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		<title>Vá de Bike em novo endereço: vadebike.org</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 17:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O Vá de Bike mudou de endereço! Visite: vadebike.org

As páginas antigas continuarão aqui por tempo indeterminado, para continuar atendendo as ferramentas de busca.
Para acessar a versão nova de uma página, substitua no endereço o trecho:
http://blig.ig.com.br/freeride/
por:
http://vadebike.org/
Por exemplo:
A página
http://blig.ig.com.br/freeride/2006/06/01/por-que-ir-de-bicicleta/
pode ser encontrada em
http://vadebike.org/2006/06/01/por-que-ir-de-bicicleta/
Peço desculpas pelo transtorno, mas é por bons motivos. No novo endereço, terei controle total sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Vá de Bike mudou de endereço! Visite: <a href="http://vadebike.org"><strong>vadebike.org</strong></a></p>
<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/12/bicicleta-exageradamente-carregada-via-bikerumor.jpg" alt="Bicicleta exageradamente carregada - Foto: bikerumor" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1365" /></p>
<p>As páginas antigas continuarão aqui por tempo indeterminado, para continuar atendendo as ferramentas de busca.</p>
<p>Para acessar a versão nova de uma página, substitua no endereço o trecho:<br />
<em>http://blig.ig.com.br/freeride/</em><br />
por:<br />
<em>http://vadebike.org/</em></p>
<p>Por exemplo:<br />
A página<br />
<code>http://blig.ig.com.br/freeride/2006/06/01/por-que-ir-de-bicicleta/</code><br />
pode ser encontrada em<br />
<code>http://vadebike.org/2006/06/01/por-que-ir-de-bicicleta/</code></p>
<p>Peço desculpas pelo transtorno, mas é por bons motivos. No novo endereço, terei controle total sobre layout, plugins, widgets e recursos adicionais, além de mais tranquilidade quanto à disponibilidade do serviço.</p>
<p>Ao iG, agradeço por tantos anos de hospedagem gratuita.</p>
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		<title>Memorial Márcia Prado</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 21:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 17 de novembro, amigos de Márcia Prado deram uma renovada em seu memorial, na Av. Paulista, em São Paulo.

Márcia foi assassinada em janeiro de 2009 por um motorista de ônibus que passou irresponsavelmente perto de sua bicicleta, contrariando o art. 201 do Código de Trânsito Brasileiro, que pede distância de 1,5m ao ultrapassar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 17 de novembro, amigos de Márcia Prado deram uma renovada em seu memorial, na Av. Paulista, em São Paulo.</p>
<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/11/Memorial-Marcia-Prado-2010-11-18-500x375.jpg" alt="Memorial Márcia Prado, na Av. Paulista, em 18/11/2010" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-1725" /></p>
<p>Márcia foi assassinada em janeiro de 2009 por um motorista de ônibus que passou irresponsavelmente perto de sua bicicleta, contrariando o art. 201 do Código de Trânsito Brasileiro, que pede distância de 1,5m ao ultrapassar um ciclista. Provavelmente, sua intenção era &#8220;educá-la&#8221; a não pedalar na rua. </p>
<p>Márcia nunca mais pedalou na rua. E o assassino continua livre.</p>
<p><b>Saiba mais</b></p>
<p><a href="http://williancruz.multiply.com/photos/album/34/Memorial_Marcia_Prado" target="_blank">Fotos do Memorial Márcia Prado</a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/01/16/sobre-a-ciclista-assassinada-na-a-paulista/" target="_blank">Quem foi Márcia Prado</a></p>
<p><a href="http://www.bicicletada.org/marciaprado" target="_blank">Vários links com homenagens e notícias sobre Márcia Prado</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pintar telhados de branco para compensar efeito estufa?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.  Cuidando do planeta  .]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[mude o mundo]]></category>
		<category><![CDATA[o custo real dos carros]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[vista grossa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um projeto de lei do vereador Antonio Goulart (PMDB) pode obrigar as novas construções na capital paulista a terem telhados brancos para dispersar o calor (veja matéria). O objetivo seria reduzir o calor absorvido, contribuindo para amenizar os efeitos do excesso de gases estufa na atmosfera, que fazem aumentar a temperatura da cidade e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/03/aquecimento_global-250x250.jpg" alt="Aquecimento Global" width="250" height="250" class="alignright size-medium wp-image-768" />Um projeto de lei do vereador Antonio Goulart (PMDB) pode obrigar as novas construções na capital paulista a terem telhados brancos para dispersar o calor (<a href="http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=13,79572" target="_blank">veja matéria</a>). O objetivo seria reduzir o calor absorvido, contribuindo para amenizar os efeitos do excesso de gases estufa na atmosfera, que fazem aumentar a temperatura da cidade e do planeta.</p>
<p>A ONG <a href="http://www.gbcbrasil.org.br/pt/" target="_blank">GBC Brasil</a> (Green Building Council Brasil), que propõe desenvolver a indústria de construção sustentável no país, defende a proposta. E aponta um benefício indireto: com menor absorção de calor, gastaria-se menos energia elétrica com ar condicionado, o que faz sentido.</p>
<p><b>E ajuda mesmo?</b></p>
<p>Para mim fica claro que a medida ajuda sim e é válida. E toda ajuda para combater o aquecimento global é muito bem vinda. </p>
<p>Mas deve-se ter em mente que essa é uma media paliativa. A própria explicação do resultado esperado, <a href="http://www.onedegreeless.org/pt/index.php?pagina=estudoCientifico-o" target="_blank">no site da GBC Brasil</a>, diz isso com todas as letras: &#8220;isso possibilitaria um <i>atraso</i> nos efeitos do aquecimento global&#8221;. Atraso esse que deve ser usado para se buscar soluções reais. É estancar o sangue enquanto se cuida do ferimento.</p>
<p>O cálculo feito nesse site é um pouco confuso e difícil de entender, mas diz que se os telhados de todas as edificações DO MUNDO fossem pintados, seria possível compensar o que cerca de metade dos carros emitiriam nos próximos 20 anos. Ora, esse cálculo é extremamente otimista. É impraticável pintar os tetos de todas as construções do mundo. E a frota mundial de automóveis <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL338298-9658,00-FROTA+MUNDIAL+ATINGE+BILHAO+DE+VEICULOS.html" target="_blank">vem aumentando ano a ano</a>, portanto o que hoje se considera &#8220;metade&#8221; tende a logo se tornar um terço. </p>
<p>A iniciativa pode ajudar, mas não resolve. É preciso tomar medidas drásticas.</p>
<p><b>O que deveria ser feito?</b></p>
<p>Há várias maneiras de diminuir as emissões de gases estufa no mundo, mas nas grandes cidades a quase totalidade das emissões vêm dos meios de transporte. O que é preciso fazer, de forma urgente, é restringir o uso do automóvel nessas cidades, estimulando o uso do transporte coletivo e da bicicleta. </p>
<p>Deve-se investir em transporte público e não em túneis e viadutos; em corredores de ônibus sem táxis dentro, em vez de pistas expressas que só aceitam carros; em campanhas de respeito ao usuário de bicicleta e legitimação de seu direito de compartilhar as vias com os outros veículos, não em ciclovias para tirá-los das ruas, segregando-os aos raros locais que as possuem e dando-lhes a pecha de invasores quando precisam trafegar fora delas ou onde elas não existem.</p>
<p>Túneis, viadutos e pistas expressas estimulam o uso do automóvel. São medidas que contribuem para piorar o efeito estufa, a poluição, os congestionamentos, os acidentes de trânsito e tantas coisas mais.</p>
<p>Transporte coletivo, mesmo movido com o diesel sujo aqui do Brasil, diminui as emissões, porque transporta dezenas de pessoas em um único veículo, mesmo que poluente. É uma das formas de diminuir a emissão de gases estufa. Se o transporte coletivo for rápido e eficiente, os cidadãos aos poucos passam a utilizá-lo em detrimento de seu automóvel particular. E se esse transporte for movido a energia elétrica, melhor ainda.</p>
<p>O uso da bicicleta, obviamente, não emite nenhum gás estufa. Pode não ser uma solução factível para todos, mas é certo que haveria muito mais pessoas utilizando a bicicleta em seus deslocamentos se sentissem as ruas mais seguras e fossem incentivadas para tal. </p>
<p>Muitas ciclovias são construídas apenas para tirar o ciclista do caminho dos carros, não para protegê-lo do tráfego, chegando até a colocá-lo em risco nos cruzamentos. Geralmente são aquelas que roubam um trecho de calçada, tirando espaço dos pedestres para que os carros não sejam incomodados. São obras que acabam estimulando o uso do automóvel, que passa a ter a via livre, sem o &#8220;incômodo&#8221; de ter que dividi-la com ciclistas em menor velocidade, tendo isso como incentivo a continuar usando o carro. </p>
<p>Esse tipo de obra acaba por estimular o uso do automóvel, também contribuindo indiretamente para aumentar o aquecimento global. E tem outras conseqüências ruins menos visíveis, que implicam diretamente sobre a segurança do ciclista, sobre as quais pretendo falar em um texto futuro.</p>
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		<title>Bike Expo 2010</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/11/04/bike-expo-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é   transporte    .]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[mais bicicletas]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário curto de quem está sem tempo, para não deixar passar batido, porque a feira merecia um texto até maior.
