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14/07/2009 -  09:26     

Gatos ronronam para manipular humanos, diz estudo

Os gatos usam um ronronar específico para influenciar e manipular humanos, de acordo com um estudo feito na universidade britânica de Sussex.

 

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica “Current Biology”, ao contrário do ronronar normal, este outro incorpora um som com uma frequência parecida com o de bebês humanos.

 

Karen McComb, que liderou o estudo, disse que a pesquisa foi inspirada em seu próprio gato de estimação, Pepo.

 

“Ele me acordava pelas manhãs com um ronronar realmente irritante”, disse ela.

 

“Descobri que outros donos de gatos também passam pela mesma coisa.”

 

Classificação

 

McComb disse que esse tipo de som, ao contrário de fazer com que os gatos fossem expulsos, geralmente levava os donos a alimentarem os animais.

 

Para descobrir o mecanismo de “manipulação”, a equipe de pesquisadores treinou voluntários para gravar todos os tipos de ronronar de seus gatos.

 

Os voluntários classificaram os sons emitidos pelos animais –alguns eram descritos como mais urgentes, enquanto outros foram classificados como mais agradáveis.

 

A equipe então relacionou os sons específicos à classificação dada pelos voluntários. Os resultados sugerem que os ruídos mais “solicitantes” estavam relacionados ao ronronar de frequência mais baixa.

 

“Quando tocamos as gravações para outros voluntários, mesmo aqueles sem experiência de gatos consideraram o ronronar ’solicitantes’ mais irritantes e urgentes”, disse ela.

 

“Os gatos conseguem produzir um ruído de baixa frequencia usando os músculos de suas cordas vocais, estimulando-as a vibrar”, disse ela.

 

“Acreditamos que eles aprenderam a exagerar dramaticamente isso quando sabem que vão gerar uma resposta humana”, diz.

 

Estudos anteriores já haviam apontado semelhanças entre o ronronar dos gatos de estimação com o choro dos bebês humanos.

Enviado por:  alexothon@ig.com.br - Categoria: Notícias
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14/06/2009 -  19:05     

Estudo mostra que Bush contribuiu com a ciência ao se esquivar de sapatos

O ex-presidente americano George W. Bush (2001-2009) fez uma contribuição inesperada para a ciência quando se esquivou dos sapatos que foram atirados contra ele, em dezembro de 2008, em Bagdá, por um repórter iraquiano. A afirmação é de um estudo publicado pela revista “Current Biology”.

Os reflexos de Bush e a falta de reação do primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, que estava ao lado do ex-presidente, durante o incidente, comprovam a teoria de neurocientistas da Universidade de Washington de que “existem duas vias independentes no sistema visual humano”.

Um dos sistemas guia as ações e o outro a percepção. O interessante é que o primeiro permite ao cérebro “ver” coisas que os olhos não percebem, segundo o estudante de doutorado em psicologia Jeffrey Lin, autor principal do estudo.

“Quando lançamos duas bolas com trajetórias muito similares contra alguém, elas podem parecer iguais para seu sistema de percepção, mas o cérebro calcula de forma automática qual representa uma maior ameaça e desencadeia uma manobra de evasão, inclusive antes que a pessoa se dê conta do ocorrido”, afirma Lin.

Isto explica porque no incidente dos sapatos al- Maliki nem se mexeu. “Seu cérebro já tinha captado que o sapato não representava uma ameaça. Mas o cérebro de Bush o catalogou como uma ameaça e desencadeou um movimento de evasão, tudo em uma fração de segundo”, disse Lin.

Os cientistas realizaram vários experimentos com estudantes e o uso de computador para demonstrar sua teoria. Segundo Geoffrey Boynton, coautor do estudo, o fato demonstra que um estímulo em forma de ameaça chama a atenção, inclusive quando não se pode identificar de forma consciente.

“Isto ser mais preciso que nossa percepção consciente é bastante impressionante”, disse.

