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25/11/2009 - 22:43

O que anda errado no ninho Tucano.

As pesquisas dessa semana do CNT/Sensus, mostram que José Serra , governador de São Paulo e pré-candidato as eleições presidenciais pelo PSDB, continua na frente das pesquisas. A pesquisa revela também que a principal adversária de Serra na disputa presidencial a ministra chefe da casa civil Dilma Rousseff, tem crescido. Em um dos cenários pesquisado sem Serra e com Aécio Neves, governador de Minas e também pré-candidato pelo PSDB, dá Dilma e Aécio figura em terceiro ficando atrás de Ciro Gomes.

Não há como negar o crescimento notório de Dilma, com o apoio do presidente Lula, que goza de uma popularidade na casa dos 70%, e o forte marketing petista. Li a pesquisa em detalhes e posso afirmar que a continuar as indefinições dentro do PSDB, Dilma está em uma curva de crescimento bem acentuada e, na verdade tira votos do Tucano José Serra.

Os jornais de ontem 24/11 noticiavam que o presidente nacional do PSDB, senador Sergio Guerra, estaria vindo a São Paulo junto com lideranças dos partidos aliados – DEM e PPS – falarem com o Governador para acelerar sua definição.

Erra o PSDB e erra os partidos aliados, explico:

Serra não precisa falar nada , afinal Dilma é pré-candidata pelo PT, mas ela ainda espera as convenções para ter seu nome referendado, ou seja, ela nega mas está em plena pré-campanha usando a máquina publica e assim continua na mídia. A diferença é que no PT não há outra pessoa disputado com a ministra, já estão fechado com ela. Diferente do PSDB que tem uma disputa interna entre Serra e Aécio.

Cabem as lideranças tucanas, e dos partidos aliados ao PSDB, irem a Minas e falarem com o Aécio Neves, e não com o Serra. Quem tem embolado as coisas dentro do PSDB é o Aécio, não José Serra.
Chegou a hora dos tucanos deixarem a vaidade de lado e pensarem com mais clareza no futuro do Brasil. Todo mundo sabe que o que o PT mais teme é uma chapa puro-sangue, com Serra e Aécio. Essa união é que fará a diferença. É preciso que o governador Aécio Neves espere que sua hora vai chegar. Como disse Fernando Henrique vamos respeitar a fila. O PSDB não pode abrir mão de Serra por Aécio porque as pesquisas falam por si só. Não dá para trocar um candidato que está em primeiro nas pesquisas por um que esteja em terceiro.

Já vimos esse filme antes com Serra e Alckmin na campanha de 2006 e sabemos como ele termina.
O PSDB precisa pensar grande, Aécio precisa entender que uma derrota para o PT agora pode minar até as intenções dele no futuro. Se o PT ganhar vai sair muito mais fortalecido aí meus amigos , nem Serra nem Aécio.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 14:57

Serra, com Aécio de vice, venceria primeiro turno

A 99ª rodada da pesquisa CNT/Sensus mostrou que uma chapa encabeçada pelo governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), com o governador paulista, José Serra (PSDB), de vice, seria a favorita no primeiro turno das eleições.

Vejas as simulações:

* Aécio Neves / José Serra – 31%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 22,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 18,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,3%

Noutra lista, com Serra à presidência e Aécio a vice:

* José Serra / Aécio Neves – 35,8%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 23,9%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 16,1%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 5,2%

Uma terceira simulação com Aécio à presidência, Ciro de vice e Serra fora da disputa:

* Aécio Neves / Ciro Gomes – 32,4%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 26,6%
* Marina Silva / Guilherme Peirão Leal – 8,3%

A pesquisa CNT/Sensus entrevistou 2 mil pessoas em 24 Estados das cinco regiões brasileiras entre 16 a 20 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para cima ou para baixo.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 11:52

Chapa puro sangue do PSDB é a menos rejeitada

Uma chapa encabeçada por José Serra (PSDB), com Aécio Neves (PSDB) como vice é a que tem a menor rejeição por parte do eleitorado brasileiro, mostra pesquisa CNT/Sensus.

Rejeição:

* José Serra / Aécio Neves – 25,6%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 36,3%
* Aécio Neves / José Serra – 27,6%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 33,5%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 31,7%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 45,3%

Única chapa que votaria:

* José Serra / Aécio Neves – 17,2%
* Dilma Rousseff / Michel Temer – 14,5%
* Aécio Neves / José Serra – 12%
* Ciro Gomes / Carlos Lupi – 8,9%
* Aécio Neves / Ciro Gomes – 7,8%
* Marina Silva / Guilherme Leal – 5,9%

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 11:48

CNT/Sensus: apesar de queda, Serra lidera intenções de voto

Nas simulações para as eleições de 2010 da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.

“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.

No quadro onde José Serra é substituído pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o deputado Ciro Gomes sobe para primeiro lugar, com 25%, Dilma Rousseff também cresce para 21,3%, Aécio fica com 14,7% e Marina Silva cai para 7,3%.

Na disputa de segundo turno, a ministra Dilma Rousseff teve uma recuperação sobre José Serra no simulado de setembro para novembro. Serra caiu de 49,9% na rodada anterior para 46,8% em novembro e a ministra Dilma ganhou três pontos, de 25% para 28,2%.

A chefe da Casa Civil ganharia de Aécio Neves numa simulação do segundo turno com 36,6% contra 27,9% do mineiro. No cenário de José Serra e Ciro Gomes no segundo turno das eleições, o tucano venceria com 44,1% contra 27,2% de Ciro, mas ainda assim o governador de São Paulo teve uma queda de sete pontos percentuais.

