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	<title>Comentários sobre: Fechem as janelas!</title>
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	<description>A bicicleta como meio de transporte no país do automóvel</description>
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		<title>Por: A demonização dos automóveis &#124; + Vá de bike! +</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2009/03/13/fechem-as-janelas/comment-page-1/#comment-1321</link>
		<dc:creator>A demonização dos automóveis &#124; + Vá de bike! +</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 22:56:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] pornográfico que existe nessa cidade. Congestionamento esse que causa problemas diretos de saúde com a poluição (e fechar a janela e ligar o ar condicionado não adianta, porque mesmo filtrando o material [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] pornográfico que existe nessa cidade. Congestionamento esse que causa problemas diretos de saúde com a poluição (e fechar a janela e ligar o ar condicionado não adianta, porque mesmo filtrando o material [...]</p>
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		<title>Por: A ampliação da Marginal Tietê NÃO vai melhorar o trânsito &#124; + Vá de bike! +</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2009/03/13/fechem-as-janelas/comment-page-1/#comment-1283</link>
		<dc:creator>A ampliação da Marginal Tietê NÃO vai melhorar o trânsito &#124; + Vá de bike! +</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 16:31:26 +0000</pubDate>
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		<description>[...] físico que a cidade tem. E não precisa nem levar em conta o crescimento populacional, nem pensar na qualidade do ar, nos acidentes de trânsito, na perda de espaços públicos de convivência como os parques para [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] físico que a cidade tem. E não precisa nem levar em conta o crescimento populacional, nem pensar na qualidade do ar, nos acidentes de trânsito, na perda de espaços públicos de convivência como os parques para [...]</p>
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		<title>Por: Fred</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2009/03/13/fechem-as-janelas/comment-page-1/#comment-855</link>
		<dc:creator>Fred</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 16:55:07 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho que a discussão que tem que ser colocada logo em pauta é a seguinte: Como acabar com a dependência das economias mundiais da indústria automobilística e do petróleo? 

 O automóvel particular, mesmo não poluente, é uma apropriação do espaço público. Um espaço que faz muita falta para todos os cidadão, principalmente pedestres e ciclistas, nos grandes centros urbanos. 

 Me parece desnecessário, a essa altura, falar sobre a indústria do petróleo, a não ser para marcar o ponto de que é uma das maiores responsáveis pela ameaça a vida no planeta. Já estamos morrendo por causa disso de mil e uma formas, direta e indiretamente. Seres humanos, animais, plantas, florestas, corais... Muitas formas de vida se foram para sempre e muitas outras mais desaparecerão...

 Ok, mas isso tudo é o tal do &quot;ponto pacífico&quot;, o lugar comum ao qual todos chegamos (ou não?). O que eu acho urgente debater (e se possível colocar logo em prática), é como substituir o petróleo e reduzir drásticamente a utilização de automóveis particulares, sem com isso colapsar a indústria, as economias nacionais e o emprego mundo afora?

 Não acredito numa escala progressiva de substituições porque isso, a meu ver, se baseia na dependência de um nível do conscientização local, nacional, mundial que só vejo atingidos quando for muito tarde. Quando as coisas já estiverem muito piores do que estão agora. Não vejo o povo, o cidadão comum, acomodado, descrente, tornando-se um militante da noite para o dia. Os governos e (ou), os cidadãos, só se tornarão maciçamente conscientes a este respeito diante de uma situação tão óbvia, que a reação será quase inútil. 

 O &quot;sistema&quot;, me parece, só reage à oportunidades para ganhar dinheiro. E &quot;nós&quot; estamos propondo (em última análise), simplesmente a descontinuação (ou redução drástica), da produção em massa de automóveis e da exploração de petróleo. 

 Estas indústrias controlam uma ampla rede de influência em todas as esferas (municipal, estadual, federal), em todos os países do mundo. Em outras palavras, tem gigantesca capacidade de &quot;sensibilizar&quot; qualquer governo e a opinião pública. Se não houver um caminho a seguir para aqueles que detem tamanho poder (e nenhum escrúpulo, ou objetivo a não ser lucro imediato), e, literalmente dominam nosso planeta, toda ação resultará apenas em um ideal romântico nunca atingido. Isto é, não basta estar certo, é preciso apontar caminhos. Caminhos para todos, inclusive aqueles que agora figuram como &quot;inimigos&quot;(*).

Um abraço,
Fred
(*) - Como alguém bem lembrou esta semana (no BlueBus), em uma reflexão sobre a indústria armamentista, os &quot;inimigos&quot; de hoje eram os amigos de ontem:
 &quot;...Nos últimos anos, décadas, a sociedade descobriu que - na maioria das vezes, involuntariamente - alguns produtos poderiam causar efeitos colaterais nao imaginados no começo da produçao. Sim, porque ninguém pode acreditar de fato que, quando alguém resolveu pegar aquele hábito de enrolar o tabaco para produzir uma sensaçao agradável ao “pitar”, industrializar o processo e comercializar o cigarro, sabia conscientemente que estaria produzindo algo que faria mal ao indivíduo. Ninguém pode afirmar que uma empresa que produz cigarros o faz com o objetivo de gerar doença. 

