase todo o país (menos no Mato Grosso, Maranhão e Região Norte), mas em pequena quantidade. A maior concentração está no Vale do Ribeira, em São Paulo. Ao todo, existem 860 unidades de conservação da Mata Atlântica no Brasil, que vão de pequenos sítios até parques estaduais. Muitos desses parques são abertos à visitação e podem ser uma boa forma de conscientizar os alunos da importância de preservar o meio-ambiente. Beatriz Siqueira, coordenador do projeto Mata Atlântica vai à Escola da Fundação SOS Mata Atlântica, conta que existem vários projetos em andamento para tentar salvar o que ainda resta do bioma. “O que está sendo feito hoje são ações de restauração e replantio de árvores que compõem a flora original da mata. Também estão sendo criadas muitas áreas de conservação, principalmente em propriedades particulares”, diz. A ecóloga ainda explica que cada um de nós pode ajudar a manter a floresta em pé com ações do dia-a-dia, como economizar água, energia elétrica e diminuir a poluição. “Se cada um de nós gastar menos energia, por exemplo, vamos precisar de menos hidrelétricas, o que ajuda a manter a mata. Pois para construir uma usina é preciso desmatar e inundar uma grande área de floresta”, diz Beatriz. Preservar a Mata Atlântica ainda pode ajudar a diminuir o aquecimento global. Isso porque, além da floresta ser responsável por absorver carbono, é muito comum no Brasil fazer queimadas para transformar a mata em área de agropecuária. E esse tipo de ação é o principal responsável pelas emissões de carbono no nosso país. Por outro lado, o aumento da temperatura da Terra pode afetar a Mata Atlântica, já que muda as características dos ecossistemas. “A maior preocupação é com a fauna. O aquecimento pode matar várias espécies”, alerta Beatriz.

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21/05/2009 -  17:02     

Inspeção veicular nacional fica para o 2º semestre

Contrariando as expectativas do próprio ministro do Meio Ambiente, a inspeção veicular nacional não foi aprovada ontem. Na reunião marcada para discutir a proposta de controle da emissão dos poluentes em todo País foi definido que, antes de aprovar a norma, “workshops” serão oferecidos para orientar indústrias, motoristas e órgãos estaduais responsáveis pela área ambiental. A proposta de monitorar a quantidade de gases tóxicos que saem dos escapamentos dos veículos só deve sair no próximo semestre.

Participaram do encontro de ontem integrantes da câmara técnica do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), entidade que “ensaia” a inspeção no Brasil há 17 anos, desde que a primeira resolução sobre o assunto foi publicada. Segundo o ministério, esse período agora voltado para a realização de palestras e seminários será destinado para debater quatro pontos relacionados ao programa de controle de emissão: volume e característica da frota a ser inspecionada; execução e planejamento dos planos estaduais; limite de emissão e forma de medição; primeiras cidades em que a resolução será aplicada.

A contribuição da cidade de São Paulo e do Estado do Rio é da prática da inspeção veicular, uma vez que são os únicos locais onde o programa vingou. Para a frota paulistana, a estreia do projeto ocorreu no início do ano, mais de uma década após os fluminenses terem adotado o monitoramento (em 1997). Pelos planos iniciais do Ministério do Meio Ambiente, os veículos em que forem constatados altos índices de emissão serão proibidos de circular, até que realizem as adaptações e regulagens necessárias para adquirir nova licença. Outras penalidades, como multas ambientais, também serão discutidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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31/03/2009 -  09:04     

Justiça Federal pode ter varas contra desmatamento

A Justiça Federal pretende especializar em direito ambiental as varas de Manaus e Belém, cidades consideradas porta de entrada da Amazônia. O objetivo é tornar mais ágeis os processos sobre devastação da região, que chegam cada vez mais ao Judiciário, punir rapidamente os responsáveis e desestimular práticas degradantes.

 

A ideia foi encampada por Jirair Meguerian, presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, onde são julgados os recursos que contestam as decisões dos juízes federais que atuam nos nove Estados da Amazônia Legal e no Piauí, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Distrito Federal. Um levantamento feito no dia 25 pelo TRF indica que nos últimos anos houve um aumento significativo no número de ações sobre devastação na região.