Fui &#8216;a Bike Expo na segunda-feira, 1º de novembro, emenda de feriado. O trânsito naquela região estava uma desgraça, mas como sempre eu fui de bicicleta e passei sorrindo onde os motoristas estavam quase chorando. Havia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário curto de quem está sem tempo, para não deixar passar batido, porque a feira merecia um texto até maior.</p>
<p>Fui &#8216;a Bike Expo na segunda-feira, 1º de novembro, emenda de feriado. O trânsito naquela região estava uma desgraça, mas como sempre eu fui de bicicleta e passei sorrindo onde os motoristas estavam quase chorando. Havia um bicicletário do Instituto Parada Vital (UseBike) na entrada da feira, o que foi ótimo e me deixou bastante tranquilo.</p>
<p>Como o mercado nacional, a feira estava mais voltada ao uso esportivo da bicicleta: mountain bike, estrada e bicis de triatlo. Não havia muita coisa em termos de &#8220;bicimobilidade&#8221;, mas o estande da Caloi impressionou. Voltado quase exclusivamente ao conceito de uso urbano da bicicleta, segmento no qual a empresa anda apostando alto, se destacava dos outros estandes para quem procurava bicicletas para uso em deslocamentos nas cidades. </p>
<p>Havia vários protótipos montados pela empresa, contemplando dobráveis, fixas e até bicicletas urbanas com quadro feminino, bagageiro, paralamas, protetor de corrente e marchas embutidas no cubo traseiro. Se a empresa lançar mesmo esses protótipos, vai ser ótimo e vai revolucionar o mercado nacional. Bicicletas como a Ceci Vintage, por exemplo, são de encher os olhos.</p>
<p><a href="http://williancruz.multiply.com/photos/album/32/Bike_Expo_2010"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/11/2010-11-01-19.53.33-500x375.jpg" alt="Alguns dos protótipos das novas bicicletas urbanas da Caloi" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-1716" /></a></p>
<p>Cheguei muito tarde &#8216;a feira e, quando tirei essas fotos, não pensei em escrever uma matéria, por isso deixei de fotografar muita coisa. As fotos não ficaram lá essas coisas, admito: foram tiradas com o celular e a iluminação não era apropriada. Mas dá pra ter uma idéia. <a href="http://williancruz.multiply.com/photos/album/32/Bike_Expo_2010" target="_blank">Veja o conjunto completo de fotos</a>, com comentários sobre as bicicletas fotografadas.</p>
<p>Tirei algumas fotos também no estande da Fuji. Em termos de mobilidade, havia ainda o estande da Blitz (fabricante nacional de bicicletas dobráveis) e me disseram que algum outro grande fabricante gringo (scott?) também tinha uma bicicleta urbana em exposição, mas não cheguei a ver.</p>
<p>A feira estava bem grande para um evento só sobre bicicletas, principalmente se comparado a outros eventos em anos anteriores. Parabéns &#8216;a organização.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Humanizando o trânsito</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/10/07/humanizando-o-transito/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 20:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é muito mais    .]]></category>
		<category><![CDATA[mude o mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de ler um relato bem bacana de uma moça que pedalou pela primeira vez nas ruas junto com as Pedalinas. Além do relato cheio de emoção, amizade e novas descobertas, surgiu um comentário sobre ciclistas se cumprimentando nas ruas, que rendeu alguma discussão.
Conversar com outros ciclistas na rua é muito legal. Você ouve as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ler <a href="http://pedalinas.wordpress.com/2010/10/06/de-bike-na-paulista/" target="_blank">um relato bem bacana</a> de uma moça que pedalou pela primeira vez nas ruas junto com as Pedalinas. Além do relato cheio de emoção, amizade e novas descobertas, surgiu <a href="http://pedalinas.wordpress.com/2010/10/06/de-bike-na-paulista/#comment-547" target="_blank">um comentário</a> sobre ciclistas se cumprimentando nas ruas, que rendeu alguma discussão.</p>
<p>Conversar com outros ciclistas na rua é muito legal. Você ouve as mais variadas histórias. Essa semana, esperando um sinal abrir para cruzar a Rebouças, conversei com um senhor com bicicleta bem simples, com as roupas e a pele mostrando o esforço de seu trabalho. Ele me contou que era jardineiro e ia a locais variados prestar seus serviços usando a bicicleta, porque &#8220;de ônibus chega a levar duas horas!&#8221;. Falei pra ele que além de ser mais rápido e barato, faz bem pra cabeça da gente. Ele sorriu e concordou. Estava indo pro trabalho, assim como eu, mas antes ia fazer uma fezinha na megasena. &#8220;Vai que eu ganho, né?&#8221;</p>
<p>Quantos motoristas já conversaram com ele de dentro de seus carros, sem ser com a buzina ou um palavrão? Ele era de outra idade, outra origem, outra faixa social, outra profissão, outra escolaridade, outra história de vida, mas éramos dois ciclistas esperando o sinal abrir, em nossa cumplicidade de duas rodas sem motor, e conversamos como se já nos conhecêssemos.</p>
<p>Bicicleta humaniza a cidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pedalar é&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 05:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é muito mais    .]]></category>

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		<description><![CDATA[De vez em quando escrevo no Twitter algumas frases curtas sobre a escolha de usar a bicicleta, baseadas em situações que acontecem comigo. Algumas pessoas respondem também, enriquecendo o conteúdo.


Pedalar é&#8230; conhecer pessoas como a Márcia.
