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	<title>COTIDIANO &#187; MEDICINA</title>
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	<description>Assuntos do dia-a-dia, atualidades, medicina, esporte e muito mais...</description>
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		<title>Transplante de Rosto</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
James Maki, de 59 anos, é o receptor do segundo transplante facial dos EUA. Maki passou por uma cirurgia de 17h em abril. Ele teve seu rosto desfigurado em um acidente na estação de metrô de Boston, em 2005.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/05/transplanterosto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1070" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/05/transplanterosto.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">James Maki, de 59 anos, é o receptor do segundo transplante facial dos EUA. Maki passou por uma cirurgia de 17h em abril. Ele teve seu rosto desfigurado em um acidente na estação de metrô de Boston, em 2005.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Médico usa furadeira em cirurgia e salva vida de menino na Austrália</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 12:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[Um garoto de 12 anos escapou da morte depois que um médico australiano usou uma furadeira caseira para remover um coágulo sanguíneo de seu crânio.
 
Nicholas Rossi sofreu uma queda de bicicleta na última sexta-feira, batendo com a cabeça na calçada perto de sua casa, na cidade de Maryborough, ao noroeste de Melbourne.
 
Após passar alguns segundos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Um garoto de 12 anos escapou da morte depois que um médico australiano usou uma furadeira caseira para remover um coágulo sanguíneo de seu crânio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Nicholas Rossi sofreu uma queda de bicicleta na última sexta-feira, batendo com a cabeça na calçada perto de sua casa, na cidade de Maryborough, ao noroeste de Melbourne.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Após passar alguns segundos inconsciente, ele disse que estava bem. Mas pouco depois começou a reclamar de dores de cabeça e quando sua mãe notou que ele estava com um galo pouco acima da orelha, resolveu levá-lo ao hospital.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Segundo o jornal local The Age, o médico que atendeu Nicholas, Rob Carson, identificou na hora os sintomas de sangramento interno e percebeu que tinha alguns minutos para salvar a vida do menino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Seguindo as instruções de um neurocirurgião de Melbourne, por telefone, ele conseguiu uma furadeira na sala de manutenção do hospital, que não é equipado com furadeiras cirúrgicas, acrescentou o diário. O médico perfurou o crânio de Nicholas e usou um fórceps para alargar o orifício. Em seguida, instalou um dreno para retirar todo o sangue que estava pressionando sua cabeça. Ainda segundo o The Age, o menino foi transferido de helicóptero uma hora mais tarde para o Hospital Infantil Real de Melbourne e recebeu alta na terça-feira, dia em que completou 13 anos. &#8220;O menino estava morrendo na minha frente, e isso era mais amedrontador do que usar uma furadeira caseira na operação&#8221;, disse ele ao jornal.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pulmão fora do corpo</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 19:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pulmão fora do corpo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&amp;vid=8cdd2080-bd98-4300-8f7d-7ad186b7f7dc" target="_new" title="Pulmão fora do corpo"><img src="http://img1.catalog.video.msn.com/Image.aspx?uuid=8cdd2080-bd98-4300-8f7d-7ad186b7f7dc&amp;w=112&amp;h=84" border="0" alt="Pulmão fora do corpo" width="112" height="84"><br />Pulmão fora do corpo</a></p>
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		<title>NYT: Proporção entre sexos varia de acordo com a latitude</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 01:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascem mais meninos do que meninas ao redor do mundo. Todavia, um novo estudo descobriu que, quanto mais perto as pessoas vivem do equador, menor se torna essa diferença. E ninguém sabe por quê.
