Nesse sábado, dia 24 de outubro, eu e a Priscila vamos nos casar. E vamos até o cartório de bicicleta.
Seria muito legal ter um monte de ciclistas junto com a gente. Por isso, vamos primeiro até a Praça do Ciclista, para nos juntarmos aos padrinhos e a quem mais quiser nos acompanhar nessa Pedalada do Casório.
A partir das 9h estaremos na Praça. Às 9h30 sairemos em direção ao cartório, que fica na Av. Jabaquara, ao lado do metrô Saúde. Estão todos convidados, mas tem que ir de bicicleta!
Depois do enlace vamos para a lanchonete Subway do Paraíso, na R. Vergueiro, 1954 (entre as estações Ana Rosa e Paraíso do Metrô), com previsão de chegada às 12h30. Lá cortaremos o bolo e quem quiser pode aproveitar para almoçar ali. Vamos encher a frente da loja de bicicletas e mostrar que dá pra lotar um restaurante sem lotar o estacionamento…
Vá de bike!
Se você estiver sem bicicleta, pode alugar uma nos estacionamentos da rede Estapar da Av. Paulista (Top Center, Hospital Santa Catarina, Conjunto Nacional e Colégio São Luiz) ou nas estações de metrô Paraíso e Vila Mariana (saiba como o funciona o serviço aqui ou no site oficial). E você pode devolver na estação Paraíso na volta, quando pararmos na lanchonete.
O caminho é todo plano e vamos pedalar sem pressa, para todo mundo acompanhar, mesmo quem não tem lá aquele preparo físico. E se você achar que não aguenta pedalar o trajeto todo, pode se juntar à turma pelo caminho (Paulista – Vergueiro – Dom.Morais – Jabaquara). Estaremos usufruindo do nosso direito de circular de bicicleta pelas ruas da cidade em um grupo grande de ciclistas, o que traz mais segurança para todos. Pode levar esposa, mãe, irmã, namorado, filhos, amigos… O importante é estar de bicicleta!
Ah, aos sábados o Metrô aceita bicicletas a partir das 14 horas. Se você fizer um tempo com a gente ali na lanchonete, dá para ir embora de metrô depois, com bike e tudo.
O que fazer se o pneu furar? Como faço para minha bicicleta frear direito? A troca de marchas anda meio complicada…
Para resolver problemas como esses, que parecem complicados mas são relativamente simples, as Pedalinas – um grupo de meninas que se encontra mensalmente para pedalar e trocar idéias sobre o uso da bicicleta – resolveu fazer uma oficina gratuita para mostrar às outras mulheres que a coisa não é tão complicada assim.
Nesse sábado, dia 12 de setembro, às 14 horas, as meninas se encontrarão na Praça do Ciclista e farão uma pedalada rápida até o Centro, no local onde será realizada a oficina (espaço Ay Carmela!).
Você não vai pagar nada pelo evento e ainda vai conhecer outras meninas que utilizam a bicicleta para se locomover pela cidade. Seja você uma mulher que já usa a bicicleta com desenvoltura pelas ruas da cidade ou uma iniciante com vontade de aprender, será igualmente bem recebida.
Entre os objetivos principais das Pedalinas estão trocar informações e dicas sobre o uso da bicicleta e ajudar as novatas a perder o receio de se aventurar pelas ruas, usando a bicicleta com segurança. No final da oficina, todas estão convidadas para uma cerveja/suco/refri no próprio Ay Carmela!, estendendo o bate-papo e ajudando a manter o espaço cedido gratuitamente.
O que levar?
Leve sua bicicleta. Assim você já vai aproveitar para regular as marchas e os freios. E aprender a mexer na própria bicicleta é sempre melhor do que aprender na bicicleta dos outros: pode haver alguma pequena diferença na sua que possa te confundir depois.
Se você tem ferramentas, leve também. Se não tiver, as meninas emprestam, mas quanto mais gente levar, mais rápido fica o rodízio e mais produtiva a oficina.
Vá de Metrô
Se você não quiser pedalar até a Praça do Ciclista, pode colocar sua bicicleta no Metrô (a partir das 14h) e encontrá-las direto no Ay Carmela!, às 15h (próximo à estação Sé). Se bem que uma pedaladinha com as meninas não faz mal a ninguém, né? E da Praça do Ciclista até o Centro, é só descida.
Na hora de ir embora, você também pode usar o Metrô para voltar para casa.
Nesse final de semana prolongado, há eventos nos três dias.
