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25/11/2009 - 10:23

Voo de Lulinha custaria R$ 15 mil sem carona

Pela Folha de São Paulo:

Filho de Lula e mais 15 convidados pegaram carona no avião oficial da Presidência, em outubro, e foram para Brasília

Governo afirma que uso do Sucatinha para transportar os convidados do presidente é normal e que caronas em voo ajudam a economizar

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, e seus 15 acompanhantes que viajaram de São Paulo a Brasília de carona num avião da FAB (Força Aérea Brasileira) em 9 de outubro teriam de desembolsar no mínimo R$ 15.098, ao todo, para fazer o mesmo trajeto caso tivessem viajado de primeira classe pela TAM, pelos preços de ontem. Na Gol, pagariam R$ 7.658 na classe econômica.

Conforme a Folha publicou ontem, Lulinha, como é conhecido, e os acompanhantes dele viajaram com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na aeronave oficial (Sucatinha), um Boeing 737.

O avião, ocupado por militares, estava prestes a pousar em Brasília quando teve de retornar a São Paulo para buscar Meirelles -que solicitou a aeronave-, um assessor dele, Lulinha e convidados. Meirelles disse que só no embarque soube que Lulinha e mais 15 pessoas viajariam com ele.

O Sucatinha, que havia iniciado a viagem em Gavião Peixoto (SP), pousou em Guarulhos às 19h e foi reabastecido.

Uma nova ordem ao comandante informou que os passageiros embarcariam no aeroporto de Congonhas. Para ficar mais leve e novamente obter condições de pouso, o avião precisou gastar 3.000 kg de querosene sobrevoando São Paulo até descer em Congonhas, às 21h30. A nova decolagem só ocorreu às 23h e a chegada a Brasília, uma hora e 40 minutos depois.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , ,
23/11/2009 - 14:57

Serra, com Aécio de vice, venceria primeiro turno

A 99ª rodada da pesquisa CNT/Sensus mostrou que uma chapa encabeçada pelo governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), com o governador paulista, José Serra (PSDB), de vice, seria a favorita no primeiro turno das eleições.

Vejas as simulações:

* Aécio Neves / José Serra – 31%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 22,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 18,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,3%

Noutra lista, com Serra à presidência e Aécio a vice:

* José Serra / Aécio Neves – 35,8%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 23,9%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 16,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,2%

Uma terceira simulação com Aécio à presidência, Ciro de vice e Serra fora da disputa:

* Aécio Neves / Ciro Gomes – 32,4%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 26,6%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 8,3%

A pesquisa CNT/Sensus entrevistou 2 mil pessoas em 24 Estados das cinco regiões brasileiras entre 16 a 20 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para cima ou para baixo.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 11:52

Chapa puro sangue do PSDB é a menos rejeitada

Uma chapa encabeçada por José Serra (PSDB), com Aécio Neves (PSDB) como vice é a que tem a menor rejeição por parte do eleitorado brasileiro, mostra pesquisa CNT/Sensus.

Rejeição:

* José Serra / Aécio Neves – 25,6%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 36,3%
* Aécio Neves / José Serra – 27,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 33,5%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 31,7%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 45,3%

Única chapa que votaria:

* José Serra / Aécio Neves – 17,2%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 14,5%
* Aécio Neves / José Serra – 12%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 8,9%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 7,8%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 5,9%

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 11:48

CNT/Sensus: apesar de queda, Serra lidera intenções de voto

Nas simulações para as eleições de 2010 da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.

“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.

No quadro onde José Serra é substituído pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o deputado Ciro Gomes sobe para primeiro lugar, com 25%, Dilma Rousseff também cresce para 21,3%, Aécio fica com 14,7% e Marina Silva cai para 7,3%.

Na disputa de segundo turno, a ministra Dilma Rousseff teve uma recuperação sobre José Serra no simulado de setembro para novembro. Serra caiu de 49,9% na rodada anterior para 46,8% em novembro e a ministra Dilma ganhou três pontos, de 25% para 28,2%.