 
A proporção descentralizada dos sexos no nascimento é conhecida há centenas de anos, e pesquisadores descobriram uma ampla variedade de fatores sociais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Nascem mais meninos do que meninas ao redor do mundo. Todavia, um novo estudo descobriu que, quanto mais perto as pessoas vivem do equador, menor se torna essa diferença. E ninguém sabe por quê.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">A proporção descentralizada dos sexos no nascimento é conhecida há centenas de anos, e pesquisadores descobriram uma ampla variedade de fatores sociais, econômicos e biológicos relacionados &#8211; guerras, estresse econômico, idade, alimentação, aborto seletivo, infanticídio etc. Isolar a contribuição de qualquer variável cultural ou política se provou um exercício complicado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Mas o efeito da latitude é um fenômeno natural, não afetado por fatores culturais ou econômicos. Para examiná-lo, Kristen J. Navara, da Universidade da Georgia, usou a latitude da cidade capital de 202 países, além de dez anos de dados sobre proporção dos sexos ao nascimento e variações anuais em duração do dia e temperatura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Para estimar o status socioeconômico em cada país, Navara utilizou estatísticas sobre desemprego e produto interno bruto. Ela também calculou um índice de instabilidade política através da análise de fracasso e conflitos do Estado, publicada pelo Fundo Pela Paz, uma organização de pesquisa que combina doze indicadores sociais, econômicos e políticos para estimar a estabilidade relativa das nações do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Em seguida, Navara realizou uma análise estatística para determinar quais variáveis afetam a proporção dos sexos. O relatório apareceu online, em 1º de abril, no site da publicação &#8220;Biology Letters&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">O número de meninos nascidos não tinha relação com fatores socioeconômicos e políticos, mas havia uma correlação significativa entre as proporções de sexo, inclinadas em favor de meninos, de acordo com a latitude e as variáveis climáticas que a acompanham. Países africanos produziram as proporções de sexo mais baixas &#8211; 50,7% meninos &#8211; e países europeus e asiáticos atingiram as mais altas, com 51,4%.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">O efeito da latitude, conforme Navara descobriu, persistiu ao longo de amplas variações em estilo de vida e status socioeconômico. Houve grandes diferenças na proporção de sexos entre regiões tropicais, dentro de 23 graus do equador, e as regiões temperadas, de 23 a 50 graus norte ou sul, mas nenhuma diferença entre as regiões temperadas e o norte subártico de 50 graus. A população vivendo ao sul de 50 graus era pequena demais para ser incluída na análise.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">A correlação com a latitude manteve-se inalterada mesmo após a exclusão de dados de países asiáticos e africanos que pudessem ter sido desviados por abortos ou pelo extermínio de bebês meninas. Logo, a seleção de sexo pelos pais, antes ou após nascimento, não explica a correlação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Um perito não envolvido no estudo questionou a validez da técnica estatística de Navara.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">&#8220;Não há dúvidas de que a grande maioria das pessoas nos trópicos vive em sociedades relativamente pobres e estressantes&#8221;, disse Ralph Catalano, professor de saúde pública da Universidade da Califórnia, em Berkeley. &#8220;Se você controlar pelos estresses da pobreza, quem sobraria?&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Navara defendeu sua análise. &#8220;Análises estatísticas envolvendo populações humanas são sempre complicadas&#8221;, disse ela, &#8220;todavia, as análises usadas aqui são robustas e não eliminam quaisquer variações que veríamos nessas populações&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Existem algumas explicações possíveis, mas nenhuma é inteiramente satisfatória. Pode ser que exista algum valor de sobrevivência em produzir mais meninas em regiões mais quentes, mas não se sabe qual seria ele. Poderia haver diferenças genéticas ou raciais capazes de explicar isso, mas a correlação persiste sobre populações tão variadas que parece improvável. Hamsters, camundongos, e ratos do campo também produzem mais filhotes machos em épocas com dias mais curtos e clima mais frio, mas os motivos para esses animais são tão misteriosos quanto para os humanos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">Ninguém nem mesmo sabe se a proporção dos sexos entre humanos é definida antes ou depois da concepção. Poderia a qualidade do esperma, exposto a diferentes temperaturas, causar a variação no momento da fecundação? Ou há algum acontecimento durante a gestação em temperaturas mais quentes capaz de fazer mais fetos masculinos, ou menos femininos, abortem espontaneamente?