Transferência de votos
O poder do presidente Lula em transferir votos para um candidato à Presidência da República se manteve inalterado. Os números mostram que 20,1% dos entrevistados votariam em um nome apoiado pelo presidente Lula, 31,6% poderiam votar e 16% não votariam. Em setembro, o percentual dos que votariam no candidato apresentado pelo governo era de 20,8%.

Enquanto isso, ainda segundo a pesquisa, uma indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não acrescentaria votos para o candidato: 49,3% responderam que não votariam em um nome apoiado por FHC e apenas 3% votariam em um candidato do ex-presidente.

Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, a aprovação do governo Lula estimula a intenção de votos num candidato apoiado pelo petista. “A avaliação do presidente Lula e de seu governo continua crescendo, resultado do bom desempenho econômico e dos programas sociais, percepção de que houve melhora da imagem do País interna e perante o mundo e o forte discurso do presidente Lula na sua linguagem de identificação com o povo”, disse Andrade.

“Com relação ao cenário eleitoral, nota-se uma queda de José Serra, crescimento de Dilma e crescimento de Aécio nos cenários estimulados”, disse o presidente da CNT.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 11:44

CNT/Sensus: avaliação positiva do governo sobe para 70%

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recuperou o fôlego na nova rodada da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, com 70% de avaliação “ótimo” e “bom” em novembro. O percentual do último levantamento tinha apresentado queda: de 69,8% em maio para 65,4% em setembro. A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de 3%.

O número de insatisfeitos com o governo Lula também caiu em novembro, segundo a pesquisa. Enquanto em setembro 7,2% dos entrevistados faziam uma avaliação negativa do governo, em novembro este percentual passou para 6,2%. A avaliação do desempenho pessoal do presidente Lula aumentou de 76,8% em setembro para 78,9%, mesmo depois do episódio do apagão, em 10 de novembro.

Eleições 2010
Nas simulações para as eleições de 2010, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua liderando as intenções de votos em todas as listas em que o nome dele é incluído, mas apresenta queda nos percentuais de primeiro e segundo turnos.

“Ao longo dos últimos 12 meses, Serra perdeu 15 pontos nas intenções de voto”, disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Na primeira lista que inclui todos os prováveis candidatos à presidência da República, José Serra aparece com 31,8%, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB)tem 17,5% das intenções de votos e a senadora Marina Silva (PV) apresenta 5,9%.

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23/11/2009 - 09:03

José Serra: É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo

De: José Serra:

É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.

O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada.

Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.

Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?

A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?

Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?

O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência.

O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?

As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU.

Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?

Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.

José Serra é governador de São Paulo

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/11/2009 - 14:40

Diogo Mainardi: Quem é o “Filho do Brasil”

“O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins”
Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás – os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos -, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.

Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” – só que num cenário mais indigente e embolorado.

Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?

Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/11/2009 - 14:16

Lula: Divisão da base nos Estados não pode prejudicar Dilma

De Lula, agora a pouco, em Brasília, após dar seu voto nas eleições internas do PT:

- A eleição no PT é sempre um momento de fortalecimento do partido. Acho que o fato de nos termos muitas chapas disputando, muitos candidatos a presidente, ao invés de ser o que alguns chamam de divisão do partido, na verdade é uma demonstração da riqueza, da pluralidade do partido.

- A hora que terminar as eleições o partido vai ter uma nova direção para coordenar a campanha e coordenar os trabalhos da companheira Dilma Rousseff. Acho que é importante que o partido faça isso agora para que a gente comece o ano com uma direção bastante aguerrida e possa ganhar [as eleições].

- Eu não tenho mais ilusão quando se trata de disputas locais. Por mais que a gente oriente as pessoas de que o projeto nacional deve prevalecer, normalmente o que tem acontecido é cada um olhar para o seu umbigo. O que é importante é que, se houver divergências dentro da base aliada nos Estados, que isso não seja impeditivo pra a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos apoiando sua candidatura.

- Não existe na historia da humanidade, na historia política do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Isso aconteceu no mundo inteiro e aconteceu no PT. Temos de ter clareza que os erros cometidos devem servir de ensinamentos para que a gente não erre outra vez. O PT esta hoje muito mais calejado, muito mais senhor da situação gerencial de uma cidade, de um estado, de um país, portanto o PT chega nas eleições muito fortalecido.

- Estou visitando o Oriente Médio entre 10 e 16 de março. Estou trabalhando com a idéia de fazer um ‘jogo da paz’. Já há disposição dos dois países [Isral e Palestina] de montar uma seleção meio a meio. Se der, eu posso jogar de centro-avante em Israel, eu poderia ser meio armador. É uma idéia que ainda precisa ter a resposta da própria CBF porque a gente não sabe o calendário, é apenas uma idéia da seleção brasileira contra o combinado Israel-Palestina. Conversei com [o presidente de Israel] Shimon Peres, conversei com o presidente da autoridade palestina, Mahmoud Abbas e estou esperando os dois. Os dois mostraram simpatia.