 

Em junho de 2007, existiam 8.983 processos sobre direito ambiental em tramitação nessas varas federais. Agora, há 21.105 processos sobre o assunto. No TRF da 1ª Região esses processos quase triplicaram – em junho de 2007 eram 681; hoje são 1.952. As ações tratam de assuntos como indenização por dano ambiental, revogação ou concessão de licença, multas e outras sanções, transgênicos, agrotóxicos, unidade de conservação da natureza, crimes contra a fauna e a flora, contravenções florestais, poluição e atividades nucleares.

 

Desmatamento

 

O aumento do desmatamento da região Amazônica preocupa os juízes. De acordo com mapeamento da degradação ambiental da Amazônia, divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), houve um crescimento da área devastada da floresta. Um levantamento preliminar das áreas degradadas registrou 14.915 km2 em 2007 e 24.932 km2 em 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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07/03/2009 -  18:53     

Amanhecer no Guaporé

Pelas bandas do norte…..

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26/02/2009 -  11:25     

Derretimento de gelo nos pólos é mais rápido do que o previsto

GENEBRA (AFP) – O gelo dos pólos está derretendo mais rapidamente do que o previsto, provocando o aumento do nível dos mares e um agravamento do aquecimento global, advertiram cientistas nesta quarta-feira, ao apresentarem os resultados de um estudo aprofundado sobre o assunto.

 

O estudo para o Ano Polar Internacional (API) 2007/2008, realizado por milhares de cientistas no terreno, revelou que o aquecimento na Antártica é “muito mais extenso que o previsto”, que o gelo ártico está diminuindo e que o derretimento do domo de gelo da Groenlândia está se acelerando.

 

A subida do nível dos mares e as mudanças da temperatura de suas águas anunciam mudanças climáticas eventualmente marcadas por um aumento do número de inundações em áreas costeiras durante tempestades.

 

“Começamos a ver índices de mudanças nas correntes marinhas que teriam um impacto gravíssimo sobre o sistema climático mundial”, declarou à imprensa o diretor do API, David Carlson.

 

As áreas geladas – frequentemente inacessíveis – das regiões polares são consideradas há muito tempo um dos barômetros mais confiáveis do aquecimento global, e influenciam as condições gerais dos oceanos e da atmosfera.

 

As águas oceânicas em torno da Antártica esquentaram mais rapidamente que a média mundial, de acordo com as primeiras conclusões do estudo apresentadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e pelo Conselho Internacional para a Ciência (CIS).

 

“A mensagem do API é clara: o que está acontecendo nas regiões polares tem consequências para o resto do mundo”, destacaram a OMM e o CIS.

 

Além da aceleração do derretimento da cobertura de gelo do continente antártico e da Groenlândia, os cientistas confirmaram uma redução do gelo e, volta do mar da Antártica, enquanto que o do mar Ártico atingiu o nível mais baixo já registrado desde o início das observações por satélite.

 

O estudo se concentrou na erosão das coberturas de gelo na Antártica e na Groenlândia, pois elas constituem as maiores reservas mundiais de água doce.

 

Quando o estudo começou, há dois anos, estas coberturas de gelo eram consideradas estáveis, apesar de sinais preocupantes de derretimento em suas margens.

 

O estudo também mostra que o permafrost, as terras constantemente geladas, pode contribuir para a aceleração do processo de aquecimento global liberando gases com efeito estufa até então presos aos solos.

 

O permafrost encerra mais poços de carbono que o previsto, advertem os cientistas, que também descobriram que o aquecimento climático mundial provocou mudanças significativas na vegetação ártica que está cada vez mais verde.

 

Os arbustos são mais numerosos que as extensões de erva, tornando-se cada vez mais altos.

 

fonte: Yahoo

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25/02/2009 -  12:00     

Antártida abriga cordilheiras debaixo do gelo

O sistema de cordilheiras está abaixo da crosta de gelo da Antártida e é semelhante aos Alpes europeus, que se estendem da Áustria e Eslovênia pela Itália, Suíça (Alpes suíços), Liechtenstein, Alemanha e França. Segundo os cientistas, o sistema está localizado no centro da parte oriental do continente antártico.

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18/02/2009 -  11:54     

Desmatamento na Amazônia extingue 26 espécies e ameaça 644, diz ONU

O desmatamento da Amazônia provocou a extinção de 26 espécies de animais e plantas até 2006, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

 

No mesmo período, outras 644 espécies entraram na lista de animais e plantas ameaçados de extinção. Das 26 espécies extintas, dez estão na parte brasileira da floresta amazônica. Entre as espécies ameaçadas estão o macaco-aranha (Ateles belzebuth), o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus) e a lontra.