A chefe da Casa Civil ganharia de Aécio Neves numa simulação do segundo turno com 36,6% contra 27,9% do mineiro. No cenário de José Serra e Ciro Gomes no segundo turno das eleições, o tucano venceria com 44,1% contra 27,2% de Ciro, mas ainda assim o governador de São Paulo teve uma queda de sete pontos percentuais.

Transferência de votos
O poder do presidente Lula em transferir votos para um candidato à Presidência da República se manteve inalterado. Os números mostram que 20,1% dos entrevistados votariam em um nome apoiado pelo presidente Lula, 31,6% poderiam votar e 16% não votariam. Em setembro, o percentual dos que votariam no candidato apresentado pelo governo era de 20,8%.

Enquanto isso, ainda segundo a pesquisa, uma indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não acrescentaria votos para o candidato: 49,3% responderam que não votariam em um nome apoiado por FHC e apenas 3% votariam em um candidato do ex-presidente.

Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, a aprovação do governo Lula estimula a intenção de votos num candidato apoiado pelo petista. “A avaliação do presidente Lula e de seu governo continua crescendo, resultado do bom desempenho econômico e dos programas sociais, percepção de que houve melhora da imagem do País interna e perante o mundo e o forte discurso do presidente Lula na sua linguagem de identificação com o povo”, disse Andrade.

“Com relação ao cenário eleitoral, nota-se uma queda de José Serra, crescimento de Dilma e crescimento de Aécio nos cenários estimulados”, disse o presidente da CNT.

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23/11/2009 - 11:44

CNT/Sensus: avaliação positiva do governo sobe para 70%

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recuperou o fôlego na nova rodada da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, com 70% de avaliação “ótimo” e “bom” em novembro. O percentual do último levantamento tinha apresentado queda: de 69,8% em maio para 65,4% em setembro. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.

O número de insatisfeitos com o governo Lula também caiu em novembro, segundo a pesquisa. Enquanto em setembro 7,2% dos entrevistados faziam uma avaliação negativa do governo, em novembro este percentual passou para 6,2%. A avaliação do desempenho pessoal do presidente Lula aumentou de 76,8% em setembro para 78,9%, mesmo depois do episódio do apagão, em 10 de novembro.

Eleições 2010
Nas simulações para as eleições de 2010, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos.

“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.

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23/11/2009 - 09:03

José Serra: É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo

De: José Serra:

É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.

O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada.

Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.

Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?

A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?

Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?

O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência.

O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?

As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU.

Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?

Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.

José Serra é governador de São Paulo

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/11/2009 - 14:46

Das empresas que patrocinaram o filme, “Lula o Filho do Brasil”, todas tem contratos com o governo.

Na VEJA desta semana:

Como dizer não?
Lula, o Filho do Brasil foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas, a maioria delas com negócios com o governo, que doou 10,8 milhões de reais

AmBev – Em 2005, o BNDES destinou 319 milhões de reais para a empresa de bebidas.

Camargo Corrêa – A construtora participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, tendo recebido, em 2008, 102,7 milhões de reais.

CPFL Energia – O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e fundos de pensão de estatais.

EBX – Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam 3 bilhões de reais só neste ano.

GDF Suez – A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais.

Grendene – O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.

Hyundai – Em 2007, o governo federal deu uma mãozinha para a implantação da fábrica da montadora em Goiás.

Neoenergia – O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detêm, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo.

OAS – Foi uma das financiadoras da campanha de reeleição de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais.

Odebrecht – Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.

Oi – O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.

Volkswagen – Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1?100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/11/2009 - 14:16

Lula: Divisão da base nos Estados não pode prejudicar Dilma

De Lula, agora a pouco, em Brasília, após dar seu voto nas eleições internas do PT:

- A eleição no PT é sempre um momento de fortalecimento do partido. Acho que o fato de nos termos muitas chapas disputando, muitos candidatos a presidente, ao invés de ser o que alguns chamam de divisão do partido, na verdade é uma demonstração da riqueza, da pluralidade do partido.

- A hora que terminar as eleições o partido vai ter uma nova direção para coordenar a campanha e coordenar os trabalhos da companheira Dilma Rousseff. Acho que é importante que o partido faça isso agora para que a gente comece o ano com uma direção bastante aguerrida e possa ganhar [as eleições].

