02/10/2009 - 20:13
Neste mês fiquei sabendo de duas notícias. A primeira, ótima!
O meu amigo Bola, Antonio Carlos Harres, astrólogo da mais criativa geração de astrólogos brasileiros, que já hospedei em minha casa e que ele deu um show de oficina para meus alunos; Bola enviou-me e-mail dizendo que se desligou do CNA (Central Nacional de Astrologia). Dei os meus parabéns a ele. Agora, Bola está me parecendo um homem mais livre, organizando eventos bacanas e inteligentes e sem aquela coisa velha e viciada que as: chapa 1, chapa 2 têm.
Sempre fui e continuarei por muito tempo, contra as corporações”, sindicatos, panelas e outras coisas caretas que contradizem com o ofício-missão da Astrologia.
A Astrologia é uma Linguagem em eterna mutação como a própria natureza. Não é pagando carteirinha de ABA, de CNA e de Sindicato, que alguém torna-se-á astrólogo. Que legal, que o Plutão do Bola, em Capricórnio está despojando-o de armarduras de todo e qualquer status quo, que nenhuma corporação tem poder para credenciar.
A segunda notícia foi uma decepção. Uma tristeza! Que também faz parte da vida. Com outro astrólogo, o Robson Papaleo, que dirige a Gaia. Sempre tive apreço e afeto pelo Robson e Luiza. Todas as vezes que ele nos ligou convidando-nos, Eu e Nelci, para fazermos parte dos eventos da Gaia, nós sempre nos dispusemos e nos comprometemos, as vezes desmarcando até nossos compromissos pessoais.
Quando eu e Nelci mudamos de volta para a civilização, e viemos de novo para Sampa, eu liguei para o Robson, disse-lhe que eu gostaria de implantar um curso de Moda e Astrologia, o ASTROMODA com ele, na Gaia. Ele ficou feliz, adorou a idéia. Falei para ele que me desse um tempo; que nós iríamos nos instalar e depois marcaríamos uma reunião para pensar uma data para o curso. Eles, Robson e Luiza também estavam de mudança para um novo endereço da escola. Logo, as coisas se casariam.
Mas deparei este mês, com um curso de Moda e Astrologia, que eles estão divulgando com outra astróloga.
São exatamente estas escolas tão “corporativas” que pregam ética, qualificação e seriedade, credenciais, etc e tal….
Isto me dá a certeza, cada vez mais, de que o Bola, a Martha Pires, eu e alguns outros não filiados a “coisa nenhuma” de que estamos num caminho mais original e coerente com a mística do saber astrológico cuja singularidade e SER UM com todos. E não, vice –versa.
E o meu recado para a moça que vai dar a oficina na Gaia, não esquecer de incluir um item básico de estilo: homem de peruca em forma de boné caído não fica elegante para nenhum tipo.
Nada como um homem careca no original e, sincero com seus antigos amigos.
Wauke Wakabaiashi
Autor: lunarplace@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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09/06/2009 - 20:00

Olhamos para onde da janela da Terra?
Se a Terra é um ínfimo ponto no espaço, o que somos nós que habitamos a sua superfície?
Talvez, semelhantes aos átomos ultérrimos, visto pelos olhos clarividentes dos mestres da ciência da metafísica.
Junto com a Terra, pertencemos a um sistema planetário que orbita ao redor de sua estrela máxima, o Sol. O Sol por sua vez, orbita ao redor de outro Sol (Alcione, das Plêiades). E, todos localizados no interior de uma galáxia espiral, exatamente numa de suas espiras, o braço de Órion.
Nossa Galáxia é apenas uma num total de 30 que pertencem ao chamado Grupo Local, sendo Andrômeda, a principal galáxia desse grupo. Segundo ainda estudos astronômicos, as galáxias que fazem parte deste Grupo Local são apenas algumas dos bilhões de galáxias que existem no Universo.
Mas, voltando a nossa galáxia, todas as estrelas visíveis a olho nú no céu noturno pertencem a ela.
Pensando em termos de distância, já que para percorrer a nossa galáxia que tem o tamanho de 100 mil anos luz de diâmetro ( um raio de luz viaja à velocidade de 300 mil km/s), demoraria cerca de 100 mil anos para cruzá-la, portanto, pode nos parecer impossível no momento atual, tal façanha de ir e voltar para dizer como é.
Sendo assim, os conhecimentos ocultos, teosóficos, metafísicos, há muito falam não só destas paragens, como também de seus habitantes e o que é muito melhor, como cada um pode ao trilhar essas Sendas, se conectar com estes planos e sistemas. É claro que para isso é necessário desenvolver nossos outros veículos de consciência, que segundo a Teosofia são sete ao todo e, cada um deles está ligado a um plano de consciência ou dimensão.
Desenvolvê-los, significa colocar em ação nossos doze chackras. Os chackras (centros energéticos), são portais dimensionais e o 11° chackra é o que nos conecta com a galáxia.
Para onde olhamos quando olhamos da janela da Terra?
Nelci Rogério, astróloga cármica
Autor: lunarplace@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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19/05/2009 - 23:37

