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29/11/2009 - 00:00

ELOQÜÊNCIA

Os eloqüentes eram Isócrates (436 a 338 a.C.); Ésquines (389 a 314 a.C.) e Demóstones (384 a 322 a.C.).

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28/11/2009 - 19:00

FILOSOFIA

Os filósofos foram: Tales de Mileto (640 a 548 a.C.); Sócrates (470 a 339 a.C.); Plantão (428 a 347 a.C.); Aristóteles (384 a 322 a.C.) e Protágoras.

 

Tales de Mileto, considerado “O Pai da Filosofia”, era filósofo e matemático da escola Jônica, autor de um celebre teorema de geometria.

 

Sócrates nada escreveu, sua doutrina chegou ao conhecimento por intermédio de seus discípulos.

Foi acusado de corromper a juventude e de não honrar os deuses do Estado, foi condenado à morte, devendo beber um tóxico preparado com o sumo de uma erva chamada Cicuta.

 

“Platão, chamava-se Aristóteles e foi apelidado de Platão por causa da largura dos seus ombros; escreveu “A apologia de Sócrates”, “Críton”, “A república”, “Banquete” ou “Simpósio” e Fédon”.

 

Aristóteles escreveu: “lógica”, “Física”, “Metafísica”, “Retórica” e “Moral”.

 

Protágoras, era tão rico que mandou esculpir sua estátua em ouro.

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28/11/2009 - 13:00

HISTÓRIA

Os escritores de história foram Heródoto (484 a 425 a.C.); Xenofonte (430 a 355 a.C.) e Tucídides (460 a 395 a.C.).

Heródoto escreveu “Exposição de Pesquisas”, sendo considerado “O Pai da História”.

Xenofonte, escreveu “Anábasis”, “Ciropéia”, “Helênicas”, “Agesilau”, “Hieron”, “Reminiscência de Sócrates”, “Econômico”, “Tratado dos Rendimentos”, “O Comandante de Cavalaria” e “Tratado de Caça”.

Tucídides, escreveu “História da Guerra do Peloponeso”.

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28/11/2009 - 07:55

TEATRO

Em Atenas, o drama trágico, em forma de poesia era a revelação dos pensamentos e das emoções.

Os atores eram pagos pelo Estado.

Seus representantes eram: Ésquilo, Sófocles; Eurípedes.

 

Ésquilo (526 a 456 a.C.) – conhecido como “O Pai da Tragédia”, escreveu :” As Suplicantes”, “Os Persas”, “Sete contra Tebas”, “Prometeu Acorrentado” e “Orestíades”.

 

Sófocles (496 a 406 a.C.), escreveu: “Ajax”, “Antígona”, “Electra”, “As Traquínias”, “Édipo Rei”, “Filoctetes”, “Édipo em Colono”.

 

Eurípedes (470 a 406 a.C.), escreveu: “Alceste”, “Medéia”, “Hipólito”, “Hécuba”, “Andrômaca”, “Heráclidas”, “As Suplicantes”, “As Troianas”, “Electra”, “Helena”, “Héracles”, “Íon”, “Ifigênia em Táuris”, “Orestes”, “As Fenícias”, “As Bacantes” e “O Ciclope”.

 

A comédia provavelmente teve sua origem nas festas de Dionísio, quando uma procissão ou um passeio alegre era organizado, intercalando com cenas cômicas.

O primeiro a escrever uma comédia foi Susárion, por volta de 570 a.C., depois vieram Aristófanes, Magnes, Cratino, Crates, Ferécrates, Frínico. O maior foi Aristófanes (445 a 388 a.C.), escreveu “Os Cavaleiros”, “Os Acarnenses”, “As Nuvens”, “As Vespas”, “A Paz”, “As Aves”, “Lisístrata”, “Tesmofórias”, “As Rãs”, “Assembléia de Mulheres”, “Pluto”.

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28/11/2009 - 01:44

ARTES

Os gregos desenvolveram a Escultura a arquitetura, pintura, teatro, música e cerâmica.