- Eu não tenho mais ilusão quando se trata de disputas locais. Por mais que a gente oriente as pessoas de que o projeto nacional deve prevalecer, normalmente o que tem acontecido é cada um olhar para o seu umbigo. O que é importante é que, se houver divergências dentro da base aliada nos Estados, que isso não seja impeditivo pra a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos apoiando sua candidatura.

- Não existe na historia da humanidade, na historia política do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Isso aconteceu no mundo inteiro e aconteceu no PT. Temos de ter clareza que os erros cometidos devem servir de ensinamentos para que a gente não erre outra vez. O PT esta hoje muito mais calejado, muito mais senhor da situação gerencial de uma cidade, de um estado, de um país, portanto o PT chega nas eleições muito fortalecido.

- Estou visitando o Oriente Médio entre 10 e 16 de março. Estou trabalhando com a idéia de fazer um ‘jogo da paz’. Já há disposição dos dois países [Isral e Palestina] de montar uma seleção meio a meio. Se der, eu posso jogar de centro-avante em Israel, eu poderia ser meio armador. É uma idéia que ainda precisa ter a resposta da própria CBF porque a gente não sabe o calendário, é apenas uma idéia da seleção brasileira contra o combinado Israel-Palestina. Conversei com [o presidente de Israel] Shimon Peres, conversei com o presidente da autoridade palestina, Mahmoud Abbas e estou esperando os dois. Os dois mostraram simpatia.

- Não comento Battisti porque não recebi sequer a decisão da Suprema Corte, quando receber eu vou tomar decisão. Todo mundo já deu palpite no caso Battisti, agora a decisão é minha. Na hora que eu tiver eu digo pra vocês.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/11/2009 - 11:53

Capa da Veja:Lula, “O Filho do Brasil”

Seguem alguns trechos da reportagem de Diego Escosteguy e Otávio Cabral:
(…)
Lula, o Filho do Brasil, a cinebiografia que estreará nos cinemas no começo do próximo ano, é o primeiro filme de ficção sobre a vida do presidente. A LC Barreto, responsável pelo projeto, enviará 500 cópias ao circuito comercial – o maior lançamento da história do cinema brasileiro. As centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical, planejam projetar a fita para espectadores das áreas mais pobres do país. Os trabalhadores sindicalizados poderão comprar ingressos subsidiados a 5 reais. As estimativas mais conservadoras indicam que, somente nas salas comerciais, 5 milhões de pessoas assistirão ao longa. É pouco diante do que se seguirá. O DVD do filme será lançado no dia 1º de maio, feriado do trabalhador. Em seguida, a Rede Globo levará a fita ao ar, editada como uma minissérie.
(…)
Antes mesmo de ser lançado em rede comercial, o filme está agitando os bastidores da política. Assessores envolvidos na campanha presidencial de Dilma Rousseff, a candidata escolhida pelo governo para suceder Lula, veem na película um poderoso instrumento eleitoral, capaz de fazer diferença na luta petista para se manter no poder.
(…)
Na terça-feira da semana passada, VEJA esteve na primeira exibição pública do filme, que abriu o tradicional Festival de Cinema de Brasília.
(…)
Se como cinema o filme é fraco, como propaganda e negócio tem tudo para dar certo. (…) Há elementos em abundância para provocar chororô (…) Qualquer sentimento que pudesse torná-lo mais humano, como a raiva pelo abandono do pai ou a inveja de quem tinha o que ele desejava, perde-se na produção artificial do mito, do messias que sofre, persevera e está destinado a conduzir o povo até a terra prometida. O Lula de Fábio Barreto não é somente um herói sem defeitos; é um herói iluminado.
(…)
Os bastidores do projeto revelam que essas opções não foram meramente artísticas. Houve estreita colaboração entre os produtores do filme e a equipe de Lula. (…) Políticos próximos a Lula afirmam, sob a condição de anonimato, que o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, teve influência decisiva na definição do esquema de captação de recursos. Antes da edição final, Barreto viajou para Brasília pelo menos duas vezes para exibir o filme a políticos próximos ao Planalto. A primeira sessão aconteceu há três meses. Participaram ministros, como Paulo Bernardo, do Planejamento, e Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, e deputados, como João Paulo Cunha e Ricardo Berzoini, da cúpula do PT. Os petistas, depois da exibição, acharam as músicas incidentais muito pouco dramáticas e sugeriram acrescentar músicas populares, que seriam mais facilmente assimiláveis – no que foram prontamente atendidos.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , ,
22/11/2009 - 11:33

