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	<title>Folha de Rascunho...</title>
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		<title>Sem Título&#8230;ainda&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 13:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Feita ontem de madrugada&#8230;perdido em conversas e imaginações virtuais&#8230;
Vejo sua imagem congelada em preto e branco
E lembro do tom sepia no teu rosto corado&#8230;
Tentei, porque o vento quis, ser teu amado
Mas veio dar-me uma rasteira o tempo claro e manco.
 
E o pesado ponteiro da vida faz seu terrível barulho
Pesado, seco, sem eco e sem perdão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feita ontem de madrugada&#8230;perdido em conversas e imaginações virtuais&#8230;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Vejo sua imagem congelada em preto e branco</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">E lembro do tom sepia no teu rosto corado&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Tentei, porque o vento quis, ser teu amado</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Mas veio dar-me uma rasteira o tempo claro e manco.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">E o pesado ponteiro da vida faz seu terrível barulho</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Pesado, seco, sem eco e sem perdão divinal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">E ouço somente as horas que morrem no cristo vitral,</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">No vidro e no cristal<span> </span>enterrados em meu entulho&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">&#8230;e vejo com os olhos sem foco a formiga que me passa</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Nos pêlos do braço esquerdo contra a orgânica pele,</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Pequeno ser destemido que às vezes de graça</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Recebe a morte distraída por alguém que não a zele,</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">E nem sabe se reconhece a dor e a incerteza da vida</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Mas sabe apreciar o momento do néctar na flor sorvida.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #000000">Marcelo P. Albuquerque</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Bjs a tdos!!</p>
<p class="MsoNormal">Témaisvê!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Falsa Esperança</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/12/15/falsa-esperanca/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 14:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se antes eu soubesse do teu sorriso falso
Não te daria o resto da minha felicidade.
Agora, sem ti, estou sempre em alarde
Pois a tristeza vive em meu encalço.
Maldita a tua presença que me palpita o peito
E nada posso fazer pra mudar tal engodo.
Vivo na ilusão de um dia ser seu todo,
Mas sei que nunca me queres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se antes eu soubesse do teu sorriso falso<br />
Não te daria o resto da minha felicidade.<br />
Agora, sem ti, estou sempre em alarde<br />
Pois a tristeza vive em meu encalço.</p>
<p>Maldita a tua presença que me palpita o peito<br />
E nada posso fazer pra mudar tal engodo.<br />
Vivo na ilusão de um dia ser seu todo,<br />
Mas sei que nunca me queres e me perdes a jeito.</p>
<p>Só tu sabes me guardar assim, maligna<br />
E fazer minh&#8217;alma parecer digna<br />
De puro escárnio vívido e existencial.</p>
<p>Me sinto agora um palhaço que chora sangue,<br />
Um lobo decapitado em espasmos, langue<br />
Pois, que eu, ninguém é mais sentimental&#8230;</p>
<p> </p>
<p>= P</p>
<p>témaisvê!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Quarto de Luz</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/12/09/o-quarto-de-luz/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 18:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Poesia bem recente&#8230;feita em homenagem&#8230;
 
De todas que já entraram em minha vida
Existem três luzes recentes que brilham com esplendor.
Parecem completar-se em tantos tons e cores
Que todo o resto parece não ter cor.
São três luzes distintas mas unidas,
Uma linda, leve e inefável,
Uma sempre armada com charme e sorriso.
Uma estúpida e porca&#8230;e agradável.
A minha própria luz se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poesia bem recente&#8230;feita em homenagem&#8230;</p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">De todas que já entraram em minha vida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Existem três luzes recentes que brilham com esplendor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Parecem completar-se em tantos tons e cores</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Que todo o resto parece não ter cor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">São três luzes distintas mas unidas,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Uma linda, leve e inefável,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Uma sempre armada com charme e sorriso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Uma estúpida e porca&#8230;e agradável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">A minha própria luz se expande em canto</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Quando alguma dessas luzes está por perto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">E se todos estamos juntos, congregados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">O quarteto iluminado está completo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Meu céu hoje é mais claro e mais brilhante</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">E quando a chuva cai é passageira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">À noite eu agradeço em samba e reza</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Por essas três estrelas derradeiras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">É um agradecimento de alma aberta</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Por tudo que passamos e passaremos,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Sem vergonha, medo, máscara ou dó</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Pois amizade e amor é o que temos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">E assim seguimos na diária luta</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Por sermos sempre sinceros e buscamos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Trazer felicidade uns aos outros&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Essas três luzes queridas que eu amo&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman">Marcelo P. Albuquerque</span></p>
<p>bom, é isso&#8230;falô!!</p>
<p>témaisvê!!</p>
<p>^^</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sem Título</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 11:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa poesia é antigassa&#8230;da época dark da vida de um adolescente&#8230;hehe&#8230;na verdade nem era tão dark pq eu me expressava pela poesia&#8230;eram só pensamentos efêmeros msmo&#8230;mas tá, aí vai&#8230;
Ah&#8230;ñ tem título, pra variar&#8230;
 