- Não comento Battisti porque não recebi sequer a decisão da Suprema Corte, quando receber eu vou tomar decisão. Todo mundo já deu palpite no caso Battisti, agora a decisão é minha. Na hora que eu tiver eu digo pra vocês.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
19/11/2009 - 20:30

Financiamento divide especialistas

deu em o globo

Para Romano, é ‘temeridade’; Valverde vê ‘patrulha ideológica’

De Tatiana Farah:

O professor de Ética da Unicamp Roberto Romano considerou uma temeridade que empresas que têm contrato com o governo federal financiem “Lula, o filho do Brasil”. Para Romano, o filme ajuda o que chama de “culto à personalidade” de Lula:

— Ou é uma imensa obra de bajulação, ou de propaganda. Acho que é as duas coisas. É propaganda eleitoral de encomenda, embora o senhor Barreto diga que não. O financiamento do filme é uma temeridade.

Ele não vê dilema ético nos patrocínios.

— Não há dilema ético. Mas é ruim em qualquer estado democrático, principalmente quando o governante exerce capacidade de atrair multidões através de propaganda. Essas empresas deveriam ter evitado patrocinar o filme. Quanto mais você está enredado no mercado, e o mercado está ligado a fontes oficiais, tem de tomar cuidado. Mas não dá para dizer, a priori, que as empresas estejam se aproveitando (financiando para receber benesses).

O cientista político Fernando Abrúcio (FGV-PUC) diz que seria ilação afirmar que há interesse dos patrocinadores em ter benefícios no governo.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
17/11/2009 - 20:15

O PT torce contra São Paulo, e se torce contra São Paulo torce contra o Brasil.

O jornal O Estado de São Paulo, publicou uma matéria nesta terça-feira com o título:
‘“PT quer atrasar obras do Rodoanel para atrapalhar Serra”

O jornal denuncia que o PT paulista sob o comando do PT Nacional vai usar o episodio da queda das vigas na obra, para atrasar o máximo sua conclusão, prevista para março de 2010. Para isso vão afundar a administração estadual em investigação com vários pedidos de análises técnicas e vistorias para que o governador José Serra não consiga tirar dividendos eleitorais.

Essa é a forma do PT atuar, atrapalhando uma obra que pretende melhorar o transito na cidade que é a terceira maior mancha urbana do planeta e que tem um transito dos mais complexos na mesma escala.
Mas não adianta, o PT quando oposição tinha a mesma irresponsabilidade. Era contra qualquer coisa que a oposição fizesse, mesmo que fosse boa para a população. O PT foi contra o Plano Real, foi contra o cambio flutuante, foi contra a lei de responsabilidade fiscal, enfim, o PT era contra qualquer coisa que não fosse idéia de petista, nunca se preocupou se os projetos eram bons ou não, o que valia mesmo era ser do contra. Porque seria diferente agora, no caso do Rodoanel?

Petistas têm apenas plano de poder, não plano de governo. Eles não fazem nada para o bem desse país, que não possam tirar algum tipo proveito.
Chegam ao ponto de atrasar a continuação da obra do Rodoanel. E quem paga o preço da irresponsabilidade é a população de São Paulo.

Quando um político do PSDB sabotou algum projeto petista que fosse bom para o povo? Nunca! E por falar em nunca…

“Nunca na história desse país” a frase do filósofo Maquiavel foi tão bem empregada quanto pelos petistas. “Os fins justificam os meios”. Napoleão Bonaparte que tinha o livro “O Príncipe” na cabeceira da sua cama deve remexer no túmulo de inveja dos petistas.

Quem faz isso com a população da cidade de São Paulo, já imaginou o que é capaz de fazer com o país inteiro para se manter no poder? Quem torce contra São Paulo, poderá torcer contra o Brasil.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
15/11/2009 - 16:26

País teve 62 apagões graves só neste ano

Segundo o Inpe, 70% dos blecautes são causados por descargas elétricas; prejuízo anual com corte de energia é de R$ 600 milhões

Desligamentos causaram cortes superiores a 100 MW, que equivalem ao consumo médio de um município com 400 mil habitantes

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por controlar a operação e a transmissão de energia elétrica do SIN (Sistema Interligado Nacional), registrou neste ano um aumento de 29% no número de apagões de grandes proporções em relação a 2008.

Especialistas ouvidos pela Folha atribuem o aumento a condições climáticas, queimadas, desmatamento e falhas em equipamentos de transmissão, causadas por erros de planejamento ou falta de manutenção.

Na última terça-feira, o blecaute mais abrangente na história do país deixou no escuro 70 milhões de pessoas em 18 Estados e no Distrito Federal.

Segundo levantamento feito pela reportagem com base em boletins do ONS, foram registrados neste ano 62 desligamentos significativos, ou seja, com cortes superiores a 100 MW (que equivalem ao consumo médio de uma cidade com 400 mil habitantes).O valor é a referência máxima adotada pelo órgão.

Também constam nos relatórios dois desligamentos envolvendo linhas de transmissão de Itaipu, que, segundo o ONS, não geraram consequências aos consumidores.

O número desse tipo de ocorrência estava em queda nos últimos quatro anos, passando de 74 em 2005 para 48 em 2008. Empresas atribuem a redução nesse período a investimentos em melhorias da transmissão da energia. O aumento neste ano, dizem, é motivado por condições climáticas.

A maioria das ocorrências está ligada às empresas Eletronorte, Furnas e Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista). Os desligamentos levantados correspondem apenas às transmissoras de energia elétrica que participam do SIN, rede que liga todos os Estados (exceto RR, AM e AP). Assinante do jornal leia mais em:

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15/11/2009 - 16:21

Vinte anos depois do Lula-lá, Lula, Collor e Sarney juntos

A eleição presidencial de 1989 foi marcada por agressões e ataques pessoais dos três principais personagens: os candidatos Fernando Collor de Mello (PRN), que seria eleito presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ficou em segundo lugar, e o então presidente da República, José Sarney.

Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.

Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.

As declarações de cada um para justificar a repentina amizade se baseiam na alegação de que todos foram alvo de campanhas difamatórias e injustiças. Outra argumentação é que não foram eles que mudaram, mas o tempo e a política. De forma reservada, interlocutores de Lula dizem o que mais mudou nessas duas décadas: o pragmatismo e a necessidade de governabilidade.

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
15/11/2009 - 12:14

Pesquisa:Serra x Dilma X Aécio

Quem sabe ler pesquisa e examinou os números da Vox Populi (36% para Serra e 19% para Dilma) acha que, em condições normais de temperatura e pressão, entre o final de janeiro e o início de março, os dois estarão emparelhados.

Serra x Aécio

Prospera num pedaço do empresariado a ideia de que é melhor perder a sucessão presidencial com Aécio Neves do que ganhá-la com José Serra. A manobra nasceu no poço de rancor que a ekipekonômica de Fernando Henrique Cardoso cultiva em relação a Serra. Desse núcleo propagou-pela pela banca e pela turma do papelório. A conta é simples: “Se ganharmos com Aécio, acertamos na loteria. Admitindo-se que para nós tanto faz Dilma como Serra, trocamos um jogo de perde-perde por outro de perde-ganha.”

Autor: joao.gaiao@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Política Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
14/11/2009 - 12:54

O caixa três das eleições de 2010

O caixa três das eleições de 2010

Governo planeja dar telefones no ano eleitoral

A eleição do ano que vem será a mais cara já realizada no país. Marqueteiros envolvidos no processo eleitoral calculam que só a campanha presidencial custará mais de 1 bilhão de reais. A cifra refere-se ao caixa um e, caso ocorra novamente, ao caixa dois – aquela prática celebrizada pelo ex-tesoureiro petista Delúbio Soares como “recursos não contabilizados” que o presidente Lula já disse que todo mundo faz. A estimativa, porém, exclui o caixa três.

Caixa três? Trata-se daquele tipo de gasto público, sempre de caráter ambíguo, cujo principal objetivo é conquistar a simpatia e a gratidão dos pobres em ano de eleições. O caso mais recente de investimento com essa rubrica é a intenção do governo de oferecer um telefone celular a cada uma dos 12 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família, trunfo eleitoral do governo para o ano que vem. A ideia de distribuir celulares em ano de eleições partiu do ministro das Comunicações, Hélio Costa, pré-candidato ao governo de Minas Gerais. O Bolsa Celular, como o programa deve ser chamado, tem outra vantagem eleitoral. Ao custo de 2 bilhões de reais, ele será inteiramente bancado pelos contribuintes.

“A inclusão digital abre novas oportunidades de trabalho e aumenta a renda dos mais pobres”, explica o economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Mas, tal como foi planejado, o Bolsa Celular é apenas um truque eleitoral. Segundo Neri, cerca de 70% das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família já têm celular. O resultado econômico, portanto, será quase nulo.

O mesmo não se pode dizer de seu impacto nas eleições. De acordo com uma pesquisa realizada pelo economista Maurício Canêdo, também da FGV, 3 milhões de brasileiros votaram em Lula em 2006 apenas por causa do Bolsa Família. A fórmula tem dado tão certo que o governo pensa em expandi-la.

O projeto do Bolsa Cinema, tíquete de 50 reais mensais para os trabalhadores assistirem à telona, tramita em regime de urgência no Senado. O governo quer distribuir o tíquete já no ano que vem. Deve ser porque em 2010, além de eleições, haverá a estreia de Lula, o Filho do Brasil, filme laudatório patrocinado por empreiteiras amigas do Palácio do Planalto. O governo não quer nenhuma sala vazia.

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09/11/2009 - 23:02

Aécio afirma ser alternativa agregadora à sucessão de Lula

Em evento em SP, pré-candidato elogia Serra, mas reitera que poderá ter o apoio de partidos da base aliada

Para empresários, Aécio reafirmou que não será candidato à vice-presidência em 2010
SÃO PAULO – Com um forte discurso eleitoral, o governador de Minas Gerais e pré-candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves, apresentou-se nesta segunda-feira, 9, como uma alternativa agregadora à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e reafirmou que não será candidato à vice-presidência em 2010. A posição do tucano contraria projeto de caciques da sigla que defendem o lançamento do nome do mineiro, ao lado do nome do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em uma chapa puro-sangue.

“Eu não tenho obsessão em disputar a presidência”, disse o governador mineiro durante evento com empresários em um hotel de São Paulo, para em seguida elogiar o governador paulista. Caso seja “definido pelo partido como candidato à presidência”, Aécio disse que irá se colocar à disposição para trabalhar pela candidatura do paulista.

Ainda assim, o mineiro não perdeu a oportunidade de colocar-se como um candidato capaz de trazer alguns dos partidos da base governista para o campo da oposição. “O que tenho dito de forma branda, clara e objetivamente, é que nós temos outras alternativas, um outro tipo de convergência. Uma convergência que consegue atualmente trazer desde já aliados hoje no governo, mas não necessariamente na candidatura apoiada pelo governo”, disse Aécio, que usou seu discurso aos empresários para ressaltar suas conquistas à frente do Palácio da Liberdade e criticar a estratégia governista de transformar a eleição presidencial de 2010 em um plebiscito do governo Lula.
Aécio ressaltou que o PSDB deve evitar ao máximo a estratégia do governo de tornar a eleição de 2010 um pleito que compare os governos Lula e FHC, o que chamou de “armadilha plebiscitária”. “Não é um jogo de vida ou morte”, destacou o governador de Minas.
“O embate está lançado, e a oposição deve invertê-lo já, em resposta à armadilha da eleição plebiscitária”, disse o tucano.