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 8pt;font-family: Arial">&#8220;Há a possibilidade de que os humanos estejam reagindo a fatores há muito tempo &#8211; não culturais ou socioeconômicos, mas climáticos, incluindo a latitude&#8221;, disse Navara. &#8220;O interessante é que podemos estar presenciando algo remetido da nossa descendência animal&#8221;.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Anvisa aprova 1º remédio contra sintomas da dengue</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 18:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um remédio que tem entre seus componentes o veneno da cascavel (que, diluído, combate hemorragias) é o primeiro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para combater os sintomas da dengue. O Proden, do Laboratório Homeopático Almeida Prado, chegou às farmácias no início do mês, ao custo máximo de R$ 30 (há variação por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Um remédio que tem entre seus componentes o veneno da cascavel (que, diluído, combate hemorragias) é o primeiro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para combater os sintomas da dengue. O Proden, do Laboratório Homeopático Almeida Prado, chegou às farmácias no início do mês, ao custo máximo de R$ 30 (há variação por conta do ICMS de cada Estado). O remédio, em caixas com 30 comprimidos, atenua a intensidade e a duração dos sintomas e previne o quadro hemorrágico. Após orientação médica, doentes devem tomar três comprimidos por dia, por dez dias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A Secretaria Municipal de Saúde confirmou ontem que três moradores de Itaquera, zona leste da capital, foram infectados em janeiro. O mosquito da dengue fez 52 vítimas no Estado este ano. A pasta estadual informou que no interior e litoral são outros 49 registros no mesmo mês. Ainda não estão computados casos de fevereiro, entre eles o de um jovem de 23 anos contaminado no distrito Jardim Europa, na capital.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 10pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Apesar do diagnóstico ter sido fornecido por laboratório particular, a Secretaria informou que são feitas investigações epidemiológicas, para que os registros entrem nas estatísticas oficiais. Os casos de 2009 apresentarem tendência de queda com relação ao mesmo período do ano passado, quando foram confirmados 501 contaminações. Mas, os especialistas alertam que o carnaval pode aumentar risco de infestação do Aedes aegypti. Segundo o secretário de Estado da saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, a “movimentação de pessoas pode trazer o vírus da dengue e desencadear os surtos da doença”.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prevenir é tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 19:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
FOTO: ROGÉRIO VOLTAN


Todo mundo sabe que, para manter a saúde em dia, precisamos de uma série de nutrientes que garantam o bom funcionamento e equilíbrio do nosso corpo. Para isso basta ficar atenta à alimentação, que ele trabalha em harmonia. No entanto, nem sempre a realidade é assim. Mesmo mantendo um cardápio balanceado, muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/prevenir.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-629" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/prevenir.jpg" alt="" width="281" height="219" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Calibri">FOTO: ROGÉRIO VOLTAN<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Todo mundo sabe que, para manter a saúde em dia, precisamos de uma série de nutrientes que garantam o bom funcionamento e equilíbrio do nosso corpo. Para isso basta ficar atenta à alimentação, que ele trabalha em harmonia. No entanto, nem sempre a realidade é assim. Mesmo mantendo um cardápio balanceado, muita gente apresenta carências nutricionais essenciais. Os motivos são os mais diversos. Uns deixam de consumir determinados alimentos vitais por não apreciarem seu sabor, outros por intolerância a alguns itens e existe ainda aqueles que têm dificuldade de absorver certas substâncias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Detalhes como esses, que muitas vezes passam despercebidos no dia-a-dia, são logo denunciados por alterações físicas. “Uma pessoa malnutrida torna-se alvo fácil de enfermidades e de envelhecimento precoce, pois reage com dificuldade às agressões cotidianas, como o estresse e o excessivo consumo de açúcar e gorduras”, esclarece Wilson Rondó Júnior, especialista em medicina preventiva, de São Paulo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Foi pensando nisso que o bioquímico americano Linus Pauling, vencedor do Prêmio Nobel de Química em 1954 e do Nobel da Paz em 1962, criou uma terapia chamada ortomolecular, que visa a restaurar o equilíbrio químico do organismo por meio de uma dieta adequada e, quando essa não for suficiente, pela indicação de suplementos nutricionais em cápsulas, sprays bucais ou injetáveis. Essa terapêutica, praticada no Brasil há mais de 20 anos, se diferencia da medicina tradicional por ter como principal foco a prevenção de doenças. