João da Rocha

educação, cultura, ecologia, política, economia

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28/08/2009 -  18:37     

PISO SALARIAL DE AGENTES COMUNITÁRIOS

Piso de R$ 930 foi vitória dos
Agentes Comunitários de Saúde
O senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) saudou, dia 27, a decisão da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, adotada no dia anterior, de aprovar piso salarial nacional no valor 930 reais para os Agentes Comunitários de Saúde. “Todos nós sabemos do relevo, da importância do trabalho desenvolvido pelos Agentes Comunitários de Saúde. Aquelas pessoas dedicadas põem o seu conhecimento em ação na visitação que fazem às propriedades urbanas, suburbanas e rurais, nas visitas que fazem às famílias para identificar situações de risco e fazer um tratamento, um trabalho que procura prevenir eventuais doenças – essa é a medicina inteligente, a que procura evitar que o cidadão adoeça; a medicina curativa é importante, mas deve estar em segundo plano, porque o ideal é o cidadão não adoecer” afirmou.(Leia mais na página eletrônica do senador)

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17/08/2009 -  18:42     

OS ÚLTIMOS QUARENTA ANOS DE BRASIL

 

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Queda de juros e lei também ajudam. Veja especial sobre os 40 anos do caderno de economia do GLOBO

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  • Infográfico: Os fatos econômicos mais marcantes dos últimos 40 anos

Liberdade cambial?

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    Antonio Delfim Netto
    03/11/2009
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Colunista
 

Erra-se muito na discussão do problema da taxa de câmbio no Brasil. Quando se afirma que “a taxa de câmbio ou é fixa ou é flutuante” e ainda se ensina que na segunda hipótese ela é determinada livremente no mercado pela oferta e procura de dólares, comete-se um equívoco que pode ter graves consequências para o desenvolvimento econômico do país.

A primeira proposição é obviamente falsa, como mostram as estatísticas do Fundo Monetário Internacional. Entre o sistema de câmbio fixo e o de taxas flutuantes existem tantos regimes quanto os números reais no conjunto fechado (0,1)!

É fato que um processo de seleção e o desenvolvimento das políticas econômicas têm levado a uma concentração nos sistemas de câmbio “flutuante”, mas estes envolvem dezenas de tipos de “intervenção”. No começo do segundo semestre de 2009, por exemplo, todos os Bancos Centrais do mundo (onde o câmbio flutua!) realizaram intervenções abertas ou em sigilo nos “mercados” para prevenir valorizações cambiais indesejadas naquele momento.

Os dois sistemas, ou “modelos”, são espécimes de entes platônicos que não encontram correspondência na realidade. Não existe nem o câmbio “rigorosamente fixo” nem o “absolutamente flutuante” (a não ser em instantes fugazes dos livros-texto) devido aos seus inconvenientes em momentos de crise.

A segunda afirmação, que no câmbio flutuante a taxa é determinada livremente no mercado pela oferta e procura, revela apenas ignorância, no sentido honesto da palavra que significa “precariedade de conhecimento”. Ela omite a questão fundamental que é saber: “Quem constrói o mercado?” Ou melhor, quem constrói a “oferta” e a “procura” de dólares?

É preciso distinguir dois mercados. Um de bens e serviços (exportação e importação) em que as transações têm maiores consequências sobre o nível de emprego da economia. Nele se geram as divisas para pagar as importações de bens de consumo, de capital, de tecnologia e dos bens intermediários que abrem as perspectivas de novos investimentos e retroalimentam o desenvolvimento.

Quando há limites para o movimento de capital financeiro, mas liberdade para investimento direto, este mercado “comercial” estabelece uma taxa de câmbio capaz de manter em relativo equilíbrio o saldo em conta corrente e, portanto, o endividamento externo.

