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	<title>COTIDIANO &#187; CONSUMIDOR</title>
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	<description>Assuntos do dia-a-dia, atualidades, medicina, esporte e muito mais...</description>
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		<title>Perda de comanda na balada: consumidor só deve pagar pelo que consumiu</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 16:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CONSUMIDOR]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
SÃO PAULO &#8211; Quem costuma frequentar casas noturnas já deve ter recebido uma comanda prevendo multa para o caso de perda ou extravio. Entretanto, segundo o diretor-presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), Geraldo Tardin, a prática é ilegal e o consumidor só deve pagar pelo que de fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">SÃO PAULO &#8211; Quem costuma frequentar casas noturnas já deve ter recebido uma comanda prevendo multa para o caso de perda ou extravio. Entretanto, segundo o diretor-presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), Geraldo Tardin, a prática é ilegal e o consumidor só deve pagar pelo que de fato consumiu.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">&#8220;Essa prática é adotada por muitos estabelecimentos. É comum o consumidor pagar pela prática abusiva da empresa sem ter a informação de que está sendo lesado!&#8221;, diz Tardin.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><strong>Lei</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">De acordo com o presidente do Instituto, não há nenhuma lei que legitime o estabelecimento a cobrar multa. Além disso, acrescenta, a responsabilidade de manter o controle do que foi consumido é do fornecedor e não do cliente.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">&#8220;O fornecedor não pode repassar ao consumidor o controle. Essa atitude caracteriza prática abusiva. O fornecedor deve ter o controle do consumo por cartão magnético ou venda de fichas&#8221;, alerta.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">No caso da perda da comanda, o consumidor que for impedido de deixar o estabelecimento, caso não pague a multa, poderá ligar para a polícia e pedir seu comparecimento ao local. Além disso, ele deve registrar um boletim de ocorrência na delegacia.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif">Na hipótese de o cliente pagar a conta estipulada pela casa noturna, este poderá ingressar com uma ação pedindo em dobro o valor pago e mais indenização por danos morais. </span></p>
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		<title>Cobrança dupla de compra pela Internet gera dano moral</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 21:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CONSUMIDOR]]></category>

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		<description><![CDATA[A B2w Companhia Global do Varejo &#160;Americanas.com), terá de indenizar cliente em R$ 5 mil por danos morais, além de devolver em dobro cobrança indevida na fatura de cartão de crédito. A empresa lançou duas vezes na fatura valor de produto adquirido, cujo preço unitário era de R$ 946, 67. A 9° Câmara Cível do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A B2w Companhia Global do Varejo &nbsp;<a href="http://Americanas.com" title="http://Americanas.(" target="_blank">Americanas.com</a>), terá de indenizar cliente em R$ 5 mil por danos morais, além de devolver em dobro cobrança indevida na fatura de cartão de crédito. A empresa lançou duas vezes na fatura valor de produto adquirido, cujo preço unitário era de R$ 946, 67. A 9° Câmara Cível do TJRS reconheceu o dano moral, em apelo interposto pela autora da ação, por não ter havido atendimento da empresa aos contatos efetuados pela consumidora para regularização do erro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O julgador de 1° Grau não entendeu a ação como dano moral e sim como “mero dissabor de uma vida social permeada pela inexistência de contato entre as pessoas”, tendo determinado somente a devolução em dobro da quantia cobrada indevidamente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A autora da ação no tocante ao dano moral sustentou que a situação vivida supera um dissabor, já que utiliza seu cartão de crédito para pagar suas despesas e o bloqueio de 2/3 do seu limite lhe causou diversos transtornos. A requerente tentou entrar em contato de forma amigável, mandando inúmeros e-mails para a ré, a fim de resolver o incidente, não tendo êxito. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">A defesa da requerida centrou sua defesa na suposta banalização do dano moral. Ainda que admita a atitude equivocada, afirma que esta não teria ocasionado prejuízo algum à autora. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">O recurso foi relatado do Tribunal de Justiça pelo Desembargador Tasso Caubi Soares Delabary. O magistrado destacou que a cobrança perdurou até o ajuizamento da ação, quando decisão judicial determinou o cancelamento das parcelas e a liberação do limite do cartão. Para o julgador, a própria requerida, quando reconheceu o erro, dispunha de condições materiais para que no mínimo cancelasse o débito extra. “Mesmo depois de diversas reclamações através do atendimento por Call Center a companhia ré manteve a cobrança de serviços não contratados. Dano moral caracterizado”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Acompanharam o relator a Desembargadora Marilene Bonzanini Bernardi e o Desembargador Odone Sanguiné. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Processo nº 70026683938</span></strong></p>
