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01/12/2005 - 18:46

Freegans

Tem gente que é tão radical em sua “luta contra o sistema”, que faz de tudo para não compactuar com ele. É o caso dos Freegans.

Eles se recusam a ter atividades que causem ou dependam de sofrimento animal, trabalho infantil, desmatamento, aquecimento global, etc. Se recusam até a comprar alimentos, mesmos frutas e vegetais, porque eles foram transportados em caminhões que poluem o ar. Vivem de caronas, moram em prédios abandonados e o pior de tudo: obtém seus alimentos do lixo.

Lixo? Sim, eles comem lixo! Mas segundo o site, “os bens recuperados pelos freegans são seguros, usáveis, limpos e em condições perfeitas ou quase perfeitas”. Eles têm uma lista de lugares em várias cidades americanas que têm um lixo classe A. São lojas, bares, restaurantes, supermercados e buffets que descartam sobras aproveitáveis. Dão até dicas como: “logo que colocam na rua, a empresa de transporte de lixo já recolhe, por isso chegue às 9 da noite para melhores resultados”. Bon appetit!

Autor: Willian Cruz - Categoria(s): Sem categoria Tags:


4 comentários para “”

  1. Capitu disse:

    Essa idéia eles devem ter catado no lixo tb… :p
    http://capitu.blig.com.br

  2. Alexandre disse:

    Gostaria de colocar meu endereço no roteiro dos freegans. Ficaria feliz em saber que aquela metade de sanduiche que nao quis comer será aproveitada e reciclada.

  3. Cuca Jorge disse:

    Vivem de carona de carroça? Isso maltrataria animais. De carro? Ah, isso polui e causa aquecimento. De bike? Elas são feitas de alumínio, aço, plástico produzidos por indústrias que poluem… Bem, deve ser carona a pé. E sem tênis porque tm plástico, borracha…Parece o Greepeace que quer combater a produção mundial de PVC e vai enfrentar os balleiros com bote inflável (de PVC)

  4. ricardo disse:

    Excelente a reportagem sobre não pedalar na contra-mão. O tema é de suma importância, pois nós ciclistas praticantes, em especial eu, fico abismado com os ciclistas “amadores”, trabalhadores do dia-a-dia, pois estes no trânsito urbano não percebem ou não sabem das consequências do ato de trafegar na contra-mão. Mesmo em mão única os referidos costumam andar com as bikes como se estivessem em linha sinuosa, o que, ao meu ponto de vista torna-se mais perigoso. Na minha cidade (Resende) o ano passado morreram dois meninos atropelados, atropelando um caminhão (seria o mais correto), pois o ciclista ao olhar para o lado balançou a bike e teve a infelicidade de cair debaixo do caminhão. Então este também seria um ponto a ser pesquisado e passado para o leitor como orientação.

    Atenciosamente,

    Ricardo.

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