Para Aécio, o desafio do próximo presidente será no campo da gestão política, e não a econômica. O mineiro defende a necessidade de o próximo governo ser flexível no Legislativo a fim de evitar a “verticalização e o imobilismo”.

Sobre a possibilidade de concorrer à vice, o governado foi taxativo. “Essa possibilidade não existe”, assegurou. O político mineiro antecipou que conversou no domingo, 8, por telefone, com Serra e que combinaram nesta semana, ou na próxima, tratarem com maior profundidade sobre os planos do partido para a campanha presidencial de 2010.

Ele ressaltou ainda que está à disposição do PSDB até o final do ano, caso a direção da legenda defina que o seu nome é o mais indicado para concorrer ao pleito presidencial no ano que vem. O governador destacou, contudo, que se até o início de 2010 a agremiação não definir o nome tucano que concorrerá à sucessão no Palácio do Planalto, ele voltará a sua atuação política a Minas Gerais, onde deverá ser candidato ao Senado Federal.

“Eu respeito as razões do governador Serra, que está em seu primeiro mandato, e tem inúmeras realizações ainda em andamento e quer se preservar do embate. Isso é legítimo da parte dele. Como certamente haverá de ser considerado como legítima também a minha estratégia, a minha movimentação. Se eu não for candidato a presidente da República, a melhor forma de ajudar o nosso candidato é estar em Minas Gerais, não compondo a chapa”, destacou.

Aécio também criticou a utilização dos mecanismos do Estado pelo governo do presidente Lula para eleger seu sucessor. “A oposição sabe que não vai enfrentar um partido nem um candidato. Mas sim, um partido que se acha dono do Estado”, disse.

O tucano ponderou que o governo Lula tem acertos, especialmente os relativos à manutenção do tripé que balizou a política econômica do segundo mandato do governo FHC, composto por câmbio flutuante, sistema de metas de inflação e rigor fiscal. “Também é preciso fazer mais”, cobrou Aécio. Segundo ele, a gestão Lula teve condições inéditas favoráveis para viabilizar um crescimento econômico e uma maior geração de bem-estar à população, sobretudo porque a sua administração ocorreu em um período marcado por franca expansão do PIB mundial. Na palestra aos empresários, Aécio destacou que o Brasil registrou nos últimos anos um nível médio de expansão da economia inferior ao apurado por outras nações emergentes, inclusive algumas delas localizadas da América Latina.

O governador de Minas Gerais permanece em São Paulo, onde deve gravar, nesta tarde, um programa de TV e, à noite, participará de um jantar, promovido por João Dória Jr, com empresários na capital

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08/11/2009 - 11:09

PSDB reage a comparação feita por Lula

Na Folha:
O tom de críticas entre dois dos principais grupos que disputam o poder em 2010 parece ter se elevado. Tucanos reagiram a declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que os comparou ao ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945) durante discurso anteontem. Para os oposicionistas, a fala de Lula transpareceria sua “aversão ao contraditório”.
O presidente fez a analogia ao comentar a estratégia tucana de treinar, a partir desta semana, cerca de 4.500 militantes no Nordeste. O alvo é afinar discurso e conseguir votos para a eleição de 2010. Os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) disputam a indicação do partido para concorrer à sucessão de Lula.
Para o petista, esta tentativa de convencimento dos eleitores seria análoga a estratégia de Hitler de arregimentar forças para destruir inimigos, como os judeus. O deputado José Aníbal (SP), líder do PSDB na Câmara, acha que “o presidente demonstra irritação porque colocou-se o dedo na ferida no autoritarismo dele, o quanto ele é avesso ao contraditório, à crítica, à fiscalização”.
O deputado disse que Lula e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) cometem “crime eleitoral” por viajar num avião do governo para, segundo ele, fazer ato eleitoral. “Ele [Lula] tem uma concepção fascista, mussoliniana do que deve ser o papel da imprensa”, disse Aníbal.
O senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, disse que as declarações do presidente “não podem ser sinceras”. “Estamos fazendo curso sobre democracia, não gostamos de Hitler nem de [o presidente da Venezuela, Hugo] Chávez. Não discutimos ditadores. Se o presidente tiver curiosidade, podemos mandar nossas apostilas para ele.”
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), “nunca se viu na história do país um presidente falar tanta bobagem”.
Em outra frente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez críticas a política ambiental do atual governo.

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07/11/2009 - 22:43

A Melhor entrevista de Barto (Lula), a imitação é perfeita.

Primeira Parte:

Segunda Parte:

Terceira parte:

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07/11/2009 - 07:38

Pesquisa Vox Populi dá Serra disparado na frente

Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno.

Quando Aécio Neves é apresentado como candidato tucano no lugar de Serra, constatou-se uma surpresa: Aécio superou Dilma Rousseff pela primeira vez numa pesquisa do Vox Populi. Ainda que seja por 1 ponto porcentual e, portanto, dentro da margem de erro.

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04/11/2009 - 10:33

Aécio insiste em decisão rápida ou será candidato ao Senado

Da Agência Reuters, em O Globo:

Mesmo após conversa no fim de semana com o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, manteve sua exigência de que o partido defina até dezembro o candidato tucano à sucessão presidencial. Aécio disse que, fora deste prazo, vai concorrer ao Senado.