Foto: André Pasqualini 


Selecionei neste post algumas das frases mais representativas, minhas e de colegas de Twitter:
#Pedalar é&#8230; praticar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De vez em quando escrevo <a href="http://twitter.com/wcruz" target="_blank">no Twitter</a> algumas frases curtas sobre a escolha de usar a bicicleta, baseadas em situações que acontecem comigo. Algumas pessoas respondem também, enriquecendo o conteúdo.</p>
<table border="0" align="right" cellspacing="10">
<tr>
<td><TABLE width="300" bgColor="#eeeeee" border="0"><TR><TD><A href="http://ciclobr.multiply.com/photos/album/67/Adeus_Marcia" target="_blank"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/marcia_voando.jpg" alt="Márcia Prado" width="300" height="380" class="alignnone size-full wp-image-1682" /></A></TD></TR><TR><TD align="right">Pedalar é&#8230; conhecer pessoas como a <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/01/16/sobre-a-ciclista-assassinada-na-a-paulista/" target="_blank">Márcia</a>.<br />
Foto: André Pasqualini</TD></TR> </TABLE></td>
</tr>
</table>
<p>Selecionei neste post algumas das frases mais representativas, minhas e de colegas de Twitter:</p>
<p>#Pedalar é&#8230; praticar a tolerância. </p>
<p>#Pedalar é&#8230; reencontrar um amigo que você não via há tempo, passando pela calçada.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; poder passar por dentro do Parque do Ibirapuera, a caminho do trabalho.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; passar sorrindo pela blitz da Lei Seca. Sem parar e sem perder 10 min no congestionamento.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; sair do trabalho no horário que for preciso, sem se preocupar com trânsito ou rodízio.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; variar o caminho por vontade própria, não porque um boletim de trânsito falou que o caminho de sempre está travado.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; escolher o caminho mais agradável e arborizado, sem se preocupar se tem mtas lombadas, semáforos e cruzamtos onde tem q parar.</p>
<p>#Pedalar é&#8230; sentir uma pontinha de satisfação ao ouvir o colega dizer que não vai sair agora porque &#8220;ali nesse horário é tudo parado&#8221;.</p>
<p>#Pedalar_é&#8230; encontrar amigos no caminho e poder parar pra conversar.</p>
<p><a href="http://twitter.com/StanCalderelli" target="_blank">@StanCalderelli</a>: #pedalar é&#8230; chegar ao destino mais alegre do que quando saiu e ter a cabeça ainda livre pra cuidar melhor da vida.</p>
<p><a href="http://twitter.com/StanCalderelli" target="_blank">@StanCalderelli</a>: #pedalar é&#8230; Levar o mesmo tempo p/ chegar em casa, c/ ruas cheias ou vazias, trânsito lento, rápido, de dia ou à noite.</p>
<p><a href="http://twitter.com/pedaline" target="_blank">@pedaline</a>: #Pedalar_é&#8230; no caminho de casa cruzar com um grupo de ciclistas, ser abduzida por eles, fazer o rolê e chegar em casa 2h depois</p>
<p><a href="http://twitter.com/DiegoZanini" target="_blank">@DiegoZanini</a>: #Pedalar_é poder encontrar dinheiro na rua e ter como parar para pegar a grana sem atrapalhar o trânsito.</p>
<p><a href="http://twitter.com/pedaline" target="_blank">@pedaline</a>: #Pedalar_é Passar por dentro de uma feira e ganhar uma maçã e um sorriso de uma senhorinha linda!!!</p>
<p><a href="http://twitter.com/pgmenezes" target="_blank">@pgmenezes</a>: #Pedalar_é sentir falta enorme da bike qdo preciso vir de carro O_o</p>
<p><strong>E para você, o que é pedalar?</strong></p>
<p>Qual a sensação que você tem quando opta por se deslocar de bicicleta? Tente descrever em frases curtas. Aproveite e mande no twitter, mencionando @wcruz, que eu recebo! <img src='http://blig.ig.com.br/freeride/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vá de Bike ao Yoga pela Paz 2010</title>
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		<comments>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/08/12/va-de-bike-ao-yoga-pela-paz-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 21:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[parque do ibirapuera]]></category>
		<category><![CDATA[passeios]]></category>
		<category><![CDATA[Praça do Ciclista]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo domingo, 15 de agosto, acontece o tradicional encerramento do Yoga pela Paz no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, com música, meditação e aula de yoga. As atividades acontecerão na área da Platéia Externa do Auditório Ibirapuera, com acesso pelos portões 2 e 3 do parque.
Esse ano haverá um passeio guiado para levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/08/yogapelapaz20101.png" alt="Yoga Pela Paz 2010" width="210" height="130" class="alignright size-full wp-image-1679" />No próximo domingo, 15 de agosto, acontece o tradicional encerramento do Yoga pela Paz no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, com música, meditação e aula de yoga. As atividades acontecerão na área da Platéia Externa do Auditório Ibirapuera, com acesso pelos portões 2 e 3 do parque.</p>
<p>Esse ano haverá um passeio guiado para levar você de bicicleta até o evento, organizado pelo Yoga pela Paz, com os parceiros Corpore e Parada Vital e patrocínio da Semp Toshiba, com saídas de três pontos da cidade.</p>
<p>Como aos domingos é permitido o ingresso de bicicletas em trens da CPTM e do Metrô, fica fácil chegar aos pontos de saída, pois são todos junto a estações:</p>
<ul>
<li>Praça do Ciclista (final da Av. Paulista), ao lado da estação Consolação do Metrô (linha verde)</li>
<li>Estação Vila Mariana do Metrô (linha azul)</li>
<li>Estação Vila Olímpia da CPTM (linha esmeralda)</li>
</ul>
<p>Compareça até as 7h45 a um dos pontos de saída. Haverá monitores para guiar os ciclistas, em ritmo tranquilo para que todos acompanhem e pedalando com segurança. No final do evento, os grupos retornam para os pontos de saída.</p>
<p>A Parada Vital disponibilizará gratuitamente 20 bicicletas para empréstimo em cada ponto de partida e haverá um bicicletário no Parque do Ibirapuera.</p>
<p>Serei um dos guias do grupo da Vila Mariana. Aguardo vocês no domingo, para pedalarmos até o Parque e curtir o evento. E quem tiver perguntas e quiser ouvir dicas sobre o uso da bicicleta na rua, é só me procurar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bicicletada em videoclipe</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 16:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é muito mais    .]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicletada]]></category>
		<category><![CDATA[lá fora]]></category>
		<category><![CDATA[mais bicicletas]]></category>

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		<description><![CDATA[O clipe da música Kings and Queens, da banda 30 Seconds To Mars, mostra uma Critical Mass, conhecida por aqui como Bicicletada. Para quem já pedalou numa bicicletada com centenas de pessoas, é emocionante. Para quem ainda não teve esse prazer&#8230; assista e se imagine ali no meio! Quem sabe você não se anima a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O clipe da música Kings and Queens, da banda 30 Seconds To Mars, mostra uma Critical Mass, conhecida por aqui como Bicicletada. Para quem já pedalou numa bicicletada com centenas de pessoas, é emocionante. Para quem ainda não teve esse prazer&#8230; assista e se imagine ali no meio! Quem sabe você não se anima a participar de uma Bicicletada, ou organizar uma na sua cidade?</p>
<p><object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Eg48DXJJtq8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Eg48DXJJtq8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="360"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.banksy.co.uk/" target="_blank"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1422" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/12/bansky_flower_chucker-150x150.jpg" alt="bansky flower chucker" width="150" height="150" border="0" /></a>Alguns pontos interessantes nesse video:</p>