PMDB de 14 estados apóia Requião para sucessão de Lula

A moção de apoio a candidatura foi assinada por líderes do PMDB de 14 estados. O nome de Requião ainda precisa passar pela convenção nacional do partido

Da Gazeta do Povo:

Um encontro de líderes do PMDB, realizado nesta sábado (21), em Curitiba, aprovou uma moção oficializando o nome do governador do Paraná Roberto Requião como pré-candidato à Presidência da República. O documento foi assinado pelos representantes do partido de 14 estados brasileiros.

Para que Requião se torne candidato e dispute as eleições de 2010 ainda é preciso da aprovação do nome dele em uma convenção nacional do partido.

A decisão foi tomada pela ala peemedebista que está descontente com o pré-acordo eleitoral firmado entre a cúpula nacional do PMDB e o PT. Requião vem criticando há um mês a cúpula da legenda por ter fechado, sem consultar o partido, um acordo pré-eleitoral com o presidente Lula para apoio à pré-candidatura da ministra da casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial.

Em seu discurso durante o encontro Requião voltou a defender a candidatura própria. “Não podemos ter uma partido que seja acessório”, declarou. Ele afirmou, ainda, que sua candidatura é um resgate das raízes do partido. “Vamos oxigenar o partido e reerguer nosso velho MDB de guerra”, disse.

Com a moção assinada por 14 diretórios estaduais, Requião deve percorrer os demais estado buscando apoio para sua candidatura. Eduardo Requião, irmão do governador e chefe do gabinete de representação do Paraná em Brasília, afirmou que o PMDB tem uma proposta de governo para o Brasil. “Temos que usar os bons exemplos de todos os governos do PMDB, não só do Paraná, de todos os estados”, disse.

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19/11/2009 - 20:30

Financiamento divide especialistas

deu em o globo

Para Romano, é ‘temeridade’; Valverde vê ‘patrulha ideológica’

De Tatiana Farah:

O professor de Ética da Unicamp Roberto Romano considerou uma temeridade que empresas que têm contrato com o governo federal financiem “Lula, o filho do Brasil”. Para Romano, o filme ajuda o que chama de “culto à personalidade” de Lula:

— Ou é uma imensa obra de bajulação, ou de propaganda. Acho que é as duas coisas. É propaganda eleitoral de encomenda, embora o senhor Barreto diga que não. O financiamento do filme é uma temeridade.

Ele não vê dilema ético nos patrocínios.

— Não há dilema ético. Mas é ruim em qualquer estado democrático, principalmente quando o governante exerce capacidade de atrair multidões através de propaganda. Essas empresas deveriam ter evitado patrocinar o filme. Quanto mais você está enredado no mercado, e o mercado está ligado a fontes oficiais, tem de tomar cuidado. Mas não dá para dizer, a priori, que as empresas estejam se aproveitando (financiando para receber benesses).

O cientista político Fernando Abrúcio (FGV-PUC) diz que seria ilação afirmar que há interesse dos patrocinadores em ter benefícios no governo.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
17/11/2009 - 20:15

O PT torce contra São Paulo, e se torce contra São Paulo torce contra o Brasil.

O jornal O Estado de São Paulo, publicou uma matéria nesta terça-feira com o título:
‘“PT quer atrasar obras do Rodoanel para atrapalhar Serra”

O jornal denuncia que o PT paulista sob o comando do PT Nacional vai usar o episodio da queda das vigas na obra, para atrasar o máximo sua conclusão, prevista para março de 2010. Para isso vão afundar a administração estadual em investigação com vários pedidos de análises técnicas e vistorias para que o governador José Serra não consiga tirar dividendos eleitorais.