“Até o final do mês de dezembro contem comigo”, disse Aécio a jornalistas nesta terça-feira referindo-se à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.

Aécio acredita que uma decisão em março, como deseja o governador de São Paulo, José Serra, outro interessado ao posto de candidato a presidente pela legenda, compromete a articulação de alianças.

“Se o partido optar, e eu respeitarei essa decisão, por alongar um pouco mais esse prazo eu vou voltar-me integralmente para Minas Gerais… A forma de eu poder e até tentar dar ou ajudar a dar aqui, ao lado dos meus companheiros, uma vitória a um outro candidato do PSDB seria mergulhando aqui na nossa campanha, sendo candidato ao Senado”, esclareceu.

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04/11/2009 - 07:42

A fantastica fábrica de mentiras do PT

O “estudo” da liderança do PT na Assembleia Legislativa de SP sobre o desempenho do Governo do Estado de São Paulo é o mais recente produto da fábrica de mentiras do partido.

Algumas certezas sobre muitas mentiras:

- a grande maioria dos seus deputados renega esse contêiner contrabandeado de lorotas a respeito do desempenho do governo Serra;
- não compartilha da indigência intelectual do texto nem dessa propensão compulsiva da máquina do partido à mentira.
- O “estudo”, destinado a circular na internet, não passa de um panfleto eleitoral rastaqüera.
- Montagem grosseira de números distorcidos e acusações mentirosas, esse panfleto indigno comprova apenas que ética, responsabilidade, honestidade intelectual e verdade tornaram-se palavras sem nenhum significado para o aparato “companheiro” do PT paulista.
- No vale-tudo pelo poder, mentir, manipular e enganar são as “armas de luta”.

Roteiro dos Truques

Antes de apontar as mentiras do panfleto petista, vale alertar para os truques que o aparato da enganação usou:

1. conforme a conveniência, misturar o governo Serra com governos anteriores do PSDB, para enganar deliberadamente os leitores. Ora o ano-base das comparações é 1995 (primeiro ano do governo Mário Covas), ora é 2002 (segundo ano do governo Alckmin), ora é 2007 (primeiro ano do governo Serra);
2. nunca mencionar metas que foram cumpridas ou ultrapassadas;
3. confundir de propósito concessão com privatização;
4. omitir, com o propósito de manipular, que investimento público aumenta o patrimônio público. Vender a Nossa Caixa e usar o dinheiro para investir no metrô, no saneamento, em prédios e equipamentos da Saúde, em escolas, em estradas não diminui o patrimônio público. Apenas muda sua composição;
5. ocultar que algumas das políticas criticadas – e difamadas – são as mesmas praticadas pelo governo federal petista e pelas prefeituras do PT, como nos casos das concessões de estradas pela União e das Organizações Sociais na Saúde;
6. injuriar, caluniar e difamar o adversário; manipular e mentir sempre e apostar na desinformação do povo.

AS MENTIRAS DO PT DE SP

A VERDADE SOBRE O GOVERNO SERRA

O QUE DIZ
O PT
A VERDADE

1. O governo Serra aumentou a carga tributária.

Mentira descarada. Nenhum imposto foi aumentado. A receita aumentou, porque se intensificou o combate à sonegação e melhorou a eficiência da arrecadação. Ao contrário: o governo Serra reduziu a carga tributária individual com a Nota Fiscal Paulista, devolvendo R$ 1,3 bilhão ao bolso do contribuinte: 5,6 milhões de consumidores cadastrados para receber créditos. Isentou de ICMS produtos e serviços, como a carne bovina e a internet com o Programa Banda Larga Popular. Aliviou o peso dos impostos sobre numerosos setores da agricultura e da indústria, inclusive os que produzem bens de capital.

2. O governo Serra colocou patrimônio público à venda e privatizou a Nossa Caixa.

Mais uma mentira descarada. O governo Serra não privatizou nenhuma empresa pública. O banco Nossa Caixa foi vendido para o Banco do Brasil. Continua, portanto, a ser um banco público e fortaleceu a posição do BB no mercado bancário. É o governo do PT que estuda abrir o Banco do Brasil ao capital estrangeiro, lançando ações na Bolsa de Nova York. Está pensando em privatizar o maior banco público do país? A venda da Nossa Caixa para o BB garantiu recursos para investimentos em infra-estrutura, no transporte coletivo (Metrô e CPTM) e na área social. Durante o governo Serra, o patrimônio do Estado aumentou.

3. O governo de São Paulo dá calote nos precatórios.

Vigarice intelectual. Enquanto prefeituras do PT não conseguem pagar precatórios e sofrem até ameaças de intervenção, o governo Serra já pagou R$ 3,9 bilhões em precatórios, em 2007/2008; até o fim de 2009, serão mais de R$ 6 bilhões, o equivalente a uma vez e meia o trecho sul do Rodoanel.

R$ milhões
2007
2008
2009*

Despesas com precatórios
1.742
2.160
2.400

* estimativa Sefaz

O aumento do valor total do estoque de precatórios deve-se às altas taxas de correção determinadas pela Justiça, em muitos casos, superiores a 20% ao ano. A propósito, o mentiroso “estudo” petista usa de má fé ao omitir que o PT está apoiando a PEC dos Precatórios no Congresso.

