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	<title>Fifties</title>
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	<description>Mulheres de 50 apaixonadas pela vida</description>
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		<title>De saias curtas e justas</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 12:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lélia.A</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Doca Street]]></category>
		<category><![CDATA[Geisy Arruda]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na série “Joga-Pedra-Na-Geni”, sempre tem episódio novo. Quando eu tinha 20 anos, Doca Street assassinou a amante Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, e foi inocentado no primeiro julgamento sob o argumento da defesa da honra, pois teria sido traído. A população reagiu e em novo julgamento ele foi preso, condenado por homicídio. Agora passei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/37442197@N03/3837687978/"><img class="alignnone size-full wp-image-411" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/11/Saia-curta_Crest-of-the-wav.jpg" alt="Saia-curta_Crest-of-the-wave" width="400" height="511" /></a></p>
<p>Na série “Joga-Pedra-Na-Geni”, sempre tem episódio novo. Quando eu tinha 20 anos, Doca Street assassinou a amante Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, e foi inocentado no primeiro julgamento sob o argumento da defesa da honra, pois teria sido traído. A população reagiu e em novo julgamento ele foi preso, condenado por homicídio. Agora passei dos 50 e vem à tona mais um capítulo da série na saia curta que fez a estudante de turismo Geisy Arruda ser hostilizada e agredida pelos colegas na Uniban, em São Paulo, há algumas semanas.</p>
<p>A saia curta anda provocando saia justa nas rodas de conversas. Não há quem não condene o comportamento dos jovens que a insultaram, assim como a insanidade da Uniban, a instituição educacional que demonstrou não entender nada de educação. O problema é que a condenação vem acompanhada do mesmo machismo moralista que provocou a situação. Muitos, homens e mulheres, não resistem ao comentário: “Mas a moça também não tinha noção, aquela roupa&#8230; também tá na cara, é só ver o tipo&#8230; não que isso justifique a coisa, mas era evidente&#8230;”</p>
<p>Os dois lados erraram, entendem esses “ponderados” interlocutores. E simplesmente não entra na cabeça deles que os tais dois lados não se equivalem na história. O look moça insinuante, ar erótico, roupa provocante simplesmente não pode ser sinônimo de possibilidade de agressão, desrespeito, preconceito. A mesma “ponderação” deve ter motivado, tempos atrás, aqueles garotos de classe média carioca a bater em uma mulher, empregada doméstica, que esperava à noite seu ônibus depois de deixar o trabalho. E a garota que assassinou os pais em São Paulo com a ajuda do namorado e seu irmão? Teve gente que “pressentiu” que ela estava envolvida no crime ao vê-la com “aquela roupinha, barriga de fora, calça baixa” no enterro da família.</p>
<p>O ponto que amarra essas manifestações não é mesmo a figura da Geni? E a Geni, como canta o Chico Buarque, é boa de cuspir! Ela “pede” pra ser maltratada, chama a si a maldade, perversidade, o preconceito. Assim como o gay, o negro, o pobre, os excluídos e minorias em geral.</p>
<p>E é ainda mais surpreendente ouvir comentários do gênero em ambientes educados. Falta educação?</p>
<p>Talvez um mérito de acontecimentos como esses seja o de tirar do armário o machismo que só espera oportunidade para se manifestar. Fala-se, discute-se, e isso é bom. Igualmente positivo é que certos dados vêm à tona:</p>
<p>A proporção de mulheres que frequentam a escola no Brasil é maior que a dos homens em todos os níveis de ensino, superior inclusive. As mulheres apresentam melhor desempenho e frequência (UNIFEM &#8211; Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher no Brasil)</p>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Apenas 11, 5% das 500 maiores empresas brasileiras são dirigidas por mulheres e menos de 1% por executiva negra (Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil 2009)</p>
<p>O que acontece com a educação?</p>
<p>A Suécia, país com cerca de 9 milhões de habitantes, supera EUA, França, Japão e Itália no investimento em educação. A taxa de analfabetismo lá é menor que 5% (dado de 2002). Mas veja o que jornalista sueco Stieg Larsson, um militante dos direitos humanos, registra sobre as suecas em “Os homens que não amavam as mulheres”, primeiro volume de sua trilogia <em>Millennium</em>:</p>
<p>18% das mulheres foram ameaçadas por um homem pelo menos 1 vez na vida<br />
40% das mulheres sofreram violência de um homem<br />
13% das mulheres foram vítimas de violências sexuais cometidas fora de uma relação sexual<br />
92% das mulheres que sofreram violências sexuais após uma agressão não apresentaram queixa à polícia</p>
<p>Ao comentar o fato com um amigo, ouvi: “Ah, não dá para confiar em estatística na Suécia. Os caras perguntam se a mulher já tomou um empurrão, levou um tapinha e aí aparece na estatística como mulher que apanha do marido”.</p>
<p>Ah, então tá&#8230; Será que vale para todas as estatísticas num dos países mais desenvolvidos do mundo?</p>
<p>____________________________________________________________________________</p>
<p>A foto da saia curta é do photostream de <a title="http://www.flickr.com/photos/37442197@N03/" href="http://www.flickr.com/photos/37442197@N03/" target="_blank">Crest of the Wave</a>, no Creative Commons do Flickr</p>
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		<title>Fonte da juventude</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adília Belotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas idéias]]></category>
		<category><![CDATA[AP]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[labioplastia]]></category>
		<category><![CDATA[New warning on 'perfect vaginas']]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento vaginal]]></category>

