11/07/2009 - 14:43

Salve! Salve! Os bons tempos das mulheres que não se depilam estão voltando.
Vejam os sovacos das atrizes Julia Roberts, Drew Barrymore e Beyoncé, nas fotos acima, publicadas pelo jornal New York Daylynews. Este repórter-velho-de-guerra, talvez por saudosismo dos seus tempos mais virís, talvez por algum Complexo de Édipo ou coisa que o valha, já estava com saudades desses sensuais cabelos.
Nos últimos tempos, já não se via os pelos debaixo do braço de uma mulher, muito menos debaixo do seu umbigo (um palmo abaixo, para ser preciso). No máximo, o que os institutos de beleza deixavam à mostra era uma tirinha de penúgem sobre o Monte de Vênus – um “bigodinho de Hitler”, como bem definia minha contemporânea Dercy Gonçalves.
Desta forma, depiladas, as mulheres deixaram de parecer naturais, selvagens, sexys. Ficaram assépticas demais, sem graça. Mas agora, com certeza, teremos novamente aquelas… como direi?… já que a Índia está na moda, vou falar em sânscrito: yones… isso… yones… teremos novamente aquelas yones grandonas, peludas, naturais, misteriosas.
Se Julia Roberts, Drew Barrymore e Beyoncé não estão depilando os pelos de cima, seguramente também não estão depilando os de baixo. Como elas lançam moda, imagino que em breve as americanas e as brasileiras as seguirão. Se é que já não deixaram de se depilar – o que eu não saberia dizer com propriedade, pois a única yone que tenho visto ultimamente é aquela da TV Gazeta, a ”parceirinha” da Claudete Troiano.
Autor: jopelouis@ig.com.br - Categoria(s): Cinema, Humor, Música, Notícias, Pessoal, sexo, televisão
Tags: beyoncé, depilação, drew barrymore, julia roberts, pelos femininos, pentelhos, sem depilar, sovaco
02/07/2009 - 17:36
Gente, essa menina é mesmo um prodígio. A cada dia, a gente descobre na Internet uma novidade interessante dela. Confesso que aos sábados pela manhã não troco a nossa Shirley Temple pela Xuxa de jeito nenhum. Nesse dia da semana (e nos outros também), gosto de ficar na cama até o meio-dia vendo desenhos animados.
Até recentemente, preferia os desenhos da Globo, por causa do George, o Rei da Selva, do Bob Esponja e das Três Espiãs Demais. Mas desde que começou o programa da Xuxa, passei a assistir aos desenhos do SBT só para ver a pequena notável nos intervalos (que parece ser mais adulta que a loira da Globo, diga-se).
Agora, corre na Internet a homenagem dela a Michael Jackson que, seguramente, na minha opinião, é a melhor que o cantor já recebeu. Como diz a própria Maísa, é uma “ ótima homenagem”. E é mesmo. Para assisti-la, cliquem no link abaixo.
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=maisa-homenageia-michael-jackson-0402396EE4916346/user=d52rltzih2do/date=2009-07-01&&list/type=tags/tags=1122/edFilter=all/
Autor: jopelouis@ig.com.br - Categoria(s): Cinema, Humor, Música, política, televisão
Tags: Maísa, Michael Jackson
30/04/2009 - 12:32
Chegou a vez do sexo tântrico. Essa moda já estava discretamente começando a minar nossa moral e bons costumes há algum tempo.
Agora, com a novela Caminho das Índias, está entrando em nossas salas, passando pelo quarto e não duvidem: pode terminar na cozinha (atenção revisor, é cozinha mesmo, com “o”).
Na Veja desta semana, o ator Stênio Garcia bate no peito (atenção revisor, é “peito” mesmo) e gaba-se de ficar seis horas seguidas transando com sua mulher, com o perdão da má palavra, sem tirar o…como direi…o lingam da yoni.
Não, leitores, yoni não é o nome da mulher de Stênio Garcia; é como se chama o órgão sexual feminino na Índia.
Por silogismo, creio que vocês já adivinharam: lingam é o órgão sexual masculino.
Aprendi o sexo tântrico quando estive na Índia, na época em que Indira Ghandi dava seus primeiros passos.
Fui ao país da novela das oito em busca de paz espiritual e acabei encontrando Shoshotina Sativa em um curso de yoga para principiantes.
Na verdade, ela era cearense e se chamava Esmeralda da Silva. Havia se convertido ao tantrismo e adotado o nome indiano que, segundo me disse dias depois, queria dizer “vagina equilibrada”.
Foi ela que me levou a uma escola de Tantra, num pequeno templo de paredes decoradas com pinturas reproduzindo o Kama Sutra (no quarto do zelador do templo havia também posters da Playboy).
Aprendi o sexo tântrico nessa escola dirigida por discípulos do Osho, que naquela época se chamava Baguan Rajneesh e colecionava Rolls-Royce nos Estados Unidos.
Nessa modalidade de sexo, uma espécie de pompoarismo masculino, o homem aprende a exercitar os músculos do períneo, segura a ejaculação e, assim, pode ficar, realmente um bom tempo com o membro ereto.
Mas, cá pra nós, seis horas, como diz o Stênio Garcia, para quem tem 76 anos de idade…não sei não, só com muita meditação e uma boa dose de Viagra.
Autor: jopelouis@ig.com.br - Categoria(s): Cinema, Humor, comunicação, sexo, televisão
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