4. A dívida estadual está crescendo.

Mentira deslavada. O endividamento do governo do Estado caiu na gestão Serra. A relação dívida/receita, que era de 1,97 em 2005, é de 1,63 hoje, muito abaixo do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

5. Os gastos com educação, segurança e saúde caíram em São Paulo, como proporção no orçamento.

Truque malandro. Considera as receitas de empréstimos externos e internos – que são vinculadas a investimento em transporte e saneamento – para criar a ilusão de queda relativa dos gastos sociais. De fato, o aparato petista é contra os investimentos no Metrô, no saneamento básico e nas estradas vicinais – estas, aliás, reivindicações das prefeituras do PT de SP atendidas pelo governo estadual. No governo Serra, os gastos sociais aumentaram em todas as áreas. Entre 2006 e 2009, tiveram crescimento real, descontada a inflação, de 15,2% na educação, 14,4% na saúde e 17,2% em segurança pública.

R$ milhões

Despesas do Governo
do Estado (R$ milhões)
2006
2007
2008
2009*
2010**

Despesas com Educação
16.841
18.426
22.288
22.429
23.605

Despesas com Saúde
9.463
10.326
12.302
12.513
13.396

Despesas com Segurança
9.323
9.994
10.944
12.626
13.654

* – orçamento aprovado / ** -
proposta orçamentária

Crescimento das Despesas
(em relação a 2006)
2007
2008
2009*
2010**

Real – IPCA

Educação
4,7%
19,6%
15,2%
16,0%

Saúde
4,5%
17,5%
14,4%
17,2%

Segurança
2,6%
6,1%
17,2%
21,2%

* – orçamento aprovado / **
proposta orçamentária

Tomando-se como referência a receita tributária do Estado, as despesas com educação, saúde e segurança pública, somadas, representam mais de 74,4% do total – uma participação mais de duas vezes maior do que o falseado pelo PT em seu “estudo”. Somente as despesas com educação correspondem, em 2009, a 35,1% da receita tributária, ou seja, quase o triplo do que o PT cita em seu “estudo” (12,7%).

6. O governo estadual arrocha o salário do funcionalismo.

Delírio petista. O governo Serra, ao contrário do governo federal, valoriza o servidor sem permitir a deterioração das contas públicas nem o inchaço da máquina. A remuneração do servidor em São Paulo vem crescendo, ano a ano, acima da inflação: em 2006, a remuneração média era de R$ 2.288,80; em 2008, de R$ 2.682,90. Entre outras medidas, a área da saúde teve aumentos que variam de 17% a 37%; os pesquisadores dos institutos de pesquisa, de até 44%; e os policiais militares, de até 23,4%. O Programa de Valorização do Mérito para o magistério poderá triplicar o vencimento do professor, de acordo com seu desempenho e conhecimento. Por exemplo, um professor de educação básica poderá ganhar até R$ 6.270 ao longo da carreira. Os bônus por resultado para os servidores da Fazenda e da educação podem representar um adicional de até três salários no ano, conforme o alcance de metas pré-estabelecidas. Onde está o arrocho?

7. Aumentaram as terceirizações

Manipulação vergonhosa. O alvo da “acusação” do PT é o modelo das Organizações Sociais de Saúde, que tem proporcionado ampliação e melhora da qualidade de atendimento à população de SP. As parcerias com as OSSs, que não têm fim lucrativo, respondem pela maior parte do crescimento das despesas com “serviços de terceiros”. Quando denuncia o modelo, o verdadeiro objetivo do PT é: a) acabar com a inovação dos AMES (Ambulatórios Médicos de Especialidades), que propiciam centenas de milhares de exames e consultas em dezenas de especialidades. (São Paulo já tem 20 AMES e, até o fim do governo, terá 40); b) inviabilizar a Rede Lucy Montoro, de reabilitação, o Instituto do Câncer, os hospitais de Cidade Tiradentes, Itaim Paulista e M’Boi Mirim e o Hospital Mário Covas, em Santo André. Para atacar o governo Serra, o PT não hesita em ofender seus parceiros na gestão de hospitais e AMEs: Irmãs Marcelinas, Irmãs do Santa Catarina, Santas Casas, USP, UNICAMP, UNESP, UNIFESP etc. A malandragem dos “companheiros” petistas é tanta, que eles escondem que o modelo das OSSs é adotado por diversas prefeituras do próprio PT, como São Bernardo e Osasco, além de Santo André, na época administrada pelo partido. Também os governadores do PT adotam o mesmo modelo, como Ana Júlia, do Pará, e Jaques Wagner, da Bahia, que têm OSSs operando nos sistemas de saúde de seus estados. Aliás, o governo petista da Bahia está fazendo uma PPP para a gestão de um hospital com uma empresa que tem fim lucrativo…

8. Os gastos com publicidade do governo Serra cresceram muito.

Distorção evidente. Os gastos com propaganda do governo estadual correspondem a 0,19% do orçamento e estão voltados para ações de informação da população, como a Nota Fiscal Paulista e a Lei Antifumo. O retorno é amplamente favorável ao contribuinte paulista. Por exemplo: no caso da Nota Fiscal Paulista, um investimento de R$ 40 milhões em propaganda possibilitou a arrecadação de mais de R$ 5 bilhões pelo Estado – recursos investidos em saúde, educação, segurança etc. E, ao contrário do governo federal, o governo Serra vai respeitar os limites de gasto publicitário, no ano eleitoral de 2010.