Quando há maior liberdade de movimento de capitais cria-se um mercado “financeiro”, muito mais ágil e musculoso na especulação e na arbitragem que envolve toda a sorte de “inovações”. Neste mercado global, que incorpora o comercial e o financeiro, a taxa de câmbio (ou melhor, o dólar) transforma-se num ativo financeiro cujo preço se ajusta instantaneamente, independentemente das condições do mercado “comercial”. É por isso que pode haver uma divergência entre taxa de câmbio “comercial” que acelera o crescimento econômico e sustenta o emprego e a taxa de câmbio “global”. Esta obedece às conveniências da especulação e da arbitragem financeira, dependendo do lucro que oferece aos agentes.

Quem comanda esse movimento financeiro e constrói, portanto, a oferta global? São as expectativas que se formam sobre a evolução da economia e da própria taxa de câmbio, além das diferenças entre as taxas de juros reais internas e externas.

O fluxo de capitais que valoriza ou desvaloriza a taxa de câmbio depende, como é evidente, das diferenças de retorno que um dólar pode obter no mercado financeiro externo e a diferença o que ele obtém seguramente no generoso mercado financeiro brasileiro.

É usual no Brasil proporcionar ao investidor estrangeiro retornos de até 5% ao mês em dólares. Há quanto tempo isso funciona nas aplicações em nossa eficiente BMF/Bovespa, contra os 2% anuais nos Estados Unidos? É um movimento que se autoalimenta valorizando o câmbio, com forte desestímulo aos investimentos no setor exportador da indústria brasileira.

As exportações brasileiras cresceram 3,2% ao ano entre 1995 e 1998 e em média 8% entre 1999/2002, quando acumulamos dívida, um pesado déficit em conta corrente de US$ 80 bilhões. A partir de 2003 as exportações reagiram, no embalo da espetacular expansão do comércio mundial e até 2008 a média anual de crescimento foi de 22%, muito em função dos bons preços da agropecuária e dos produtos minerais. A condição dos preços das commodities agrícolas já não é a mesma, enquanto as exportações industriais seguem vitimadas pela persistência da sobrevalorização cambial.

Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento. Escreve às terças-feiras.

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15/07/2009 -  06:33     

VIAGEM À CHINA

Calendário Histórico

1971: Nixon anuncia viagem inédita à China

 

Em 15 de julho de 1971, presidente norte-americano Richard Nixon tornou públicos os planos de uma viagem oficial à China, a convite do primeiro-ministro Chu En Lai. Foi a primeira visita de um presidente dos EUA ao país.

 

 

Em 15 de julho de 1971, o então presidente dos Estados Unidos, Richard M. Nixon, fez a seguinte declaração:

“O anúncio que faço agora está sendo transmitido simultaneamente em Pequim e nos Estados Unidos. Como expliquei em diversas ocasiões nos últimos anos, não poderá haver uma paz estável e duradoura sem a participação da República Popular da China. Por este motivo, tomei várias iniciativas para abrir as portas à melhoria das relações entre nossos países. Seguindo esse objetivo, enviei o secretário de Estado, Henry Kissinger, a Pequim, durante a sua atual viagem internacional. Em nome da República Popular da China, o primeiro-ministro Chu En Lai convidou o presidente Nixon a visitar a China no início do próximo ano. O presidente Nixon aceitou o convite com satisfação.”

Diplomacia cautelosa

A notícia foi uma sensação política. Até então, nenhum presidente americano havia viajado à China. Nixon estava consciente de que a sua decisão seria aplaudida, mas também criticada, no país e no exterior. Já prevendo as especulações inevitáveis que surgiriam na Europa e sobretudo em Moscou, ele fez questão de ressaltar os objetivos da política externa dos Estados Unidos:

”Nossa tentativa de estabelecer um novo relacionamento com a República Popular da China não será feita às custas dos nossos amigos. Nossa política não se dirige contra nenhuma nação específica. Queremos manter relações amistosas com todas as nações. Qualquer país pode ser nosso amigo, sem se tornar inimigo de outro.”