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Mas os especialistas garantem que ela também é poderosa para dar fim a males como cansaço excessivo, falta de disposição, perda de memória, distúrbios sexuais, infecções repetitivas e os sintomas do estresse. Saiba como tudo isso é possível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: small">Química física</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Para que possamos entender bem o trabalho da medicina ortomolecular e seus benefícios, primeiro é necessário explicarmos um pequeno, mas importante detalhe. Nosso corpo é formado por componentes químicos, cujos átomos possuem um par de elétrons. Fatores nocivos, como a poluição ou os aditivos tóxicos presentes na comida, podem “roubar” um desses elétrons, deixando o outro solteiro. O espaço resultante dessa ausência é chamado de radical livre. Certamente você já ouviu falar desse vilão, que causa lesões nas células e nos genes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Especialistas acreditam que o acúmulo dessas agressões ao longo da vida favorece o envelhecimento precoce e facilita o aparecimento de alterações degenerativas. Por isso um dos objetivos da medicina ortomolecular é minimizar esse desgaste. “Um único radical livre pode alterar uma molécula de DNA, modificando geneticamente uma célula, que pode morrer ou se tornar cancerosa. Além disso, seu efeito destruidor é cumulativo e, sozinho, o corpo humano não consegue revertê-lo”, explica Rondó Júnior. Outro indicador de perigo é a presença de metais pesados no organismo — que podem causar uma série de alterações no cérebro, principalmente no que diz respeito à memória, atenção e concentração. Exemplo disso é o alumínio, que acarreta um aumento da permeabilidade do intestino. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Assim, esse órgão permite a passagem de partículas de alimentos maldigeridos para a corrente sanguínea, contribuindo para o crescimento desordenado de fungos e bactérias capazes de afetar as atividades cerebrais e trazer conseqüências significativas sobre as emoções.“O chumbo e o mercúrio, desde que em pequenas doses, podem ser retirados com medicações homeopáticas, indicadas na maioria das vezes por um especialista, ou ainda com o simples consumo das fibras vegetais encontradas em alguns alimentos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Porém, se a quantidade de metais pesados for alta, há necessidade de ingestão de cápsulas ou comprimidos”, explica Cyro Masci, médico ortomolecular, de São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: small">Porções de defesa</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">A carga total dos radicais livres é chamada de estresse oxidativo. E apesar de possuirmos defesas para combater tal excesso, nossa capacidade de se defender e de se auto-regular fisicamente tem um limite. Por isso é preciso apelar para uma forcinha extra e fazer uma reserva que forneça substâncias que combatam esse mal: são os famosos antioxidantes. As melhores fontes desse bálsamo são os vegetais. “Todo mundo deveria consumir 6 porções diárias de frutas, verduras e legumes, de preferência cultivados sem agrotóxicos ou adubos químicos”, afirma Cyro. </span></p>
<p><font face="Calibri"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small">Porém, se isso não for possível, esses defensores podem ser ingeridos na forma de suplementos de vitaminas e minerais. “Nesse caso, a administração deve ser acompanhada de exames, para que não exceda e nem fique aquém do que cada pessoa necessita”, completa o médico.</span></p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>HIV desaparece com transplante de medula</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 19:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[(BR Press*)  Um norte-americano de 42 anos, infectado pelo HIV, o vírus da Aids, por uma década, está livre do mesmo, desde que foi submetido a um transplante de medula óssea há dois anos, em decorrência de leucemia. O homem é o primeiro a ser &#8220;curado&#8221; da Aids em todo o mundo e seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri">(BR Press*) <span> Um norte-americano de 42 anos, infectado pelo HIV, o vír</span>us da Aids, por uma década, está livre do mesmo, desde que foi submetido a um transplante de medula óssea há dois anos, em decorrência de leucemia. O homem é o primeiro a ser &#8220;curado&#8221; da Aids em todo o mundo e seu caso foi publicado nesta quinta (12/02), no The New England Journal of Medicine.