9. O governo Serra não cumpriu mais de 40% das metas para 2008.

Mentira grotesca. Em primeiro lugar, muitas metas do PPA citadas pelo “estudo” petista são para 2011 – portanto, faltam mais de dois anos. Quanto a 2008, o índice médio de cumprimento das metas foi de 80,4%. Muitos programas prioritários superaram suas metas, entre outros, o Programa Ler e Escrever (151%), a ampliação das FATECs (171%), o atendimento de saúde pelas Organizações Sociais (174%) e a recuperação de rodovias vicinais (315%). Outro exemplo da malandragem petista: no Programa de Merenda Escolar, a meta era capacitar 4 mil profissionais em 2008. Foram capacitados 3.997. Nos cálculos do PT, sob o argumento de se tratar de meta não-cumprida, o número de atendimentos equivale a zero! Para o governo e para qualquer gestor público honesto, a meta foi atingida em 99,9%. É importante ressaltar ainda a melhora dos indicadores sociais no Estado: a taxa de mortalidade infantil foi de 12,5 por mil em 2008, uma queda de 15,54%, comparada a 2003, quando o índice era de 14,8. Em relação a 1995, a queda foi de 49%.

10. O Metrô
de São Paulo
anda a passos
de tartaruga.

Asneira contra fatos. O Governo de São Paulo está fazendo uma verdadeira revolução na rede de Metrô – e sem nenhum centavo do governo federal. É o único metrô que não tem dinheiro da União. Pela primeira vez na história, três linhas estão em construção, simultaneamente, além da conversão de dezenas de quilômetros da CPTM em metrô de superfície.

11. O governo Serra mostra descaso com a moradia.

Invencionice pura e simples. Em 2007/2008, por exemplo, de R$ 1,240 bilhão previsto de despesas com recursos próprios, foi liquidado R$ 1,278 bilhão, superando, portanto, a dotação inicial. Especialistas em dossiês falsos, os aloprados petistas omitem que o único recurso orçado e não aplicado pelo governo Serra, na área da habitação, foram R$ 140 milhões que o governo federal prometeu em 2008, mas não repassou a São Paulo. Quanto à urbanização de favelas, o PT usa, desonestamente, uma meta prevista para o final de 2011 e alega que não foi atingida… A verdade: desde o início de 2007, os programas do governo do Estado atenderam 9.191 famílias e, até o fim de 2009, serão 12.252. Mais 8.896 famílias serão beneficiadas pelas obras em andamento. São ações de grande porte: desde a urbanização de favelas, como Jardim Pantanal e Heliópolis, até o programa de recuperação ambiental e social da Serra do Mar – o maior já realizado no país.

12. O governo Serra é tolerante com os grandes devedores.

Conversa fiada. O governo do Estado trabalha com rigor na cobrança da dívida ativa. Criou o CADIN, o cadastro de inadimplentes, que já tem mais de 438 mil débitos inscritos; e fez o PPI (ICMS) e o PPD (IPVA), programas de parcelamento e recuperação de débitos, que já arrecadaram R$ 2,7 bilhões e R$ 66,2 milhões, respectivamente. A Receita Federal, comandada pelo PT, é que relaxou com os grandes devedores, este ano: além das fiscalizações dos grandes contribuintes terem caído, no primeiro semestre, a Receita deu um “refresco”, sem maiores explicações, às grandes empresas, com o adiamento do prazo de entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), do final de julho para 16 de outubro. A Declaração é o principal instrumento pelo qual os fiscais têm acesso ao balanço das empresas.

13. O governo Serra multiplicou pedágios.

Discurso vazio e malandragem. O PT distorce a realidade e ignora, espertamente, o sucesso do sistema de concessões e a qualidade das estradas paulistas. Omite que, desde 2007, foram feitas cinco novas concessões de rodovias, além do trecho oeste do Rodoanel. E que as concessionárias estão investindo mais de R$ 8 bilhões diretamente nas estradas: duplicação de 382 km, construção de 253 km de novas marginais, 380 km de acostamentos, 179 km de faixas adicionais, 58 novas passarelas e 221 novos trechos, além da manutenção de 916 km de estradas vicinais, nas regiões em que obtiveram as concessões. Além disso, pagam mais R$ 5,5 bilhões ao governo estadual pela outorga das concessões. Esses recursos estão sendo aplicados na construção do trecho sul do Rodoanel e na expansão e melhoria da malha rodoviária sob a responsabilidade direta do governo estadual. Pesquisa da CNT divulgada esta semana mostra que as dez melhores estradas do Brasil são mantidas pelo Governo de São Paulo, mediante o sistema de concessões. O Estado de São Paulo possui a melhor malha viária do país, com 75% dos trechos pesquisados classificados como ótimo ou bom – o contrário das estradas brasileiras, 73,9% consideradas em más condições. Estradas ruins pesam no chamado custo Brasil. O PT paulista também omite que o governo federal adota o modelo de concessões para estradas. Com uma diferença: além de não exigir nada de outorga das empresas concessionárias, entregando de graça o patrimônio público para a exploração da iniciativa privada, prevê baixíssimo investimento por quilômetro de estrada/ano concedido: 30% menos que nas concessões do Governo de São Paulo.

14. O governo Serra não tomou medidas de alívio da crise econômica

Enganação pueril. As medidas do governo estadual foram rápidas e eficientes. Garantiram os recursos públicos para executar o maior programa de investimentos do país, no valor previsto de R$ 20,6 bilhões em 2009 e com geração de 858.067 empregos no ano. Anteciparam as compras do Estado e promoveram alívio na tributação do setor produtivo, incentivando o investimento privado. Ampliaram em 56% os recursos aplicados no programa de microcrédito operado pelo Banco do Povo Paulista. Expandiram e aperfeiçoaram linhas de crédito para as empresas. Aplicaram mais recursos para a qualificação profissional.

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