Esta observação revela que Nixon foi extremamente cauteloso ao tomar essa iniciativa diplomática. Não foi por acaso que, no mesmo ano de 1972, ainda fez uma visita à União Soviética. Pôde, assim, combater as especulações de que forjava uma nova aliança contra a URSS.

Nixon sabia também que a sua viagem à China não significaria o início de uma nova era: ”Não temos a ilusão de que 20 anos de inimizade serão eliminados com uma semana de conversações”.

Tropeços na política interna

Em 1971, Nixon estava acuado no que diz respeito à política interna. Nas pesquisas de opinião pública, perdia terreno para os adversários democratas Edmund Muskie e George McGovern. Nessa situação, dependia mais do que nunca de um êxito na política externa. No plano nacional, porém, o 37º presidente dos EUA continuou sem sorte. Excessivamente ambicioso, envolveu-se no escândalo de Watergate, que lhe custaria o cargo, três anos após ser reeleito.

Em seu discurso de renúncia em 8 de agosto de 1974, Richard Nixon resumiu as diretrizes da sua política externa em relação a Moscou, Pequim e Vietnã com as seguintes palavras: “Encerramos a mais longa guerra com envolvimento dos Estados Unidos. Mas agora temos de estruturar a paz, para que mais tarde se possa dizer que essa geração de norte-americanos não só pôs fim à guerra, como também impediu futuros conflitos.”

Reconhecimento posterior

Quando faleceu, a 22 de abril de 1994, seu mérito político internacional era mundialmente reconhecido. Seus sucessores – Gerald Ford, Jimmy Carter, Ronald Reagan, George Bush e Bill Clinton – ressaltaram os êxitos da sua política de paz para o Oriente Médio e o Vietnã e, naturalmente, o fato de ter aberto o caminho para a aceitação da China na comunidade internacional.

Jimmy Carter foi quem exaltou de maneira mais evidente a decisão, anunciada por Nixon a 15 de julho de 1971, de viajar à China: “Suas visitas históricas à China e à União Soviética prepararam o caminho para uma normalização das relações entre os nossos países e resultaram nos tratados Salt II, que assinamos com os soviéticos”. 

A viagem viria a se concretizar em 21 de fevereiro do ano seguinte, com a duração de uma semana. MATÉRIA E FOTO DO PORTAL DA DW WORLD.DE

 

 

Dirk Ulrich Kaufmann (gh)

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13/07/2009 -  21:27     

PORTO NACIONAL COMEMORA 148 ANOS

Desfile Cívico e show marcam o aniversário de 148 anos de Porto Nacional
 Cleydane Santos
 
Ontem, dia 12 de julho, foi comemorado o aniversário de Porto Nacional, são 148 anos de emancipação e 271 anos de muita historia.
 
Para festejar a data um grande desfile cívico foi realizado em frente à Praça do Centenário, por lá passaram a banda municipal de música Mestre Adelino, o Tiro de Guerra 11005, a Guarda Municipal, os Tambores do Tocantins e o Corpo de Bombeiros. Após os desfiles um bolo de 148 quilos, confeccionado pelo grupo da terceira idade do município foi oferecido para a comunidade, e, para finalizar as apresentações uma corrida de revezamento 4 X 100 foi realizada contando pontos para as etapas dos “Jogos de Verão”, que estão acontecendo na praia.
 
Para a prefeita de Porto Nacional, Teresa Martins (PDT) Porto Nacional merece muitas comemorações pelos seu 148 anos, pois é uma cidade que sempre evolui com o tempo. “Tenho uma grande responsabilidade, porque preciso cuidar do grande passado deste município, do presente e principalmente do futuro, e quero fazer todos os esforços possíveis para que eu tenha êxito no meu trabalho”- garante ela.
 
Para finalizar as festividades a noite uma grande queima de fogos e um show com a banda Trio da Huanna concentrou segundo a Policia Militar, cerca de 7 mil pessoas na Ilha Porto Real, que cantaram e dançaram com o grupo da Bahia.