No domingo, 6 de setembro, acontece o Passeio da Primavera, o mesmo evento que décadas atrás levava milhares de pessoas de bicicleta às ruas. O passeio sairá do Ibirapuera, em frente ao Obelisco, seguindo pela Rubem Berta até próximo ao Aeroporto, retornando até a Assembléia Legislativa. O percurso estará fechado para os carros e livre para as pessoas.
O evento será organizado por uma empresa de corridas, com venda de kits com camiseta, sacola e uma caramanhola (garrafinha). A retirada dos Kits será no sábado, dia 5, em um evento no Parque das Bicicletas, que está sendo chamado de Bike Ville.
Esse evento ocorrerá das 9 às 17h e, além de retirar os kits, as pessoas poderão participar de diversas atividades, entre elas várias oficinas e palestras que o CicloBR realizará em sua tenda no evento:
9:00 às 10:00 – Oficina Uso do Câmbio
A maioria das bicicletas vendidas vem com zilhões de marchas, mas muitos ciclistas demoram para aprender a usá-las. Nessa oficina teremos dicas importantes de como as marchas devem ser trocadas e qual a marcha indicada para cada situação.
10:00 às 11:00 – Pedalinas: sobre mulheres e bicicletas
De mulher para mulher. Um bate papo com dicas de mecânica e pedalada onde mulheres que usam sua bicicleta na cidade contam suas experiências
11:00 às 12:00 – Direitos e Deveres do Ciclista no Trânsito
Infelizmente a maioria dos ciclistas desconhecem seus deveres e principalmente seus direitos. Uma oficina sobre legislação com tudo que diz respeito ao ciclista no trânsito.
12:00 às 13:30 – Oficina de Cicloturismo
Apresentação de um vídeo da Cicloviagem pelo Caminho Da Fé, produzido por André Pasqualini. Após o vídeo um bate papo com dicas para os futuros cicloturistas
13:30 às 15:00 – Oficina de Cicloativismo/Bicicleta como eixo de cultura e diversão
Um bate papo sobre o que vem a ser o cicloativismo e o seu papel na busca de uma cidade mais humana
15:00 às 16:00 – Oficina de Mecânica Básica
Como trocar pneus, regular cambio, identificar os motivos para aqueles barulhinhos que tanto incomodam
16:00 às 17:00 – O mundo das Fixas
As bicicletas com rodas fixas estão virando uma febre que resgata os primórdios das bicicletas. Aprenda muito sobre a história e a arte das bicicletas nessa oficina.
A inscrição custa R$40, com direito a duas pessoas (ou seja, R$20 por pessoa) e um kit. Há a possibilidade de fazer a inscrição em grupo, diminuindo o preço para R$30 (ou R$15 por pessoa). Você pode se inscrever pelo site ou aproveitar a promoção se inscrevendo pelo grupo criado pelo Instituto CicloBR (mais informações aqui, no final da página).
Ah, não esqueça que no domingo você também poderá passear pela Ciclofaixa!
Enquanto uns desfilam em tanques, outros passeiam de bicicleta. Na segunda-feira, feriado, venha render um tributo aos versos de Adoniran Barbosa e percorrer de bicicleta o caminho do imortal “Trem das Onze”, com pausas lúdico-culturais em cada uma das antigas estações.
Você pode levar sua bicicleta no Metrô até a Estação Consolação, pois isso é permitido aos feriados, e assim chegar na Praça do Ciclista. Se você tem receio da distância a ser percorrida, poderá se juntar ao “Trem das Onze” nas estações do Metrô que a “composição” cruzará: Portuguesa-Tietê, Carandiru, Parada Inglesa ou mesmo Tucuruvi.
“Agora não preciso mais de condução
Moro e trabalho aqui mesmo no meu bairro
Jaçanã
Mas sofri uma grande decepção quando disseram
Vá lá embaixo ver, tão derrubando a nossa estação
Fui lá vê se era verdade
E era”… Pincharam a Estação no Chão – Adoniran Barbosa
Mais detalhes, fontes de referência e informações históricas a partir desta página.
Muita gente. Mais do que esperavam. Mais de nove mil pessoas, mostrando que há demanda reprimida para o uso da bicicleta nas ruas. Pais com os filhos, bicicletas diferentes, Parque das Bicicletas cheio de gente, ciclofaixa com muita gente em todos os trechos. Muita gente indo conhecer o Parque do Povo, pedalando na sombra das árvores da Av. República do Líbano, levando as crianças para pedalar na rua pela primeira vez na vida. Havia tanta gente que já prometeram expandir o trajeto ainda esse ano.
