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19/01/2009 - 14:53

Mídia tradicional também se aproxima da web 2.0

Quando se fala na Web 2.0 e em conteúdo colaborativo – dois dos principais aspectos que movem o barco da internet pelo mar do desenvolvimento tecnológico – logo se pensa em redes sociais, blogs, buscadores e tudo aquilo que surgiu como ferramenta de poder nas mãos do internauta. Mas será que o conceito em si aplica-se somente a isso? Será que ele não influencia os canais de comunicação mais tradicionais?

Para quem assiste ao Fantástico, da Rede Globo, o conceito colaborativo já chegou na TV. No programa de ontem, por exemplo, as atrizes Patricia Pillar e Claudia Raia (protagonistas da última novela das nove) foram sabatinadas durante todo um bloco por telespectadores que gravaram vídeos com perguntas e os encaminharam via site. Eis uma boa iniciativa de criação de conteúdo colaborativo, e que vai de encontro ao que se prega na internet atual: convidar toda a audiência para ser mais do que um mero espectador.

Essa iniciativa demonstra a força de expansão e influência que o atual modelo empregado em boa parte da rede tem trazido em todos os canais, sejam eles tradicionais ou não. Além de tentar aproximar o interesse do telespectador ao conteúdo da pauta determinda pela equipe de produção de uma maneira simples e rápida, a iniciativa tem servido como um corretor de rota muito mais ágil que as demoradas discussões dos clássicos focus groups.

Será que chegaremos ao ponto de que até mesmo a TV será totalmente colaborativa?

Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Tecnologia Tags: , , , , , ,
14/01/2009 - 11:20

Pela Juliana, aceitamos tudo!

Não sei bem exatamente os valores de um patrocínio de uma novela das oito, mas sei que é bem caro. Também imagino que manter mais de 40 pontos de média de audiência é praxe no horário. Junte isso ao sucesso que Gloria Perez faz em qualquer novela que escreva e um casal de protagonistas desejados por todos.

A Globo formou o hábito do telespectador e a expectativa por uma novela das oito é quase que natural. Aí é que fica a pergunta: precisa de viralização? Precisa criar desejo no produto? A Globo precisa fazer esse esforço? Não sei, mas pela Juliana Paes aceitamos tudo!

Mas é interessante analisar que marcas consagradas já estão utilizando as técnicas mais modernas. Certamente  internauta que utiliza as mídias sociais não é o maior público-alvo da novela. Mas ele pode ser o agente carregador da mensagem. Ou será que o objetivo era conquistar os “joiners”?


Por enquanto, com vocês, Juliana Paes fazendo yoga:

Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
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