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20/04/2009 -  17:26     

Físico Stephen Hawking é internado no Reino Unido

O britânico Stephen Hawking, um dos mais conhecidos físicos do mundo, está muito doente e foi internado em um hospital no Reino Unido, revelou um representante da Universidade de Cambridge, ao qual ele é ligado.

 

Gregory Hayman, chefe de Comunicações da Universidade de Cambridge, afirmou que Hawking, de 67 anos, está passando por exames. Segundo o porta-voz, o cientista, que sofre de uma doença degenerativa, “não está bem há algumas semanas”. O professor já tinha cancelado uma visita a uma universidade norte-americana no dia 6 de abril, devido ao seu estado de saúde.

 

Portador de doença degenerativa, Hawking fala com a ajuda de um sintetizador de voz

Hawking trabalha no Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica da Universidade de Cambridge há mais de 30 anos.

 

Aposentadoria

 

“O professor Hawking é um colega extraordinário. Todos nós esperamos que ele volte em breve”, disse o professor Peter Haynes, chefe do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica.

 

O autor do best-seller internacional “Uma Breve História do Tempo” fala com a ajuda de um sintetizador de voz, tem três filhos e um neto. Ele ocupa o cargo de professor Lucasiano de Matemática, uma cátedra especial da Universidade, criada em 1663. Entre os cientistas que já ocuparam este posto está Isaac Newton.

 

Em 2007 foi anunciado que Hawking deixaria o cargo em Cambridge, pois a política da universidade é de aposentadoria para os professores que têm este título aos 67 anos. No entanto, Hawking afirmou que pretende continuar trabalhando.

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11/03/2009 -  13:07     

Cientistas britânicos descobrem “peixe-drácula”

Pesquisadores do Museu de História Natural de Londres (NHM, em inglês) descobriram um peixe com presas feitas de osso. A criatura, apelidada de “peixe-drácula”, tem cerca de 17 milímetros de comprimento e foi encontrada em um único córrego em Myanmar.

 

Os cientistas acreditam que um processo evolucionário levou o peixe a perder os dentes e, mais tarde, fez com que ele desenvolvesse presas de ossos.

 

Em artigo na revista Proceedings B, da Royal Society, os pesquisadores disseram que os machos usam as presas para empurrar os outros peixes mas sem machucá-los.

 

“Quando você os observa em cativeiro, pode ver os machos lutando”, disse Ralf Britz, do NHM. “Eles exibem a mandíbula inferior, incrivelmente aberta, e depois cutucam um ao outro, mas não se vê nenhum ferimento.”

 

Britz, que trabalha com fauna birmanesa há mais de dez anos, deu à espécie o nome de Danionella dracula , em homenagem ao famoso personagem com presas.

 

As minúsculas criaturas chegaram à Grã-Bretanha em um lote de peixes de aquário e, inicialmente, os pesquisadores pensaram que se tratava de exemplares de uma espécie próxima, já conhecida.

 

“Depois de um ano e pouco em cativeiro eles começaram a morrer e, quando eu os coloquei em preservativo e examinei sob o microscópio, pensei: ‘Meu Deus, o que é isto? As presas são feitas de osso’”, disse Britz.

 

“E quando eu olhei os detalhes, tingi o osso e a cartilagem com cores diferentes e usei uma enzima para dissolver o músculo, eu vi claramente que não eram dentes.”

 

Ao invés de ossos de mandíbulas parecia que eles tinham desenvolvido fileiras de protuberâncias que se pareciam com dentes e, supostamente, tinham a mesma finalidade. E os machos tinham presas extraordinárias.

 

Os pesquisadores usaram dados obtidos pelo DNA para classificar a nova criatura e concluíram que a linhagem perdeu os dentes há cerca de 50 milhões de anos.

 

A nova espécie foi comparada a outras da mesma família e os cientistas observaram que, aparentemente, o peixe-drácula atinge a maturidade sexual antes mesmo de seu organismo ter se desenvolvido totalmente. Eles acreditam que a reprodução prematura pode ser mais bem sucedida e, portanto, benéfica para a espécie.