Essa é a forma do PT atuar, atrapalhando uma obra que pretende melhorar o transito na cidade que é a terceira maior mancha urbana do planeta e que tem um transito dos mais complexos na mesma escala.
Mas não adianta, o PT quando oposição tinha a mesma irresponsabilidade. Era contra qualquer coisa que a oposição fizesse, mesmo que fosse boa para a população. O PT foi contra o Plano Real, foi contra o cambio flutuante, foi contra a lei de responsabilidade fiscal, enfim, o PT era contra qualquer coisa que não fosse idéia de petista, nunca se preocupou se os projetos eram bons ou não, o que valia mesmo era ser do contra. Porque seria diferente agora, no caso do Rodoanel?

Petistas têm apenas plano de poder, não plano de governo. Eles não fazem nada para o bem desse país, que não possam tirar algum tipo proveito.
Chegam ao ponto de atrasar a continuação da obra do Rodoanel. E quem paga o preço da irresponsabilidade é a população de São Paulo.

Quando um político do PSDB sabotou algum projeto petista que fosse bom para o povo? Nunca! E por falar em nunca…

“Nunca na história desse país” a frase do filósofo Maquiavel foi tão bem empregada quanto pelos petistas. “Os fins justificam os meios”. Napoleão Bonaparte que tinha o livro “O Príncipe” na cabeceira da sua cama deve remexer no túmulo de inveja dos petistas.

Quem faz isso com a população da cidade de São Paulo, já imaginou o que é capaz de fazer com o país inteiro para se manter no poder? Quem torce contra São Paulo, poderá torcer contra o Brasil.

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16/11/2009 - 10:30

GM: Propaganda subliminar do governo Lula.

Esse comercial da GM é mais uma proganda do Governo Lula, disfarçada de comercial comum de carro começa falando levemente do plano real (para não dar tão na cara), mas no seu final, a GM se entrega, na verdade o comercial faz propaganda subliminar do Governo Lula, exaltando os feitos de seu governo.
A GM vai investir R$ 2 Bilhões na fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que Gravataí tem administração Petista. Vão sair do BNDS cerca de R$ 420 milhões, e ainda receberá a título de ágil 75% do ICMS.
O Comercial foi criado pela McCann Erickson que entre outras contas de peso, tem também, as de Furnas e Embrapa.
Com tantas vantagens assim a GM só poderia fazer um comercial falando bem do governo Lula.

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15/11/2009 - 16:29

Frase do dia

O que tem o Edson Lobão em comum com Tomas Edson, com certeza não é energia, só os Edson.

João Gaião

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15/11/2009 - 16:26

País teve 62 apagões graves só neste ano

Segundo o Inpe, 70% dos blecautes são causados por descargas elétricas; prejuízo anual com corte de energia é de R$ 600 milhões

Desligamentos causaram cortes superiores a 100 MW, que equivalem ao consumo médio de um município com 400 mil habitantes

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por controlar a operação e a transmissão de energia elétrica do SIN (Sistema Interligado Nacional), registrou neste ano um aumento de 29% no número de apagões de grandes proporções em relação a 2008.

Especialistas ouvidos pela Folha atribuem o aumento a condições climáticas, queimadas, desmatamento e falhas em equipamentos de transmissão, causadas por erros de planejamento ou falta de manutenção.

Na última terça-feira, o blecaute mais abrangente na história do país deixou no escuro 70 milhões de pessoas em 18 Estados e no Distrito Federal.

Segundo levantamento feito pela reportagem com base em boletins do ONS, foram registrados neste ano 62 desligamentos significativos, ou seja, com cortes superiores a 100 MW (que equivalem ao consumo médio de uma cidade com 400 mil habitantes).O valor é a referência máxima adotada pelo órgão.

Também constam nos relatórios dois desligamentos envolvendo linhas de transmissão de Itaipu, que, segundo o ONS, não geraram consequências aos consumidores.