<ul>
<li>Tem um cara vestido de índio com uma bicicleta maior que a do Gallo (quem o conhece sabe do que eu estou falando).</li>
<li>Aos 2:30, uma cena que lembra muito a visão que se tem na Praça do Ciclista aqui de São Paulo, na Av. Paulista.</li>
<li>Nos 3:23, a arte do <a href="http://www.banksy.co.uk/" target="_blank">Bansky</a> (ao lado) ganha vida.</li>
<li>Mais adiante, aos 3:47, uma situação que assusta qualquer ciclista. Mesmo assim, tem gente nos comentários do vídeo, lá no Youtube, dizendo que riu quando viu isso! É mole?</li>
</ul>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QMX3qv1N37s&amp;hd=1" target="_blank">Veja esse video em alta definição (HD)</a>.</p>
<p>Esse video sensacional foi enviado pelo Bruno Gellert, irmão de pedal que, junto com o Denny Sachtleben, me deu uma <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2006/07/24/ciclo-iagem-na-serra-catarinense/" target="_blank">cicloviagem inesquecível pela Serra Catarinense</a> como presente de despedida quando voltei de Florianópolis. Valeu pela lembrança, irmão. Cada um foi para um lado, mas as memórias ficam pra sempre. Life is a cycle.</p>
<p>Um videoclipe com bicicleta que me emociona toda vez que eu assisto é <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2006/01/18/video-clipe-com-bike-lo/" target="_blank">esse aqui</a>, que faz lembrar da sensação boa de uma cicloviagem. E não é à toa: uma cicloviagem <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/05/28/o-cicloturismo-mudando-sua-percepcao-do-mundo/" target="_blank">muda nossa percepção do mundo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Love Lane</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 16:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é muito mais    .]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o começo dessa semana, tenho um motivo a mais para sorrir quando saio na rua de bicicleta. Agora todos os dias eu uso a &#8220;Love Lane&#8221;:

Essa bicicletinha foi pintada no asfalto na minha rua e suspeito que o local não foi escolhido a esmo. Valeu CETB, eu e a Pri adoramos! 
Continuem o trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o começo dessa semana, tenho um motivo a mais para sorrir quando saio na rua de bicicleta. Agora todos os dias eu uso a &#8220;Love Lane&#8221;:</p>
<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/Love_Lane-500x473.jpg" alt="Love Lane" width="500" height="473" class="aligncenter size-large wp-image-1635" /></p>
<p>Essa bicicletinha foi pintada no asfalto na minha rua e suspeito que o local não foi escolhido a esmo. Valeu CETB, eu e a Pri adoramos! </p>
<p>Continuem o trabalho de &#8220;humanizar pelas bordas&#8221;. E não desanimem quando a CET dos automóveis apagar a arte e as intervenções de segurança que eles alegam atrapalhar os carros: eles são azedos e não entendem.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gentileza não, é Lei!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 15:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é   transporte    .]]></category>
		<category><![CDATA[bicicletário]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito ao ciclista]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[paraciclo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os paraciclos que ficam do lado de fora do Pão de Acúcar &#8220;verde&#8221; continuam sendo chamados de bicicletário e de gentileza.











LEI Nº 14.266, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2007
(&#8230;)
Art. 8º Os terminais e estações de transferência do SITP, os edifícios públicos, as indústrias, escolas, centros de compras, condomínios, parques e outros locais de grande afluxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os paraciclos que ficam do lado de fora do <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48">Pão de Acúcar &#8220;verde&#8221;</a> continuam sendo chamados de <em>bicicletário</em> e de <em>gentileza</em>.</p>
<p><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/2010-06-20-11.57.05-500x375.jpg" alt="Bicicletário-gentileza do Pão de Açúcar &quot;Verde&quot;" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-1626" /><br />
<img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/2010-06-05-13.19.27-500x375.jpg" alt="Bicicletário-gentileza do Pão de Açúcar &quot;Verde&quot;" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-1579" /></p>
<table border="0" cellspacing="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="500" bgcolor="#f0f8ff">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/02/aspas1azul.gif" width="26" height="20" /></td>
<td valign="top">
<strong>LEI Nº 14.266, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2007</strong><br />
(&#8230;)<br />
<strong>Art. 8º</strong> Os terminais e estações de transferência do SITP, os edifícios públicos, as indústrias, escolas, <strong>centros de compras</strong>, condomínios, parques <strong>e outros locais de grande afluxo de pessoas</strong> deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte.
</td>
<td valign="bottom"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/02/aspas2azul.gif" alt="" width="25" height="20" /></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" align="right"><a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/files/Lei14266.pdf" target="_blank">Veja a íntegra da Lei</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de ser Lei, o mercado <a href="http://www.jusbrasil.com.br/busca?q=S%C3%BAmula+130+STJ+supermercado+bicicleta&amp;s=jurisprudencia" target="_blank">tem sim</a> que se responsabilizar pela segurança do veículo estacionado, do mesmo modo que se responsabiliza pelos carros e motos que ficam no estacionamento. </p>
<p>Colocar um paraciclo do lado de fora com uma plaquinha dizendo que é apenas uma gentileza <a href="http://www.artigonal.com/jurisprudencia-artigos/direito-do-consumidor-a-responsabilidade-das-empresas-pelos-estacionamentos-602859.html" target="_blank">não os exime da responsabilidade</a> de reparar o veículo furtado. E bicicleta é sim um veículo, definido como tal pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9503.htm" target="_blank">Lei nº 9.503</a>, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro).</p>
<p>Portanto, não acredite quando vir uma plaquinha dessas. E se tiver a infelicidade de ter a bicicleta furtada num paraciclo de supermercado, siga as dicas que estão no final <a href="http://www.artigonal.com/jurisprudencia-artigos/direito-do-consumidor-a-responsabilidade-das-empresas-pelos-estacionamentos-602859.html" target="_blank">deste texto</a>.</p>
<p><em>Atualizado em 28/06/10 21h50</em>: acabo de passar nesse mercado e a placa &#8220;gentileza&#8221; foi retirada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>São Paulo e Europa pelos olhos de uma ciclista</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/06/08/sao-paulo-e-europa-pelos-olhos-de-uma-ciclista/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 18:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    Bicicleta é   transporte    .]]></category>
		<category><![CDATA[.    Bicicleta é  viajar    .]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[meninas de bike]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas semanas atrás, a Priscila estava em uma padaria quando viu chegar uma menina numa bicicleta com alforges, com aquele jeito de quem adotou a bicicleta como estilo de vida. Puxou assunto e a conversa fluiu naturalmente, como sempre acontece com quem usa a bicicleta.