 

O relatório GEO Amazonia, que está sendo divulgado em um encontro do Pnuma em Nairóbi, no Quênia, destaca que o desmatamento da Amazônia continua acontecendo em ritmo acelerado. Até 2005, a Floresta Amazônica sofreu desmatamento equivalente a 94% do território total da Venezuela.

 

O relatório do Pnuma afirma que até 2005 a Amazônia acumulou uma perda de 17% da sua vegetação total nos nove países que possuem trechos da floresta tropical. A área total desmatada foi de 857.666 quilômetros quadrados.

 

Cenários pessimistas

O relatório afirma que três fatores vão influenciar na forma como a Amazônia vai se desenvolver no futuro: as políticas públicas, o funcionamento do mercado e o desenvolvimento de novas tecnologias.

 

Baseado nesses três fatores, o relatório traça quatro cenários diferentes para o futuro da Amazônia no longo prazo, e nenhuma das hipóteses apresenta uma situação ideal.

 

“Isso significa que os protagonistas amazônicos não conseguiram imaginar um futuro no qual as políticas públicas, o mercado, a ciência e a tecnologia se desenvolvam, simultaneamente, de uma maneira suficientemente positiva de forma a promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, diz o documento.

 

Os quatro cenários traçados pelo Pnuma são:

 

Amazônia emergente: um cenário em que o governo e as forças do mercado geram benefícios à região, mas a ciência e a tecnologia não avançam o suficiente para melhorar o aproveitamento de recursos naturais.

 

À beira do precipício: o governo agiria para combater o desmatamento, mas a demanda do mercado por recursos e a falta de tecnologia apropriada seriam mais fortes do que o esforço público.

 

Luz e sombra: ação pública e investimentos em tecnologias colaborariam contra o desmatamento, mas as forças do mercado exigiriam cada vez mais recursos naturais.

 

Inferno ex-verde: um cenário em que a floresta ficaria submetida às demandas do mercado, sem ação governamental ou avanço tecnológico favorável ao desenvolvimento sustentável.

 

Savanização

 

Segundo o relatório, fatores internos e externos em cada um dos países estão provocando o desmatamento.

 

Entre os fatores internos está o crescimento da urbanização da região e a exploração de recursos naturais. O Pnuma destaca que em quatro dos países da região, mais de 50% da população amazônica é urbana.

 

Externamente, o aquecimento global continua afetando o ciclo de chuvas e afetando o equilíbrio do ecossistema. O relatório cita previsões feitas em outros estudos de que 60% da Amazônia pode se tornar em savana ainda neste século, devido ao aumento da temperatura média global – uma afirmação questionada por um novo estudo publicado na Grã-Bretanha na semana passada.

 

O relatório também afirma que a articulação de grupos e instituições que atuam na Amazônia ainda está apenas no começo.

 

“Na maioria dos países da região, a Amazônia ainda não faz parte do ‘espaço ativo’ nacional, no entanto eles estão lentamente começando a articular a Amazônia no sistema político-administrativo, na sociedade e na economia nacional”, diz o relatório do programa da ONU.

 

“O Brasil é o país que mais mostrou progresso nesta área. Por outro lado, o processo contínuo de descentralização, com diferentes níveis de progresso, visa a melhorar a governança ambiental por governos regionais e locais”, afirma o documento.

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07/02/2009 -  13:44     

Advogado gasta R$ 3 mil e traz ao Rio três jegues do Ceará

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05/02/2009 -  11:23     

Desmatamento zero

A senadora Kátia Abreu (TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), está definindo os princípios básicos de uma proposta da entidade abrodando a legislação ambiental. Segundo ela, a CNA deseja a solução de todas as pendências na questão fundiária. “Somos totalmente a favor do desmatamento zero na Amazônia”, antecipa a senadora. “Estamos discutindo todos os aspectos da questão mas queremos um basta à devastação da Amazônia, assim como a maioria da população brasileira”, completa. Ela explica ainda que as sugestões dos produtores rurais para a área ambiental serão incluídas na proposta global do setor sobre o que deve mudar no Código Florestal que está obsoleto e precisa ser atualizado.

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03/02/2009 -  10:51     

Pombo nas meias….