Suas características principais são humanismo, simplicidade, nacionalismo, equilíbrio, ordem e moderação.

Sua escultura era variada, usavam a pedra calcária, mármore e o bronze, seus representantes eram : Fídias; Míron; Praxísteles e Policleto.

Fídias 496 a 431 a. C., suas obras mais célebres são: “Zeus de Olímpia”, “Atena Palas”.

Míron era perito em reprodução de animais, suas obras célebres são : “Díscóbulo” e “Vaca de Míron”.

Proxísteles (390 a335 a. C.), suas obras mais célebres : “Hermes”, “Dionísio Menino”, “Afrodite de Cnido”.

Polícleto (460 a 420 a. C.), o Dorífero (Portador de Lanças), “Diadúmesso”.

- A arquitetura no período arcaico era usada o estilo dórico e jônico. O estilo coríntio veio depois.

Estilo dórico: Pártenon e o Templo de Teseu.

Estilo jônico: Erectéion e o templo de Atena Nike, em Atenas.

Os arquitetos eram Ictínio, Calicrates e Polícreto.

 

- Pintura

Os notáveis eram Apeles; Zêuxis; Parrásio; Polignoto.

Apeles – viveu no século IV a. C., distiguiu-se pelo colorido das figuras.

Zêuxis – século V a.C., usava tons fortes, sua obra “Zeus no trono, cercado de todos os deuses”.

Parrásio: Era representante da escola jônica.

Polignoto- século V a.C. foi o maior pintor da Grécia.

 

- Música

A palavra música se referia a todas as artes presididas pelas musas. Uma pessoa “não musical” era uma pessoa sem educação.

Os gregos usavam os instrumentos: a Cítara, aulo, flauta.

 

Letras

Existiam as poesias épicas e líricas.

As épicas eram representadas por Homero e Hesíodo.

As Líricas por Safo, Alceu, Anacreonte e Pindaro.

 

Homero, era do século IX a.C., autor dos poemas “Ilíada” e “Odisséia”.

Hesíodo, do século VIII a.C., escreveu “Os Trabalhos e os Dias”, “Teogonia”, “o Escudo de Hércules”.

Safo era uma poetisa da ilha de Lesbos.

Alceu (630 a 560 a.C.), devido aos excessos de bebida, deixou fragmentos de hinos e canções.

Anacreonte (560 a 478 a.C.), uma coleção denominada “Anacreônticas”, é o nome de uma coleção lhe atribuída.

Píndaro, (521 a 441 a.C.), escreveu “Epinícios”, abrangendo quatro livros denominados: “Olímpicas”, “Píticas”, “Ístmicas”, “Neméias”

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27/11/2009 - 19:42

HEGEMONIA TEBANA

A decadência de Atenas, as dificuldades de Esparta em manter o controle da Grécia e a presença da guarnição espartana em Cadméia, despertando nos Tebanos em impor seu domínio na Grécia.

O General Pelópidas, tebano, desalojou os espartanos da cidade de Tebas, aliou-se aos atenienses, iniciando nova luta. Derrotou os espartanos em Leutras. Morreu na Batalha de Cinoscéfalas.

O General Epaminondas, tebano, venceu os espartanos em Leutras e em Mantinéia.

Com as guerras houve a decadência geral dos estados gregos, havendo isolamento das cidades; lutas internas; lutas civis, crises econômicas, degeneração dos costumes.

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27/11/2009 - 13:40

A GUERRA DO PELOPONESO – 431 a 404 a.C.

A guerra do Peloponeso foi a guerra entre Esparta e Atenas com conseqüências desastrosas para Grécia.

Os motivos que levaram a guerra foram:

A hegemonia de Atenas sobre as demais cidades gregas;

As diferenças culturais entre Esparta e Atenas;

O interesse dos atenienses em dominar o Golfo de Corinto, rota para a Sicília e a Itália Meridional.