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03/07/2009 -  12:58     

REGULAMENTAÇÃO DE MOTOQUEIROS

REGULAMENTAÇÃO DE MOTOQUEIRO

Quintanilha defende regulamentação
da atividade de mototaxista
O senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) defendeu, no Senado, a aprovação do projeto (PLS 203/01) que regulamenta as atividades de motofrete, como o mototaxista e o motoboy. A aprovação da proposição permitirá que “as muitas pessoas que exercem essa atividade em todo o país possam trabalhar de forma legal”.
Na opinião do parlamentar tocantinense, “os mototaxistas têm prestado hoje um inestimável serviço ao povo brasileiro. Eu me lembro das pessoas que abriam propriedade rurais, via de regra, em regiões remotas, mais distantes, e o problema todo: quebrou um trator, ter que ir à cidade; a dificuldade; o custo para o trabalho; desloca o veículo para ir para lá. Hoje, não: com um telefonema, o mototaxista rapidamente traz a peça, traz o alimento, traz o mecânico, traz o serviço, agilizou a produção no País, agilizou a economia no País. E é muito natural é de justiça que nós possamos reconhecer e aprovar aqui essa nova profissão, a profissão de mototaxista”.
(Leia mais na página eletrônica do senador)

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01/07/2009 -  13:28     

PAULO MOURÃO AGILIZA VERBAS PARA O ESTADO

 
Força Tarefa desbloqueia R$ 228 milhões
 para municípios do Estado
 
Márcia Alves 
 
A ação Força Tarefa, criada pelo governo do Estado para oferecer assessoramento técnico aos prefeitos dos 139 municípios do Tocantins, já desbloqueou R$ 228 milhões que estavam bloqueados por falta de prestação de contas ou alguma pendência com a Caixa Econômica Federal. A informação foi dada na tarde desta terça-feira, 30, pelo secretário extraordinário de Assuntos Estratégicos, Paulo Mourão, ao falar da ação que depois de percorrer três grandes regiões do Estado chegou a Palmas, atendendo aos 63 municípios da macrorregião da capital.
 
De acordo com o secretário, quando a Força Tarefa começou, em 19 de maio de 2009, pelo Bico do Papagaio, haviam R$ 773 milhões bloqueados em todo o Estado, devido a pendências dos municípios. Deste montante, R$ 543 milhões continuam bloqueados. “Já conseguimos fazer o desbloqueio de aproximadamente 40% dos recursos”, destacou, informando que esse percentual se refere ao trabalho nas regiões do Bico do Papagaio (25 municípios), Jalapão (21 municípios) e Araguaína (33 municípios). A expectativa é que com a capacitação realizada em Palmas aumente o montante de recursos desbloqueados, que só nestes 63 municípios chega a R$ 283 milhões. São recursos destinados à construção de escolas, creches, obras de pavimentação asfáltica e habitação.
 
Uma das principais missões da Força Tarefa é capacitar prefeitos e técnicos dos municípios sobre a forma correta de planejar projetos para a obtenção de recursos, bem como sanar as pendências com prestação de contas dos contratos já assinados. “Esta é uma das formas que o governo do Estado buscou para enfrentarmos a crise com trabalho, desenvolvimento e geração de emprego e melhoria de renda. Uma ação global no Estado para ajudar aos prefeitos, independentemente de cor partidária, para que possam aplicar os recursos de forma ágil, competente e transparente, gerando emprego e desenvolvimento no município”, salientou Mourão.
 