Foto divulgada pelo governo australiano no dia 1º deste mês mostra um homem de 23 anos que escondeu dois pombos em suas calças durante um vôo de Dubai para Melborune, na Austrália. O homem foi interrogado por funcionários da imigração após dois ovos e algumas sementes terem sido encontrados em um recipiente de vitamina em sua bagagem; após uma revista em seu corpo, foram encontrados dois pombos vivem envoltos em envelopes acolchoados presos nas pernas do homem com um par de meias.

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29/01/2009 -  22:28     

Energia limpa precisa de investimento anual de US$ 515 bilhões, diz relatório

Sem um investimento anual de pelo menos US$ 515 bilhões na produção de energia limpa, as emissões de dióxido de carbono alcançarão níveis considerados insustentáveis pelos cientistas, e provocarão um aumento de 2ºC na temperatura global.

 

Esta é a previsão feita por um relatório feito em conjunto entre Fórum Econômico Mundial e a entidade New Energy Finance, cujos analistas afirmam que o investimento deva começar imediatamente, e se prolongar até 2030.

 

A pesquisa diz que há uma série de setores emergentes produtores de energia limpa em grande escala, e cujas infraestruturas devem se desenvolver no futuro: a energia eólica, a solar, a termosolar, a geotérmica, o etanol e os combustíveis derivados de celulose e de nova geração.

 

Segundo os autores do estudo, na atual crise econômica, cada dólar que for gasto deve contribuir para desenvolver uma economia de baixo consumo de dióxido de carvão –um esforço que também pode ser um bom negócio.

 

O índice, que reúne as 90 maiores companhias de energia limpa, mostra que sua rentabilidade aumentou 10% anuais nos últimos cinco anos, informa o relatório.

 

A mudança climática é um dos temas principais da reunião anual do Fórum Econômico Mundial realizado até o próximo domingo em Davos, onde os participantes debatem sobre como aprofundar os esforços para controlar este fenômeno em meio a uma crise econômica que monopoliza a atenção e a preocupação mundial.

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29/01/2009 -  11:22     

Aquecimento global deixará áreas oceânicas sem peixes, diz estudo

O aquecimento global pode multiplicar por 10 as zonas oceânicas carentes de oxigenação suficiente, o que colocaria em perigo a vida de peixes e crustáceos, afirmam cientistas dinamarqueses em um estudo que será publicado na edição virtual de segunda-feira da revista Nature Geoscience.

 

O aumento das temperaturas provocado pelas emissões de gases do efeito estufa aceleraria a desoxigenação de amplas zonas oceânicas, o que aumentaria a frequência e a gravidade de fenômenos de grande mortalidade de peixes e crustáceos, como por exemplo nas costas do Oregon (Estados Unidos) ou Chile”, destaca o coordenador do estudo, Gary Shaffer, da Universidade de Copenhague.

 

Os cientistas estabeleceram modelos dos efeitos do aquecimento provocado pelos gases de efeito estufa para os próximos 100.000 anos e concluíram que um aumento da temperatura produziria uma perda de oxigênio na superfície dos oceanos, diminuindo a solubilidade deste gás na água salgada.

 

No entanto, acrescenta Gary Shaffer em um comunicado, “apesar ser possível eventualmente fazer reviver zonas costeiras controlando o que é vertido, as zonas carentes de oxigênio pelo aquecimento global seguirão assim durante milhares de anos, prejudicando a pesca e os ecossistemas durante muito tempo.”

 

“Além disso, a zonas mal oxigenadas se propagariam na superfície, e inclusive na profundidade”, advertem os cientistas. As águas com oxigênio suficiente próximas da superfície seriam empurradas assim para grandes profundidades.

 

Os cientistas concluem que “as futuras gerações precisam realizar reduções substanciais no uso de combustível fóssil, caso desejem evitar uma grave redução da oxigenação dos oceanos durante milhares de anos.”

 

fonte: folhaonlie

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29/01/2009 -  11:19     

Aquecimento global durará mil anos, diz estudo

O aquecimento global é irreversível e, mesmo se todas as emissões de gases-estufa fossem cortadas a zero, as temperaturas continuariam elevadas por mil anos, causando secas graves em regiões como o Nordeste do Brasil. A conclusão é de um estudo publicado nesta terça-feira (27) por uma das principais cientistas do IPCC, o painel do clima das Nações Unidas.