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		<title>Cliente ganhará R$ 10 mil de indenização por briga em boate</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 21:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CONSUMIDOR]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boate terá que pagar R$ 10 mil de indenização a título de dano moral a um cliente que foi atingido por uma garrafa durante uma briga dentro do estabelecimento. O fato aconteceu em 2007, no Goa Beach Club, localizado em Itacoatiara, na Região Oceânica de Niterói. A decisão é da 16ª Câmara Cível do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Uma boate terá que pagar R$ 10 mil de indenização a título de dano moral a um cliente que foi atingido por uma garrafa durante uma briga dentro do estabelecimento. O fato aconteceu em 2007, no Goa Beach Club, localizado em Itacoatiara, na Região Oceânica de Niterói. A decisão é da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Na ação, Leonardo Abraham conta que a agressão física que sofreu na madrugada do dia 19 de maio de 2007 não teve qualquer motivo aparente, já que ele não estava envolvido na confusão. Ao se depararem com o fato, os amigos de Leonardo teriam chamado os seguranças, que apenas o colocaram para fora do recinto. Ele também conta que desmaiou ao ser atingido pela garrafa e só recuperou os sentidos no dia seguinte, com uma sutura no braço esquerdo e com fortes dores decorrentes de outras escoriações. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Os desembargadores da 16ª Câmara Cível decidiram manter a sentença da 2ª Vara Cível da Região Oceânica de Niterói. De acordo com o relator do processo, desembargador Mauro Dickstein, &#8220;é dever inerente ao fornecedor, na espécie, cuidar para garantir a segurança de seus clientes, existindo nos autos indícios suficientes no sentido de que as agressões foram perpretadas por seus prepostos, os quais deveriam zelar pela integridade física do autor e não comprometê-la&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 9pt;font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot">Nº do processo: 2008.001.65510</span></p>
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		<title>Primeiro projeto de 2009 amplia direitos do consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 19:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexothon@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CONSUMIDOR]]></category>

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		<description><![CDATA[
O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador Expedito Júnior (PR-RO) e prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de produtos alimentícios e de peças de vestuário ficam obrigados a identificar, em embalagens ou etiquetas, os componentes de origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small"><a href="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/consumidor.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-571" src="http://blig.ig.com.br/jornalistadiplomado/files/2009/02/consumidor-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small">O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador Expedito Júnior (PR-RO) e prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de produtos alimentícios e de peças de vestuário ficam obrigados a identificar, em embalagens ou etiquetas, os componentes de origem animal utilizados na confecção dos produtos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small">Expedito Júnior pondera, na justificação do projeto (</span><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=89240" target="_blank"><strong><span style="font-size: small;color: #0000ff">PLS 01/09</span></strong></a><span style="font-size: small">), que a legislação em vigor preocupa-se &#8220;apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário&#8221; dos produtos, deixando de fora o detalhamento sobre itens que podem afetar a decisão dos consumidores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small">Ele cita o caso dos adeptos do veganismo, que defendem, entre os seus princípios, o não consumo de produtos (roupas e alimentos) que tenham sido elaborados com matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais. Os veganos não consomem, por exemplo, carne, peixe, mel e ovos ou produtos feitos com peles, couro, lã ou seda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small">De acordo com o senador, para que esses e todos os demais consumidores brasileiros possam exercer seu direito de escolha, é necessário que tenham a informação completa sobre a composição dos produtos. Para tanto, a proposta apresentada pelo parlamentar altera o artigo sexto do Código de Defesa do Consumidor (</span><a href="http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=75650" target="_blank"><strong><span style="font-size: small;color: #0000ff">Lei 8.078/90</span></strong></a><span style="font-size: small">) para incluir, no rol de direitos dos consumidores, &#8220;a informação, em rótulo ou etiqueta, sobre a existência de componentes de origem animal em alimentos e roupas&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&#038;quot"><span style="font-size: small">A matéria foi enviada à </span><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=50" target="_blank"><strong><span style="font-size: small;color: #0000ff">Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA)</span></strong></a><span style="font-size: small">, onde aguarda designação de relator. A proposta de Expedito Júnior poderá receber emendas dos senadores que integram a CMA e terá </span><a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm" target="_blank"><strong><span style="font-size: small;color: #0000ff">decisão terminativa</span></strong></a><span style="font-size: small"> nesse colegiado.</span></span></p>
]]></content:encoded>
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