03/02/2009 - 10:05
Você certamente já deve ter ouvido falar do Commoncraft, não? Se isso não aconteceu, é porque você está perdendo uma ótima oportunidade de entender as coisas que movem o mundo, sejam elas ligadas ao marketing, à s finanças ou qualquer outra coisa, de maneira quase primária. Utilizando exemplos comuns e uma série de desenhos feitos a mão, é quase impossÃvel não absorver a mensagem que se quer passar.
Mas para você entender porque resolvi falar disso, não será necessário fazer como o pessoal da Common Craft. O real motivo desse post é para ajudar aquelas pessoas que ainda não entenderam o que é Midia Social. Da melhor maneira, ou seja, pelos tais desenhos!
Acompanhe a saga do famoso sorvete de Scoopville e se divirta aprendendo!
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: commoncraft, internet, marketing, mÃdia, midia social
23/01/2009 - 17:44
Lembra quando falamos de redes sociais móveis aqui? Pois bem, uma turma mineira não só falou, como também pensou, e acaba de lançar o ToaÃ, serviço que agrega rede social à mensagens de texto para celulares. Isso porque para o usuário entrar em contato com uma rede de amigos, basta que ele faça o cadastro, adicione quem ele quiser, e depois envie quantos SMSs quiser para o número 49094. de maneira fácil e ágil todos podem combinar uma balada, uma pizza ou mesmo um encontro para fazer nada.
Segundo o pessoal do blog Idéias 2.0, do IDG Now, o foco inicial desse pessoal é Belo Horizonte, mas qualquer um no Brasil pode se inscrever. Se você gosta de rede social e não perde a chance de disparar um SMS, este é seu lugar.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Pessoal, Tecnologia
Tags: mÃdia, mobile, redes sociais, relacionamento, sms, toaÃ
23/01/2009 - 11:16
Tempos atrás a newsletter mensal do site Mundo RP tocou num assunto que me parece ganhar cada vez mais relevância. Ele tratava da preocupação de algumas agências de relações públicas em desenvolver o que eles chamam de blogtraining. Baseado no tradicional midia training, ele teria como principal papel educar os executivos a lidar com o fenômeno dos blogs. sem dúvida nenhuma, seria um upgrade importante numa época de intensa revolução.
Particularmente acredito que este tal blogtraining deveria ir além do relacionamento entre empresas e blogs. Para quem acompanha o fenômeno das mÃdias sociais e da web 2.0, parece um tanto superficial pensar que tudo se resume à blogsfera. Por que não apresentar o mundo que se abre por conta da internet colaborativa?
Com um conteúdo mais profundo não resta dúvidas de que seria possÃvel avançar muito mais rápido na questão relacionamento 2.0, sem contar na chance que se teria do provar que atualmente vale mais ouvir e dialogar do que tentar impor uma idéia, produto ou marca.
É essencial que se tenha como objetivo maior descrever o processo, alinhar o discurso para diferentes públicos e segmentos, além de mostrar que a resposta rápida aos questionamentos pode trazer alta credibilidade para as companhias que se aventuram no oceano digital. Comunicar é importante, mas se relacionar é ainda mais!
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Tecnologia
Tags: blog, blogsfera, marketing, mÃdia, mÃdias sociais, relacionamento, rp2.0, web2.0
22/01/2009 - 15:02
Até onde uma campanha baseada na internet pode ir? Qual o nÃvel de penetração e repercussão dela junto à sociedade? Pelos inúmeros exemplos que encontramos todos os dias, não é difÃcil cravar que a percepção delas é grande. Mas quando ela consegue impactar a principal apresentadora da TV norte-americana a ponto desta falar sobre a campanha em rede nacional, a ação vira case.
Foi exatamente o que aconteceu com a Starbucks e a iniciativa de dar um copo de café grátis para toda pessoa que doar cinco horas do seu tempo para o trabalho vountário. Quem repercutiu na TV foi Oprah Winfrey, a dona do programa de maior audiência na América, que conclamou os seus milhões de espectadores a contribuir com a campanha.
Isso bastou para a Starbucks se organizar para conseguir dar conta do efeito “boom” que isso já causou à ação.
Na prática seria como se uma campanha viral fosse tema de comentário de William Bonner no Jornal Nacional. Imagine só a repercussão imediata. Daà a importãncia de se fazer notar quando de uma ação desse tipo. Não basta fazer, é preciso divulgar e repercutir.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
Tags: ação, mÃdia, oprah, starbucks, tv, viral, viralização, voluntário
22/01/2009 - 10:50
Por motivos profissionais não estou na Campus Party. Mas bem que gostaria. Não para ficar lá 24 horas por dia, “internado” como tantos outros, mas para pelo menos participar dos painéis e das palestras oferecidas. Numa delas, que tratou do “uso das mÃdias digitais na publicidade”, a principal conclusão foi a de que as empresas ainda não estão preparadas para lidar com o tema. Isso acontece principalmente porque muitas simplesmente não querem sequer imaginar que podem ouvir consumidores ou clientes falando mal delas.
Minha opinião é a de que quando falamos de ambiente 2.0, seja voltado à comunicação institucional, marketing, publicidade ou RP, nos deparamos com um verdadeiro oceano inexplorado. De um lado companhias ávidas por investir, mas pouco dispostas a ouvir, e de outro agências dos mais diferentes segmentos procurando oportunidades, mas sem saber ao certo a efetividade de cada ação.
A verdade é que passamos por um perÃodo de transformação e assim como houve com as revoluções industriais e a de serviços, que impulsionaram os negócios no século XX, é preciso se embrenhar no tal oceano e enfrentar os desafios que a Revolução da Informação apresentou a todos.