Um pequeno conflito entre as cidades de Córcira e Corínto, foi o pretexto usado para iniciar a guerra. Atenas apoiou os Córcicos e Esparta aos Coríntios.

A cidade de Esparta exigiu dos atenienses a renúncia ao seu domínio sobre os Estados que formavam a liga marítima ateniense. Por influência de Péricles, a exigência foi recusada, havendo a guerra.

A Ática foi invadida pelos Espartanos.

A peste assolou Atenas, matando Péricles.

Brásidas, Rei de Esparta, ocupou o centro de abastecimento de Atenas.

Cléon, apoiado por mercadores, pequenos artesão e gente simples de Atenas, queriam a guerra.

Nícias, chefe dos aristocratas, queria a paz.

Depois da morte de Cléon, Nícias assinou com os espartanos um tratado de paz, em 421 a.C., denominado “Paz de Nícias”.

Alcibíades, general ateniense, sobrinho de Péricles, rompeu o tratado de paz. Levou Atenas a uma expedição a Sicília, deixando a cidade comandando 134 navios e 10.000 homens. Foi acusado de mutilar estátuas do Deus Hermes, ao ser chamado em Atenas para se defender, fugiu para Esparta traindo sua pátria, fugiu mais tarde, sendo assassinado em Bitínia.

O general Lisandro, espartano, derrotou os atenienses em Egos Pótamos.

A Liga Marítima ateniense foi dissolvida.

Trasíbulo, juntamente com outros atenienses foram banidos para Tebas, onde se reuniram e invadiram Pireu, derrotando o exército dos trinta tiranos que governava Atenas, estabelecendo um governo de dez cidadãos.

Esses cidadãos que obrigaram Sócrates a tomar Cicuta.

A constituição de Sólon foi restabelecida.

A Ásia Menor até então aliada de Atenas, se revoltou com a Liga Peloponeso, onde o Rei Ciro, persa, filho de Dario II , auxiliou os Espartanos.

A Ática foi invadida, apesar da mobilização de mulheres e crianças de Atenas, suas muralhas foram destruídas e sua esquadra queimada, foi o fim do império marítimo ateniense.

As conseqüências desta guerra foram:

Decadência do comércio e da democracia ateniense;

Substituição da democracia pela oligarquia;

Hegemonia espartana sobre as cidades gregas e;

Exaustão dos estados gregos, o que favoreceu o domínio macedônico.

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27/11/2009 - 07:38

PÉRICLES (SÉCULO V a.C.)

Péricles 499 a 429 a.C., foi um célebre orador e estadista ateniense, chamado “O Olímpio”, filho de Xantipo.

Eleito estratego (magistrado), exerceu o cargo de 440 a 431 a.C., neste período desenvolveu as artes e literatura em Atenas; transformou a Liga Marítima Ateniense em um verdadeiro império.

No grande porto de Pirue reuniam-se navios de todos os portos do mediterrâneo.

Dominou as ilhas Eubéia e Sanos, iniciou a guerra do Peloponeso, realizou reformas políticas, onde todos passaram a ter acesso ás magistraturas.

O Areópago, reduto aristocrata, teve o seu poder reduzido.

As funções públicas passaram a serem exercidas mediante remuneração.

O povo recebeu direitos até então negados.

Embora houvesse democracia na Grécia ela não representava todas as classes, os estrangeiros e os escravos não tinham direitos.

A cidadania foi limitada aos homens livres, filhos de pais atenienses.

Atenas era rica e poderosa, não precisando mais de mão de obra especializada.

Péricles, juntamente com seu conselheiro técnico Fídias, transformaram Atenas na mais bela cidade do mundo antigo.

Pártenon, foi a mais famosa de todas as construções arquitetônicas dos gregos, foi construída pelos arquitetos Ictínio e Calícrates, entre 447 e 432, sendo as frisas de Fídias.

Houve grande aperfeiçoamento técnico nas esculturas, ligado aos interesses a anatomia humana, destacaram-se Fídias, Praxísteles e Míron.

