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	<title>COTIDIANO &#187; CURIOSIDADE</title>
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	<description>Assuntos do dia-a-dia, atualidades, medicina, esporte e muito mais...</description>
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		<title>Quais são as escolas mais linha-dura do mundo?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CURIOSIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[GUANTÁNAMO PARA CRIANÇAS
Onde: Doncaster, Inglaterra
Nível de rigidez: Pede pra sair!
Quem sai da linha na Ridgewood School, na cidade inglesa de Doncaster, vai direito para uma espécie de versão júnior da prisão de Guantánamo. Trata-se de um cubículo todo vedado e pintado de preto – desde o chão até o teto –, com iluminação típica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">GUANTÁNAMO PARA CRIANÇAS</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><br />
Onde: Doncaster, Inglaterra<br />
Nível de rigidez: Pede pra sair!</p>
<p>Quem sai da linha na Ridgewood School, na cidade inglesa de Doncaster, vai direito para uma espécie de versão júnior da prisão de Guantánamo. Trata-se de um cubículo todo vedado e pintado de preto – desde o chão até o teto –, com iluminação típica de sala de interrogatório, bem em cima do sujeito. O aluno fica horas ali. Para a direção, a “sala de estudos” é um meio de fazer o cara pensar duas vezes antes de aprontar de novo&#8230;</p>
<p><strong>CHEIA DE NÃO-ME-TOQUE</strong><br />
Onde: Mesa, EUA<br />
Nível de rigidez: Pauleira</p>
<p>Sabe aquele amassinho bom, no pátio ou no corredor? Pois na Shepherd Junior High School, na cidade de Mesa, nos EUA, isso é crime! Qualquer tipo de contato físico que dure mais de dois segundos, mesmo um abraço entre amigos, é uma falta grave passível não só de suspensão como de detenção! A galera ficou furiosa, mas o diretor não quis nem saber, dizendo que a “demonstração pública de afeto é algo embaraçoso”&#8230;</p>
<p><strong>PRESENTE DE GREGO</strong><br />
Onde: Johanesburgo, África do Sul<br />
Nível de rigidez: Casca-grossa</p>
<p>A apresentadora americana Oprah Winfrey gastou uma fortuna na construção de uma escola para meninas pobres na África do Sul, mas não deixou barato. Segundo reclamações de pais, o esquema por lá seria pior do que exército: só duas horas de visita por mês; guloseimas, nem em sonho; e as garotas não poderiam mandar e-mail ou falar ao celular. Para a bilionária, a Oprah Winfrey’s Leadership Academy for Girls não é rigorosa, mas segura. Sei&#8230;</p>
<p><strong>LEI SECA</strong><br />
Onde: North Bend, EUA<br />
Nível de rigidez: Severa</p>
<p>A Oregon Coast Technology School, na cidade americana de North Bend, descobriu que alguns alunos tomavam umas biritas lá dentro. Para coibir a prática, proibiu a entrada de qualquer tipo de garrafinha, como as de água, alegando que o pessoal escondia o goró nos recipientes. A norma continuou valendo mesmo após um teste revelar que a água dos bebedouros tinha mais bactérias do que a das torneiras&#8230;</p>
<p><strong>INVASÃO DE PRIVACIDADE</strong><br />
Onde: Cidade de Cingapura, Cingapura<br />
Nível de rigidez: Pauleira</p>
<p>Muita gente reclama da caretice do uniforme escolar. Pois um colégio na Cidade de Cingapura, capital desse país asiático, adota uma medida nada discreta com as meninas: vistoriar o sutiã de cada uma delas para ver se a cor está de acordo com o regulamento – o sutiã só pode ser branco, bege ou cinza. A escola tem até um estoque de sutiãs brancos para emprestar para quem sair do tom com alguma peça “espalhafatosa”, que poderia distrair os alunos.</p>
<p><strong>HIGH SCHOOL MUSICAL</strong><br />
Onde: Evanston, EUA<br />
Nível de rigidez: Casca-grossa</p>
<p>A Haven Middle School, em Evanston, nos EUA, adotou um programa barra-pesada para incentivar os alunos com necessidades especiais a ter bom comportamento. Na polêmica metodologia, as crianças viram integrantes de uma banda de rock. Quem fizer por merecer, acumula pontos na “gravadora”, tendo direito a certas “regalias”, como ir ao banheiro sozinho – desde, claro, que volte rápido para a sala: “Se você demorar mais de três minutos, é porque é doente”, diz a norma.</p>
<p><strong>ESCOLINHA DO TERROR</strong><br />
Onde: Países com núcleos da Al Qaeda<br />
Nível de rigidez: Pede pra sair!</p>
<p>A rede terrorista Al Qaeda tem um sistema mundial de “ensino” para formar futuros suicidas. Nas aulas, rola tanto a parte teórica, com vídeos de Osama bin Laden, quanto a parte prática, que vai desde pilotagem de avião até como detonar um cinturão de explosivos. Esses centros de treinamento estariam espalhados por vários países. Só na Inglaterra, calcula-se que haja 2 mil jovens tendo lições de como matar um monte de gente de uma vez só.</p>
<p><strong>ACALMANDO AS FERAS</strong><br />
Onde: Pequim, China<br />
Nível de rigidez: Pede pra sair!</p>
<p>Os alunos de uma escola durona de Pequim, na China, vão sair de lá com “trauma de quarta”. É que, toda quarta-feira eles têm que trocar os cadernos por um paninho úmido e se pendurar nas janelas para limpar os vidros do lugar. E qualquer passo em falso é meio caminho para se esborrachar no chão, pois são apenas 10 cm de parapeito para se equilibrar e nenhum equipamento de segurança. A direção alega que o medo deixa as feras bem mansinhas&#8230;</p>
<p><strong>ISSO NÃO CHEIRA NADA BEM</strong><br />
Onde: Camden, EUA<br />
Nível de rigidez: Severa</p>