Marici é bibliotecária e usa a bicicleta para tudo, principalmente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas semanas atrás, a <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/10/25/casamento-de-bicicleta-fotos-videos-textos/" target="_blank">Priscila</a> estava em uma padaria quando viu chegar uma menina numa bicicleta com alforges, com aquele jeito de quem adotou a bicicleta como estilo de vida. Puxou assunto e a conversa fluiu naturalmente, como sempre acontece com quem usa a bicicleta.</p>
<p>Marici é bibliotecária e usa a bicicleta para tudo, principalmente para ir ao trabalho. Há algum tempo, ela registrou <a href="http://diariosdeumabiketecaria.blogspot.com/" target="_blank">em um blog</a> sua experiência em usar a bicicleta para se deslocar de sua casa, na Aclimação, a bibliotecas de diversos bairros.</p>
<p>O mais interessante desse registro são as fotos, que mostram uma cidade que o paulistano &#8220;médio&#8221; não repara. Visões de quem tem tempo para parar, admirar, fotografar, conversar. Enfim, coisas que motorista não vê.</p>
<table border="0" cellspacing="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="500">
<tbody>
<tr valign="top">
<td bgcolor="#eeeeee" align="left"><img class="size-large wp-image-1596 " src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/Igreja-Pari1-500x375.jpg" alt="Igreja do Pari - Foto: Marici Slavec" width="500" height="375" /><br />
Não, isso não é na Europa. É a Igreja do Pari, em São Paulo<br />Foto: <a href="http://diariosdeumabiketecaria.blogspot.com/" target="_blank">Marici Slavec</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />Cicloviagem</strong></p>
<p>Marici está agora fazendo uma cicloviagem pela Europa, ao longo do Rio Danúbio. A viagem está sendo publicada <a href="http://pedalnodanubio.blogspot.com/" target="_blank">neste blog</a>.</p>
<table border="0" cellspacing="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="500">
<tbody>
<tr valign="top">
<td bgcolor="#eeeeee" align="left"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/Sigmaringen-Schloss51-500x375.jpg" alt="Castelo em Sigmaringen - Alemanha" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-1601" /><br />
Sim, isso é na Europa. É um castelo em Sigmaringen, na Alemanha.<br />Foto: <a href="http://pedalnodanubio.blogspot.com/" target="_blank">Marici Slavec</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se puder, deixe um comentário <a href="http://pedalnodanubio.blogspot.com/" target="_blank">no blog da cicloviagem</a>. Sei que ela vai gostar.</p>
<p>Marici também já fez uma cicloviagem pela Eslovênia, que foi publicada <a href="http://pedalnaslovenia.blogspot.com/" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pão de Açúcar e o bicicletário que não era</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/06/07/pao-de-acucar-e-o-bicicletario-que-nao-era/</link>
		<comments>http://blig.ig.com.br/freeride/2010/06/07/pao-de-acucar-e-o-bicicletario-que-nao-era/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 17:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    A Bicicleta em São Paulo    .]]></category>
		<category><![CDATA[bicicletário]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito ao ciclista]]></category>
		<category><![CDATA[marketing sem limites]]></category>
		<category><![CDATA[paraciclo]]></category>

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		<description><![CDATA[No texto anterior, comentei que ainda voltaria ao &#8220;Pão de Açúcar Verde&#8221;, a loja da V. Clementino, em São Paulo, em busca do bicicletário perdido, já que na visita anterior não havia conseguido encontrar a plaquinha bonita que o site deles mostra, tampouco a área do estacionamento reservada para bicicletas.
Pois bem, achei o bicicletário. Ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2010/06/03/a-resposta-do-pao-de-acucar-e-o-bicicletario-perdido/" target="_blank">No texto anterior</a>, comentei que ainda voltaria ao &#8220;Pão de Açúcar Verde&#8221;, a loja da V. Clementino, em São Paulo, em busca do bicicletário perdido, já que na visita anterior não havia conseguido encontrar a plaquinha bonita que o site deles mostra, tampouco a área do estacionamento reservada para bicicletas.</p>
<p>Pois bem, achei o bicicletário. Ou melhor: não achei não. Nem o bicicletário nem a plaquinha bonita, que pelo jeito <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank">colocaram no site</a> só para vender a imagem verde da loja.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-1578" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/2010-06-05-13.06.51-500x375.jpg" alt="Paraciclos do Pão de Açúcar Verde (Loja V. Clementino)" width="500" height="375" /></p>
<p>O que encontrei foram esses paraciclos, quase escondidos atrás de um cavalete publicitário, do lado de fora da loja, sem segurança alguma. E com uma placa pequena, mas bastante antipática, que diz que a segurança da bicicleta ali estacionada é &#8220;de única e exclusiva responsabilidade do usuário&#8221;. Usuário, porque cliente é quem chega de carro.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-1579" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/06/2010-06-05-13.19.27-500x375.jpg" alt="2010-06-05 13.19.27" width="500" height="375" /></p>
<p>O Pão de Açúcar <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank">diz no site</a> que o bicicletário é &#8220;para incentivar as atitudes ecologicamente corretas&#8221;. <span><span><span>Mas por que eu iria de bicicleta num lugar que me diz isso aí que eu li na placa? É um desincentivo! Se a pessoa está cogitando deixar o carro em casa para ir ao mercado de bicicleta, quando ler essa placa vai resolver continuar indo de carro mesmo, porque a bicicleta </span></span></span><span><span><span>fica ali desprotegida e </span></span></span><span><span><span>alguém pode roubar&#8230; O carro fica protegidinho ali na garagem. E, se por uma infelicidade improvável for roubado, o estacionamento tem seguro. Pra quê ir de bicicleta?<br />
</span></span></span></p>
<p><em>Paraciclos </em>assim largados, do lado de fora, com uma placa &#8220;se roubarem o problema é teu&#8221;, oferecem praticamente a mesma segurança do poste em frente à loja. Um <em>bicicletário</em> precisa ser um estacionamento de bicicletas com algum nível de restrição de acesso, com alguma garantia mínima de segurança. Do modo como estão esses paraciclos, é fácil alguém passando na rua &#8220;se interessar&#8221; por uma das bicicletas e ir até lá tentar a sorte com a tranca.</p>
<p>Para os automóveis que estacionam no subsolo, há seguro, um ticket para liberar a cancela e um segurança na porta do estacionamento, garantindo a tranquilidade dos clientes durante as compras. Já os usuários, que se virem se o seu veículo for roubado. Veículo? Não, &#8216;magina, é só uma bicicleta mesmo&#8230;</p>
<table border="0" cellspacing="10" width="300" align="right" bgcolor="#f0f8ff">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Lei nº 14.266, de 6 de fevereiro de 2007</strong></p>
<p><strong>Art. 8º</strong> Os terminais e estações de transferência do SITP, os edifícios públicos, as indústrias, escolas, <strong>centros de compras</strong>, condomínios, parques e outros locais de grande afluxo de pessoas <strong>deverão</strong> possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte.</p>
<p>(<a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/files/Lei14266.pdf" target="_blank">Lei Municipal nº 14.266</a>, São Paulo &#8211; SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outa coisa que chama bastante atenção nesse cartaz é a frase &#8220;gentileza Pão de Açúcar a seus clientes&#8221;. Mas como assim, <em>gentileza</em>? Disponibilizar um bicicletário não é nenhuma gentileza, <strong>é lei</strong>!</p>
<p>E não encontrei mesmo a placa bonitinha e verde que vi no site. Também não encontrei um mercado com ação tão ecológica quanto a do discurso, no que diz respeito ao incentivo ao uso de veículos não poluentes. Até aí não seria nenhuma surpresa, se não anunciassem isso no site como um dos pontos fortes da &#8220;loja verde&#8221;, dando a impressão de ter uma infraestrutura diferenciada para quem chega à loja de bicicleta.</p>