O número desse tipo de ocorrência estava em queda nos últimos quatro anos, passando de 74 em 2005 para 48 em 2008. Empresas atribuem a redução nesse período a investimentos em melhorias da transmissão da energia. O aumento neste ano, dizem, é motivado por condições climáticas.

A maioria das ocorrências está ligada às empresas Eletronorte, Furnas e Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista). Os desligamentos levantados correspondem apenas às transmissoras de energia elétrica que participam do SIN, rede que liga todos os Estados (exceto RR, AM e AP). Assinante do jornal leia mais em:

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15/11/2009 - 16:21

Vinte anos depois do Lula-lá, Lula, Collor e Sarney juntos

A eleição presidencial de 1989 foi marcada por agressões e ataques pessoais dos três principais personagens: os candidatos Fernando Collor de Mello (PRN), que seria eleito presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ficou em segundo lugar, e o então presidente da República, José Sarney.

Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.

Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.

As declarações de cada um para justificar a repentina amizade se baseiam na alegação de que todos foram alvo de campanhas difamatórias e injustiças. Outra argumentação é que não foram eles que mudaram, mas o tempo e a política. De forma reservada, interlocutores de Lula dizem o que mais mudou nessas duas décadas: o pragmatismo e a necessidade de governabilidade.

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15/11/2009 - 12:14

Pesquisa:Serra x Dilma X Aécio

Quem sabe ler pesquisa e examinou os números da Vox Populi (36% para Serra e 19% para Dilma) acha que, em condições normais de temperatura e pressão, entre o final de janeiro e o início de março, os dois estarão emparelhados.

Serra x Aécio

Prospera num pedaço do empresariado a ideia de que é melhor perder a sucessão presidencial com Aécio Neves do que ganhá-la com José Serra. A manobra nasceu no poço de rancor que a ekipekonômica de Fernando Henrique Cardoso cultiva em relação a Serra. Desse núcleo propagou-pela pela banca e pela turma do papelório. A conta é simples: “Se ganharmos com Aécio, acertamos na loteria. Admitindo-se que para nós tanto faz Dilma como Serra, trocamos um jogo de perde-perde por outro de perde-ganha.”

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14/11/2009 - 12:54

O caixa três das eleições de 2010

O caixa três das eleições de 2010

Governo planeja dar telefones no ano eleitoral

A eleição do ano que vem será a mais cara já realizada no país. Marqueteiros envolvidos no processo eleitoral calculam que só a campanha presidencial custará mais de 1 bilhão de reais. A cifra refere-se ao caixa um e, caso ocorra novamente, ao caixa dois – aquela prática celebrizada pelo ex-tesoureiro petista Delúbio Soares como “recursos não contabilizados” que o presidente Lula já disse que todo mundo faz. A estimativa, porém, exclui o caixa três.

Caixa três? Trata-se daquele tipo de gasto público, sempre de caráter ambíguo, cujo principal objetivo é conquistar a simpatia e a gratidão dos pobres em ano de eleições. O caso mais recente de investimento com essa rubrica é a intenção do governo de oferecer um telefone celular a cada uma dos 12 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família, trunfo eleitoral do governo para o ano que vem. A ideia de distribuir celulares em ano de eleições partiu do ministro das Comunicações, Hélio Costa, pré-candidato ao governo de Minas Gerais. O Bolsa Celular, como o programa deve ser chamado, tem outra vantagem eleitoral. Ao custo de 2 bilhões de reais, ele será inteiramente bancado pelos contribuintes.

“A inclusão digital abre novas oportunidades de trabalho e aumenta a renda dos mais pobres”, explica o economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Mas, tal como foi planejado, o Bolsa Celular é apenas um truque eleitoral. Segundo Neri, cerca de 70% das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família já têm celular. O resultado econômico, portanto, será quase nulo.

O mesmo não se pode dizer de seu impacto nas eleições. De acordo com uma pesquisa realizada pelo economista Maurício Canêdo, também da FGV, 3 milhões de brasileiros votaram em Lula em 2006 apenas por causa do Bolsa Família. A fórmula tem dado tão certo que o governo pensa em expandi-la.

