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01/10/2008 - 12:55

REUNIÃO DA BIBLIOTECA E ASSEMBLÉIA DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL

Duas horas antes do evento, dois isopores foram carregados com latas de cerveja e gelo e entregues ao coordenador. Às 7:30h o pessoal do salgados/refrigerantes e água, já estavam apostos na copa-cozinha do SIMPRO, aguardando o inicio dos trabalhos.

No horário combinado, chegaram os músicos, mas, na falta de platéia, ouvia-se CD do próprio conjunto “Choro na Calçada” e do “Grupo Chapéu de Palha”, este último, sob a direção de Waldir, irmão de Walter, ambos filhos de Campo Grande.

O ambiente era agradável e de grande expectativa, mas a chuva torrencial inibia a presença dos convidados. Às 9:20 chegaram pessoas de Padre Miguel e Pedra de Guaratiba, formando um público de pouco mais de 20 pessoas o que ensejou o inicio da apresentação do conjunto que atuou até depois das onze horas.

O admirável Músico e Cantor Damasceno completou o tempo programado, até pouco antes das 13:00h, já que do grupo de 88 pessoas mantenedoras, a exceção do coordenador e sua família, só compareceu a atriz Vilma Camarate, inviabilizando tanto a realização da reunião da biblioteca, quanto da Assembléia para lançar a criação da Associação Cultural de Campo Grande, o que ficou postergado para data pretérita.

Todas as adesões resultaram de contatos individuais levados a efeito pelo coordenador, sendo a reunião a possibilidade do encontro das pessoas do grupo e uma forma democrática e consensual para a resolução das seguintes pendências:

1. Escolha do imóvel-sede, entre as possibilidades. a) imóvel comercial no início da Est do Cabuçu, aprx. 80 m² e aluguel de R$700,00, b) sala no 1º prédio da rua Viúva Dantas, aprox. 45m² e aluguel de R$640,00, c) imóvel no final do condomínio de apartamentos, conhecido por “Moinho”, aprx. 120 m² e um campo de futebol ao lado, excelente para eventos capazes de gerar renda para a biblioteca. O locador deste imóvel é o mesmo da sala da rua Viúva Dantas, porém, este imóvel foi a sede de seu comitê político e encontra-se quitado, por mais um ano e pode ser cedido sem ônus, d) prédio da CBTU, localizado dentro da faixa da linha férrea ao lado do Viaduto Alim Pedro e em frente a Escola Albert Sabin, na Rua Campo Grande, que, oficialmente requerido, pode ser cedido sem ônus e e) reprovação de todos os imóveis indicados.

2. No caso de não aprovação dos imóveis precedentes, resolução a respeito da data de início das contribuições, ainda antes da escolha do imóvel, visando a necessidade de capitalização da biblioteca. Para a locação do imóvel do item “a”, precedente, a administradora exige fiança idônea ou depósito de 3 meses de aluguel que o substitua, se relevando em importância a capacidade para arcar com este encargo. Na verdade o referido imóvel foi o único que aceitou o depósito. Todos os demais exigem, apenas a fiança idônea o que é mais difícil, por se tratar de um grupo de pessoas e não uma única.

3. A CEF instituição que o coordenador acredita deva ser a escolhida para a movimentação bancária da biblioteca, por ser órgão do Governo Federal, que, conforme sabemos, apóia este tipo de iniciativa cultural, podendo se constituir futuramente, em um projeto por incentivos fiscais e também por que, o Senhor Geraldo Marques – Gerente Geral da agência adotou e é componente do grupo mantenedor.

4. Levado ao conhecimento de alguns participantes do grupo mantenedor, a necessidade de depósito que substitua a fiança, 6 pessoas se dispuseram a “quitar” 12 mensalidades, por duas razões: colaborar para a geração de fundos para fazer face aos 3 meses de depósito exigidos e/ou, evitar a inconveniência dos depósitos mensais, por parte de cada participante.

5. Todo o grupo foi informado, individualmente, que a contribuição de R$10,00 deve vigorar por, no máximo um ano, exsurgindo encontrar-se uma solução de continuidade, que se pode vislumbrar com a CRIAÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO CULTURAL, que, pode se constituir numa pessoa jurídica capacitada legalmente a representar a comunidade como um todo e assim, receber doações de órgãos públicos ou privados e subscrever projetos por incentivos fiscais, em benefício da biblioteca e todos os outros ramos da cultura. É por assim dizer, as chaves do sucesso.