<p>Justiça seja feita, a Camden-Rockport Middle School não é propriamente casca-grossa, mas virou notícia fora de Camden, nos EUA, depois de uma norma sem noção proibindo os alunos de – acredite! – soltar pum de propósito. A direção tomou essa atitude após descobrir que rolava uma disputa pra ver quem soltava o traque mais fedorento. O “infrator” corre o risco de detenção. Mas fica a dúvida: como saber quem deu o pum em questão e se este foi ou não intencional?</span></p>
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		<title>Quais são as penas de morte mais estranhas?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CURIOSIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[APEDREJAMENTO
ONDE &#8211; Afeganistão, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Irã, Nigéria, Paquistão e Sudão 
QUANDO &#8211; Do século 2 até hoje
PUNE O QUÊ? &#8211; Adultério
Com a lei islâmica, a Sharia, não tem brincadeira. As pessoas casadas que pulam a cerca são enterradas — as mulheres até o peito, os homens da cintura para baixo — e alvejadas pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">APEDREJAMENTO</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Afeganistão, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Irã, Nigéria, Paquistão e Sudão </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Do século 2 até hoje</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Adultério</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Com a lei islâmica, a Sharia, não tem brincadeira. As pessoas casadas que pulam a cerca são enterradas — as mulheres até o peito, os homens da cintura para baixo — e alvejadas pelo povão com pedras pequenas, até a morte. Se o traidor não for oficialmente casado, o castigo é mais leve: cem chibatadas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ESMAGAMENTO POR ELEFANTE</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Sudeste Asiático </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Até o século 19</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Crimes militares</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Os réus tinham a cabeça esmagada pelas patas de elefantes, animais que pesam 9 toneladas. Registros desse método paquidérmico aparecem em livros do século 17, como o que foi escrito em 1681 pelo expedicionário inglês Robert Knox. Durante uma viagem ao Ceilão – atual Sri Lanka – ele testemunhou uma execução</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">EMPALAMENTO</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Oriente Médio e Europa </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Da Antiguidade à Idade Média</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Crimes contra o Estado</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Dos persas aos suecos, muitos governantes foram adeptos do doloroso método de introduzir um bastão de madeira pontudo pelo ânus do condenado. Em alguns casos, depois de empalada, a vítima ainda era espetada ao chão, onde ficava até morrer. O bastão impedia a saída do sangue, prolongando a agonia</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ESFOLAMENTO</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Oriente Médio e Europa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Até o século 1</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Crimes religiosos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A retirada da pele era uma maneira nada sutil de tirar também a vida do condenado. Conta-se que São Bartolomeu, um dos 12 apóstolos de Jesus, foi esfolado antes de ser crucificado no século 1, por ordem do rei armênio Astiages. O afresco do Juízo Final que Michelangelo pintou na Capela Sistina, no Vaticano, também exibe um cadáver esfolado</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ESTRIPAÇÃO</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Japão, Espanha, Inglaterra</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Idade Média e Moderna (até o século 16)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Desonra e pecados religiosos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Por um corte na barriga, o réu tem seus órgãos internos arrancados um a um. Primeiro o intestino delgado, depois o grosso, então o fígado&#8230; O método foi empregado pela Inquisição espanhola. No Japão, era comum para liquidar samurais: aqueles que não cometiam haraquiri — o tipo de suicídio em que se rasga a barriga com uma espada — eram mortos desse jeito</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">FERVURA</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Europa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Idade Média e Moderna (até o século 16)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Tentativas de envenenamento</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O condenado era colocado em água ou óleo e fervido até a morte. O processo podia durar até duas horas. Mesmo os frios britânicos aprovaram a escaldante pena de morte em 1531, quando o rei Henrique VII mandou para o caldeirão o cozinheiro Richard Rosse, acusado de ter envenenado a comida de um bispo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ESQUARTEJAMENTO</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Europa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Idade Média</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Crimes contra o Estado</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Os braços eram presos a uma árvore, enquanto as pernas ficavam amarradas a cavalos ou burros, atiçados para andar até deslocar e arrancar os membros da vítima. Havia também máquinas de madeira feitas especialmente para modernizar o martírio: ao rodar uma manivela, o carrasco separava os membros dos condenados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">RODA DA MORTE</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">ONDE &#8211; Europa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">QUANDO &#8211; Idade Média</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">PUNE O QUÊ? &#8211; Crimes religiosos e contra o Estado</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Com braços e pernas amarrados em traves, o réu tinha os ossos quebrados com marteladas. Com o corpo amolecido, seus membros eram entrelaçados nos raios de uma roda que era pendurada em um poste. Nos dias seguintes, o cadáver servia de alimento para as aves de rapina.</span></p>
