Vai pra lá!
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Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:Você certamente já deve ter ouvido falar do Commoncraft, não? Se isso não aconteceu, é porque você está perdendo uma ótima oportunidade de entender as coisas que movem o mundo, sejam elas ligadas ao marketing, às finanças ou qualquer outra coisa, de maneira quase primária. Utilizando exemplos comuns e uma série de desenhos feitos a mão, é quase impossível não absorver a mensagem que se quer passar.
Mas para você entender porque resolvi falar disso, não será necessário fazer como o pessoal da Common Craft. O real motivo desse post é para ajudar aquelas pessoas que ainda não entenderam o que é Midia Social. Da melhor maneira, ou seja, pelos tais desenhos!
Acompanhe a saga do famoso sorvete de Scoopville e se divirta aprendendo!
O Fórum Econômico Mundial, que começou ontem em Davos (Suiça), também está discutindo web 2.0. Em tempos de crise, tudo que é criativo, inovador e que pode funcionar como mola propulsora de lucros e resultados, ganha relevância. O fato é que o encontro terá um painel para tratar do assunto e isso demonstra como governos e empresas tem olhado para o tema.
Mas eles não só discutem como usam a rede. A utilizam também. É o que acontece com o canal oficial no YouTube, que você pode clicar aqui para conhecer, ou no MySpace, que está aqui.
Sem dúvidas, a internet colaborativa e social já é uma realiadade em boa parte do mundo. Chegou a hora de ser também no Brasil. Por mais que possa parecer ainda estranho para muitos.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: colaboração, davos, economia, myspace, youtubeQual o caminho para a popularização na rede? Uma vez que não se pode negar a interação das redes sociais com as outras mídias, é legal analisar o que começa numa ponta e vira hit na outra. Um exemplo, tosco, mas exemplo: quem não se lembra da infernal “Dança do Quadrado“? Ela chegou à televisão, foi apresentada no programa Caldeirão do Huck, mas o sucesso partiu da rede. Outro exemplo: Mallu Magalhães (sem hyperlink, essa não rola), Da internet para as páginas de música/romance (vide namorico com Marcelo Camelo).
Pois é bacana também poder ver que o que acontece na televisão pode ter o sucesso transportado para a internet, fazer o caminho inverso, ganhar relevância. Eu, particularmente, me divirto com os erros ao vivo de jornalistas. Esse vídeo abaixo já teve mais de 500 mil visualizações e é um compilado de erros ao vivo, mas que podem ser vistos e revistos no youtube. A sinergia entre os tipos de mídia é fundamental e um não consegue viver sem o outro. Definitivamente há a intersecção entre ambas.
Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: caminhos, mídias sociais, redes, sinergia, viralizaçãoNão é de hoje que o fenômeno de bandas que surgem para o estrelato a partir das redes sociais existe. Só no Brasil, temos o exemplo da Cansei de Ser Sexy (que fez sucesso primeiro na Inglaterra!) e da cantora-adolescente-prodígio-banquinho-violão Mallu Magalhães, entre tan tos outros. Ambos surgidos a partir de perfis do MySpace, rede que investe pesado para abrigar o trabalho musical dos mais diferentes tipos de artistas.
Quem entrou na onda agora foi o Sonico, rede concorrente direta do Orkut, que também passa a oferecer um espaço dedicado à divulgação de bandas e cantores independentes – ou não. A rede social, que é de origem argentina, já tem mais de seis milhões de usuários no Brasil e investiu pesado na plataforma, tentando aplicar à ferramentas boa qualidade de streaming e aúdio.
Sou daqueles ratos de internet que adora encontrar artistas novos utilizando como base de pesquisa redes sociais. Com certeza atualizarei meu mailing com mais este site. Para quem quiser dar uma conferida, clique aqui.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: bandas, digital, divulgação, marketing, música, myspace, orkut, redes, redes sociais, relacionamento, sonico, viralQuem se lembra do flash mob na estação de metrô? Alguém aí já viu a evolução da dança? Pois é, são dois vídeos que caíram no gosto dos caras que alimentam as mídias sociais e viralizaram de uma forma impressionante.
(flash mob: “atos” coletivos combinados pela internet)
Ok. Agora, se você se pergunta se as empresas estão observando a potência das mídias sociais como disseminadoras das mensagens, acho que existe uma resposta também em forma de….. vídeo! Pois é. E não é que a Mobile T resolveu fazer um vídeo misturando os dois vídeos acima citados? Sim. E o resultado ficou sensacional.