Como eu te odeio, ó vida cruel,
Por ter cultivado minha tristeza tanto,
Me encurralado em seu podre canto
E injetado em minhas veias seu fel.
Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa poesia é antigassa&#8230;da época dark da vida de um adolescente&#8230;hehe&#8230;na verdade nem era tão dark pq eu me expressava pela poesia&#8230;eram só pensamentos efêmeros msmo&#8230;mas tá, aí vai&#8230;</p>
<p>Ah&#8230;ñ tem título, pra variar&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Como eu te odeio, ó vida cruel,<br />
Por ter cultivado minha tristeza tanto,<br />
Me encurralado em seu podre canto<br />
E injetado em minhas veias seu fel.</p>
<p>Hoje não derramarei mais de meu pranto,<br />
Gozarei de experimentar da morte seu mel,<br />
Erguê-la-ei como lânguido troféu,<br />
Vestirei meu destino como a um manto.</p>
<p>Sim, te arrancarei de mim sem piedade,<br />
Não sentirei a nojenta saudade<br />
Que assola aqueles corações tão puros!</p>
<p>Virarei andarilho nos caminhos do mal.<br />
Parasitarei o mundo espectral<br />
Em seus sombrios becos escuros&#8230;</p>
<p>Marcelo P. Albuquerque</p>
<p> </p>
<p>é isso&#8230;témaisvê!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revolta</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/12/02/revolta/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa também é antiga, das épocas adolescentes&#8230;deve ser de 2002&#8230;
Lembro que tava no cursinho, acho que no PAS do 2º ano.
Bom, aí vai:
 
De saco cheio dessa labuta,
Desse suor esforçado pra nada
Que escrevo esse texto, essa piada
Pr`esses porcos nojentos, filhos da puta.
Não vou mais viver nesse conto de fada.
Não vou apanhar mais nessa luta.
Serei agora quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa também é antiga, das épocas adolescentes&#8230;deve ser de 2002&#8230;</p>
<p>Lembro que tava no cursinho, acho que no PAS do 2º ano.</p>
<p>Bom, aí vai:</p>
<p> </p>
<p>De saco cheio dessa labuta,<br />
Desse suor esforçado pra nada<br />
Que escrevo esse texto, essa piada<br />
Pr`esses porcos nojentos, filhos da puta.</p>
<p>Não vou mais viver nesse conto de fada.<br />
Não vou apanhar mais nessa luta.<br />
Serei agora quem executa<br />
Os que tudo tiveram de mão beijada.</p>
<p>Pra onde olho há pobreza<br />
(pessoas que não têm nada na mesa)<br />
E isso me faz ficar possesso!</p>
<p>Viva a democratização!!<br />
Viva o burguês! Se foda o peão&#8230;<br />
Onde estará nosso progresso?!<br />
Marcelo P. Albuquerque</p>
<p> </p>
<p>bom&#8230;é isso&#8230;témaisvê!!</p>
<p>mandem coisas e comentem!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Espelho, espelho meu&#8230;</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/27/espelho-espelho-meu/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 11:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/27/espelho-espelho-meu/</guid>
		<description><![CDATA[Essa também é antiga, daqueles tempos de patinho feio, Sofrimentos do Jovem Werther e Franz Kafka&#8230; = P
hehe&#8230;essa também participou de um concurso de poesia do SESC, ficou em 11ª&#8230;olha só, alguém simpatizou com o patinho feio aqui&#8230;
 