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Calibri">A publicação diz que &#8220;o caso aponta para um caminho inovador para que as pessoas se livrem do vírus e dos efeitos colaterais dos remédios&#8221;. O transplante <span> de um doador aparentemente resistente genéticamente a</span>o HIV <span> foi feito por médicos do hospital Charité Hospital, que fica em Berlim. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Calibri">Complicado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Calibri">Dr. Gero Hutter, hematologista que coordenou o transplante, disse que achar o doador certo de medula óssea e fazer o procedimento ainda são muito complicados e de alto risco para serem adotados como tratamento de rotina. No entanto, a descoberta traz a possibilidade de utilização da terapia genética para controle e erradicação do vírus.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Calibri">Os antiretrovirais <span>que o homem em questão tomou por quatro anos antes de ter</span> leucemia <span> custam cerca de 70 mil por ano e o transplante cerca de 30 mil, na Europa. Dr Hutter declarou: &#8220;Quando eu comecei na medicina, o HIV era completamente intratável. Agora, a situação mudou completamente. Talvez nossa descoberta seja uma gota de</span> esperança para o futuro.&#8221;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri">(*) Com informações do jornal The Independent.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Urina pode indicar fase de câncer de próstata</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 13:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MEDICINA]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda não é o fim do exame mais &#8220;temido&#8221; pelos homens &#8211;o toque retal para detecção de câncer de próstata. Mas a descoberta de que uma substância, a sarcosina, está mais presente na urina de homens com a doença abre caminho para técnicas de diagnóstico &#8220;menos invasivas&#8221;, segundo os autores do estudo, possibilitando criar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Ainda não é o fim do exame mais &#8220;temido&#8221; pelos homens &#8211;o toque retal para detecção de câncer de próstata. Mas a descoberta de que uma substância, a sarcosina, está mais presente na urina de homens com a doença abre caminho para técnicas de diagnóstico &#8220;menos invasivas&#8221;, segundo os autores do estudo, possibilitando criar um exame para identificar o estágio de progressão do câncer. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Uma equipe de 26 pesquisadores liderados por Arul Chinnaiyan, da Universidade de Michigan, examinou em detalhe os metabólitos (substâncias produzidas pelo metabolismo) que poderiam ser pistas de câncer de próstata. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Foram isolados 1.126 metabólitos presentes em 262 amostras (42 de tecido, 110 de urina e 110 de sangue) e identificados 87 metabólitos cuja presença e dose ajudavam a distinguir a próstata sadia da com tumor. Seis deles tinham níveis maiores nos casos mais graves, em que o câncer estava na fase de metástase. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">A sarcosina foi a que melhor serviu para identificar os tumores, como está no artigo publicado na edição de hoje da revista &#8220;Nature&#8221;. Os níveis de sarcosina eram elevados em 79% dos casos de câncer com metástase e em 42% dos casos da doença em fase inicial. Ela não estava presente nas amostras sadias. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">&#8220;Um dos maiores desafios é determinar se o câncer de próstata é agressivo. Exageramos no tratamento porque os médicos não conseguem saber quais tumores serão de crescimento lento. Com essa pesquisa, nós identificamos um potencial marcador para tumores agressivos&#8221;, declarou Chinnaiyan. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Um dos problemas da dificuldade de diagnóstico é o aumento de cirurgias desnecessárias. A descoberta poderá permitir que um simples teste de urina ajude no diagnóstico mais preciso da doença e poderá auxiliar na criação de uma terapia, pois também se encontrou um vínculo entre a sarcosina e a agressividade do câncer. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Ao adicionar o metabólito a uma cultura de células de próstata sadias, elas se tornaram malignas e agressivamente invasivas. Foi possível reverter a ação com enzimas que regulam o metabolismo de sarcosina. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">A pesquisa foi feita em cooperação com a empresa Metabolon, pioneira na aplicação de uma nova área de pesquisa, a &#8220;metabolômica&#8221;. Essa área pretende conhecer em detalhe os resultados químicos dos processos celulares. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer, o número de casos novos de câncer de próstata em 2008 foi de 49.530. O diagnóstico é feito pelo exame de toque retal e pela dosagem do antígeno prostático específico (conhecido pela sigla em inglês, PSA).