23/11/2009 - 14:57
A 99ª rodada da pesquisa CNT/Sensus mostrou que uma chapa encabeçada pelo governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), com o governador paulista, José Serra (PSDB), de vice, seria a favorita no primeiro turno das eleições.
Vejas as simulações:
* Aécio Neves / José Serra – 31%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 22,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 18,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,3%
Noutra lista, com Serra à presidência e Aécio a vice:
* José Serra / Aécio Neves – 35,8%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 23,9%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 16,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,2%
Uma terceira simulação com Aécio à presidência, Ciro de vice e Serra fora da disputa:
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 32,4%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 26,6%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 8,3%
A pesquisa CNT/Sensus entrevistou 2 mil pessoas em 24 Estados das cinco regiões brasileiras entre 16 a 20 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para cima ou para baixo.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política
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23/11/2009 - 11:52
Uma chapa encabeçada por José Serra (PSDB), com Aécio Neves (PSDB) como vice é a que tem a menor rejeição por parte do eleitorado brasileiro, mostra pesquisa CNT/Sensus.
Rejeição:
* José Serra / Aécio Neves – 25,6%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 36,3%
* Aécio Neves / José Serra – 27,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 33,5%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 31,7%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 45,3%
Única chapa que votaria:
* José Serra / Aécio Neves – 17,2%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 14,5%
* Aécio Neves / José Serra – 12%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 8,9%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 7,8%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 5,9%
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23/11/2009 - 11:48
Nas simulações para as eleições de 2010 da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.
“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.
No quadro onde José Serra é substituído pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o deputado Ciro Gomes sobe para primeiro lugar, com 25%, Dilma Rousseff também cresce para 21,3%, Aécio fica com 14,7% e Marina Silva cai para 7,3%.
Na disputa de segundo turno, a ministra Dilma Rousseff teve uma recuperação sobre José Serra no simulado de setembro para novembro. Serra caiu de 49,9% na rodada anterior para 46,8% em novembro e a ministra Dilma ganhou três pontos, de 25% para 28,2%.
A chefe da Casa Civil ganharia de Aécio Neves numa simulação do segundo turno com 36,6% contra 27,9% do mineiro. No cenário de José Serra e Ciro Gomes no segundo turno das eleições, o tucano venceria com 44,1% contra 27,2% de Ciro, mas ainda assim o governador de São Paulo teve uma queda de sete pontos percentuais.
Transferência de votos
O poder do presidente Lula em transferir votos para um candidato à Presidência da República se manteve inalterado. Os números mostram que 20,1% dos entrevistados votariam em um nome apoiado pelo presidente Lula, 31,6% poderiam votar e 16% não votariam. Em setembro, o percentual dos que votariam no candidato apresentado pelo governo era de 20,8%.
Enquanto isso, ainda segundo a pesquisa, uma indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não acrescentaria votos para o candidato: 49,3% responderam que não votariam em um nome apoiado por FHC e apenas 3% votariam em um candidato do ex-presidente.
Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, a aprovação do governo Lula estimula a intenção de votos num candidato apoiado pelo petista. “A avaliação do presidente Lula e de seu governo continua crescendo, resultado do bom desempenho econômico e dos programas sociais, percepção de que houve melhora da imagem do País interna e perante o mundo e o forte discurso do presidente Lula na sua linguagem de identificação com o povo”, disse Andrade.
“Com relação ao cenário eleitoral, nota-se uma queda de José Serra, crescimento de Dilma e crescimento de Aécio nos cenários estimulados”, disse o presidente da CNT.
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23/11/2009 - 11:44
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recuperou o fôlego na nova rodada da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, com 70% de avaliação “ótimo” e “bom” em novembro. O percentual do último levantamento tinha apresentado queda: de 69,8% em maio para 65,4% em setembro. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.
O número de insatisfeitos com o governo Lula também caiu em novembro, segundo a pesquisa. Enquanto em setembro 7,2% dos entrevistados faziam uma avaliação negativa do governo, em novembro este percentual passou para 6,2%. A avaliação do desempenho pessoal do presidente Lula aumentou de 76,8% em setembro para 78,9%, mesmo depois do episódio do apagão, em 10 de novembro.
