No Morumbi, o Corinthians saiu em vantagem ainda no primeiro tempo, quando André Dias e Bosco do São Paulo erraram e Ronaldo empurrou para as redes. Na etapa final, o Timão até que tentou fazer o segundo gol, mas acabou sofrendo o empate em uma jogada duvidosa. Após levantamento para dentro da área, Washington impedido marcou.
O vice também é verde
No Serra Dourada, o Goiás provou que não esta morto e vai brigar pelo título. O time Esmeraldino venceu o Grêmio, de virada. O Tricolor Gaúcho abriu o placar com Souza, mas ainda no primeiro tempo Léo Lima deixou tudo igual. Quando a partida se encaminhava para um empate, o atacante Felipe marcou e deu a vitória ao time do centro-oeste.
Aleluia!!!
No Maracanã, Fluminense soube superar os erros de sua defesa, que é um peneira, e com um ataque rápido e certeiro, bateu o Avaí, por 3 a 2. O Flu encerrou um jejum de oito jogos sem vitórias no Brasileirão. Neste período, o Tricolor empatou quatro e perdeu outras quatro. A última vitória aconteceu no longínquo 6 de agosto – 5 a 1 no Sport.
Mesmo com a vitória, o Tricolor carioca segue na lanterna do Campeonato.
Mais longe do G -4
No Couto Pereira, Na briga direta contra o rebaixamento, o Coritiba levou a melhor sobre o Náutico, ao vencer o time pernambucano por 2 a 0, em Curitiba. O Coxa se manteve isolado na 15.ª posição, agora com 30 pontos, se afastando do rebaixamento.
Baianos aprontam no Rio
No Engenhão, o Botafogo segue sem vencer no Campeonato Brasileiro sob o comando de Estevam Soares. O Fogão foi derrotado pelo Vitória, por 3 a 1, no Rio de Janeiro. O lateral-esquerdo Leandro abriu o placar e no final do jogo Leandro Domingues e Gláucio completaram a vitória. Enquanto Laio descontou, aos 47.
A “Era Estevam” no Brasileirão acumula oito jogos, sendo três derrotas e cinco empates. Mas o jejum de vitórias é ainda maior, pois o time da estrela Solitária não vence há nove jogos, com quatro derrotas e cinco empates.
Briga no G -4
Na Ilha do Retiro, o Santo André não conseguiu segurar o Sport, na sua luta contra o rebaixamento, no Estádio da Ilha do Retiro, em Recife. O time rubro-negro venceu o paulista, por 2 a 1, e, agora, soma 23 pontos, ainda na vice-lanterna. Com 25 pontos, o Ramalhão, permanece na 17.ª posição, também dentro da zona de rebaixamento.
O Atlético Mineiro venceu o Santos por 3 a 1, na noite deste domingo, e colou no G-4. Com o resultado do Mineirão, o Galo segue em quinto lugar, mas agora tem os mesmos 44 pontos do quarto colocado, o Inter(fica atrás no número de vitórias).
O JOGO
O Santos começou com um meio-campo recheado de volantes – Emerson, Rodrigo Souto e Rodrigo Mancha. Tudo para segurar as investidas do Atlético. Mas os donos da casa precisaram de apenas cinco minutos para vencer a barreira de Vanderlei Luxemburgo. Carlos Alberto invadiu a área pela direita e cruzou. A zaga tentou aliviar, mas a bola sobrou limpa para Evandro marcar.
Atrás no marcador, e sem criação, o Peixe ficou perdido já nos primeiros instantes da partida. Aos 6, Eder Luis quase fez o segundo. Aos 8, Diego Tardelli exigiu grande defesa de Felipe. Aos 10, novamente Eder Luis assustou. O Santos não conseguia respirar. A essa altura, se o placar estivesse 3 a 0 não seria nenhum absurdo.
Depois da metade do primeiro tempo é que o time paulista insinuou se arriscar à frente. Mas faltava qualidade. Enquanto isso, os mineiros estudavam o adversário e só aguardavam a hora exata para dar o bote. Até o fim da etapa inicial, as chances de gol do Atlético iam se multiplicando.