</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grávidas que não tomam sol podem ter filhos com esclerose</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Pesquisadores da Universidade de Oxford constataram que mulheres que não se expõem ao sol durante a gravidez podem estar mais vulneráveis a gerar um bebê com chance de desenvolver esclerose múltipla durante a fase adulta. Segundo o estudo, existe uma ligação entre a vitamina D e um gene envolvido no desenvolvimento da doença. As informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/gravida.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-590" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/gravida-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Pesquisadores da Universidade de Oxford constataram que mulheres que não se expõem ao sol durante a gravidez podem estar mais vulneráveis a gerar um bebê com chance de desenvolver esclerose múltipla durante a fase adulta. Segundo o estudo, existe uma ligação entre a vitamina D e um gene envolvido no desenvolvimento da doença. As informações são do jornal britânico Telegraph. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Durante a gravidez, os médicos costumam recomendar que as mulheres façam ingestão de ácido fólico para reduzir as chances de a criança nascer com má formação na coluna vertebral. Os pesquisadores sugerem também que as grávidas tomem suplementos de vitamina D, especialmente aquelas que não costumam se expôr ao sol. Eles acreditam que a vitamina D possa estar relacionada, inclusive, a distúrbios que afetam o sistema imunológico. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">O estudo de Oxford encontrou uma relação direta entre a vitamina D, produzida no corpo como resultado da exposição ao sol, e a variação genética conhecida como DRB1*1501, que implica na esclerose múltipla. Quando as pessoas tomam pouco sol, as proteínas relacionadas a vitamina D não são ativadas. Essas proteínas são responsáveis por ativar o gene ligado à esclerose, portanto, com a falta de sol, o gene pode não atuar como deveria, provocando a doença.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">A esclerose múltipla é o distúrbio neurológico mais comum, afetando cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo e tendo maior incidência em locais de clima frio ou nublado, como o dos países do norte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Estudos que abordam essa interação entre genética e o ambiente, chamada de &#8216;epigenética&#8217;, têm ganhado relevância no meio científico. Nessa linha de pesquisa, a genética não determinaria um fator por completo, mas estaria também relacionada ao ambiente que nos cerca.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maconha eleva risco de câncer de testículo, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O uso frequente ou em longo prazo de maconha pode dobrar os riscos de um usuário desenvolver câncer de testículo, segundo um estudo do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos. O estudo, publicado na revista especializada Cancer, entrevistou 369 pacientes de câncer de testículo e concluiu que o uso frequente da droga dobrava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/maconha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-588" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/maconha-300x233.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">O uso frequente ou em longo prazo de maconha pode dobrar os riscos de um usuário desenvolver câncer de testículo, segundo um estudo do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos. O estudo, publicado na revista especializada Cancer, entrevistou 369 pacientes de câncer de testículo e concluiu que o uso frequente da droga dobrava o risco de desenvolver a doença em comparação com os homens que nunca fumaram maconha.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Os resultados sugerem ainda que a maconha pode estar associada à forma mais agressiva deste câncer. Esse é o primeiro estudo a analisar, especificamente, a relação entre o uso de maconha e câncer de testículo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">O câncer de testículo corresponde a 5% dos casos de tumores malignos entre os homens, segundo o Instituto Nacional do Câncer, e afeta entre 3 a 5 indivíduos a cada 100 mil. Ele é mais comum entre homens com idades entre 15 e 50 anos e tem alto índice de cura, principalmente se for diagnosticado no estágio inicial. A incidência na Europa e na América do Norte é bem mais alta do que em outras regiões do mundo, e vêm aumentando sem nenhuma razão aparente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial">Os fatores conhecidos da doença incluem ferimentos nos testículos, histórico familiar, ou a criptorquidia (testículo que não desce para a bolsa escrotal durante a infância). No estudo, foram entrevistados 369 homens, com idade entre 18 e 44 anos, que haviam sido diagnosticados com câncer de testículo. Eles responderam perguntas sobre seus hábitos de fumar maconha.</span></p>
]]></content:encoded>
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