6. Com a contribuição individual de dez reais mensais um grupo pequeno é capaz de seus encargos, no entanto, na associação, com uma contribuição menor, em torno de R$2,00, a possibilidade de adesão é maior potencializando as possibilidades de sucesso.

PROPOSTA DO COORDENADOR

1. Iniciar as contribuições a partir do mês de outubro – até o dia 10 de cada mês, por depósito na CEF em conta corrente conjunta subscrita por três pessoas do grupo: o coordenador – Gilberto José Muniz, Gilvan Soares Feitosa e Elias José de Azevedo.

2. Permanência do acervo na residência do coordenador até a próxima reunião ou aceitar o imóvel do Moinho, cedido pelo Advogado Adhemar, transferindo o acervo para o imóvel e iniciando as atividades da biblioteca, desde logo.

3. Compartilhar com os demais membros do grupo a tarefa de encontrar o imóvel ideal para sediar a biblioteca.

4. Do mesmo modo que é necessário a formação da comissão administradora da biblioteca é preciso se constituir uma comissão para os preparativos da Assembléia Geral fundadora da Associação Cultural de Campo Grande. Aguarda-se a apresentação de 4 voluntários, sendo dois efetivos e dois suplentes, para providenciar a documentação correspondente e outras tarefas.

PENDÊNCIAS

O crescimento do acervo da biblioteca tem sido possível graças aos contatos com autores, editoras, organizações e pessoas, tarefas desempenhadas pelo coordenador. Acontece que, por não estar apto a conduzir veículos, muitas vezes nossos pedidos são atendidos, mas não se encontra ou se tem dificuldades para encontrar voluntários para a sua coleta e entrega em minha residência, onde fica o acervo. Diante desta dificuldade indaga-se quem entre nós poderia compartilhar deste serviço, coletando pessoalmente ou angariando coletores.

Amaury Cardoso (nº do registro 41) foi o primeiro voluntário a coletar e entregar 150 obras doadas pela Biblioteca da FUNARTE, na Rua São José, 50 – Centro; Alamir (não pertence ao grupo), coletou e entregou 22 obras doadas pelo autor – José Nazareth de Souza Fróes, Jacarepaguá; Professor Dílson (SINPRO), coletou e entregou 68 obras – 2ª doação da Biblioteca da FUNARTE. A estes voluntários, nosso muito obrigado.

Existem 5 caixas de livros doadas por Carla Rodrigues: estr. de Jacarepaguá, 2434, Condomínio Village da Floresta, desde o início de agosto aguardando o seu transporte., Do mesmo modo outra doação em Niterói e, aguarda-se o processamento para a disponibilização de uma terceira doação pela FUNARTE, desta vez a ser retirada na Av. Brasil, bem como de outras doações menores carecendo de voluntários para o seu transporte.

A Biblioteca Popular Municipal Manoel Ignácio da Silva Alvarenga – Campo Grande, situada no prédio da Administração Regional, nos doou 5 mesas, 3 estantes e outras peças, sendo necessário um caminhão para o seu transporte voluntário.

O Professor Dílson, integrante de nosso grupo e Diretor do SINPRO, sugeriu a marcação de nova reunião num dia de sexta feira sendo, das 19 às 20h, um evento musical e, das 20 às 21h, a reunião da biblioteca. Espera-se as opiniões do grupo.

Solicitamos que os comentários sejam postados no próprio texto do blig.ig.com.br/gilbertocidadania, no espaço próprio para “comentários”

Às pessoas que compareceram à reunião no domingo passado, o nosso muito obrigado

Gilberto José Muniz
(coordenador)

Autor: Gilberto - Categoria(s): Sem categoria Tags:


1 comentário para “REUNIÃO DA BIBLIOTECA E ASSEMBLÉIA DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL”

  1. Gilberto disse:

    Olá pessoal.
    Vou tentar fotografar o imóvel do Conjunto Moinho e postar para o conhecimento pelas outras pessoas do grupo. No caso de consenso se pode iniciar as atividades após as eleiçoes.
    Postem seus comentários para que se possa conhecer as opiniões individuais do grupo em relação às questões levantadas e outras que podem ser apresentadas.
    Muito obrigado