Clique na foto abaixo para ver a galeria completa. Há comentários nas fotos, explicando melhor o que rolou no dia.
A estação Santa Cruz do metrô é relativamente próxima do Parque das Bicicletas, uma das “pontas” da nova ciclofaixa. E aos domingos, o Metrô de São Paulo (e os trens da CPTM, interligados ao metrô) aceitam o transporte de bicicletas durante todo o dia.
Às 9h da manhã vou sair da estação Santa Cruz e seguir até o Parque das Bicicletas, onde estarão sendo distribuídos kits de divulgação desde as 9h e de onde sairá a “pedalada inaugural”, com prefeito, secretários e outros figurões, prevista para as 10h30 (mas não se preocupe, a ciclofaixa estará “funcionando” desde as 7h).
Um bom ponto de encontro por ali é em frente a uma igreja, que fica na mesma quadra da estação. Saindo da catraca do metrô, vá para a esquerda (a saída oposta ao shopping). Suba as escadas e chegando na calçada vá para a direita (empurrando a bicicleta, por favor – é logo ali do lado).
Dali, faremos o trajeto abaixo (clique para ampliar), que evita vias com ônibus ou de tráfego rápido:
Retorno
Aproveite o finalzinho da manhã para conhecer toda a extensão da ciclofaixa e passear nos parques. Às 13h nos encontraremos no Parque das Bicicletas para o retorno, em algum ponto de encontro a combinar quando chegarmos lá. Se a Ciclofaixa realmente fechar às 12h (e, pessoalmente, acho que vão deixar aberta mais um pouco), há um caminho do Parque do Ibirapuera até o Parque das Bicicletas por ruas tranquilas: saindo do portão da IV Centenário, atravesse a rua e siga direto até o final, vire à direita e desça para a República do Líbano. Dali, suba na calçada à esquerda e vá até a próxima esquina, que você sai em frente ao Parque, bem na faixa para poder fazer a travessia.
Do Parque das Bicicletas faremos praticamente o mesmo caminho de ida, com poucas diferenças devido às mãos das ruas. No retorno, haverá apenas uma subida forte, que pode ser feita empurrando a bicicleta (não se preocupe, a gente espera).
Prepare-se
Aproveite o sábado para dar uma geral na bike. Leve a alguma bicicletaria (lista delas aqui) e peça para regularem as marchas, os freios e calibrar o pneu. Cada um é responsável pelo estado de sua própria bicicleta e por sua conduta na rua, embora eu me disponha a dar dicas e auxiliar os iniciantes.
Esse trajeto não é um “evento”: não há camiseta, inscrição, chapeuzinho e você não precisa me pagar uma pizza. Apenas vamos todos nos encontrar para ir ao parque em um grupo, com mais segurança do que se estivéssemos sozinhos. Vamos pedalar respeitando as leis de trânsito, usufruindo de nosso direito de utilizar as ruas (CTB art. 58), por um trajeto seguro e sem deixar ninguém para trás. Capacete vai da consciência de cada um, embora eu recomende. Menores de idade, por favor, venham com um responsável: só tenho um filho e dessa vez ele ainda não vai.
E é às nove, hein? Na frente da igreja. Não se atrase!
Outros “bondes”
Pinheiros
R. dos Pinheiros esquina com Av. Faria Lima, no posto de gasolina
Encontro às 9:10h, saída às 9:40h
Condutor: El Bigodon
(Se você vai levar um grupo até a Ciclofaixa, me informe que eu acrescento aqui)
Passei pela Av. República do Líbano hoje de manhã e me parece que a pintura da Ciclofaixa já está completa. Uma equipe da CET estava afixando placas próximo à Av. Ibirapuera.
Se você reparar no canto superior esquerdo, vai ver também uma placa de sinalização.
Aproveito para publicar dois vídeos que gravei no domingo, quando fazíamos o reconhecimento da ciclofaixa.
O primeiro mostra o pessoal pedalando na Hélio Pellegrino, cruzando a Av. Santo Amaro. Nesse dia, a ciclofaixa ainda não estava totalmente sinalizada e não havia isolamento para impedir a passagem de carros, mas mesmo assim não tivemos nenhum problema com os automóveis. Ok, havia a CET fazendo o corking, mas nenhum carro tentou se enfiar no meio dos ciclistas.
Ah, nesse primeiro vídeo dá pra ver a “centopéia” que nos acompanhou no percurso.
Nesse outro vídeo eu mostro como será a saída do Parque do Povo, para retornar ao Ibirapuera.