<p>É bonito uma empresa dizer que apóia a bicicleta. Fica bem na imprensa, melhora a imagem, gera comentários positivos de quem acha bicicleta bonitinho mas não se aventura a utilizá-la. Mas a prática tem que bater com o discurso: ciclista não é idiota e sabe quando está sendo levado a sério e quando está só sendo usado para agregar valor à imagem da marca.</p>
<p><strong>Sugestão ao Pão de Açúcar</strong></p>
<p>Façam um bicicletário como o do Extra Itaim, hipermercado do mesmo grupo, que possui uma área separada para bicicletas dentro do estacionamento, com um vigia que entrega/recolhe um ticket de estacionamento. Conheçam o bicicletário do Shopping Ibirapuera, que pede RG e dá uma senha. Vejam como é simples o processo para estacionar nos bicicletários do Use Bike.</p>
<p>Não deixem que a concorrência passe a frente de vocês, tratando o ciclista como cliente e não como usuário de paraciclo. Eu vou no mercado fazer compras, não vou para usar um paraciclo! E se o lugar não quer me receber, eu procuro outro lugar e pronto. Nem que seja um que pelo menos não tente me iludir.</p>
<p>Entendam melhor <a href="http://www.viaciclo.org.br/portal/informacoes/bicicletario-adequado" target="_blank">o que é um bicicletário</a> antes de sairem dizendo que têm um e vendendo isso como um diferencial verde da loja. O diferencial pode acabar se mostrando negativo se não for implementado de verdade. Se querem dizer que incentivam o uso de um meio de transporte não poluente e sustentável, que o façam de verdade. Senão pega mal.</p>
<p><strong>Ponto a favor</strong></p>
<p>Para não dizerem que eu só reclamo, uma coisa tenho que reconhecer: o modelo do paraciclo é ótimo. Não é aquele que oferece risco de entortar roda e câmbio. Nesse, você apóia a bicicleta e tranca da maneira que achar mais adequada. E com esse modelo dá para colocar seis bicicletas num espaço bem pequeno. Prendendo várias juntas com a mesma tranca, cabem bem mais. Tudo usando um espaço equivalente a uma única vaga de automóvel.</p>
<p>Podia estar no subsolo, com a mesma segurança oferecida aos automóveis. E não ocuparia muito espaço.</p>
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		<title>A resposta do Pão de Açúcar e o bicicletário perdido</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    A Bicicleta em São Paulo    .]]></category>
		<category><![CDATA[bicicletário]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito ao ciclista]]></category>

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		<description><![CDATA[Como continuidade ao assunto anterior aqui do Vá de Bike, que tratava do roubo de uma bicicleta dentro do estacionamento de um supermercado e da falta de tato (para dizer o mínimo) com que a cliente foi tratada pelos funcionários, publico a resposta que recebi do grupo Pão de Açúcar:








O Pão de Açúcar se desculpa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como continuidade ao <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2010/05/28/furto-de-bicicleta-a-lei-e-o-supermercado-sustentavel/" target="_blank">assunto anterior</a> aqui do <em>Vá de Bike</em>, que tratava do roubo de uma bicicleta dentro do estacionamento de um supermercado e da falta de tato (para dizer o mínimo) com que a cliente foi tratada pelos funcionários, publico a resposta que recebi do grupo Pão de Açúcar:</p>
<table border="0" cellspacing="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="500" bgcolor="#f0f8ff">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/02/aspas1azul.gif" alt="" width="26" height="20" /></td>
<td valign="top">O Pão de Açúcar se desculpa pelo ocorrido e informa que já está aprovada a instalação de um bicicletário. Em contato com a cliente, a gerencia da loja se desculpou e irá atendê-la em sua solicitação.</td>
<td valign="bottom"><img src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2009/02/aspas2azul.gif" alt="" width="25" height="20" /></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" align="right"><em>31/05/2010</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Apesar da resposta curta e sem detalhamento algum, soube através da Luciana, a cliente, que na sexta-feira mesmo uma funcionária da <a href="http://www.grupopaodeacucar.com.br/casadocliente/" target="_blank">Casa do Cliente</a> &#8211; uma espécie de departamento de <em>ombudsman</em> do Grupo Pão de Açúcar &#8211; entrou em contato prometendo resolver o problema o mais rápido possível. A funcionária disse que conversou com a gerência da loja, falando inclusive sobre o comportamento dos funcionários frente ao caso. A empresa vai repor a perda da Luciana, dando a ela uma bicicleta igualzinha à que foi furtada.</p>
<p>Espero sobretudo que tenham esclarecido aos funcionários que um cliente que chega de bicicleta tem o mesmo valor que quem chega de carro. Da maneira que Luciana foi tratada, ela poderia muito bem processar a empresa por danos morais.</p>
<p><strong>Bicicletário</strong></p>
<p>Prometeram instalar um bicicletário na loja onde ocorreu o problema. Só espero que esse bicicletário seja de verdade.</p>
<table border="0" cellspacing="10" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="199" bgcolor="#eeeeee">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1553" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/05/bicicletario_pda.jpg" alt="Bicicletário no Pão de Açúcar da Vila Clementino, em São Paulo. Infelizmente, ainda uma exceção." width="199" height="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="right">Foto: Divulgação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quando tratei do assunto no post anterior, ilustrei a matéria com a foto de uma placa indicativa de bicicletário, que você pode ver novamente ao lado. Essa foto está <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank">no site</a> &#8220;Pão de Açúcar Verde&#8221;. Pois bem: passei hoje na tal &#8220;loja verde&#8221; da Vila Clementino e procurei por essa placa.</p>
<p>Não encontrei nenhum bicicletário nos dois andares de garagem. Perguntei a um funcionário do estacionamento que, muito simpático, me disse que o lugar para parar bicicletas seria junto com as motos, no estacionamento de baixo.</p>
<p>Sem nenhuma indicação e sem motos estacionadas naquele momento, demorei um pouco para encontrar o lugar. Quando encontrei, vi que não havia nenhum suporte para apoiar ou prender uma bicicleta, só uma parede nua e as faixas estreitas no chão demarcando as vagas das motos.</p>
<p>Perguntei ao segurança que estava junto à cancela de saída se não havia um local apropriado para estacionar a bicicleta. Também muito solícito, ele respondeu havia um local lá fora, mas que eu poderia deixar a bicicleta por ali mesmo que ele daria uma olhada para mim. Ao sair, não vi nenhum bicicletário do lado de fora. E, mesmo que houvesse, o lado de fora da loja ofereceria a mesma segurança que prender a bicicleta num poste.</p>
<p>Me recuso a acreditar que tenham publicado no site uma foto de algo que não existe. Não é possível que tenham tamanha cara de pau, que o falso apoio à bicicleta para demonstrar &#8220;sintonia com os novos tempos&#8221; ou seja lá o que for possa chegar nesse nível. Por isso, pretendo voltar lá em algum momento, em busca do bicicletário perdido.</p>
<p>Sim, sou um otimista incorrigível. E se alguém resolver passar por lá nesse meio tempo, conte aqui como foi.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Furto de bicicleta, a lei e o supermercado sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 01:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    A Bicicleta em São Paulo    .]]></category>
		<category><![CDATA[bicicletário]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito ao ciclista]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito às leis]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[meninas de bike]]></category>

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		<description><![CDATA[









Aos ciclistas, os postes.