Na pintura se destacaram Polignato, Parrásio e Zêuxis.

Na poesia lírica; Píndaro.

No teatro : Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófones.

Na história: Heródoto, Tucídides e Xenofontes.

Na oratória: Demóstenes, Ésquines e Péricles.

Na medicina: Hipócrates de Cós e Empédocles.

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27/11/2009 - 01:36

CONSEQÜÊNCIAS DAS GUERRAS MÉDICAS

As guerras trouxeram conseqüência, sendo elas hegemonia de Atenas sobre as demais cidades gregas; revigoramento da democracia; decadência do Império Persa; formação da confederação de Delos e rivalidade entre Atenas e Esparta.

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26/11/2009 - 19:35

TERCEIRA GUERRA MÉDICA (468 a.C.)

Címon, ateniense filho de Milcíades, na Ásia Menor derrotou os Persas.

Em Susa, os persas assinaram um tratado reconhecendo o domínio grego sobre o Mar Egeu.

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26/11/2009 - 13:32

CONFEDERAÇÃO DE DELOS (478 a.C.)

A confederação de Delos, foi o nome dado pela liga das cidades gregas que ficavam na cidade de Delos.

Aristides, conhecido como “o Justo”, formou essa liga para que as cidades gregas anualmente ajudasse com dinheiro, homens e barcos, para o combate aos Persas.

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26/11/2009 - 07:31

SEGUNDA GUERRA MÉDICA (480 A 479 a. C.)

Xerxes, filho e sucessor de Dario I, com um poderoso exército, atacou a Grécia em 480 a.C.

Esparta assumiu o comando supremo das forças gregas, e para impedir a penetração na Grécia Central, colocou um exército, sob o comando do Rei Leônidas, no desfiladeiro das Termópilas.

Leônidas foi traído por Efialto, morreu com seus trezentos espartanos.

Atenas foi incendiada. Seus habitantes refugiaram-se na ilha de Salamina, onde o General Temístocles derrotou os persas.

Na Batalha de Platéia, os Pausânias saíram vitoriosos, na de Micala os Xantipo.

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26/11/2009 - 01:28

PRIMEIRA GUERRA MÉDICA (490 a. C.)

O exército persa, comandado por Dario I, depois de submeter os Jônios e arrasar Mileto (494 a. C.) dirigiu-se para Grécia (490 a. C.) com uma frota de 60 navios, atacou Naxos, incendiou Erétria e desembarcou na Planície de Maratona.

Filopíades correu até Esparta para pedir auxílio, mas não chegou a tempo.

Milcíades, General ateniense, consegui salvar Grécia.

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25/11/2009 - 19:26

AS GUERRAS MÉDICAS OU GRECO-PÉRSICAS

As guerras médicas, entre gregos e persas, foram motivadas pelo choque de interesses entre o imperialismo grego e o imperialismo persa, onde visavam os mercados consumidores do Oriente Próximo.

Os persas, ameaçavam o comércio e a prosperidade das cidades da Grécia Balcânica, e o aprovisionamento de trigo do Mar Negro.

A luta teve início quando as cidades gregas da Ásia Menor, se revoltaram contra o domínio Persa, Aristágoras, governador da cidade de Mileto, com apoio de Atenas e Erétria, entraram na Ásia e incendiaram Sardes.

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25/11/2009 - 13:24

EDUCAÇÃO ATENIENSE

Os meninos começavam a freqüentar escolas desde os sete anos, acompanhados de um escravo chamado pedagogo, “condutor de criança”.

Apreendiam ler, escrever e contar, depois estudava música e literatura. Prestavam o serviço militar, chamado efebia, dos 18 aos 20 anos, após eram considerados cidadãos.

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25/11/2009 - 07:22

SOCIEDADE ATENIENSE

A sociedade Ateniense estava dividida em : Cidadãos, Eupátridas, Metecos e Escravos.

 

Eupátridas, aristocratas, nascidos de pais cidadãos, proprietários de terras.