Eleições 2010
Nas simulações para as eleições de 2010, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos.
“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.
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22/11/2009 - 14:40
“O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins”
Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás – os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos -, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.
Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” – só que num cenário mais indigente e embolorado.
Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?
Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política
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22/11/2009 - 14:16
De Lula, agora a pouco, em Brasília, após dar seu voto nas eleições internas do PT:
- A eleição no PT é sempre um momento de fortalecimento do partido. Acho que o fato de nos termos muitas chapas disputando, muitos candidatos a presidente, ao invés de ser o que alguns chamam de divisão do partido, na verdade é uma demonstração da riqueza, da pluralidade do partido.
- A hora que terminar as eleições o partido vai ter uma nova direção para coordenar a campanha e coordenar os trabalhos da companheira Dilma Rousseff. Acho que é importante que o partido faça isso agora para que a gente comece o ano com uma direção bastante aguerrida e possa ganhar [as eleições].
- Eu não tenho mais ilusão quando se trata de disputas locais. Por mais que a gente oriente as pessoas de que o projeto nacional deve prevalecer, normalmente o que tem acontecido é cada um olhar para o seu umbigo. O que é importante é que, se houver divergências dentro da base aliada nos Estados, que isso não seja impeditivo pra a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos apoiando sua candidatura.
- Não existe na historia da humanidade, na historia política do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Isso aconteceu no mundo inteiro e aconteceu no PT. Temos de ter clareza que os erros cometidos devem servir de ensinamentos para que a gente não erre outra vez. O PT esta hoje muito mais calejado, muito mais senhor da situação gerencial de uma cidade, de um estado, de um país, portanto o PT chega nas eleições muito fortalecido.
- Estou visitando o Oriente Médio entre 10 e 16 de março. Estou trabalhando com a idéia de fazer um ‘jogo da paz’. Já há disposição dos dois países [Isral e Palestina] de montar uma seleção meio a meio. Se der, eu posso jogar de centro-avante em Israel, eu poderia ser meio armador. É uma idéia que ainda precisa ter a resposta da própria CBF porque a gente não sabe o calendário, é apenas uma idéia da seleção brasileira contra o combinado Israel-Palestina. Conversei com [o presidente de Israel] Shimon Peres, conversei com o presidente da autoridade palestina, Mahmoud Abbas e estou esperando os dois. Os dois mostraram simpatia.
- Não comento Battisti porque não recebi sequer a decisão da Suprema Corte, quando receber eu vou tomar decisão. Todo mundo já deu palpite no caso Battisti, agora a decisão é minha. Na hora que eu tiver eu digo pra vocês.
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22/11/2009 - 11:33
A moção de apoio a candidatura foi assinada por líderes do PMDB de 14 estados. O nome de Requião ainda precisa passar pela convenção nacional do partido
Da Gazeta do Povo:
Um encontro de líderes do PMDB, realizado nesta sábado (21), em Curitiba, aprovou uma moção oficializando o nome do governador do Paraná Roberto Requião como pré-candidato à Presidência da República. O documento foi assinado pelos representantes do partido de 14 estados brasileiros.
Para que Requião se torne candidato e dispute as eleições de 2010 ainda é preciso da aprovação do nome dele em uma convenção nacional do partido.
A decisão foi tomada pela ala peemedebista que está descontente com o pré-acordo eleitoral firmado entre a cúpula nacional do PMDB e o PT. Requião vem criticando há um mês a cúpula da legenda por ter fechado, sem consultar o partido, um acordo pré-eleitoral com o presidente Lula para apoio à pré-candidatura da ministra da casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial.
Em seu discurso durante o encontro Requião voltou a defender a candidatura própria. “Não podemos ter uma partido que seja acessório”, declarou. Ele afirmou, ainda, que sua candidatura é um resgate das raízes do partido. “Vamos oxigenar o partido e reerguer nosso velho MDB de guerra”, disse.
Com a moção assinada por 14 diretórios estaduais, Requião deve percorrer os demais estado buscando apoio para sua candidatura. Eduardo Requião, irmão do governador e chefe do gabinete de representação do Paraná em Brasília, afirmou que o PMDB tem uma proposta de governo para o Brasil. “Temos que usar os bons exemplos de todos os governos do PMDB, não só do Paraná, de todos os estados”, disse.