Olho o espelho parado, perplexo,
Estático, analisando cada pedaço;
Falange, pulso, deformado antebraço
E pasmo me enojo com o asqueroso reflexo.
Estranho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa também é antiga, daqueles tempos de patinho feio, Sofrimentos do Jovem Werther e Franz Kafka&#8230; = P</p>
<p>hehe&#8230;essa também participou de um concurso de poesia do SESC, ficou em 11ª&#8230;olha só, alguém simpatizou com o patinho feio aqui&#8230;</p>
<p> <br />
Olho o espelho parado, perplexo,<br />
Estático, analisando cada pedaço;<br />
Falange, pulso, deformado antebraço<br />
E pasmo me enojo com o asqueroso reflexo.</p>
<p>Estranho formato nada preciso.<br />
Alusão ao pensamento tão kafkiano,<br />
Paradigma vital, morbidamente insano,<br />
Pesadelo concretizado de Narciso.</p>
<p>Grotesca criatura sem expressão,<br />
Em seu corpo uma enfática pulsação<br />
O extrai de um estado de tepidez.</p>
<p>E em frente ao espelho se encarando,<br />
Em estranhas idéias postulando<br />
A razão de sua inútil lucidez.</p>
<p>Marcelo p. Albuquerque</p>
<p> </p>
<p>Bom, é isso aí&#8230;témaisvê!!</p>
<p>mandem coisas!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Monólogo de um Vampiro</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/26/monologo-de-um-vampiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 13:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/26/monologo-de-um-vampiro/</guid>
		<description><![CDATA[então&#8230;essa é véia&#8230;fiz quando li Drácula. Deve ser de 2003&#8230;
Ouço uivos de lobos, tão distante,
E o som desta matilha me consome.
E controlando tudo ao meu redor, me some
O controle do meu corpo, meu semblante.
Posso evaporar no vão da noite
E andar pelas ruas sem destino.
Os gritos inocentes são meu hino,
Com todas mulheres faço açoite.
Sobrevivo do sangue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>então&#8230;essa é véia&#8230;fiz quando li Drácula. Deve ser de 2003&#8230;</p>
<p>Ouço uivos de lobos, tão distante,<br />
E o som desta matilha me consome.<br />
E controlando tudo ao meu redor, me some<br />
O controle do meu corpo, meu semblante.</p>
<p>Posso evaporar no vão da noite<br />
E andar pelas ruas sem destino.<br />
Os gritos inocentes são meu hino,<br />
Com todas mulheres faço açoite.</p>
<p>Sobrevivo do sangue amargurado<br />
E no constante ébrio de um amado,<br />
Sigo este viver transcendental.</p>
<p>Intemporal errante, morto-vivo.<br />
Somente saio à noite e já lascivo<br />
Sacio minha libido de imortal.</p>
<p>Marcelo P. Albuquerque</p>
<p>Bom, é isso aí&#8230;témaisvê!!</p>
<p>mandem poesias, imagens, qqer coisa de vcs&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para Lu Ramires</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/23/para-lu-ramires/</link>
		<comments>http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/23/para-lu-ramires/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 13:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/folhaderascunho/2008/11/23/para-lu-ramires/</guid>
		<description><![CDATA[A Lu foi minha 1ª amiga, e a melhor amiga. Vivemos uns 10 anos juntos, grudados&#8230;a conheci com uns 3 anos e com uns 13 começamos a nos afastar, por motivos infantis e mesmo sem perceber. Enfim, acordei com saudades dela porque até hoje é muito querida por mim&#8230;
 