Nesse domingo, diversos ciclistas e funcionários da prefeitura – entre eles o Secretário de Esportes Walter Feldman – fizeram de bicicleta o percurso da Ciclofaixa que ligará três parques paulistanos nas manhãs dos domingos, a partir do próximo fim de semana, dia 30 de agosto. E o Vá de Bike! estava lá para acompanhar e entender melhor como funcionará a Ciclofaixa.
No Parque das Bicicletas,
aguardando a saída
Cicloativismo: Willian Cruz,
Leandro Valverdes, Daniel Haase
e João Lacerda
Renata Falzoni entrevistando
Walter Feldman…
… na saída do Parque das Bicicletas
Um carro a menos – um dos adesivos simpáticos que eu tenho na bike
Saindo do Parque das Bicicletas
Às 10h30, dezenas de ciclistas saíram do Parque das Bicicletas para iniciar a partir dali o trajeto pela futura ciclofaixa. Como eu tinha vindo pela Av. Indianópolis, ainda não tinha visto e me surpreendi: boa parte da Ciclofaixa já está sinalizada, especialmente o trecho da Av. República do Líbano que fica próximo ao Parque das Bicicletas.
Descendo a Indianópolis. A Ciclofaixa começa na próxima esquina, na
Av. República do Líbano.
Nesse quadrado vermelho será pintado um símbolo em formato de bicicleta, na cor branca.
Av. República do Líbano
Uma faixa vermelha marcará o limite da ciclofaixa em toda sua extensão.
A ciclofaixa ocupará a faixa esquerda da Av. República do Líbano, da Av. Ibirapuera até a até a Av. Antônio Joaquim de Moura Andrade (portão 8 do Parque do Ibirapuera), em ambos os sentidos. Os retornos à esquerda que existem nesse trecho da avenida serão desativados durante o período de funcionamento da Ciclofaixa.
Os retornos à esquerda ficarão fechados para os carros…
… para evitar que eles cruzem por sobre a Ciclofaixa.
Renata Falzoni pedalando e gravando
Uma mãe que levava a filha para passear no parque se juntou ao grupo.
Da República do Líbano, a Ciclofaixa desce a R. Inhambu, que logo adiante passa a se chamar Hélio Pellegrino e, mais à frente, Faria Lima. Ao longo do caminho, placas indicam aos ciclistas que eles devem respeitar os sinais fechados e atravessar a avenida na faixa, desmontados da bicicleta.
Sinalização horizontal…
… e vertical.
Essa dica é importante.
E nesta faixa, só bicicletas!
Na esquina da Av. Brigadeiro Faria Lima com a R. Min. Jesuíno Cardoso (uma quadra antes da Juscelino Kubitschek), uma solução que não tem como dar certo. Para chegar dali até a JK, o ciclista deve:
Desmontar da bicicleta e aguardar que o sinal feche para quem está indo pela Faria Lima;
Atravessar a Faria Lima na faixa de pedestres e esperar na calçada até que o sinal feche para quem vem da Min. Jesuíno Cardoso;
Atravessar a Min. Jesuíno Cardoso e seguir empurrando a bicicleta pela calçada até a Juscelino Kubitschek;
Esperar que o sinal feche para atravessar de novo a Faria Lima, ainda desmontado;
Esperar no canteiro central que o sinal abra novamente, para atravessar a JK pelo meio do canteiro central (afinal, não dá tempo de atravessar as duas pistas da Faria Lima antes que o sinal de pedestres feche);
Do outro lado da JK, esperar que o sinal abra para pode prosseguir por ela.
Ufa! Nisso aí dá pra perder uns 15 minutos! Vida de pedestre não é fácil nessa cidade…
Claro que isso não vai funcionar. O que vai acontecer é que os ciclistas vão seguir direto, como se a ciclofaixa continuasse, até o cruzamento com a JK. Lá, ele aguardará no espaço de asfalto que equivale ao canteiro central até que o sinal abra. Muito mais fácil, muito mais direto, muito mais simples. E amparado pela lei: o CTB garante ao ciclista que utilize ambos os bordos da pista, o que obviamente inclui o esquerdo.
Mas isso é coisa que a CET vai aprender com a prática. Uma solução ali seria reformar aquele canteiro central nesse trecho para que ele não seja interrompido (nos retornos, recuar a parada dos carros e semaforizar) e incentivar o ciclista a utilizá-lo com a sinalização.
Na JK, a Ciclofaixa segue pelo lado direito, porque as faixas da esquerda seguem para dentro do túnel que passa sob o Rio Pinheiros.