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19/11/2009 - 20:30
deu em o globo
Para Romano, é ‘temeridade’; Valverde vê ‘patrulha ideológica’
De Tatiana Farah:
O professor de Ética da Unicamp Roberto Romano considerou uma temeridade que empresas que têm contrato com o governo federal financiem “Lula, o filho do Brasil”. Para Romano, o filme ajuda o que chama de “culto à personalidade” de Lula:
— Ou é uma imensa obra de bajulação, ou de propaganda. Acho que é as duas coisas. É propaganda eleitoral de encomenda, embora o senhor Barreto diga que não. O financiamento do filme é uma temeridade.
Ele não vê dilema ético nos patrocínios.
— Não há dilema ético. Mas é ruim em qualquer estado democrático, principalmente quando o governante exerce capacidade de atrair multidões através de propaganda. Essas empresas deveriam ter evitado patrocinar o filme. Quanto mais você está enredado no mercado, e o mercado está ligado a fontes oficiais, tem de tomar cuidado. Mas não dá para dizer, a priori, que as empresas estejam se aproveitando (financiando para receber benesses).
O cientista político Fernando Abrúcio (FGV-PUC) diz que seria ilação afirmar que há interesse dos patrocinadores em ter benefícios no governo.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Política
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17/11/2009 - 20:15
O jornal O Estado de São Paulo, publicou uma matéria nesta terça-feira com o título:
‘“PT quer atrasar obras do Rodoanel para atrapalhar Serra”
O jornal denuncia que o PT paulista sob o comando do PT Nacional vai usar o episodio da queda das vigas na obra, para atrasar o máximo sua conclusão, prevista para março de 2010. Para isso vão afundar a administração estadual em investigação com vários pedidos de análises técnicas e vistorias para que o governador José Serra não consiga tirar dividendos eleitorais.
Essa é a forma do PT atuar, atrapalhando uma obra que pretende melhorar o transito na cidade que é a terceira maior mancha urbana do planeta e que tem um transito dos mais complexos na mesma escala.
Mas não adianta, o PT quando oposição tinha a mesma irresponsabilidade. Era contra qualquer coisa que a oposição fizesse, mesmo que fosse boa para a população. O PT foi contra o Plano Real, foi contra o cambio flutuante, foi contra a lei de responsabilidade fiscal, enfim, o PT era contra qualquer coisa que não fosse idéia de petista, nunca se preocupou se os projetos eram bons ou não, o que valia mesmo era ser do contra. Porque seria diferente agora, no caso do Rodoanel?
Petistas têm apenas plano de poder, não plano de governo. Eles não fazem nada para o bem desse país, que não possam tirar algum tipo proveito.
Chegam ao ponto de atrasar a continuação da obra do Rodoanel. E quem paga o preço da irresponsabilidade é a população de São Paulo.
Quando um político do PSDB sabotou algum projeto petista que fosse bom para o povo? Nunca! E por falar em nunca…
“Nunca na história desse país” a frase do filósofo Maquiavel foi tão bem empregada quanto pelos petistas. “Os fins justificam os meios”. Napoleão Bonaparte que tinha o livro “O Príncipe” na cabeceira da sua cama deve remexer no túmulo de inveja dos petistas.
Quem faz isso com a população da cidade de São Paulo, já imaginou o que é capaz de fazer com o país inteiro para se manter no poder? Quem torce contra São Paulo, poderá torcer contra o Brasil.
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16/11/2009 - 10:30
Esse comercial da GM é mais uma proganda do Governo Lula, disfarçada de comercial comum de carro começa falando levemente do plano real (para não dar tão na cara), mas no seu final, a GM se entrega, na verdade o comercial faz propaganda subliminar do Governo Lula, exaltando os feitos de seu governo.
A GM vai investir R$ 2 Bilhões na fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que Gravataí tem administração Petista. Vão sair do BNDS cerca de R$ 420 milhões, e ainda receberá a título de ágil 75% do ICMS.
O Comercial foi criado pela McCann Erickson que entre outras contas de peso, tem também, as de Furnas e Embrapa.