Você era minha menina, e eu não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lu foi minha 1ª amiga, e a melhor amiga. Vivemos uns 10 anos juntos, grudados&#8230;a conheci com uns 3 anos e com uns 13 começamos a nos afastar, por motivos infantis e mesmo sem perceber. Enfim, acordei com saudades dela porque até hoje é muito querida por mim&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Você era minha menina, e eu não sabia.</p>
<p>Só por ti eu brigava, quebrava os lápis, chutava as canelas.</p>
<p>Os meninos te xingavam e eu ficava indignado,</p>
<p>As meninas te excluíam e lá ia eu reclamar com elas.</p>
<p>Brincávamos na rua, dividíamos os lanches,</p>
<p>Corríamos da chuva&#8230;nossos poucos anos de idade.</p>
<p>Te amava sem condições, só porque sim e pronto.</p>
<p>Tempo juvenil que me marca com saudade.</p>
<p>Hoje, afastados pelo nada, lembro de ti com um sorriso,</p>
<p>Foi isso que você me deixou, felicidade infantil.</p>
<p>Espero não ter te magoado ou te afastado de mim</p>
<p>Meu primeiro e puro amor, dentre tantos outros mil.</p>
<p>Já escrevi tantos poemas para pessoas que passaram</p>
<p>Que me pergunto por que nunca escrevi um para ti&#8230;</p>
<p>Mas vejo que é complicado pois é um mar de experiências</p>
<p>E sentimentos profundos fundamentados em si&#8230;</p>
<p>Te deixo aqui alguns versos, uma pequena homenagem</p>
<p>Por tudo que passamos, por todas as coisas que olhei.</p>
<p>Muito obrigado pelos dias, pelos ventos quentes no rosto,</p>
<p>Por tudo enfim, primeira pessoa que amei&#8230;</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Marcelo P. Albuquerque</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p>bom, é isso&#8230;beijos pra lu se ela um dia ver isso&#8230;não tenho mais contato com ela&#8230;nenhum tipo, infelizmente&#8230;</p>
<p> </p>
<p>témaisvê!</p>
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		<title>A Falta&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 14:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Poesia um pouco antiga&#8230;não lembro de quando.
Sim, o que me disseste foi a verdade,
A saudade me veio em um triste som
Longínquo de um tango em semitom
De melancolia, sonho e ansiedade.
Como é penoso lembrar de ti agora
Que nem posso comunicar a tua falta.
O teu sorriso da memória viva salta
À margem de uma imagem de outrora.
Ah&#8230;se ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poesia um pouco antiga&#8230;não lembro de quando.</p>
<p>Sim, o que me disseste foi a verdade,<br />
A saudade me veio em um triste som<br />
Longínquo de um tango em semitom<br />
De melancolia, sonho e ansiedade.</p>
<p>Como é penoso lembrar de ti agora<br />
Que nem posso comunicar a tua falta.<br />
O teu sorriso da memória viva salta<br />
À margem de uma imagem de outrora.</p>
<p>Ah&#8230;se ao menos pudesses ler este poema<br />
Neste momento, quando escrevo com a pena<br />
Que já regou folhas com outros sentimentos meus,</p>
<p>Seria o mais feliz dentre os mortais.<br />
E nada mais me importaria, nem os ais<br />
De Werther, de Camões ou de Romeu&#8230;</p>
<p><em><strong>Marcelo P. Albuquerque</strong></em></p>
<p>bom, é isso témaisvê!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Presença marcada</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelop.albuquerque@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mal começamos o blog e já tem uma poesia de uma pessoa querida.
 
O &#8220;P&#8221; que dói, que arde
Que faz parte
Sentimento quente, sentimento frio
Que me dá calafrios
Que sofre, parte
Racha, destrói, chora
Perca. Perde-se!
Perde-se a paixão
Perde-se o coração
Perde-se a alegria, a vida
Perde-se tudo
Acabou-se o mundo
O nosso mundo
A melodia toca triste
Numa valsinha pertubada
Numa serenata
Ao velório desse sentimento
O cinza invade
As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mal começamos o blog e já tem uma poesia de uma pessoa querida.</p>
<p> </p>
<p>O &#8220;P&#8221; que dói, que arde<br />
Que faz parte<br />
Sentimento quente, sentimento frio<br />
Que me dá calafrios<br />
Que sofre, parte<br />
Racha, destrói, chora<br />
Perca. Perde-se!<br />
Perde-se a paixão<br />
Perde-se o coração<br />
Perde-se a alegria, a vida<br />
Perde-se tudo<br />
Acabou-se o mundo<br />
O nosso mundo<br />
A melodia toca triste<br />
Numa valsinha pertubada<br />
Numa serenata<br />
Ao velório desse sentimento<br />
O cinza invade<br />
As cores se foram<br />
O dia dança com o vento a fazer sol<br />
A fazer chuva<br />
Chuva!<br />
Chove fora. Há uma tempestade que alvoroça<br />
De dentro pra fora<br />
Vá embora<br />
Porque essa foi a sua decisão<br />
Escolhi me entregar<br />
Você escolheu fugir, negar<br />
Me rejeitar<br />
Reneguemos esse sentimento<br />
Em prol da felicidade<br />
Que pode não vir agora<br />
Mas que amanhã, ou depois<br />
Quem sabe?<br />
Pode estar comigo<br />
Feliz vida, então!<br />
Pra mim e pra você<br />
Que eu me vou<br />
Pintar o cinza<br />
De colorido do céu<br />
E jogar fora esse &#8220;P&#8221;<br />
Que não me serve mais de pincel</p>
<p>(novembro/08)</p>
<p><strong><em>Deise Rocha</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p>comentem pessoal&#8230;é isso&#8230;</p>
<p>témaisvê!</p>
]]></content:encoded>
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