SEGUNDO TEMPO
No vestiário, durante o intervalo, Luxa tentou consertar o desastre. Substituiu Emerson e Mancha por Pará e Germano. Só que logo aos 11 minutos veio o segundo gol do Galo. Fabão cometeu pênalti em Eder Luis. Tardelli converteu e correu para o abraço.
O atacante voltou a balançar a rede aos 28, quando aproveitou ótima jogada de Correa, que driblou três santistas, e ganhou na corrida de Fabão antes de fuzilar a meta santista. Foi o 13º gol de Diego Tardelli, que agora divide a artilharia do Campeonato Brasileiro com Adriano (Flamengo) e Jonas (Grêmio).
Feliz da vida, a torcida do Galo que foi ao Mineirão – mais de 36 mil pagantes – fez festa para Ricardinho. Com o número 80 nas costas, o meia, ex-Corinthians, São Paulo e Santos, entrou no lugar de Evandro e estreou pelo Galo. Celso Roth fez as suas trocas apenas no fim, para dar sangue novo: Rentería substituiu Tardelli, o herói da noite.
O Peixe, que já tinha Neymar no lugar de Felipe Azevedo, só foi reagir aos 33, com Kléber Pereira, completando cruzamento de Madson. Mas já era tarde…
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 3 x 1 SANTOS
Carini, Carlos Alberto, Jorge Luiz, Werley e Thiago Feltri; Jonílson, Márcio Araújo, Correa e Evandro (Ricardinho); Eder Luis e Diego Tardelli (Rentería)
Felipe, George Lucas, Fabão, Eli Sabiá e Léo; Emerson (Pará), Rodrigo Souto, Rodrigo Mancha (Germano) e Madson; Felipe Azevedo (Neymar) e Kléber Pereira
Técnico: Celso Roth
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Gols: Evandro, aos 5 minutos do primeiro tempo; e Diego Tardelli (pênalti), aos 11 e aos 28, e Kléber Pereira, aos 33 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Fabão e George Lucas (S)
Público: 36.294 pagantes / Renda: R$ 435.238,00
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 27/9/2009. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF). Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Cesar Augusto Vaz (DF)
Após quase três meses de disputa, o Campeonato Brasileiro da Série D definiu neste domingo os quatro times que sobem para a Série C no ano que vem. Chapecoense (Região Sul), Alecrim (Nordeste), São Raimundo (Norte) seguraram avantagem obtida no jogo de ida das quartas-de-final e conquistaram o acesso para a Terceirona ao lado do Macaé (Sudeste).
Tupi e Uberaba foram eliminados neste domingo.
Derrota em casa complicou o Zebu
Após vencer o jogo de ida fora de casa por 1 a 0, o Alecrim só precisava de um empate contra o Uberaba para subir. E foi justamente o que aconteceu. O time potiguar saiu na frente com Maurício Pantera, mas Danilo deixou tudo igual para o Uberaba e o jogo terminmou 1 a 1, resultado que bastou para Natal entrar em festa.
Carijó quase chegou lá
Em Campos, o Macaé bateu o Tupi, por 2 a 1, e reverteu a derrota sofrida em Juiz de Fora, por 3 a 2, conquistando o acesso em virtude aos gols marcados fora de casa. Léo Santos e Wallace marcaram os gols do time alvianil, enquanto Rafael Aguiar, de cabeça, balançou as redes para o Galo Carijó.
Confira os duelos das semifinais:
Chapecoense x Macaé
São Raimundo x Alecrim
Em uma partida tumultuada, que teve atraso no início e longa paralisação no segundo tempo devido a um problema nos refletores da Arena Barueri, o Ipatinga derrotou a Portuguesa por 1 a 0, na noite deste sábado.
O JOGO
O Ipatinga sequer atacou na primeira etapa. Nem assim, a Lusa conseguiu abrir o placar. Acleisson levou perigo em dois chutes a longa distância, um deles no travessão. Mas foi Kempes quem desperdiçou a melhor oportunidade, aos 38, quando Marinho Donizete derrubou Héverton na área, e a arbitragem assinalou o pênalti. Na cobrança, o atacante bateu a meia-altura no canto direito do goleiro Fred, que mergulhou e fez a defesa. Os paulistas ainda voltaram a carimbar a trave mineira, com Kempes, aos 40.