Com tantas vantagens assim a GM só poderia fazer um comercial falando bem do governo Lula.
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15/11/2009 - 16:29
O que tem o Edson Lobão em comum com Tomas Edson, com certeza não é energia, só os Edson.
João Gaião
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15/11/2009 - 16:26
Segundo o Inpe, 70% dos blecautes são causados por descargas elétricas; prejuízo anual com corte de energia é de R$ 600 milhões
Desligamentos causaram cortes superiores a 100 MW, que equivalem ao consumo médio de um município com 400 mil habitantes
O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por controlar a operação e a transmissão de energia elétrica do SIN (Sistema Interligado Nacional), registrou neste ano um aumento de 29% no número de apagões de grandes proporções em relação a 2008.
Especialistas ouvidos pela Folha atribuem o aumento a condições climáticas, queimadas, desmatamento e falhas em equipamentos de transmissão, causadas por erros de planejamento ou falta de manutenção.
Na última terça-feira, o blecaute mais abrangente na história do país deixou no escuro 70 milhões de pessoas em 18 Estados e no Distrito Federal.
Segundo levantamento feito pela reportagem com base em boletins do ONS, foram registrados neste ano 62 desligamentos significativos, ou seja, com cortes superiores a 100 MW (que equivalem ao consumo médio de uma cidade com 400 mil habitantes).O valor é a referência máxima adotada pelo órgão.
Também constam nos relatórios dois desligamentos envolvendo linhas de transmissão de Itaipu, que, segundo o ONS, não geraram consequências aos consumidores.
O número desse tipo de ocorrência estava em queda nos últimos quatro anos, passando de 74 em 2005 para 48 em 2008. Empresas atribuem a redução nesse período a investimentos em melhorias da transmissão da energia. O aumento neste ano, dizem, é motivado por condições climáticas.
A maioria das ocorrências está ligada às empresas Eletronorte, Furnas e Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista). Os desligamentos levantados correspondem apenas às transmissoras de energia elétrica que participam do SIN, rede que liga todos os Estados (exceto RR, AM e AP). Assinante do jornal leia mais em:
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15/11/2009 - 16:21
A eleição presidencial de 1989 foi marcada por agressões e ataques pessoais dos três principais personagens: os candidatos Fernando Collor de Mello (PRN), que seria eleito presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ficou em segundo lugar, e o então presidente da República, José Sarney.
Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.
Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.
As declarações de cada um para justificar a repentina amizade se baseiam na alegação de que todos foram alvo de campanhas difamatórias e injustiças. Outra argumentação é que não foram eles que mudaram, mas o tempo e a política. De forma reservada, interlocutores de Lula dizem o que mais mudou nessas duas décadas: o pragmatismo e a necessidade de governabilidade.
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15/11/2009 - 12:14
Quem sabe ler pesquisa e examinou os números da Vox Populi (36% para Serra e 19% para Dilma) acha que, em condições normais de temperatura e pressão, entre o final de janeiro e o início de março, os dois estarão emparelhados.
Serra x Aécio
Prospera num pedaço do empresariado a ideia de que é melhor perder a sucessão presidencial com Aécio Neves do que ganhá-la com José Serra. A manobra nasceu no poço de rancor que a ekipekonômica de Fernando Henrique Cardoso cultiva em relação a Serra. Desse núcleo propagou-pela pela banca e pela turma do papelório. A conta é simples: “Se ganharmos com Aécio, acertamos na loteria. Admitindo-se que para nós tanto faz Dilma como Serra, trocamos um jogo de perde-perde por outro de perde-ganha.”
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14/11/2009 - 12:54
O caixa três das eleições de 2010
Governo planeja dar telefones no ano eleitoral
A eleição do ano que vem será a mais cara já realizada no país. Marqueteiros envolvidos no processo eleitoral calculam que só a campanha presidencial custará mais de 1 bilhão de reais. A cifra refere-se ao caixa um e, caso ocorra novamente, ao caixa dois – aquela prática celebrizada pelo ex-tesoureiro petista Delúbio Soares como “recursos não contabilizados” que o presidente Lula já disse que todo mundo faz. A estimativa, porém, exclui o caixa três.