O grande diferencial da Força Tarefa é que a capacitação ensina legislação e prática ao mesmo tempo, o que faz toda a diferença para quem participa, e vem tendo grande aceitação por parte das prefeituras. É o que garante Simone Paiva, coordenadora de Convênios da Prefeitura de Gurupi. “A gente está vendo o processo completo, desde o planejamento, a formalização, o pedido que é a proposta ao Sincov, execução do planejado, até a prestação de contas final”, declarou. Sincov é o Sistema de Convênios e Contratos, criado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
 
Paulo Mourão explica que o que ocorre é que o governo federal, com o objetivo de dar transparência à aplicação dos recursos está sempre criando uma sistemática nova, e que muitas vezes as prefeituras não conseguem acompanhar. A Força Tarefa vem facilitar a ação dos prefeitos, sem contrariar a lei e ao mesmo tempo dando transparência às ações e agilidade na aplicação dos recursos. “O governo do Estado idealizou a Força Tarefa justamente para dar apoio aos municípios para eles se habilitarem de forma ágil e não ficarem sem a utilização desses recursos, que é a garantia de mais emprego, maior renda no Estado, para que o resultado seja o benefício à sociedade mais carente dos nossos municípios”, enfatizou.
 
Simultaneamente à ação Força Tarefa, ocorre o curso do Sipam Cidade (Sistema de Proteção da Amazônia), destinado a capacitar técnicos em informática dos municípios. O Sipam Cidade também é o programa que promove a regularização fundiária e ainda ajuda os municípios no planejamento e execução de ações observando o custo-benefício. Depois de capacitar os técnicos das prefeituras, o Sipam disponibiliza o programa Terraview com mapas, dados cartográficos sobre recursos hídricos, estradas, focos de calor, geomorfologia, relevo, vegetação, bacias e hidrografia, entre outros.
 
A capacitação da Força Tarefa e o curso do Sipam Cidade prosseguem até esta sexta-feira, 3 de julho, das 8h às 12h e das 14h às 18h, no ITOP – Instituto Tocantinense de Educação Superior e Pesquisa Ltda. A Força Tarefa é coordenada pela Secretaria Extraordinária de Assuntos Estratégicos, numa parceria com técnicos da Secretaria de Habitação, Itertins, Naturatins e Ruraltins, além da Caixa Econômica Federal, para capacitar municípios referentes a recursos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, programas habitacionais, Territórios da Cidadania, emendas parlamentares, regularização fundiária e OGU – Orçamento Geral da União.
 
 
Municípios atendidos em Palmas
 
Na macrorregião de Palmas estarão participando, além da capital, Abreulândia, Aliança do Tocantins, Alvorada, Aparecida do Rio Negro, Araguacema, Araguaçu, Araguanã, Barrolândia, Bom Jesus do Tocantins, Brejinho de Nazaré, Cariri do Tocantins, Caseara, Centenário, Chapada da Areia, Cristalândia, Crixás do Tocantins, Divinópolis, Dois Irmãos, Dueré, Fátima, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Fortaleza do Tabocão, Gurupi, Ipueiras, Itacajá, Itapiratins, Jaú do Tocantins, Lageado, Lagoa da Confusão, Lagoa do Tocantins, Lizarda, Marianópolis, Mateiros, Miracema, Miranorte, Monte do Carmo, Monte Santo, Nova Rosalândia, Novo Acordo, Oliveira de Fátima, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso, Peixe Pium, Ponte Alta do Tocantins, Porto Nacional, Pugmil, Recursolândia, Rio dos Bois, Rio Sono, Sandolândia, Santa Maria do Tocantins, Santa Rita, Santa Rosa, Santa Tereza do Tocantins, São Félix do Tocantins, Silvanópolis, Sucupira, Talismã, Tocantínia e Tupirama.

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30/06/2009 -  08:02     

FORÇA TAREFA, NO TOCANTINS

Força Tarefa e SipamCidade
começam nesta terça em Palmas
MARCIA ALVES 
 
Um total de 63 municípios estarão sendo atendidos em Palmas durante a ação Força Tarefa, do Governo do Estado, e o programa Sipam Cidades. O trabalho começa nesta terça-feira, 30, e prossegue até sexta-feira, dia 3 de julho. A Força Tarefa é uma parceria formada por técnicos das secretarias de Assuntos Estratégicos, Habitação, Itertins, Naturatins e Ruraltins, além da Caixa Econômica Federal, criada pelo Governo Estadual para atender aos municípios com pendências em convênios, prestação de contas de recursos, com o objetivo orientá-los para sanar os problemas na execução de projetos junto ao PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, programas habitacionais, Territórios da Cidadania, Emendas Parlamentares, regularização fundiária e OGU – Orçamento Geral da União.
 