Quem sair primeiro, se posicionar, criar, inovar, desenvolver, sobreviverá e se transformará em referência para quem vier depois, logo, me parece óbvia a necessidade de se fazer diferente. Já na outra ponta do relacionamento (companhias) é preciso decidir que mesmo que a água pareça turva e agitada demais, é necessário atirar-se nela e dar as primeiras braçadas, pois como piscina gelada: “depois de alguns segundos, passa”.
Muitos (para não dizer todos) ainda se prendem à discussão de quem deve ser o pai da criança. Se a agência digital, a de publicidade, a de relações públicas ou nenhuma delas. Defendo que é necessário haver um movimento global em direção ao relacionamento 2.0, independetemente de quem tomará a decisão de fazê-lo. A união de várias expertises trará a solução para essa briga.Â
Portanto, vamos todos pegar a bóia agora e nos atirar neste “marzão” sem fim!
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Pessoal, Tecnologia
Tags: 2.0, agências, campus party, mÃdia, relacionamento, revolução, rp2.0, transformação
21/01/2009 - 14:25
Quando se fala em viralização em mÃdias sociais, a primeira coisa que vem à cabeça do indÃviduo é a utilização dos canais para expor um produto ou marca. Pare para pensar um instante: você se lembra de alguma ação viral que te impactou que não tivesse sido proposta por uma iniciativa comercial? Eu mesmo me lembro de no máximo uma ou duas.
Mas apesar do foco ser quase sempre business, ainda existe gente que utiliza a força das redes de relacionamento para tentar emplacar idéias, conceitos e influência em assuntos muito mais nobres. Como é o caso da campanha para incentivar a doação de órgãos, realizada pela Santa Casa de São Paulo. Através de um vÃdeo onde o ator principal é um simpático cão, a iniciativa tem como objetivo mostrar que quem doa um órgão continua “vivo”.
Até o momento um único link no YouTube já teve pouco mais de 164 mil visitas e incentivou vários outros usuários a postar algo semelhante sobre o tema. Lá mesmo, após uma rápida pesquisa, é possÃvel verificar 468 vÃdeos com o mesmo tempo.
Assista agora ao vÃdeo produzido pela Y&R e veja se após assistÃ-lo não dá vontade de ser doador também.
 Â
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Pessoal, Tecnologia
Tags: campanha, marketing, mÃdia, midia social, redes, santa casa, viral, viralização, youtube
21/01/2009 - 00:07
Pronto, Barack Obama é o dono do pepino internacional. Como presidente dos Estados Unidos – o 44° eleito – terá a missão de demonstrar na prática tudo aquilo que pregou na campanha mais revolucionária da história.
Ninguém nunca tirou tanto proveito das mÃdias sociais e com certeza o exemplo será amplamente aplicado. Entre tantos números, posso exemplificar o sucesso da estratégia quando se percebe que Obama conquistou nada menos do que 68% dos votos totais de jovens com menos de trinta anos.
Mas como será que a estratégia adotada lá poderia ser replicada aqui no Brasil, por nossos polÃticos? O brasileiro estaria preparado para interagir com candidatos e partidos através de redes de relacionamento?
Antes de tudo é preciso dizer que a lei eleitoral brasileira é extremamente rÃgida quanto à utlização da internet e da propaganda. Eis o primeiro obstáculo para que isso dê certo e um óbvio erro, já que vai na contramão da tendência mundial.
Um dos primeiros polÃticos a interagir positivamente com a Rede foi Gilberto Kassab, que concorreu à prefeitura de São Paulo ano passado. Mas muito mais do que uma campanha 2.0, o representante do DEM se aproveitava da sua capacidade de produzir buzz a partir de atitudes intepestivas, “sinceras” e muitas vezes até meio loucas.
Mas se não é possÃvel fazer campanha, o polÃtico deveria usar as mÃdias sociais ao menos para prestar contas. Por que Lula não escreve um blog? Por que o senado brasileiro não abre seu site para ouvir os eleitores?
A verdade é que os mais tradicionais utilizam o velho discurso de que o Brasil é um paÃs de excluidos digitais e simplesmente ignoram que a internet brasileira cresce em ritmo acelerado.
Senhores polÃticos: vamos parar de onda. Vamos parar de transmitir o Café com o Presidente pelo rádio e transformá-lo num videoblog. O futuro está aÃ. Basta escolher o lado do monitor que vocês querem se colocar.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Pessoal, Tecnologia
Tags: 2.0, barack, kassab, mÃdia, obama, polÃtica, redes de relacionamento, viral, viralização
20/01/2009 - 13:38
Quantas pessoas você conhece que dizem que gostam de ler? Não muitas, tenho certeza disso. Eu mesmo – que sou um leitor viciado – fico meio sem saber como agir quando descobrem que gosto até do cheiro das páginas dos livros. Mas se você é como eu, seus problemas acabaram, pois graças ao Guilherme Felitti, do IDG Now!, acabo de concluir o cadastro no Skoob, a primeira rede social brasileira voltada para troca de informações sobre obras literárias.
O nome – que nada mais é do que books (livros em inglês) ao contrário - oferece um serviço parecido como da plataforma internacional Shelfari, mas é voltada ao brasileiro, um dos povos mais ávidos pela utilização de mÃdias sociais. Através dele é possÃvel montar uma prateleira virtual com todos os livros que o usuário já leu, com todos aqueles que ele pretende ler, além de ter acesso a dados relevantes sobre as obras, como crÃticas de usuários, sinopse, capa, entre outras informações.
Fiquei particularmente feliz ao descobrir que até mesmo os livros da Coleção Vagalume – que me despertaram o interesse pela literatura – estão lá. Os autores e editoras agradecem a idéia!
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Pessoal, Tecnologia
Tags: leitura, livros, mÃdia, skoob, social
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