Caixa três? Trata-se daquele tipo de gasto público, sempre de caráter ambíguo, cujo principal objetivo é conquistar a simpatia e a gratidão dos pobres em ano de eleições. O caso mais recente de investimento com essa rubrica é a intenção do governo de oferecer um telefone celular a cada uma dos 12 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família, trunfo eleitoral do governo para o ano que vem. A ideia de distribuir celulares em ano de eleições partiu do ministro das Comunicações, Hélio Costa, pré-candidato ao governo de Minas Gerais. O Bolsa Celular, como o programa deve ser chamado, tem outra vantagem eleitoral. Ao custo de 2 bilhões de reais, ele será inteiramente bancado pelos contribuintes.
“A inclusão digital abre novas oportunidades de trabalho e aumenta a renda dos mais pobres”, explica o economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Mas, tal como foi planejado, o Bolsa Celular é apenas um truque eleitoral. Segundo Neri, cerca de 70% das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família já têm celular. O resultado econômico, portanto, será quase nulo.
O mesmo não se pode dizer de seu impacto nas eleições. De acordo com uma pesquisa realizada pelo economista Maurício Canêdo, também da FGV, 3 milhões de brasileiros votaram em Lula em 2006 apenas por causa do Bolsa Família. A fórmula tem dado tão certo que o governo pensa em expandi-la.
O projeto do Bolsa Cinema, tíquete de 50 reais mensais para os trabalhadores assistirem à telona, tramita em regime de urgência no Senado. O governo quer distribuir o tíquete já no ano que vem. Deve ser porque em 2010, além de eleições, haverá a estreia de Lula, o Filho do Brasil, filme laudatório patrocinado por empreiteiras amigas do Palácio do Planalto. O governo não quer nenhuma sala vazia.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política
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11/11/2009 - 18:47
Ontem o Brasil sofreu com mais um apagão, cerca de 15 estados ficaram cerca de 7 horas totalmente no breu.
O ministro de minas e energia, Edson Lobão, falou na TV que foi um mero acidente, mas que ainda iria se investigar para saber as causas.
Nem o próprio ministro sabia o que tinha de fato acontecido, não resta dúvida que nosso ministro de minas e energia não sabe nada de energia elétrica, e pelo jeito não deve saber nem trocar uma lâmpada.
Cheio de evasivas afirmou que nosso sistema é robusto e que é todo interligado. Bem, por interligado se entende que quando uma das redes falha outra automaticamente supre a falha da que parou de funcionar. Mas se o sistema de distribuição de energia funciona assim, porque do apagão? Ele não deveria ter funcionado?
Estão falando que o sistema foi desligado por causa das condições climáticas, será? Vale lembrar que o norte do Canadá tem condições climáticas bem piores que a nossa e nem por isso eles tiverem um apagão dessas proporções.
“Nunca na história desse país “60 milhões de pessoas ficou sem energia elétrica.
Lula vive dizendo que o Brasil caminha para ser a 5ª economia mundial. Será? Com um apagão desse porte seremos mesmo a vanguarda do crescimento no planeta, para usar um termo ufânico como Lula sempre faz.
Mesmo que o que tenha ocorrido seja um acidente, fica evidente que o sistema mostrou sua fragilidade, e não adianta a ministra Dilma vir à imprensa e dizer que a oposição vai usar o fato politicamente. Quero lembrar que quem usou o fato politicamente foi o PT e o presidente Lula no apagão de 2001. Lembrando que um dos motivos daquele apagão foi à seca que o país atravessava. FHC não era São Pedro.
E agora Dilma, Lula, não temos problemas de seca, o próprio presidente Lula vive dizendo que investiu pesado em energia, que o Brasil consome menos energia do que produz, como se explica esse apagão?
Será que os investimentos em infra-estrutura energética não foram suficientes? Terá sido um ataque de hackers ao sistema, ou é problema de incapacidade gerencial?
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08/11/2009 - 14:01
Por Ana Flor, na Folha:
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) saiu em defesa ontem do presidente Lula, atacando a imprensa e a oposição. Dilma afirmou que existe uma “oposição quase midiática” no país e acusou segmentos da imprensa de “partidarização”.