Metecos, estrangeiros, sem privilégios políticos. Podiam exercer qualquer atividade social e intelectual.

Escravos, minoria, que podiam conseguir alforria e trabalhar como assalariado.

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25/11/2009 - 01:20

LEGISLADORES

O medo de uma guerra civil, devido ao abuso cometido no século VII pelo regime aristocrático, onde pequenos proprietários arruinados, submeteram-se aos senhores mais poderosos e depois viraram escravos, fez com que se elaborassem leis que atendessem as classes inferiores.

 

DRÁCON, elaborou as leis draconianas, a qual continuou escravizando os pobres.

 

SÓLON

Suprimiu a escravidão por dívida;

Admitiu a participação de pessoas das classes inferiores no conselho dos quatrocentos;

Organizou a suprema corte, onde os eleitos podiam participar;

Estabeleceu novo sistema de cunhagem de moeda;

Combateu a ociosidade;

Concedeu cidadania aos artesãos estrangeiros;

Favoreceu a indústria e o comércio;

Estabeleceu as classes sociais conforme a riqueza.

 

CLÍSTENES

Considerado o “Pai da Democracia”, estabeleceu a unidade governamental.

Concedeu direitos aos cidadãos sem distinção de classe.

Estabeleceu o ostracismo: exílio honroso por dez anos.

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24/11/2009 - 19:18

POLÍTICA

A política de Atenas passou por várias modificações: Monarquia, Arcontado, Tirania e Democracia.

 

Monarquia até meados do século VII a.C.

 

Arcontado, exercido pelos aristocratas, proprietários de terras; onde só ele poderiam ser arcontes (magistrados supremos, no início eram três, depois nove.)

 

Tirania, exercido por usurpadores: Pisistrato de 561 a 528 a.C. Hípias, filho de Pisistrato, até 510 a.C., quando foi destronado pelos aristocratas auxiliados por Esparta.

 

Democracia, que triunfou com Clístenes.

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24/11/2009 - 13:16

ATENA

Atenas foi fundada por Teseu no século VIII a.C., nasceu da fusão de várias aldeias, que se uniram politicamente e pacificamente, sua população vem de diversos povos.

Atenas fica na Península Ática, que avança pelo mar, ao sudeste da Grécia Central, seu relevo é acidentado, o subsolo é rico em mármores finos, seu clima é ameno.

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24/11/2009 - 07:15

A ECONOMIA

Base da economia era a agricultura. O comércio e a indústria estavam nas mãos de particulares.

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24/11/2009 - 01:14

MULHER ESPARTANA

Quando solteira, praticava exercícios que a tornavam fortes e saudáveis.

Quando casadas, sua missão era dar ao Estado filhos fortes, bons soldados e bons cidadãos.

Eram independentes e dominadoras.

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23/11/2009 - 19:11

EXÉRCITO ESPARTANO

O Exército Espartano era composto de uma infantaria pesada, armada com lanças, espadas e escudos; e de uma cavalaria.

O soldado ia para a luta disposto a vencer ou morrer. Sua alimentação consistia em um picadinho de legumes, verdura e carne, chamado sopa negra.

O casamento era obrigatório.

O banho era raro.

Os celibatários eram ridicularizados.

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23/11/2009 - 13:00

EDUACAÇÃO DE ESPARTA

Visavam a formar grandes guerreiros.

A disciplina era severa, as crianças defeituosas eram atiradas ao abismo de Taigueto, os demais permaneciam em companhia da mãe até a idade de sete anos, aprendiam a dizer a verdade, respeitar os mais velhos e a não ter medo.

O aprendizado militar, ministrado pelo Estado, começava aos sete anos e se prolongava até os dezoitos anos, quando entravam para o exército, eram submetidos a exercícios físicos, castigos corporais e privações.

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23/11/2009 - 07:00

ILOTAS

Eram descendentes do povo de Lacônia, eram servos, presos a terra, desprezados e perseguidos; não podiam sair à noite, nem ter armas, mas podiam cantar canções guerreiras.

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