A conclusão que podemos tirar disso é que o impacto da viralização se materializa em todos os segmentos: política (Obama, Kassab), tecnologia (Apple), gastronomia (Starbucks) e também nos publicitários. Ora, alguns podem dizer: “que criação é essa que copia o que já foi feito?”. Eu respondo: é a criação genial de criar intimidade (afinal, que não se diz ‘hei, eu já vi isso’) e recall sem perda da atenção. Viral do viral. Que mais sigam essa linha!
O viraldoviral:
Ah, vi no Xpock, um blog só de vídeos que é muito legal.
Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: dança, evolução, flash mob, mobile t, viralAté onde uma campanha baseada na internet pode ir? Qual o nível de penetração e repercussão dela junto à sociedade? Pelos inúmeros exemplos que encontramos todos os dias, não é difícil cravar que a percepção delas é grande. Mas quando ela consegue impactar a principal apresentadora da TV norte-americana a ponto desta falar sobre a campanha em rede nacional, a ação vira case.
Foi exatamente o que aconteceu com a Starbucks e a iniciativa de dar um copo de café grátis para toda pessoa que doar cinco horas do seu tempo para o trabalho vountário. Quem repercutiu na TV foi Oprah Winfrey, a dona do programa de maior audiência na América, que conclamou os seus milhões de espectadores a contribuir com a campanha.
Isso bastou para a Starbucks se organizar para conseguir dar conta do efeito “boom” que isso já causou à ação.
Na prática seria como se uma campanha viral fosse tema de comentário de William Bonner no Jornal Nacional. Imagine só a repercussão imediata. Daí a importãncia de se fazer notar quando de uma ação desse tipo. Não basta fazer, é preciso divulgar e repercutir.
Autor: danielfirstcom@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: ação, mídia, oprah, starbucks, tv, viral, viralização, voluntárioComplementando o que o Daniel escreveu no post abaixo, tenho uma dúvida que serve de reflexão: por que as mídias sociais conseguem mobilizar tanta coisa (discussões sobre BBB, correntes de e-mails, novenas, download de séries) mas não tem a mesma potência quando o assunto é conscientização (good point Miúra!)?
O que falta para que o assunto pegue fogo e exploda quando o objetivo é preservar o planeta que se vive ou estimular o salvamento de vidas? Vídeos virais mais interessantes? Posts mais atrativos? Evangelizadores? Não creio. Na verdade, as mídias sociais também refletem o comportamento do consumidor na “compra” de informação. O que é mais legal: ver alguém se estabacando no chão ou ver as consequências do aquecimento global? Pessoas assistem mais novelas ou documentários informativos?
É uma discussão interesse. O vídeo abaixo é fantástico. Façamos a nossa parte. Comecemos por esses dois posts.
Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: aquecimento, conscientização, global, post, virais, viralização
Acabo de ler a matéria sobre a participação do Tim Berners-Lee (criador do www) no Campus Party. De um certo modo, fiquei empolgado, de outro, me frustrei. Segundo ele, o 2.0 é frustrante pois limita o “caminho” de informações. E que um sistema 3.0 deve suprir essa frustração.
(Ok, quando a gente pensa que tem um carrão na mão, vem o cara que sabe tudo e diz que o carro não é tudo isso que você imagina?)
Pensando emocionalmente, fica então a expectativa para que a web 3.0 chegue. Racionalmente, cabe a análise que de as mídias sociais ainda estão em efervescência, sem ter chegado ao ponto máximo da coisa. ”O usuário precisa ter mais controle na internet. A web 2.0 é frustrante porque não é possível usar a vasta quantidade de informações do sistema”, disse o pai da World Wide Web. Imaginem a capacidade de capilarização das mídias sociais aliada ao controle amplo das informações que trafegam na rede?
Empolgação ou frustração? Acho que estou mais do lado da empolgação. Trabalhar com mídias sociais realmente demanda um controle maior do fluxo e essa evolução seria a “cereja do bolo”. Onde vai parar esse carro?
Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: 2.0, 3.0, campus party, fluxo, informações, mídias sociais, wwwComplementando aquilo que o Daniel escreveu aqui embaixo, acredito que vale fazer uma citação ao jornal que tem buscado estar bem próximo das mídias sociais, não só com seu portal, mas também com um espaço físico em sua edição impressa.
O “O Estado de S. Paulo”, ou carinhosamente “Estadão” publica, todo domingo, um caderno chamado “TV&Lazer”. Neste caderno há uma página dedicada à cobertura daquilo que faz sucesso nas mídias sociais, principalmente de vídeos. Não é muito bacana constatar que um meio de comunicação tradicional leva ao público ou então ratifica o sucesso das mídias sociais? Eu não deixo de ler o espaço em nenhum domingo…
Autor: brulastrucci@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags: estadão, marketing, portal, tv&lazer, viralização