SEGUNDO TEMPO
No intervalo, antes que a segunda etapa começasse, no entanto, a iluminação da Arena Barueri falhou, e foi necessário esperar que houvesse condições de jogo novamente. Após cerca de dez minutos, a partida teve continuidade, mas o problema se repetiu com quatro minutos de bola rolando. Pouco mais de meia hora depois, o duelo pôde ser retomado.
Desconcentrada, a Portuguesa não conseguiu recriar as boas oportunidades do primeiro tempo, apesar de manter o domínio do jogo. Mas quando o cronômetro marcava 69 minutos da segunda etapa (acrescidos os 35 minutos de interrupção), o zagueiro Léo Oliveira aproveitou o lance de bola parada do Tigre, se antecipou à zaga e, de cabeça, desviou o levantamento na área para o fundo das redes.
O time do técnico Benazzi ainda tentou pressionar no fim, mas, sem organização, não conseguiu evitar o tropeço.
Com o goleiro estreante Carini e a volta do volante Márcio Araújo, o Atlético apenas empatou com o ameaçado de rebaixamento Náutico, neste sábado à noite, nos Aflitos, em Recife, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O JOGO
Tecnicamente, as duas equipes deixaram a desejar. A partida foi marcada por correria, chutões, passes errados e bola aérea, porém sem muitos lances claros de gols.
O Náutico impôs forte marcação ao Atlético. Mais uma vez, o Galo não conseguiu se organizar no meio-campo. Voltou a fazer a ligação direta da defesa com o ataque.
Como a bola não chegava, Diego Tardelli recuou para tentar jogadas, deixando Rentería isolado no ataque. Nos 45 minutos iniciais, apenas uma vez ameaçou o gol adversário. Foi na bola parada. Aos 15 minutos, o meia Evandro cobrou falta no ângulo e o goleiro Gledson fez grande defesa.
Além de boa marcação, o Náutico teve maior posse de bola. Pressionou o Galo, mas pouco acertou na finalização, para sorte do Atlético. Por duas vezes, levou perigo. Logo aos três minutos, após a trombada entre o goleiro Carini e o zagueiro Jorge Luiz, Derley quase marcou na sobra. Já aos 39, Sidny partiu no contra-ataque e da entrada da área bateu. Carini pegou firme.
SEGUNDO TEMPO
À base da vontade, as equipes criaram suas chances. Aos 18 minutos, o Atlético chegou com Tardelli, que pegou a sobra na área e chutou para fora. No lance seguinte, o atacante bateu cruzado e ninguém chegou para completar.
Aos 21, foi a vez do Náutico. Kuki passou por Carini, cruzou e Werley tirou em cima da linha. No minuto seguinte, Carlinhos Bala recebeu na área e bateu na saída de Carini, que defendeu.
Aos 24, nova chance para o Galo. Desta vez, Carlos Alberto partiu em velocidade e chutou. O goleiro espalmou e Renan Oliveira perdeu a disputa para o zagueiro na boca do gol. Aos 37, Éder Luís, que entrou no lugar de Diego Tardelli, quase marcou de cabeça.
O Náutico ainda teve uma oportunidade aos 42 minutos, com Emanuel, que cabeceou em cima de Carini. Já aos 44, num contra-ataque, Renan Oliveira desperdiçou um chance para o Atlético. Final: 0 a 0.
Depois de sofrer com o sucessivos rebaixamentos, inclusive no Campeonato Mineiro, o torcedor do América lavou a alma e pode soltar a voz e o grito de campeão. Em um jogo nervoso, truncado, o América venceu o ASA por 1 a 0 e se sagrou campeão brasileiro da Série C.
jogadores comemoram o título
O JOGO
A partida começou nervosa, com o ASA tentando chegar com perigo à área do América, mas parava na bem postada defesa mineira. Como represália, o clube de Alagoas parava os avanços do América com faltas violentas. Em uma destas entradas, o zagueiro Henrique, do Asa, acertou o tornozelo de Zé Rodolfo, que teve que ser atendido mas conseguiu voltar para o campo.
Podendo perder por até dois gols de diferença, já que venceu o ASA por 3×1 na primeira partida e consciente da boa vantagem nas mãos, o Coelho segurava bem e administrava a posse de bola. Tranqüilo em campo, o América ainda teve chances de marcar o seu gol.