Era de Aquário.
Como surge uma Era?
O Zodíaco é o registro cósmico da Natureza, no qual as experiências de todos os tempos, incluindo o nascimento, apogeu e morte das raças, nações, religiões estão inscritas e “arquivadas”.
Existem duas rodas na evolução da vida e das espécies. Uma gira num sentido e a outra noutro, permitindo dessa maneira, a evolução, seja no sentido cósmico (O Solar Central), ou no sentido interno e individual do sistema solar planetário . A roda sobe e desce, permitindo a todos, a chance de se elevar a planos mais elevados.
O Zodíaco dos signos foi criado pelos gregos no século II. Compreende uma faixa nos céus que contém as constelações zodiacais e acompanha um plano chamado “eclítica” em toda a sua extensão. A eclítica é o que se conhece como “o caminho aparente do Sol”. Segundo os gregos, o zodíaco começava no signo ou constelação de Áries onde existe um ponto chamado “ponto vernal”, que se desloca devido a uma oscilação do eixo da Terra, ou do movimento de “precessão dos equinócios” causando um atraso de 50 segundos por ano. Este atraso passa imperceptível para nós que aqui vivemos, mas ao longo de 72 anos, provoca uma diferença de um grau e em 2.160 anos (valor de uma Era) 30 graus. No ano 221 de nossa Era foi constatado esse atraso por um estudioso dos céus grego, que percebeu que o zodíaco não mais apontava para o chamado ponto vernal (0° de Áries), mas sim, voltara para trás, entrando no signo de Peixes ou constelação de Peixes. De lá para cá, realmente ficou constatado que havia um outro movimento ou uma outra “roda”, esta sendo o verdadeiro “caminho do Sol”. Ainda estamos em 2009, na Era de Peixes e embora o início matemático da chamada Era de Aquário deverá ocorrer + ou – a partir do ano 2300; os primeiros 12° desta próxima Era, passam a exercer influência magnética na Era que ainda está em vigor.
Em 1781 a descoberta de Urano, seu regente, já anunciava sua aproximação, em 1783 pela primeira vez subiu um homem num balão, sendo o primeiro marco da navegação espacial. Em 1789, a revolução francesa, base de todas as transformações político-sociais atuais explode e são proclamados os direitos do homem (Aquário é um signo humano). Daí por diante as lutas pela independência se multiplicam. Grandes os acontecimentos, grandes as descobertas, grandes personalidades. Porém todas estas descobertas ainda correspondem ao final do ciclo de Peixes, pois os graus que separam os dois signos Peixes-Aquário, possuem uma extraordinária semelhança em seus efeitos; e tudo o que estamos vendo e vivendo é produto dessa influência conjugada.
Se em Peixes foi a conquista dos mares, em Aquário será a conquista do espaço. Em Peixes era o poder espiritual onde a igreja se firmou. Em Aquário será o poder da mente e dos ideais.
É também a Era do uso das faculdades extra-sensoriais, do homem cósmico e supra-planetário. Quando entrarmos em cheio nesta Era, todas as corôas autoritárias terão caído por terra e não haverá um rei sequer governando. O mundo estará vivendo em comunidade, com o desaparecimento das fronteiras. Ainda, segundo estas profecias haverá um só poder mundial, um só padrão monetário e uma língua universal dominante. Não devemos, no entanto, nos esquecer que tudo tem dois lados: o positivo e o negativo. Dependerá, portanto, de como estaremos trabalhando com estas polaridades.
Nelci Rogério
É astróloga. Diretora da Escola IOASTRO
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22/03/2009 - 21:06

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