O projeto do Bolsa Cinema, tíquete de 50 reais mensais para os trabalhadores assistirem à telona, tramita em regime de urgência no Senado. O governo quer distribuir o tíquete já no ano que vem. Deve ser porque em 2010, além de eleições, haverá a estreia de Lula, o Filho do Brasil, filme laudatório patrocinado por empreiteiras amigas do Palácio do Planalto. O governo não quer nenhuma sala vazia.

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11/11/2009 - 18:47

Apagão: Incapacidade Gerencial.

Ontem o Brasil sofreu com mais um apagão, cerca de 15 estados ficaram cerca de 7 horas totalmente no breu.
O ministro de minas e energia, Edson Lobão, falou na TV que foi um mero acidente, mas que ainda iria se investigar para saber as causas.
Nem o próprio ministro sabia o que tinha de fato acontecido, não resta dúvida que nosso ministro de minas e energia não sabe nada de energia elétrica, e pelo jeito não deve saber nem trocar uma lâmpada.
Cheio de evasivas afirmou que nosso sistema é robusto e que é todo interligado. Bem, por interligado se entende que quando uma das redes falha outra automaticamente supre a falha da que parou de funcionar. Mas se o sistema de distribuição de energia funciona assim, porque do apagão? Ele não deveria ter funcionado?
Estão falando que o sistema foi desligado por causa das condições climáticas, será? Vale lembrar que o norte do Canadá tem condições climáticas bem piores que a nossa e nem por isso eles tiverem um apagão dessas proporções.
“Nunca na história desse país “60 milhões de pessoas ficou sem energia elétrica.
Lula vive dizendo que o Brasil caminha para ser a 5ª economia mundial. Será? Com um apagão desse porte seremos mesmo a vanguarda do crescimento no planeta, para usar um termo ufânico como Lula sempre faz.
Mesmo que o que tenha ocorrido seja um acidente, fica evidente que o sistema mostrou sua fragilidade, e não adianta a ministra Dilma vir à imprensa e dizer que a oposição vai usar o fato politicamente. Quero lembrar que quem usou o fato politicamente foi o PT e o presidente Lula no apagão de 2001. Lembrando que um dos motivos daquele apagão foi à seca que o país atravessava. FHC não era São Pedro.
E agora Dilma, Lula, não temos problemas de seca, o próprio presidente Lula vive dizendo que investiu pesado em energia, que o Brasil consome menos energia do que produz, como se explica esse apagão?
Será que os investimentos em infra-estrutura energética não foram suficientes? Terá sido um ataque de hackers ao sistema, ou é problema de incapacidade gerencial?

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11/11/2009 - 10:22

Vox Populi – Dilma sobe 4 pontos, Serra cai 4 pontos

Resultados da mais recente pesquisa do Instituto Vox Populi para o Jornal da Band:

Cenário 1

Serra – 36% (tinha 40% na pesquisa do Vox fechada na segunda-feira 2/11);

Dilma – 19% (tinha 15%);

Ciro – 13% (tinha 12%);

Heloísa Helena – 6% (na pesquisa anterior não foi testada);

Marina – 3% (tinha 5%);

Nulo, branco e não sabe – 23%

Cenário 2

Dilma – 20%

Ciro – 19%

Aécio – 18%

Heloísa – 8%

Marina 4%

Nulo, branco e não sabe – 31%.

O Vox Populi testou o nível de decisão do eleitor. Perguntou e apurou os seguintes índices:

Já decidiu em quem votar – 33%;

Não decidiu, mas tem uma idéia – 12%

Não decidiu e não sabe em quem votará – 55%.

O menor índice de rejeição é de Aécio:5%. Ciro, 8%, Heloísa, 10%, Serra 11% e Dilma, 12%.

O índice é estabelecido a partir da pergunta: Em qual candidato você não votaria de jeito nenhum?

Melhorou a avaliação do desempenho do presidente Lula. Passou de 65% na pesquisa anterior para 68%.

Foram ouvidos 2 mil eleitores em 170 municípios de todos os Estados – menos Acre, Roraima e Rondônia. Data de aplicação da pesquisa: entre os últimos dias 31 e 6. Margem de erro: 2,4%.

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