Aos 14 minutos, numa das melhores chances do primeiro tempo, Fábio Bala ganhou na corrida com a bola dominada, penetrou na grande área e chutou para o gol, mas a bola pegou um efeito e acabou saindo pela linha de fundo.
À medida que o jogo avançava, ficava mais aberto. O ASA parecia acordar para o jogo e chegou com perigo algumas vezes ao gol do Coelho, mas a ineficiência das finalizações, quase todas para fora.
Na velocidade de Bruno Mineiro, Irênio e Fábio Bala, o América ameaçava mais e terminou o primeiro tempo pressionando o ASA, em busca de um gol que desse tranqüilidade para a torcida, mas o clube alagoano estava bem fechado e não deu chances para o ataque americano.
SEGUNDO TEMPO
Mesmo antes de a bola rolar, o lateral americano Zé Rodolfo e o goleiro Tuti, do ASA, foram advertidos com o cartão amarelo. Os dois jogadores se envolveram em uma confusão quando iam para o vestiário, após o fim do primeiro tempo.
Com o empate sem gols dando o título para o América, o ASA partiu para o tudo ou nada e tentou pressionar o time mineiro. O time de Alagoas vinha com a bola dominada pelo meio, mas quando chegava na área do Coelho, encontrava a defesa congestionada e não conseguia construir jogadas.
Aos 19 minutos, Fábio Bala partiu com a bola dominada em direção ao gol. Henrique, do ASA, parou a jogada com falta e levou mais um cartão amarelo, sendo expulso e deixando a tarefa do América ainda mais fácil. Com um a mais em campo, um gol que decretasse o título parecia ser questão de tempo no Independência.
Mas quem foi para o abafa foi o ASA. O time do técnico Vica partiu para cima do Coelho, que teve que se segurar na defesa. Faltas e escanteios ameaçaram o gol de Flávio e o setor defensivo do América teve bastante trabalho. A ineficiência dos atacantes do ASA, porém, foi a sorte do Coelho. Quando conseguia finalizar, o time alagoano desperdiçava todas as chances.
Com o momento complicado, o técnico Givanildo Oliveira resolveu mexer no time e atendeu a torcida no Independência, que gritava o nome do atacante Euller. O filho do vento entrou no lugar de Fábio Bala, aos 25 minutos incendiando a torcida, que comemorava e soltava o grito de campeão.
O América continuava administrando a partida, e não conseguia fazer prevalecer sua vantagem numérica em campo. Mas aos 43 minutos, quando tudo parecia encaminhado para um empate, o que já daria o título para o América, Bruno Mineiro recebeu a bola na área, ajeitou e chutou, marcando o gol do título do Coelho. Foi o que bastou. América, campeão brasileiro da Série C, com muita propriedade.
O Internacional parece ter reencontrado seu caminho e venceu o Avaí, por 2 a 0, em Florianópolis, com uma bela apresentação. O Inter atuou com um a menos em todo o primeiro tempo e com apenas nove em campo nos últimos minutos - Índio e Bolívar foram expulsos. Os gols da vitória foram marcados por Fabiano Eller e Magrão.
Com este resultado heróico, o Colorado chegou aos 43 pontos, na segunda colocação, com um a menos que o Verdão. Por outro lado, o Leão da Ilha conheceu sua segunda derrota seguida, após passar 11 rodadas invictos.
Em Goiânia, o Goiás não confirmou sua boa fase como mandante e cedeu o empate, por 2 a 2, ao Coritiba. Os paranaenses chegaram a fazer 1 a 0 com o atacante argentino Ariel, mas os donos da casa viraram com Felipe e Léo Lima. Aos 39 minutos do segundo tempo, porém, o mesmo Ariel acertou uma bela bicicleta para empatar.
O tropeço custou uma posição para o Verdão goiano, que caiu para a quarta colocação, com 39 pontos.
No duelo dos desesperados da rodada, o Fluminense deu mostras de que só escapará do rebaixamento por um milagre. Na estreia do técnico Cuca, o Tricolor decepcionou os cerca de 20 mil torcedores presentes no Maracanã e só empatou com o Náutico, por 1 a 1. O meia Conca abriu o placar para os cariocas, mas Carlinhos Bala deixou tudo igual.