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		<title>Por que os índios não têm barba?</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 14:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[Calma lá! Os índios têm pêlos na cara, sim. Tá certo que são poucos, mas é possível encontrar índios de algumas tribos com bigodes e, mais raramente, alguns que usam barba. É o caso dos guatós, que vivem no Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e hoje estão quase extintos. Mas eles são exceção. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Calma lá! Os índios têm pêlos na cara, sim. Tá certo que são poucos, mas é possível encontrar índios de algumas tribos com bigodes e, mais raramente, alguns que usam barba. É o caso dos guatós, que vivem no Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e hoje estão quase extintos. Mas eles são exceção. Em regra, existem três razões principais para que existam poucos índios barbados. Acompanhe:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">1. Razão cultural</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A maioria dos índios raspa os pêlos do rosto ou os arranca fio a fio (ui!) simplesmente por considerar a barba um troço anti-higiênico e antiestético.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">2. Razão genética</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A população indígena que vive atualmente no continente americano tem origem em povos que habitavam o norte e o centro da Ásia. &#8220;A ausência de barba é uma característica dos índios brasileiros que bate com a herança de seus ascendentes, os grupos asiáticos, que também têm poucos pêlos&#8221;, diz o antropólogo Rui Morrieta, da Universidade de São Paulo (USP).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">3. Razão ambiental</span></strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A barba nunca foi um &#8220;acessório&#8221; essencial para os índios que se estabeleceram em regiões tropicais, como é o caso do Brasil. Os pêlos, você sabe, servem para reter calor. Se nossos índios vivessem num clima frio, provavelmente eles ostentariam barbas espessas, como os nativos dos povos de origem européia. Já no nosso Brasil-il-il, um índio tipo Tony Ramos ou Lula passaria um bruta calor. Por aqui, os povos indígenas desenvolveram um outro mecanismo para não sofrer tanto com o clima local. &#8220;Do ponto de vista adaptativo, a falta de pêlos dos índios foi compensada por um escurecimento da pele para protegê-los do Sol&#8221;, afirma Rui.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">FONTE: Mundo Estranho</span></p>
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		<title>Americana corre por 1,5 km com raposa agarrada ao braço</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 13:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[da Folha Online 
 
Uma mulher do Arizona, nos Estados Unidos, teve um companheiro inesperado durante uma sessão de jogging &#8211;uma raposa, que se agarrou ao braço da americana com os dentes. A mulher, do Chino Valley, ao sul do Grand Canyon, já havia percorrido mais de 1,5 km quando se deparou com o animal. 
 
Inicialmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">da Folha Online </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">Uma mulher do Arizona, nos Estados Unidos, teve um companheiro inesperado durante uma sessão de jogging &#8211;uma raposa, que se agarrou ao braço da americana com os dentes. A mulher, do Chino Valley, ao sul do Grand Canyon, já havia percorrido mais de 1,5 km quando se deparou com o animal. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">Inicialmente, o animal raivoso atacou o pé da mulher. Quando a americana tentou conter a raposa pelo pescoço, o bicho mordeu o braço da mulher e não soltou mais. A americana correu pouco mais de 1,5 km até o seu carro, onde ela conseguiu então se livrar do animal, enrolar o bicho em uma camisa e colocá-lo no porta-malas do veículo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">O animal depois mordeu também um veterinário. Tanto ele como a mulher tomaram injeções contra a raiva e, mais tarde, ficou confirmado que a raposa tinha mesmo a doença. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">Um comunicado divulgado pelas autoridades ambientais locais afirma que &#8220;é muito difícil interromper o ataque de um animal raivoso, uma vez que o processo começou&#8221;. &#8220;Levar o animal para ser testado pode ser benéfico, mas o tratamento imediato deve ser sempre a prioridade&#8221;, concluiu o comunicado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&#038;quot"><span style="font-size: small">Se fosse um Pitbull o cachorro que estava correndo com o braço dela&#8230;. (maldade)</span></span></p>
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