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Arquivo da Categoria Esportes

30/12/2008 - 21:40

Salve 2009. Ave Galo!

Começamos bem. Kalil, Bebeto, Leão. O grupo dirigente é personalíssimo. Claro que há um risco dos três se desentenderem. Mas há uma boa chance de fazerem um anos como há muito tempo não se vê aqui no Galo. E começamos, de fato, muito bem. Por enquanto, não contratamos nenhum jogador, e isto é sinal de que não queremo qualquer coisa. É sinal, também, de que temos uma boa BASE, e que vamos — até que enfim — apostar nela! Sempre digo que é na base, nos atletas formados em casa é que existe identificação, amor à camisa, conhecimento da alma atleticana. Produzimos dezenas de bons jogadores para vê-los sair antes mesmo de vestirem a camisa titular. Isso tem que acabar! E que seja agora! E não há melhor estratégia para sair do buraco. Os jogadores da casa ficarão motivadíssimos. Os jogadores das demais divisões serão estimulados a buscar o seu lugar no time do Galo. Administrando assim, há um critério, há transparência, e, muito importante, há valorização dos jogadores, com melhores resultados nas vendas. Sabemos que a venda de jogadores é algo inevitável. Sim, mas não a preço de banana. Não com a desorganização do elenco. Não com a falta de perspectiva para os jovens das demais divisões. Além do que, havia, até agora, sim, neste 2008, uma política desastrada, caótica, de compra de jogadores medianos, sem nome, para concorrerem com os nossos os da base. Havia contratos escandalosos, envolvendo jogador comum, com cláusula de rescisão de 40 milhões.  Isso tem nome. Eu diria que é uma violenta incompetência. Mas pode também ter o nome de má-fé.  Corrupção. Enfim, é necessário planejamento, critérios claros, transparência, estímulo e confiança, para se dirigir um time como o Galo, um dos maiores do Brasil. Acho que, desta feita, lograremos isto! Feliz 2009! Ave, Galo!

Autor: lp-santana@ig.com.br - Categoria(s): Esportes Tags:
28/09/2008 - 21:42

Perguntas ao Técnico do Galo, Marcelo de Oliveira

Prezados Amigos,

 

Aqui vão algumas perguntas para o técnico Marcelo de Oliveira, a esta altura do campenato:

 

1) Prezado Marcelo, tem certeza de que está aproveitando com criatividade e ousadia esta oportunidade de dirigir o time principal do Galo?

 

2) Você que é profundo conhecedor da BASE atleticana, por que não utiliza Tchô e Rafael Aguiar junto com Renan Oliveira, para ter mais qualificação ali no meio e no ataque, tanto na hora de atacar quanto de se defender? São jovens, têm fôlego e adorariam jogar. Lembre-se de 2005, quando a BASE do galo fez os 5 últimos jogos, venceu 4 e empatou 1. Tchô foi titular naquela ocasião.

 

3) O que você teria a perder se tivesse lançado Tchô no jogo contra o Figueirense, ainda que no segundo tempo? E Rafael Aguiar (no lugar de Marques, exausto)? Por que não trabalhar sistematicamente com eles?

 

4) Se Tchô é um jogador de qualidade, se o Galo o mantém no seu elenco há alguns anos (contrato renovado até 2009, se não me engano) por que você (e outros técnicos) não utiliza, de forma constante e definitiva, o jogador?

 

5) E finalmente: por que você, que conhece tudo das divisões de base do Galo, não monta, já, um time renovado, antes que seja tarde demais? Insisto: Tchô na armação, Renan e Rafael Aguiar, este com a capacidade que tem de fechar o meio quando sem a bola, são a solução. Juntamente com Lenilson, ou Castillo, ou Jael, poderão devolver o bom futebol ao Galo. 

 

Gostaria de ouvir as suas respostas, e peço aos amigos que estão lendo estas perguntas, que as repassem a você, Marcelo, cuja ascensão ao cargo eu tanto defendi, pelo craque que foi, por ser conhecedor da BASE e para que o Galo passe a valorizar sistemáticamente o investimento que faz nas divisões de base e na formação de técnicos com você, o que não é pouco.

 

Vamos exportar jogadores, sim, em face da conjuntura. Mas, antes, eles devem passar pelo time principal do Galo. Por isso, você, Marcelo de Oliveira se encaixa como técnico. Mas, antes, responda, por favor, às perguntas que humildemente lhe faço.

 

Abraço atleticano,

 

LPSantana

BH/MG

 

Autor: lp-santana@ig.com.br - Categoria(s): Esportes, Esportes Tags:
16/09/2008 - 10:55

Galo: a teimosia cega do técnico MO

Marcelo de Oliveira, técnico do galo, perdeu a capacidade de análise e desperdiça o conhecimento que tem da base do time. Só ele não vê que:

1) O conjunto carece de um bom sistema de bloqueio. Jogando com três atacantes que não voltam para fechar o meio (Renan, Lenílson e Jael) o time está permanentemente aberto.

2) A solução está em escalar Rafael Aguiar (jogador dinâmino, rápido e de fôlego) com a missão de atacar e defender fechando o meio, e escalar Tchô para armar as jogadas. Além de Pet, Tchô é o único jogador que sabe fazê-lo com maestria.

3) Obviamente, Lenílson jogará adiantado. Fora de casa, o técnico tem que escalar este time. Em casa, pode eventualmente jogar com mais um atacante, substituindo um volante ou retirando Rafael Aguiar. Prefiro substituir um volante. Fica a critério.

4) João Paulo e Castillo têm entrado bem. Inclusive atuam voltando para o bloqueio do meio de campo. Mas padecem do mesmo mal: não há armação de jogadas no Galo.

5) Escalado o time com Rafael Aguiar e Tchô (poderia estar jogando assim desde o jogo contra a Portuguesa) há que treinar jogadas de saída da defesa e contra-ataques. Basta observar como jogam o São Paulo e o Palmeiras, por exemplo, ou o Grêmio, para perceber que cada qual tem suas jogadas de saída rápida, ensaiada em função das características dos jogadores. Há um ou dois jogadores encarregados de lançar, e outros dois que se colocam para receber o lançamento. Assim começa o contra-ataque rápido. Aliás, muito rápido.

6) O técnico MO não consegue “fechar” um time. Logo não tem esquemas, nem de contra-ataques, nem de substituições que possam mudar o jogo. O técnico MO perdeu a criatividade. Não ousa. Escalar Tchô como titular não seria nenhuma ousadia. Mas, considerando que nenhum treinador reconheceu até agora as qualidades do jovem jogador, seria algo inédito.

7) No fim das contas, nós, atleticanos, ainda veremos Tchô brilhar em algum time do Brasil ou da Europa. Eu juro que, se isto vier a acontecer, vou falar no assunto toda a semana, durante pelo menos dois anos!

Futebol é arte, classe e prazer de jogar. O resto é baboseira.

 

 

 

Autor: lp-santana@ig.com.br - Categoria(s): Esportes Tags:
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