A preocupação do Governo, de acordo com o secretário de Assuntos Estratégicos, Paulo Mourão, é que o Tocantins é um dos estados mais beneficiados com recursos do governo federal, sendo que as prefeituras estão tendo dificuldades na prestação de contas dos recursos recebidos. Só nesses 63 municípios foram repassados aproximadamente R$ 300 milhões em contrato de repasse e convênios. “Esse dinheiro está disponibilizado nas contas dos municípios, por isso é importante a participação de cada gestor e técnicos, se mantendo informados quanto às pendências nos recursos de sua cidade a fim de sanar todos os problemas e executar as obras, trazendo desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda para a população”, avalia Paulo Mourão.
 
A Capacitação em Procedimentos de Contratos de Repasse e Convênios, da Força Tarefa, destinadas a orientar prefeitos e técnicos dos municípios da macrorregião de Palmas, bem como o Curso de Georreferenciamento do SipamCidades, estarão sendo realizados no ITOP – Instituto Tocantinense de Educação Superior e Pesquisa Ltda, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Haverá também o curso de capacitação de GMC – Gerente Municipal de Convênio, realizado pela Caixa Econômica Federal para 31 municípios desta região que ainda não haviam participado desta capacitação, que estará sendo realizado no auditório da Gidur, na sede da Superintendência da Caixa Econômica Federal, a partir das 8 horas.
 
Tanto a Força Tarefa como o SipamCidades já atenderam aos municípios do Bico do Papagaio, região sudeste do Estado e macrorregião de Araguaína,
 
 
SIPAM
 
O SipamCidades participa oferecendo cursos aos técnicos em informática destes municípios que vão aprender a lidar com o programa (software) Terraview. Esse curso vai dar condições aos municípios de obterem informações importantes sobre o município para planejarem suas ações com conhecimento da realidade geográfica local, como vegetação, hidrografia, solo, relevo, bacias, rodovias entre outros. “Com o domínio em geoprocessamento, o município poderá gerar produtos específicos a gestão municipal, como mapeamentos das vias de acesso e da infra-estrutura urbana, mapeamentos ambientais (APPs, Reserva Legal), mapas para disposição de lixo e de aptidão agrícola, além de servir de apoio às ações de planejamento e atualização cadastral de IPTU. Além de receber as informações que já constam no banco de dados do Sipam, os funcionários poderão fazer atualizações e passar para o computador aquilo que já têm no papel”, explica Aluisio Solino, Analista Gerencial do Sipam.
 
 
Municípios atendidos
 
Na Macrorregião de Palmas estarão participando, além da Capital, Abreulândia, Aliança do Tocantins, Alvorada, Aparecida do Rio Negro, Araguacema, Araguaçu, Araguanã, Barrolândia, Bom Jesus do Tocantins, Brejinho de Nazaré, Cariri do Tocantins, Caseara, Centenário, Chapada da Areia, Cristalândia, Crixás do Tocantins, Divinópolis, Dois Irmãos, Dueré, Fátima, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Fortaleza do Tabocão, Gurupi, Ipueiras, Itacajá, Itapiratins, Jaú do Tocantins, Lageado, Lagoa da Confusão, Lagoa do Tocantins, Lizarda, Marianópolis, Mateiros, Miracema, Miranorte, Monte do Carmo, Monte Santo, Nova Rosalândia, Novo Acordo, Oliveira de Fátima, Palmas, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso, Peixe Pium, Ponte Alta do Tocantins, Porto Nacional, Pugmil, Recursolândia, Rio dos Bois, Rio Sono, Sandolândia, Santa Maria do Tocantins, Santa Rita, Santa Rosa, Santa Tereza do Tocantins, São Félix do Tocantins, Silvanópolis, Sucupira, Talismã, Tocantínia eTupirama