O pontinho somado manteve o clube das Laranjeiras, em uma posição delicada. Lanterna do campeonato, com 17 pontos. Primeiro time fora da zona de descenso, o Timbu chegou aos 25 pontos, ocupando a 16ª colocação.
Quem conseguiu um bom resultado foi o Flamengo. Mesmo cheio de desfalques, o time carioca suportou a pressão do Atlético-PR e segurou um empate sem gols, em Curitiba.
O retorno à Copa Libertadores está mais distante. Neste domingo, o Cruzeiro teve todas as chances de vencer o São Paulo no Mineirão, não matou a partida quando vencia por 1 a 0 e acabou sofrendo a virada na etapa final. O Cruzeiro perdeu o jogo e sua invencibilidade de seis rodadas.
Aos 12 minutos, o goleiro paulista Rogério Ceni já tinha feito dois milagres. Primeiro, ao defender uma bomba em cobrança de falta de Gilberto. Pouco depois, o camisa 1 pegou um chute cruzado de Jonathan que tinha endereço certo. O São Paulo só foi reagir aos 18, mas timidamente num chute sem direção de Richarlyson.Com mais toque de bola, os mineiros foram envolvendo o adversário e continuaram mais perto do gol. Gilberto tentou, Soares arriscou, Fabrício teve chance… E a pressão continuava. Acuado, o São Paulo tentava escapar da forte – e muitas vezes desleal – marcação cruzeirense para não entregar os pontos.
De tanto insistir, o gol saiu. E com uma colaboração do rival. Richarlyson errou uma saída de contra-ataque e Diego Renan roubou a bola. O ala rolou para Gilberto, que devolveu para o mesmo Diego completar para o gol. Impedido, Thiago Ribeiro saiu da jogada para não prejudicar os companheiros.
SEGUNDO TEMPO
Na volta do intervalo, porém, o São Paulo reagiu. É verdade que a reação demorou alguns minutos e por pouco os mineiros não ampliaram. Mas bastou o técnico Ricardo Gomes trocar Hugo por Marlos para a partida mudar.
Num dos seus primeiros lances, aos 19 (três minutos após a sua entrada), o camisa 16 driblou o marcador e encheu o pé. O goleiro Fábio até conseguiu alcançar e tocar na bola, mas não evitou o gol: 1 a 1.
Melhor em campo a essa altura e percebendo a oportunidade de virada, o Tricolor foi para cima. Como o Cruzeiro também não tinha desistido da vitória, o jogo ficou aberto, com os dois times buscando o gol a cada instante.Com Guerrón em campo, depois de pedidos da torcida, a Raposa quase fez o segundo. Aos 25 minutos, o equatoriano teve duas chances, mas parou na ótima defesa de Rogério Ceni e na eficiência da cobertura da zaga são-paulina.
Mas foi do outro lado que a rede balançou. Dagoberto alcançou um longo lançamento de Richarlyson e cruzou para Borges, que tinha acabado de entrar, desempatar.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 1 x 2 SÃO PAULO
Fabio; Jonathan, Fabinho, Gil e Diego Renan; Fabrício, Henrique, Eli Carlos e Gilberto (Bernardo); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Soares) (Guerrón).
Rogério Ceni; Renato Silva, André Dias e Rodrigo; Jean, Arouca, Richarlyson, Hugo (Marlos) e Junior Cesar; Dagoberto (Wellington) e Washington (Borges).
Técnico: Adilson Batista
Técnico: Ricardo Gomes
Gols: Diego Renan, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marlos, aos 19, e Borges, aos 36, minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Eli Carlos e Guerrón (C); André Dias, Richarlyson e Arouca (SP)
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 6/9/2009. Árbitro: Luís Antônio Silva dos Santos (RJ). Auxiliares: Dilbert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Marco Aurélio Pessanha (RJ).
Sete jogos depois – seis pelo Campeonato Brasileiro -, o Atlético voltou a vencer. Foi suado, mas, se o futebol deixou a desejar, o time lutou até o fim para virar o placar e derrotar o Santo André por 2 a 1, neste domingo à noite, no estádio Bruno José Daniel, pela 23ª rodada do Brasileirão.
O JOGO
Num campo pesado e escorregadio devido à chuva, o Atlético voltou a apresentar dificuldades na saída de bola. O meia Renan Oliveira foi pouco presente na armação. Mais uma vez, a ligação direta defesa/ataque foi explorada, sem sucesso. Os alas Thiago Feltri e Carlos Alberto pouco se apresentaram no ataque.