Foto: Apocalipse Motorizado







Uma das grandes dificuldades para o uso da bicicleta em uma cidade como São Paulo, que privilegia o uso do automóvel em detrimento de todas as outras formas de locomoção, é ter um lugar seguro para estacionar a bicicleta. Quando muito, conseguimos um cantinho escondido, onde não ocupe em hipótese [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="250" bgcolor="#eeeeee">
<tbody>
<tr>
<td><img class="size-medium wp-image-1554" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/05/bici_poste_centro-250x207.jpg" alt="Bicicleta presa a poste no centro de São Paulo. Foto: Apocalipse Motorizado" width="250" height="207" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="left">Aos ciclistas, os postes.<br />
Foto: <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net" target="_blank">Apocalipse Motorizado</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma das grandes dificuldades para o uso da bicicleta em uma cidade como São Paulo, que privilegia o uso do automóvel em detrimento de todas as outras formas de locomoção, é ter um lugar seguro para estacionar a bicicleta. Quando muito, conseguimos um cantinho escondido, onde não ocupe em hipótese alguma o espaço de quem chega de carro, muitas vezes atrapalhando quem passa a pé. E temos que torcer para a bicicleta estar ali quando voltarmos.</p>
<p>Luciana estava tão habituada a ir de bicicleta a uma mesma loja do supermercado Pão de Açúcar que já nem se preocupava. Por prender sua bicicleta sempre ao lado da guarita dos seguranças, ficava tranquila, acreditando que ela estaria segura ali. Cliente assídua da loja, fez isso diariamente por dois anos, até que um dia sua bicicleta novinha foi levada. Simplesmente evaporou. Ninguém sabe, ninguém viu e ainda tentaram convencê-la de que ela estaria &#8220;confusa&#8221; e não teria ido de bicicleta naquele dia.</p>
<p><strong>Cadê o bicicletário?</strong></p>
<table border="0" cellspacing="10" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" width="199" bgcolor="#eeeeee">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1553" src="http://blig.ig.com.br/freeride/files/2010/05/bicicletario_pda.jpg" alt="Bicicletário no Pão de Açúcar da Vila Clementino, em São Paulo. Infelizmente, ainda uma exceção." width="199" height="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="right">Bicicletário no Pão de Açúcar da V. Clementino, em São Paulo. Infelizmente, ainda uma exceção.<br />
Foto: Divulgação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O supermercado que <a href="http://www.grupopaodeacucar.com.br/meioambiente/default_responsa_socambient.asp" target="_blank">diz</a> ter &#8220;responsabilidade socioambiental&#8221; e &#8220;respeito e entendimento ao próximo&#8221; não se esforça muito em entender os clientes que usam a bicicleta para ir ao supermercado. Apesar do discurso verde e social, raras são as lojas que <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br/?p=48" target="_blank">disponibilizam local adequado</a> para estacionar e prender uma bicicleta. A impressão que nós ciclistas temos é que a rede tem interesse apenas em receber cilentes que cheguem de carro.</p>
<p>A <a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/files/Lei14266.pdf" target="_blank">Lei Municipal 14.266</a> da cidade de São Paulo diz, em seu artigo 8<sup>o</sup>, que &#8220;centros de compras e outros locais de grande afluxo de pessoas deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos&#8221;. Essa lei, dificilmente cumprida nessa cidade, também é ignorada pela rede de supermercados Pão de Açúcar, mesmo com seu posicionamento &#8220;socioambiental&#8221;.</p>
<p><strong>Seguro</strong></p>
<p>Como agravante, a lei que obriga seguro em estacionamentos contempla apenas veículos de passeio. Bicicletas, motos e até mesmo utilitários ficam de fora. Com isso, um furto de algum desses veículos se torna um transtorno enorme para o proprietário, que é obrigado a entrar na justiça para conseguir seu direito de ressarcimento do bem. E se o bem é uma bicicleta, relativamente barata, as custas do processo e o aconselhamento de um advogado podem custar mais do que o prejuízo causado pelo ladrão.</p>
<p>Mas cabe aqui um parênteses para uma boa notícia, que merecia até uma matéria à parte mas vou contar aqui mesmo: <a href="http://www.chicomacena.com.br/noticias/1216--camara-aprova-projeto-de-lei-que-preve-seguro-para-motos-e-bicicletas.html" target="_blank">foi aprovado na Câmara Municipal de São Paulo</a> um Projeto de Lei que prevê a ampliação da cobertura de seguro contra roubos em estacionamentos, cobrindo também as bicicletas. Falta apenas a sanção da Prefeitura.</p>
<p>Disso derivam dois resultados positivos: casos como o da Luciana passam a ter solução mais rápida e, ao menos em tese, estacionamentos comuns passarão a se interessar em receber bicicletas, pois o maior impedimento alegado pelos proprietários de estacionamentos seria a falta de cobertura do seguro, implicando para o proprietário o risco de arcar integralmente com o prejuízo de um furto.</p>
<p><strong>Desdobramentos</strong></p>
<p>Durante a produção desta matéria, procurei a empresa para obter um posicionamento quanto ao caso. Encaminhei a eles <a href="http://diamundialsemcarro.ning.com/profiles/blogs/furto-de-bike-no" target="_blank">o depoimento da Luciana</a>, que depois disso certamente circulou dentro da empresa. No final da tarde de hoje me pediram um contato da cliente, para conversar diretamente com ela sobre o assunto. Quando consegui receber um e-mail da Luciana, soube através dela mesma que nesse meio tempo a empresa já havia entrado em contato para negociar uma solução.</p>
<p>Luciana, que usa a bicicleta para levar o filho na escola, fazer compras, atender clientes de suas aulas de inglês e se deslocar para onde mais for preciso, estava bastante indignada e frustrada com a maneira como a empresa vinha tratando o caso, como vocês podem acompanhar no depoimento dela em seu blog. Depois do contato de hoje, está mais otimista.</p>
<p>Diferentemente da mídia tradicional, o <em>Vá de Bike</em> vai acompanhar essa história e contar a vocês como ela termina. Esperamos que acabe bem, para que a ciclista tenha de volta a parte de sua vida que lhe foi subtraída e para que a empresa consiga reverter essa situação constrangedora para sua imagem de marca. Este site mantém aberto o espaço para a resposta da empresa, entendendo que a melhor resposta até o momento foi a ação de contato com a cliente.</p>
<p>E que o Grupo Pão de Açúcar finalmente perceba que ciclistas também são clientes, consomem, gastam seu dinheiro nas lojas da rede e merecem o mesmo respeito do cidadão que chega com sua SUV importada, ocupando sozinho uma área de estacionamento onde caberiam dez outros que usem a bicicleta.</p>
<p>Numa cidade onde ainda poucas empresas recebem bem quem chega de bicicleta, esse pode ser um belo diferencial para a empresa, fidelizando clientes que seriam conquistados pela emoção ao serem bem recebidos. Mas é preciso se aproveitar o <em>timing</em>. Fica a dica.</p>
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		<title>Documentário sobre Ghost Bikes</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[.    A Bicicleta em São Paulo    .]]></category>
		<category><![CDATA[.    Bicicleta é   transporte    .]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[desrespeito ao ciclista]]></category>
		<category><![CDATA[ghost bike]]></category>
		<category><![CDATA[lá fora]]></category>