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28/06/2009 -  19:08     

FERROVIAS BRASILEIRAS

Enviado por Jornal de Debates em 22. agosto 2007 – 21:00

O Brasil tem apenas 26 mil km de ferrovias, apesar de suas dimensões continentais. São menos nove mil km do que mantinha 60 anos atrás. O transporte ferroviário é barato e seguro, mas os projetos nunca saem do papel. Exemplo flagrante é o expresso Rio-São Paulo: previsto há décadas, nunca se tornou realidade. Em todo o mundo, países de grande ou pequena extensão sempre deram muita importância ao transporte ferroviário. A Alemanha, que é 23 vezes menor do que o Brasil, tem 45 mil km de ferrovias. A Argentina exibe 34 mil km de estradas de ferro; a Índia, 63 mil; a Rússia, 87 mil; e os Estados Unidos, campeões no mundo, quase 200 mil km de ferrovias. O Jornal de Debates pergunta: o Brasil tem vocação para ferrovias?

Enviado por:  João Rocha - Categoria: Governo
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28/06/2009 -  19:04     

BRASIL TEM POUCAS FERROVIAS/HIDROVIAS

Brasil tem 12 mil quilômetros de ferrovias em planejamento

 

21/06/2009 | 17:24 | Agência Estado

Acesso fácil e barato aos portos de exportação para o Atlântico norte, para o Atlântico sul e até para o Pacífico, via Peru. Essa maleabilidade poderá ficar pronta dentro de uma década, prazo previsto para as obras de um avançado sistema de transporte de cargas por ferrovias que cortaria o País. Os trilhos passariam pelas grandes áreas produtoras de minérios e de grãos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Ao todo, as novas ferrovias deverão ter cerca de 12 mil quilômetros de trilhos, sempre com a bitola larga de 1,6 metro. Os primeiros 585 quilômetros prontos pertencem à Ferrovia Norte-Sul, cuja construção teve início no governo de José Sarney (1985-1990) e foi incrementada no atual, que construiu 370 quilômetros. A primeira parte, de 215 quilômetros entre Açailândia e Porto Franco, começou a operar em 1996, no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Desde o início da operação, foram transportadas 5 milhões de toneladas de grãos, com economia calculada em 30% em relação ao preço do frete rodoviário. Até o fim do ano, a Norte-Sul poderá chegar a Palmas, capital do Tocantins. O trecho foi concedido à Vale, que ofereceu R$ 1,47 bilhão e venceu a licitação para explorá-lo por 30 anos. A empresa está instalando escritórios em cidades cortadas pela ferrovia, como Araguaina, Colinas, Guaraí, Paraíso e Palmas, e o trecho deve ser inaugurado até dezembro.

Os cerca de 800 quilômetros da capital do Tocantins a Anápolis (50 quilômetros a nordeste de Goiânia) estão em construção. O plano é inaugurar a outra parte até julho do ano que vem, informou o presidente da Valec-Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, José Francisco das Neves. “Pode haver um pequeno atraso. Aí, inauguraríamos o restante até o fim de 2010″, diz Neves. Em Anápolis, foram terminados dois túneis, um de 460 metros e outro de 360 metros, que passam sob as principais avenidas da cidade.

Iniciativa privada

A Valec foi criada por Sarney para conduzir a implementação da Norte-Sul. No governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a estatal ganhou força, principalmente por causa das obras ferroviárias incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Saiu de um orçamento anual de R$ 400 milhões, em 2006, para R$ 3,25 bilhões em 2009. Entre suas responsabilidades estão os quase 1,5 mil quilômetros de estrada de ferro a serem construídos entre Estreito (MA) e Anápolis (GO), com custo estimado em R$ 4,2 bilhões. Ao contrário da extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), a Valec não administrará as ferrovias. Os trechos, quando prontos, serão licitados e entregues à iniciativa privada, como já ocorre com parte da Norte-Sul.