Mesmo assim, o Galo teve chances para marcar. A melhor logo aos três minutos, quando Renan Oliveira recebeu de Diego Tardelli e lançou Rentería na área. O colombiano dominou no peito e carimbou a trave paulista.
Renan Oliveira teve duas oportunidades, mas e ambas finalizou mal. Como a bola não chegada com qualidade, a dupla de ataque Tardelli e Rentería procurou se movimentar. Criaram uma boa jogada aos 28 minutos. O colombiano cruzou e o artilheiro pegou de primeira. A bola saiu rente à tarde.
O Santo André chegou por duas vezes com perigo. Em ambas, as jogadas começaram em vacilos do Atlético. Aos 33 minutos, num contra-ataque, Nunes foi lançado, passou pelo goleiro Bruno, mas concluiu para fora. No minuto seguinte, após o rebote de Bruno, Nunes chutou em cima do goleiro. Na sobra, Marcelinho Carioca mandou para fora.
SEGUNDO TEMPO
A bola aérea foi um pesadelo para o Galo. Chamou a atenção a desatenção da defesa atleticana nas bolas aéreas. Em três delas, o baixinho Marcelinho Carioca levou a melhor e quase marcou. Na primeira, aos seis minutos, mandou na trave.
O Galo teve uma grande chance aos 14 minutos. Tardelli partiu em velocidade e cruzou para Rentería na cara do gol. Fernando cortou no momento exato. Aos 27, o técnico Celso Roth, que já havia trocado Renan Oliveira por Evandro, tirou Rentería para a entrada de Éder Luís.
Aos 30 minutos, o tormento das bolas cruzadas na área. O goleiro Bruno não segurou e Wanderley mandou para as redes: 1 a 0.
Quatro minutos depois, o Santo André ficou com um jogador a menos. Cesinha, já amarelado, fez falta por trás em Éder Luís e foi amarelado. O Atlético foi para o tudo ou nada. Aos 36 minutos, Tardelli exigiu grande defesa do goleiro Júlio César.
O gol de empate saiu aos 42 minutos. Evandro achou Éder Luís na área. O atacante girou e bateu firme: 1 a 1. Quatro minutos depois, foi a vez de Diego Tardelli desencantar, ao marcar de cabeça o gol da virada: 2 a 1, placar final.
Ficha técnica:
SANTO ANDRÉ 1 x 2 ATLÉTICO-MG
Júlio César, Rômulo, Cesinha, Gustavo Nery e Arthur; Fernando, Sidney, Marcelinho Carioca e Júnior Dutra; Nunes (Cicinho) e Wanderley (Rogério).
Bruno, Carlos Alberto, Alex Bruno (Pedro Oldoni), Jorge Luiz e Werley; Renan, Correa, Thiago Felttri e Renan Oliveira (Evandro); Diego Tardelli e Rentería (Éder Luís).
Técnico: Sandro Gaúcho.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Wanderley, aos 30 minutos do segundo tempo, Éder Luís, aos 42, e Diego Tardelli, aos 46.
Cartões amarelos: Alex Bruno (Atlético-MG), Cesinha, Nunes e Júlio César (Santo André). Cartão vermelho: Cesinha (Santo André)
Estádio: Bruno José Daniel. Data: 06/09/2009. Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez. Auxiliares: Ricardo Mauricio Ferreira de Almeida (RJ) e Hilton Moutinho Rodrigues (RJ).
Apesar do dia não ser propício, Corinthians e Santos fizeram um clássico apimentado e com vários lances de perigo. Chicão, contra, abriu o placar para os santistas, enquanto Bill empatou para o Timão. Quase nos acréscimos, Chicão fez de cabeça e se redimiu do gol contra marcado.
ATLÉTICO-PR 0 X 0 BOTA FOGO
O Atlético Paranaense estreou na Copa Sul-americana diante do time misto do Botafogo e não saiu de um 0 a 0, em jogo disputado na Arena da Baixada. Os dois times voltarão a se encontrar no dia 16 de setembro, no Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro. O classificado vai enfrentar na próxima fase o Emelec, do Equador, que eliminou o Zamora, da Venezuela.