 

Escrevendo no periódico “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, a climatologista americana Susan Solomon e colegas afirmam que um aquecimento médio de 2ºC da superfície terrestre reduziria as chuvas no inverno em 10% no Nordeste brasileiro e no sul da África, e em 20% na bacia do Mediterrâneo e na Austrália. Esse efeito deve perdurar até depois do ano 3000.

 

“Para comparação, o “dust bowl” americano esteve associado com reduções médias de chuva de cerca de 10% em um período de 10 a 20 anos”, afirmam os cientistas. O “dust bowl” foi uma grande seca que arrasou a agricultura das Pradarias dos Estados Unidos na década de 1930, agravando a crise econômica da época e a Grande Depressão.

 

O novo estudo usa modelos climáticos para aprofundar previsões feitas pelo IPCC em seu relatório sobre o estado das mudanças climáticas lançado em 2007. Solomon foi uma das coordenadoras do relatório.

 

Segundo o novo resultado, a mudança climática é “irreversível” por mil anos depois que as emissões cessam porque, apesar de o gás carbônico persistir por apenas um século na atmosfera, o oceano continua reemitindo calor por séculos.

 

“As pessoas imaginavam que, se nós parássemos de emitir dióxido de carbono, o clima voltaria ao normal em 100 ou 200 anos. Isso não é verdade”, disse Solomon, em uma entrevista coletiva. “A mudança climática é lenta, mas irrefreável”, afirmou a pesquisadora da Noaa (Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera).

 

As simulações de computador rodadas por Solomon e seus colegas também tentaram estimar o que aconteceria com o nível do mar no fim do século 21 e além. Aqui a divergência com os resultados cautelosos do IPCC é radical: para uma concentração de CO2 na atmosfera de 600 partes por milhão –hoje ela é de 385 partes por milhão–, os oceanos subiriam de 40 centímetros a 1 metro até 2100, continuando a subir depois disso, mesmo sem um grama a mais de gás carbônico na atmosfera após a estabilização. Isso só por expansão térmica, sem contar o efeito do degelo polar, ainda incerto.

 

Segundo os pesquisadores, a única conclusão possível é a óbvia: cortar mais e mais as emissões. “Taxas de desconto usadas em estimativas econômicas assumem que uma mitigação mais eficiente pode ocorrer em um mundo mais rico, mas ignoram a irreversibilidade mostrada aqui.”

 

fonte: folhaonline

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25/01/2009 -  22:03     

Bactérias no combate à poluição

Uma bactéria capaz de sobreviver em ambientes contaminados com metais pesados acaba de ganhar uma nobre função graças à engenharia genética. A Cupriavidus metallidurans CH34 foi modificada geneticamente para fixar em sua membrana inúmeros metais, como chumbo, zinco e cádmio, os mais tóxicos encontrados no ambiente, e ajudar assim na despoluição de efluentes industriais.

 

Para conferir essa nova característica à CH34, o engenheiro químico Ronaldo Biondo, que desenvolveu a pesquisa no Programa de Pós-graduação em Biotecnologia da Universidade de São Paulo (USP), produziu em laboratório um gene sintético que codifica uma proteína que tem alta afinidade por metais pesados.

Por meio de técnicas de engenharia genética, o pesquisador fez com que a proteína passasse a ser produzida na bactéria, onde é transportada até a membrana e se mantém ligada à superfície, passando a retirar os metais do ambiente. “A proteína sintética não alterou o desenvolvimento da bactéria, que permanece saudável durante o processo”, diz Biondo, que há quatro anos estuda a CH34, micro-organismo ainda pouco conhecido no Brasil.

 

Com a modificação genética, a bactéria consegue agregar e manter na sua superfície os íons metálicos do ambiente em níveis muito superiores aos da bactéria selvagem. Em seu estado natural, a CH34 também aglutina metais, mas, devido a sistemas naturais de resistência, em pouco tempo eles são expulsos novamente para o ambiente. “Além de não ser patogênica, a CH34 modificada geneticamente passa a ser biorremediadora”, destaca o pesquisador.

Testes realizados em laboratório comprovaram a eficiência da CH34 na remoção de metais pesados de efluentes. “A bactéria poderá recuperar metais de efluentes contaminados provenientes de indústrias e até mesmo do esgoto doméstico”, diz Biondo.