		<category><![CDATA[mude o mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ghost Bikes são bicicletas brancas instaladas em locais de acidentes fatais com ciclistas, como um memorial em homenagem a quem perdeu a vida para a pressa de alguém. Também têm o objetivo de lembrar o que aconteceu ali para que a morte não caia no esquecimento e não seja considerada apenas um inconveniente temporário ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ghost Bikes são bicicletas brancas instaladas em locais de acidentes fatais com ciclistas, como um memorial em homenagem a quem perdeu a vida para a pressa de alguém. Também têm o objetivo de lembrar o que aconteceu ali para que a morte não caia no esquecimento e não seja considerada apenas um inconveniente temporário ao trânsito de uma tarde qualquer.</p>
<p><a href="http://kck.st/c9VuDN" target="_blank"><img border="0" src="http://www.kickstarter.com/projects/incitefulmedia/ghost-bikes-film-portland-to-london/widget/card.jpg" hspace="5" vspace="10" align="right" /></a>As Ghost Bikes servem como um alerta aos donos de veículos automotores, para que tomem mais cuidado com as vidas que pedalam bicicletas pelas ruas. A ação é realizada em várias cidades de <a href="http://www.ghostbikes.org/" target="_blank">todo o mundo</a> e também no Brasil. Aqui em São Paulo, já foram instaladas quatro Ghost Bikes (veja quadro no final da página). Pude participar da instalação de três delas, uma das quais em homenagem a uma amiga, a Márcia Prado.</p>
<p>Com esse mesmo espírito, uma equipe de Nova Iorque está preparando <a href="http://ghostbikesfilm.com" target="_blank">um documentário</a> sobre as Bicicletas Brancas ao redor do mundo, para sensibilizar sobre a consequência da falta de infraestrutura e de apoio ao uso da bicicleta nas grandes cidades. A equipe já passou esse ano por São Paulo e pedalou com a Bicicletada daqui. Também coletarão imagens de San Francisco, Chicago, Seattle, Portland e Londres. <a href="http://www.kickstarter.com/projects/incitefulmedia/ghost-bikes-film-portland-to-london" target="_blank">Assista ao trailer</a>.</p>
<p><b>Apoio</b></p>
<p>Produções independentes como essa, feitas com a cara e a coragem de quem tem um ideal de mundo melhor, costumam ter dificuldade em captar recursos. Por isso, os autores <a href="http://www.kickstarter.com/projects/incitefulmedia/ghost-bikes-film-portland-to-london" target="_blank">criaram uma página na internet</a> para arrecadar fundos para pagar os custos com equipamento, equipe e gastos de viagem.</p>
<p>Qualquer pessoa pode colaborar, com um valor mínimo de UM DÓLAR. Basta ter um cartão de crédito internacional. A transação é segura, garantida pela Amazon. Claro que se você doar mais de um dólar eles não vão reclamar. Pelo contrário: doando US$ 5 você tem acesso a uma área restrita do site para acompanhar a produção de perto e ver trechos dos vídeos que serão editados. Com US$15 você recebe uma cópia do documentário por download quando estiver pronto, com US$25 um DVD e, dependendo do valor da doação, pode até aparecer nos créditos do filme. Mas a maior recompensa é, sem dúvida, ter ajudado a divulgar essa mensagem pelo mundo afora.</p>
<p><em>Atualizado em 16/08/2010</em>: A equipe conseguiu arrecadar até mais fundos do que precisava para completar a produção, graças a pessoas comuns no mundo inteiro que colaboraram com pequenas quantias. Logo ouviremos falar desse filme. A quem colaborou, muito obrigado.</p>
<table border="0" cellspacing="10">
<tr>
<td>
<table bgcolor="#f0f8ff" cellspacing="10" border="0">
<tr>
<td colspan="2"><b>As Ghost Bikes de São Paulo</b></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/2007/12/03/prazer-nas-ruas/" target="_blank">A primeira Ghost Bike</a> foi instalada no final de 2007, na Av. Luis Carlos Berrini, um dos principais eixos comerciais e de negócios da cidade. Foi retirada em poucos dias (acredito que tenha sido retirada até no dia seguinte). Ficava em um bairro nobre, em frente a um banco de luxo e não foi bem compreendida. Era feia, ruim para os negócios. Sumiu rapidamente.</p>
<p><a href="http://marioav.blogspot.com/2009/02/marcia-vive.html" target="_blank">A segunda Ghost Bike</a> foi instalada em homenagem à nossa amiga Márcia Prado, <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/01/16/sobre-a-ciclista-assassinada-na-a-paulista/" target="_blank">assassinada por um motorista de ônibus</a> em janeiro de 2009. A bicicleta branca encontra-se até hoje na Av. Paulista, no que se tornou um memorial onde ciclistas frequentemente ainda prestam suas homenagens. Márcia era muito querida na Bicicletada e é sempre lembrada por todos nós.</p>
<p style="padding-left: 30px">Márcia Prado foi homenageada com a criação de uma <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/12/23/rota-cicloturistica-marcia-prado/" target="_blank">Rota Cicloturística</a> com seu nome, ligando São Paulo e o litoral. Essa rota teve uma abertura experimental no início desse ano e está em vias de ser tornar oficial, aberta permanentemente. Hoje os ciclistas não têm nenhuma opção para chegar ao litoral, <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2008/12/08/como-foi-a-descida-a-santos/" target="_blank">são totalmente proibidos</a>, uma <a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/02/02/o-prejuizo-causado-pela-eco-ias/" target="_blank">violação de direitos</a> flagrante e impune. A Ecovias, <em>concessionária</em> que se acha <em>dona</em> das rodovias que levam à baixada santista, não permite o tráfego de bicicletas, impedindo a passagem de ciclistas com apoio da Polícia Rodoviária e até, pasmem, da Artesp, justificando que &#8220;não é seguro&#8221;. Não é, mas deveria ser. E a Ecovias não faz nada para torná-lo seguro. Afinal, ciclista não paga pedágio, que se danem seus direitos.</p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2009/11/14/ghost-bike-de-fernando-couto/" target="_blank">A terceira Ghost Bike</a> foi instalada em novembro de 2009, em homenagem ao ciclista Fernando Martins Couto e ao gari Antônio Ribeiro. Para incluir o gari na homenagem, foi afixada uma vassoura de varrição de rua junto à bicicleta. Ambos estavam conversando na calçada, aguardando para realizar a travessia, quando foram &#8220;colhidos&#8221; por um ônibus em alta velocidade. Na instalação dessa Ghost Bike / Ghost Broom, estavam presentes ciclistas, garis, familiares da vítima e bastante gente que passava pelo local. Essa bicicleta branca também continua lá até hoje.</p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/freeride/2010/03/27/ghost-bike-de-manoel-pereira-torres/" target="_blank">A quarta Ghost Bike</a>, em homenagem a Manoel Pereira Torres, foi instalada em março de 2010. <i>Seu</i> Manoel, um senhor de 53 anos que usava a bicicleta para ir ao trabalho, atravessava na faixa, com o sinal aberto para os pedestres. Um motociclista vindo em alta velocidade pela pista do ônibus, com o sinal fechado para ele, atingiu Seu Manoel e o arremessou contra o semáforo, a três metros de altura. Sua bicicleta foi lançada contra o poste de aço e dobrou ao meio, tal a força da colisão. Os familiares não foram encontrados a tempo para a homenagem, que foi realizada por vários ciclistas. Um deles carregou a bicicleta branca nas costas por todo o percurso da Praça do Ciclista até a Av. Vereador José Diniz, onde ela foi instalada e ainda permanece, em local alto e visível.</p>
</td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
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