15/12/2008 - 12:16
Se antes eu soubesse do teu sorriso falso
Não te daria o resto da minha felicidade.
Agora, sem ti, estou sempre em alarde
Pois a tristeza vive em meu encalço.
Maldita a tua presença que me palpita o peito
E nada posso fazer pra mudar tal engodo.
Vivo na ilusão de um dia ser seu todo,
Mas sei que nunca me queres e me perdes a jeito.
Só tu sabes me guardar assim, maligna
E fazer minh’alma parecer digna
De puro escárnio vÃvido e existencial.
Me sinto agora um palhaço que chora sangue,
Um lobo decapitado em espasmos, langue
Pois, que eu, ninguém é mais sentimental…
Â
= P
témaisvê!!
Autor: marcelop.albuquerque@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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09/12/2008 - 16:29
Poesia bem recente…feita em homenagem…
Â
De todas que já entraram em minha vida
Existem três luzes recentes que brilham com esplendor.
Parecem completar-se em tantos tons e cores
Que todo o resto parece não ter cor.
São três luzes distintas mas unidas,
Uma linda, leve e inefável,
Uma sempre armada com charme e sorriso.
Uma estúpida e porca…e agradável.
A minha própria luz se expande em canto
Quando alguma dessas luzes está por perto.
E se todos estamos juntos, congregados
O quarteto iluminado está completo.
Meu céu hoje é mais claro e mais brilhante
E quando a chuva cai é passageira.
À noite eu agradeço em samba e reza
Por essas três estrelas derradeiras.
É um agradecimento de alma aberta
Por tudo que passamos e passaremos,
Sem vergonha, medo, máscara ou dó
Pois amizade e amor é o que temos.
E assim seguimos na diária luta
Por sermos sempre sinceros e buscamos
Trazer felicidade uns aos outros…
Essas três luzes queridas que eu amo…
Â
Marcelo P. Albuquerque
bom, é isso…falô!!
témaisvê!!
^^
Autor: marcelop.albuquerque@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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09/12/2008 - 09:46
Essa poesia é antigassa…da época dark da vida de um adolescente…hehe…na verdade nem era tão dark pq eu me expressava pela poesia…eram só pensamentos efêmeros msmo…mas tá, aà vai…
Ah…ñ tem tÃtulo, pra variar…
Â
Como eu te odeio, ó vida cruel,
Por ter cultivado minha tristeza tanto,
Me encurralado em seu podre canto
E injetado em minhas veias seu fel.
Hoje não derramarei mais de meu pranto,
Gozarei de experimentar da morte seu mel,
Erguê-la-ei como lânguido troféu,
Vestirei meu destino como a um manto.
Sim, te arrancarei de mim sem piedade,
Não sentirei a nojenta saudade
Que assola aqueles corações tão puros!
Virarei andarilho nos caminhos do mal.
Parasitarei o mundo espectral
Em seus sombrios becos escuros…
Marcelo P. Albuquerque
Â
é isso…témaisvê!!
Autor: marcelop.albuquerque@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/12/2008 - 15:44
Essa também é antiga, das épocas adolescentes…deve ser de 2002…
Lembro que tava no cursinho, acho que no PAS do 2º ano.
Bom, aà vai:
Â
De saco cheio dessa labuta,
Desse suor esforçado pra nada
Que escrevo esse texto, essa piada
Pr`esses porcos nojentos, filhos da puta.
Não vou mais viver nesse conto de fada.
Não vou apanhar mais nessa luta.
Serei agora quem executa
Os que tudo tiveram de mão beijada.
Pra onde olho há pobreza
(pessoas que não têm nada na mesa)
E isso me faz ficar possesso!
Viva a democratização!!
Viva o burguês! Se foda o peão…
Onde estará nosso progresso?!
Marcelo P. Albuquerque
Â
bom…é isso…témaisvê!!
mandem coisas e comentem!!
Autor: marcelop.albuquerque@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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