De Anápolis, a Norte-Sul seguirá pelo Sudoeste goiano, passando por importantes polos do agronegócio, como Rio Verde e São Simão Depois, entrará no Triângulo Mineiro, região também grande produtora de grãos, cana-de-açúcar e gado, e chegará a Estrela d’Oeste, no noroeste de São Paulo, quase fronteira com Mato Grosso do Sul. A Norte-Sul termina aí. Há um plano, ainda em estudos de viabilidade, de levá-la até o porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, cortando os Estados do Paraná e de Santa Catarina.

Na parte norte, a ferrovia ganhou mais um pedaço. Um decreto presidencial determinou que seja estendida de Açailândia (cerca de 500 quilômetros a sudoeste de São Luís) a Barcarena (PA), em mais cerca de 450 quilômetros de trilhos, já na região da Grande Belém. Com isso, a Norte-Sul teria, quando concluída, 2.760 quilômetros. Em Açailândia, a Norte-Sul encontra-se com a Estrada de Ferro Carajás, da Vale, que leva minério de Carajás a São Luís e faz também o transporte de grãos.

Menos perdas

Pelo novo planejamento ferroviário, seriam construídos também 1,5 mil quilômetros de trilhos do Porto de Ilhéus, no sul da Bahia, até Figueirópolis, no sul do Tocantins, onde a Ferrovia Oeste-Oeste se encontraria com a Norte-Sul. O trajeto passaria por Brumado (produtor de magnesita), Santa Maria da Vitória, Vitória da Conquista, Bom Jesus da Lapa, no centro da Bahia, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no oeste produtor de soja. Em seguida, passaria por Campos Belos (nordeste de Goiás) e entraria no Tocantins, cruzando Arraias, Paranã e Peixe, até se encontrar com a norte-sul. A ferrovia tem orçamento de R$ 6 bilhões e suas obras deverão começar no segundo semestre.

Pelos cálculos do diretor de Desenvolvimento Sustentável da Bunge, Adalgiso Telles, o agronegócio perde US$ 3 bilhões por ano com a falta de logística, incluídas as questões portuárias, rodovias em péssimo estado, falta de opções de ferrovias e hidrovias. Por causas desses problemas, a safra perde entre 3% e 8% durante o transporte.

De todos os traçados ferroviários, o mais ousado é o da Ferrovia Transcontinental, que pretende ligar o litoral fluminense, a partir de São João da Barra, a Boqueirão da Esperança, no Acre, fronteira com o Peru, cobrindo uma distância de 4,4 mil quilômetros. Os custos da Transcontinental ainda não foram previstos. A intenção da Valec é iniciá-la em 2012 e terminá-la em 2016, com previsão de atraso de cerca de quatro anos.

A ferrovia sairia de São João da Barra e avançaria pela região de minérios de Ipatinga, em Minas. De lá, pretende atravessar o Distrito Federal, cruzar com a Norte-Sul em Uruaçu, norte de Goiás, e chegar às grandes plantações de grãos de Mato Grosso. Depois, seguiria até Vilhena, no sudeste de Rondônia, percorreria o Estado no sentido noroeste, até a capital Porto Velho, e dobraria para o sudoeste, até Rio Branco, no Acre. De lá, os trilhos seguiriam até Cruzeiro do Sul e Boqueirão da Esperança, fronteira com o Peru.

Enviado por:  João Rocha - Categoria: Governo
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26/06/2009 -  13:43     

Zona franca de Manuas

Reforço da Zona Franca de Manaus
Proposta de mudança na composição do conselho de administração da Zona Franca de Manaus (Suframa) foi aprovada na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), presidida pelo senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), dia 24. Pela proposta (PLC 136/08), aumenta de 10 para 25 o número de integrantes do conselho de administração. A matéria será submetida ao Plenário.(Leia mais na página eletrônica do senador)

Enviado por:  João Rocha - Categoria: POLITICA
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