Reaproveitamento dos metais

 

Atualmente, a equipe trabalha no cultivo das bactérias transgênicas em um recipiente fechado chamado biorreator, que permite a passagem de líquidos e funciona como um filtro. “Alimentamos o biorreator com efluente contaminado e, ao mesmo tempo, procuramos manter uma concentração adequada de bactérias, para que o resíduo saia com níveis aceitáveis de metais, de acordo com o estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente [Conama],” explica Biondo.

Depois que a capacidade das bactérias de fixar os íons metálicos se esgota, é preciso descarregar o biorreator para incinerá-las e evitar sua dispersão no ambiente. Dessa forma, os metais retirados do efluente podem ser separados e reaproveitados.

A bactéria modificada está sendo patenteada e em breve deve começar a ser usada por uma mineradora, que financiou o estudo. “A CH34 será um importante instrumento para a despoluição de efluentes”, aposta Biondo, que já recebeu dois prêmios científicos pela pesquisa. 

 

fonte: CiênciaHoje

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25/01/2009 -  21:55     

Vem aí: a cidade mais sustentável do mundo!

A localização não poderia ser mais instigante: em uma região rica em petróleo, em pleno Golfo Pérsico, nos Emirados Árabes, começa a nascer a prometida cidade mais sustentável do mundo.

No emirado de Abu Dhabi, Masdar, ainda em construção, terá, já em 2009, um sítio para produção de energia solar com capacidade de 10MW e o Instituto Masdar, onde serão desenvolvidas, em parceria com o MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, pesquisas em energia limpa.

Painéis fotovoltaicos devem estar presentes em todas as construções – que terão telhados planos – e vão gerar a energia necessária para a cidade inteira. Por enquanto, eles estão em fase de teste. Quarenta e um sistemas de trinta e três fornecedores diferentes passam pela prova do calor, do sol e da umidade da região, onde a capacidade de produção de energia solar é três vezes maior do que na Europa.

Como os escolhidos terão garantia de 25 anos, eles devem ser vendidos de “segunda mão” e substituídos por outros mais recentes à medida que a tecnologia avançar nesta área.

Nas construções 95% do alumínio utilizado é reciclado, assim como boa parte do concreto. O aço é produzido na região e a madeira, reutilizada. Graças à influência dos líderes dos Emirados, alguns dos materiais utilizados sequer estão disponíveis no mercado.

Quem quiser visitar Masdar deverá deixar o carro do lado de fora de seus muros, em um estacionamento de vários andares que está em construção. Mas não há motivos para caras feias. Carros elétricos sobre trilhos deixarão os passageiros a 100 metros de seu destino.

Masdar deve ter 40 mil habitantes e mais cerca de 50 mil pessoas que passarão o dia ali trabalhando. A cidade que promete não gerar resíduos, ser neutra em emissões de carbono e primar pelo desenvolvimento sustentável, tenta, no momento, indústrias com tecnologia limpa e, provavelmente, vai aumentar a participação dos negócios verdes em economias que (ainda) vivem do petróleo.

fonte: superinteressante

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16/01/2009 -  19:40     

Por que cães cheiram o rabo uns dos outros?

Praticamente tudo o que um cão precisa saber de outro está no ânus. Naquela região se encontram as glândulas anais, que produzem um líquido de cor castanha de cheiro forte. O odor fornece a outros cachorros informações preciosas, como a raça, se é macho ou fêmea e, especialmente, o estado de espírito do animal, explica a médica veterinária Karine Evangelho.

“Funciona como se fosse uma espécie de carteira de identidade animal”, exemplifica. A comunicação canina é feita pelo olfato de duas maneiras: pela eliminação de aromas específicos nas fezes, urina ou secreções glandulares e também pelo cheiro de seu próprio corpo.

Essa comunicação usa mensagens químicas chamadas de feromônios. E, quem diria, saber porque um cão cheiro o rabo do próximo explica também uma famosa expressão em português.

Cachorros muito submissos tapam completamente suas glândulas anais, para evitar que os outros sintam seu cheiro. Ou seja, saem por aí literalmente com o rabo entre as pernas. E o contrário também é verdadeiro: quando um cão deseja demonstrar autoridade, levanta o rabo para exalar mais cheiro, explica Karine.

Nos grupos, a identificação do líder é feita justamente por esse processo. O animal abana o rabo para mostrar que é o dono do pedaço. “Porém, se não existe relação de liderança, eles se cheiram, reconhecem-se, mas não abanam o rabo”, conta a veterinária.

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