Na semana passada, o governo Lula foi alvo de críticas do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. O cantor Caetano Veloso foi também a público dizer que Lula é “analfabeto e grosseiro”.
Ao falar a prefeitos e vice-prefeitos do PT ontem em São Paulo, Dilma disse que as alianças que o PT está construindo devem ser “uma das explicações para o crescente isolamento de setores políticos, basicamente a oposição, que se vê sem projeto, sem discurso e cada vez mais sem base social”.
Dilma disse ainda que há a “substituição da oposição partidária pela oposição quase midiática”. Ela voltou a classificar a oposição de “patética”, como fez no dia anterior, além de chamá-la de “desconexa” e vítima de um “excesso de vaidade”.
Ao se referir ao PT, disse que “nós somos de fato os grandes democratas do Brasil”.
Numa tentativa de municiar os prefeitos para defenderem o projeto petista na campanha do próximo ano, Dilma falou que o governo tem derrubado “dogmas” da oposição. Como exemplo, falou da crença de que “o povo é politicamente atrasado [e] precisa de formadores de opinião o orientando” -uma resposta às críticas de Caetano.
Dilma foi recebida por centenas de prefeitos e vice-prefeitos do PT em Guarulhos. Além de gritos de “Urgente, Dilma presidente” da plateia, os palestrantes brincavam, ao começar suas falas, dizendo “bom Dilma” -ao invés de “bom dia”.
A ministra subiu o tom dos ataques menos de uma semana depois de FHC criticar, em artigos para jornais, o “lulismo” que comandaria o grupo hoje no poder no país.
Em seu discurso, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, chamou o ex-presidente de “Fracassando Henrique Cardoso”.
Há poucas semanas, também em São Paulo, Lula criticou a imprensa, afirmando que o povo pensa por si e “não precisa de intermediários”. A fala de Dilma, muito aplaudida pela plateia petista, foi na mesma linha. Segundo ela, é “arrogância atribuir nossa popularidade como uma miopia” do povo.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política
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08/11/2009 - 11:09
Na Folha:
O tom de críticas entre dois dos principais grupos que disputam o poder em 2010 parece ter se elevado. Tucanos reagiram a declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que os comparou ao ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945) durante discurso anteontem. Para os oposicionistas, a fala de Lula transpareceria sua “aversão ao contraditório”.
O presidente fez a analogia ao comentar a estratégia tucana de treinar, a partir desta semana, cerca de 4.500 militantes no Nordeste. O alvo é afinar discurso e conseguir votos para a eleição de 2010. Os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) disputam a indicação do partido para concorrer à sucessão de Lula.
Para o petista, esta tentativa de convencimento dos eleitores seria análoga a estratégia de Hitler de arregimentar forças para destruir inimigos, como os judeus. O deputado José Aníbal (SP), líder do PSDB na Câmara, acha que “o presidente demonstra irritação porque colocou-se o dedo na ferida no autoritarismo dele, o quanto ele é avesso ao contraditório, à crítica, à fiscalização”.
O deputado disse que Lula e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) cometem “crime eleitoral” por viajar num avião do governo para, segundo ele, fazer ato eleitoral. “Ele [Lula] tem uma concepção fascista, mussoliniana do que deve ser o papel da imprensa”, disse Aníbal.
O senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, disse que as declarações do presidente “não podem ser sinceras”. “Estamos fazendo curso sobre democracia, não gostamos de Hitler nem de [o presidente da Venezuela, Hugo] Chávez. Não discutimos ditadores. Se o presidente tiver curiosidade, podemos mandar nossas apostilas para ele.”
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), “nunca se viu na história do país um presidente falar tanta bobagem”.
Em outra frente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez críticas a política ambiental do atual governo.
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07/11/2009 - 22:43
Primeira Parte:
Segunda Parte:
Terceira parte:
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07/11/2009 - 07:38
Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno.
Quando Aécio Neves é apresentado como candidato tucano no lugar de Serra, constatou-se uma surpresa: Aécio superou Dilma Rousseff pela primeira vez numa pesquisa do Vox Populi. Ainda que seja por 1 ponto porcentual e, portanto, dentro da margem de erro.
Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Política
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