Tá vendo o que tem ali,
nas faixas da esquerda
da Av. Juscelino Kubitschek?
É a entrada do túnel. Por isso, aqui a Ciclofaixa vai pela pista da direita.
Os ciclistas devem então entrar na Av. Henrique Chamma e atravessá-la mais adiante, na faixa de pedestres, para entrar no Parque do Povo. Nesse ponto há uma calçada compartilhada, que deve ser utilizada tanto pelos ciclistas quanto pelos pedestres.
Av. Henrique Chamma, chegando ao Parque do Povo.
Em frente ao Parque do Povo, a travessia será feita na faixa.
A calçada compartilhada recebeu pintura indicativa nas guias…
… e sinalização vertical.
A entrada do Parque do Povo…
… e a ciclovia dentro do parque.
Para o retorno, os ciclistas devem seguir pela calçada até atraveessar a Juscelino e seguir pela ciclofaixa que existe do outro lado da avenida. Ao entrar na Faria Lima, um pedaço que não entendi bem como vai funcionar, mas me pareceu que vão querer que os ciclistas desmontem e andem um quarteirão ali também. Na segunda quadra, a ciclofaixa reaparece na pista da esquerda, seguindo até a República do Líbano e, de lá, até o Parque das Bicicletas novamente.
Do outro lado da
Av. Juscelino Kubitschek,
outra ciclofaixa.
Mesmo sem ter entrado oficialmente em operação e sem estar totalmente sinalizada, a maioria dos motoristas já não circulava na ciclofaixa.
Walter Feldman conversa com os monitores que auxiliarão os ciclistas durante o funcionamento da Ciclofaixa.
Serão destacadas 165 pessoas para essa operação, sendo 35 operadores de tráfego da CET, que instruirão e organizarão o tráfego motorizado, e 130 monitores da Secretaria Municipal de Esportes (SEME), treinados pela CET, que organizarão o fluxo de bicicletas e ajudarão nas travessias.
Os veículos motorizados deverão circular a uma velocidade máxima de 40km/h quando estiverem ao lado da ciclofaixa que, além de pintada no asfalto, será isolada por 2500 cones, 250 cavaletes e fitas de sinalização, impedindo a entrada de carros na área reservada.
A preocupação com a segurança dos ciclistas tem sido grande. A idéia da Prefeitura é fazer dessa ligação entre os parques um passeio para a família, de forma que você possa levar até seu filho com a bicicleta de rodinhas. A ciclofaixa na rua pretende ser uma extensão da ciclofaixa do parque.
A partir do dia 30, os passeios de bicicleta aos domingos ficarão muito mais interessantes. Leve sua família ao parque e, de lá, ganhe as ruas. Afinal, as ruas da cidade são de todos, não só de quem está dirigindo.
Enquanto acontecia no Parque das Bicicletas uma reunião sobre as ciclofaixas domingueiras – que ligarão três parques paulistanos aos domingos, uma equipe da CET fazia no asfalto uma marcação indicando onde a faixa será pintada:
Sim, meus amigos, ela será PINTADA no asfalto! As marcações (pequenas marcas com tinta branca), que estavam sendo feitas na Av. Hélio Pellegrino, sentido República do Líbano, indicam que a faixa esquerda dessa avenida será totalmente dedicada às bicicletas nas manhãs de domingo.
Pelas marcações, supõe-se que será pintada uma faixa branca contínua onde hoje há uma faixa tracejada. Não sabemos se o asfalto será pintado de vermelho, mas provavelmente não. Contudo, deve haver algum símbolo que represente uma bicicleta pintado no asfalto dessa faixa.
André Pasqualini, do Instituto CicloBR, estava na reunião e contou ao Vá de Bike! que a ciclofaixa ocupará a faixa esquerda nas avenidas República do Líbano, Hélio Pellegrino e Faria Lima (no trecho entre a Hélio e a JK). Já na Av. Juscelino Kubitschek, a ciclofaixa será no lado direito da pista, por causa da descida para o túnel, que fica do lado esquerdo. André confirmou ainda que, além de placas, haverá sinalização horizontal (de solo) indicando a faixa de bicicletas.
Mais detalhes conforme as informações forem chegando.
@digonery Existe um proj de lei em S.Paulo para obrigar o seguro dos estacionamentos a cobrir bicicletas e motos, o @Boneysp tem + detalhes 5 hrs atrás
Matéria da Viagem e Turismo traz roteiros p/ se fazer de bicicleta pelo mundo http://twurl.nl/v4owgc E indica agências que fornecem pacotes 5 hrs atrás