 

A criatura possui 44 ossos a menos do que o mais estudado de seus parentes, Danio rerio, também conhecido como peixe-zebra ou paulistinha.

 

Os cientistas reconhecem que demorou para perceberem que o peixe-drácula era uma espécie nova. Eles sugerem que é possível que outras pequenas criaturas com presas grandes estejam nadando em outros aquários sem que as pessoas consigam identificá-las como exemplares de Danionella dracula.

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07/01/2009 -  22:04     

Sol entrará em período de menor atividade, dizem cientistas

O Sol vai entrar em um período de menor atividade, o que pode expor os astronautas a perigos de saúde, diz um estudo suíço publicado pela revista “NewScientist”.

 

A capacidade que o Sol tem para proteger o sistema solar dos raios cósmicos mais prejudiciais poderia diminuir no início da próxima década, diz o artigo.

 

Além de seu ciclo normal de 11 anos de manchas e labaredas solares, a atividade solar experimenta outro tipo de mudanças que podem durar décadas.

 

O Sol está atualmente em um período de máxima atividade, que dura quase um século, e não se sabe exatamente quando vai terminar. Para esclarecer isso, uma equipe comandada por José Abreu, do Instituto Federal de Ciências Aquáticas e Tecnologia da Suíça, analisou 66 períodos de grande atividade durante os últimos dez mil anos.

 

Os cientistas estudaram os níveis flutuantes de isótopos raros, como o Berílio-10, nas geleiras da Groenlândia, uma vez que são elementos produzidos quando os raios cósmicos destroem os núcleos dos átomos de oxigênio e nitrogênio na atmosfera terrestre.

 

Baseando-se na duração de períodos passados de grande atividade e no fato de que o atual já durou 80 anos, a equipe suíça calcula que a duração provável deste último será de 95 a 116 anos, sendo o primeiro número o mais provável.

 

Mesmo que diminua um pouco a luminosidade solar durante as próximas décadas por causa de atividade menor, a influência que pode ter na mudança climática será mínima, declara Nigel Weiss, da Universidade de Cambridge e membro da equipe de pesquisa.

 

Os mais atingidos provavelmente serão os astronautas, que estão além do campo magnético protetor da Terra. A exposição a um aumento dos raios cósmicos que entrarão no sistema solar devido ao enfraquecimento do vento solar poderia causar câncer e infertilidade.

 

Entretanto, outros cientistas, como David Hathaway, do Marshall Space Flight Center da Nasa em Huntsville (Alabama), se mostram mais céticos sobre a possibilidade de prever quando o Sol entrará neste período de menor atividade.

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09/11/2008 -  11:24     

Com cérebro de “semente de gergelim”, abelha conta só até quatro

Abelhas têm capacidade de contar somente até quatro, indica estudo realizado na Universidade de Queensland, na Austrália

Pesquisadores descobriram que abelhas podem contar até quatro, divulgou a rádio ABC (Australian Broadcasting Corporation).

 

Um cientista da Universidade de Queensland, na Austrália, pôs cinco marcadores dentro de um túnel e colocou néctar em um deles. As abelhas que entraram no túnel voaram até a marca com o néctar, e continuaram fazendo a mesma coisa após a retirada do líquido.

 

“Percebemos que, se você as treina para ir à terceira marca, elas vão focar na terceira marca. O mesmo vale para a quarta marca”, diz Mandyam Srinivasan. “Mas sua habilidade em contar parece ir apenas até aí. Elas não contam além de quatro.”

 

“Quanto mais olhamos para essas criaturas que têm um cérebro do tamanho de uma semente de gergelim, mais impressionados ficamos. Elas realmente têm muitas capacidades que atribuímos apenas ao ser humano, tido como superior.”

 

A pesquisa foi conduzida em parceria com a cientista sueca Marie Dacke.

………..

Parece que o nosso presidente só tem quatro dedos em uma mão… ele pensa como uma abelha ???

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