Quando alguém perfura um solo, acha petróleo, refina, o faz explodir e movimentar máquinas, nao quer produzir poluiçao. O início do processo pressupoe, entre outras coisas, gerar energia. É este o objetivo da indústria petrolífera e nao a poluiçao....&quot;
 Ou seja, não sabíamos que era um monstro, mas agora que sabemos, temos que descobrir como desmonta-lo (conclusão minha).
PS.: O argumento do autor é que justamente, o mesmo argumento, não se aplica à indústria de armas, cujo produto sempre teve a mesma finalidade clara, matar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que a discussão que tem que ser colocada logo em pauta é a seguinte: Como acabar com a dependência das economias mundiais da indústria automobilística e do petróleo? </p>
<p> O automóvel particular, mesmo não poluente, é uma apropriação do espaço público. Um espaço que faz muita falta para todos os cidadão, principalmente pedestres e ciclistas, nos grandes centros urbanos. </p>
<p> Me parece desnecessário, a essa altura, falar sobre a indústria do petróleo, a não ser para marcar o ponto de que é uma das maiores responsáveis pela ameaça a vida no planeta. Já estamos morrendo por causa disso de mil e uma formas, direta e indiretamente. Seres humanos, animais, plantas, florestas, corais&#8230; Muitas formas de vida se foram para sempre e muitas outras mais desaparecerão&#8230;</p>
<p> Ok, mas isso tudo é o tal do &#8220;ponto pacífico&#8221;, o lugar comum ao qual todos chegamos (ou não?). O que eu acho urgente debater (e se possível colocar logo em prática), é como substituir o petróleo e reduzir drásticamente a utilização de automóveis particulares, sem com isso colapsar a indústria, as economias nacionais e o emprego mundo afora?</p>
<p> Não acredito numa escala progressiva de substituições porque isso, a meu ver, se baseia na dependência de um nível do conscientização local, nacional, mundial que só vejo atingidos quando for muito tarde. Quando as coisas já estiverem muito piores do que estão agora. Não vejo o povo, o cidadão comum, acomodado, descrente, tornando-se um militante da noite para o dia. Os governos e (ou), os cidadãos, só se tornarão maciçamente conscientes a este respeito diante de uma situação tão óbvia, que a reação será quase inútil. </p>
<p> O &#8220;sistema&#8221;, me parece, só reage à oportunidades para ganhar dinheiro. E &#8220;nós&#8221; estamos propondo (em última análise), simplesmente a descontinuação (ou redução drástica), da produção em massa de automóveis e da exploração de petróleo. </p>
<p> Estas indústrias controlam uma ampla rede de influência em todas as esferas (municipal, estadual, federal), em todos os países do mundo. Em outras palavras, tem gigantesca capacidade de &#8220;sensibilizar&#8221; qualquer governo e a opinião pública. Se não houver um caminho a seguir para aqueles que detem tamanho poder (e nenhum escrúpulo, ou objetivo a não ser lucro imediato), e, literalmente dominam nosso planeta, toda ação resultará apenas em um ideal romântico nunca atingido. Isto é, não basta estar certo, é preciso apontar caminhos. Caminhos para todos, inclusive aqueles que agora figuram como &#8220;inimigos&#8221;(*).</p>
<p>Um abraço,<br />
Fred<br />
(*) &#8211; Como alguém bem lembrou esta semana (no BlueBus), em uma reflexão sobre a indústria armamentista, os &#8220;inimigos&#8221; de hoje eram os amigos de ontem:<br />
 &#8220;&#8230;Nos últimos anos, décadas, a sociedade descobriu que &#8211; na maioria das vezes, involuntariamente &#8211; alguns produtos poderiam causar efeitos colaterais nao imaginados no começo da produçao. Sim, porque ninguém pode acreditar de fato que, quando alguém resolveu pegar aquele hábito de enrolar o tabaco para produzir uma sensaçao agradável ao “pitar”, industrializar o processo e comercializar o cigarro, sabia conscientemente que estaria produzindo algo que faria mal ao indivíduo. Ninguém pode afirmar que uma empresa que produz cigarros o faz com o objetivo de gerar doença. </p>
<p>Quando alguém perfura um solo, acha petróleo, refina, o faz explodir e movimentar máquinas, nao quer produzir poluiçao. O início do processo pressupoe, entre outras coisas, gerar energia. É este o objetivo da indústria petrolífera e nao a poluiçao&#8230;.&#8221;<br />
 Ou seja, não sabíamos que era um monstro, mas agora que sabemos, temos que descobrir como desmonta-lo (conclusão minha).<br />
PS.: O argumento do autor é que justamente, o mesmo argumento, não se aplica à indústria de armas, cujo produto sempre teve a mesma finalidade clara, matar.</p>
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		<title>Por: panoptico</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/freeride/2009/03/13/fechem-as-janelas/comment-page-1/#comment-853</link>
		<dc:creator>panoptico</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 13:28:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/freeride/?p=733#comment-853</guid>
		<description>As &quot;dicas&quot; de sempre... Além de se reduzirem a recomendações sem efeito, elas são bastante duvidosas. Deixar as janelas fechadas por exemplo, acho que não é uma boa. Circular o ar seria o melhor a fazer, caso se queira dar uma &quot;dica&quot; de prazo de validade imediato.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As &#8220;dicas&#8221; de sempre&#8230; Além de se reduzirem a recomendações sem efeito, elas são bastante duvidosas. Deixar as janelas fechadas por exemplo, acho que não é uma boa. Circular o ar seria o melhor a fazer, caso se queira dar uma &#8220;dica&#8221; de prazo de validade imediato.</p>
<p>Abraços!</p>
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