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		<description><![CDATA[Li ontem um alerta da Associated Press sobre o risco das cirurgias de &#8220;rejuvenescimento vaginal&#8221;.  Leio hoje na BBC que cientistas japoneses criaram técnica para ‘rejuvenescer’ óvulos de mulheres mais velhas, ou seja, eles usam materiais de óvulos de mulheres, misturam com os das mulheres mais velhas e o resultado são bebês com duas mães e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li ontem um alerta da <a title="'Designer vagina' surgery warning: Associated Press" href="http://www.google.com/hostednews/ukpress/article/ALeqM5iSSsgO51x1CuU9R96TSZI9eZjNOA" target="_blank">Associated Press </a>sobre o risco das cirurgias de &#8220;rejuvenescimento vaginal&#8221;.  Leio hoje na <a title="Cientistas japoneses criam técnica para ‘rejuvenescer’ óvulos de mulheres mais velhas " href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/11/091112_ovulos_pesquisa_rw.shtml" target="_blank">BBC</a> que cientistas japoneses criaram técnica para ‘rejuvenescer’ óvulos de mulheres mais velhas, ou seja, eles usam materiais de óvulos de mulheres, misturam com os das mulheres mais velhas e o resultado são bebês com duas mães e um pai biológicos!</p>
<p>Aparentemente, a comunidade científica está preocupada porque o número de cirurgias vaginais (labioplastias) cosméticas, apenas para diminuir o tamanho dos grandes lábios, está aumentando na Europa e nos EUA e não existem evidências de que essa busca pela vagina perfeita seja realmente segura, ao contrário, trata-se de uma mutilação cujos efeitos ainda não são completamente conhecidos.</p>
<p>Já a técnica dos cientistas japoneses deve servir para estender por tempo ainda maior a possibilidade das mulheres engravidarem, assim, a rigor, poderíamos ter filhos já quando estivéssemos nos sentindo mais para &#8220;avós&#8221;&#8230;.</p>
<p>Fiquei imaginando&#8230;mas desisti! Vou para o telhado pensar no violinista e tentar apagar a imagem de um mundo feito de vaginas perfeitas e de mães-avós da minha cabeça&#8230;</p>
<p>O que você acha?</p>
<p><a title="New wraning against the &quot;perfect vaginas&quot;" href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8352711.stm" target="_blank">Leia aqui uma notícia da BBC sobre as &#8220;vaginas perfeitas&#8221;</a></p>
<p><a title="Cientistas japoneses criam técnica para ‘rejuvenescer’ óvulos de mulheres mais velhas " href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/11/091112_ovulos_pesquisa_rw.shtml" target="_blank">E aqui a matéria da BBC Brasil sobre a técnica de rejuvenescimento de óvulos dos médicos japoneses</a></p>
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		<title>Os favoritos do Fifties</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/fifties/2009/11/10/os-favoritos-do-fifties/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adília Belotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas idéias]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[blogs de mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[topten]]></category>

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		<description><![CDATA[

Todo blog que se preza tem sua lista de top10 e seus favoritos de todos os tipos. E não é isso mesmo a web? Todas as informações estão aqui, a gente navega pelas escolhas e filtros das nossas almas gêmeas virtuais&#8230;
De todo modo, este blog não foge à regra&#8230;
Só não queríamos que a lista fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_387" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://www.flickr.com/photos/traci_b/"><img class="size-full wp-image-387" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/11/favorite-blogs_Tracy-Brenna.jpg" alt="Favorite blogs por Traci Brennan" width="400" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Favorite blogs por Traci Brennan</p></div>
</div>
<p>Todo blog que se preza tem sua lista de <em>top10</em> e seus favoritos de todos os tipos. E não é isso mesmo a web? Todas as informações estão aqui, a gente navega pelas escolhas e filtros das nossas almas gêmeas virtuais&#8230;</p>
<p>De todo modo, este blog não foge à regra&#8230;</p>
<p>Só não queríamos que a lista fosse coisa pronta e acabada. Aos 50, um pouco antes, um pouco depois, as verdades provisórias, aquelas que a gente vai colocando pelo caminho apenas para firmar o pé, antes do próximo passo, essas parecem tão mais <em>friendly</em>&#8230;</p>
<p>Por isso, aqui vai uma primeira lista dos nossos espaços favoritos na web.</p>
<ul>
<li>Kátia Lessa é repórter da Revista TRIP, colabora com o site da TPM e neste blog , <a title="http://kakaos.wordpress.com" href="http://kakaos.wordpress.com" target="_blank">Kakaos</a>, salva notícias condenadas a morte.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>A nutricionista Marcia Daskal adora comer e garante que &#8220;nunca concordou em ter que cortar coisas gostosas da alimentação e classificar os alimentos como bons ou ruins&#8221;. No <a title="http://panelinha.ig.com.br/site_novo/meuBlog/marciadaskal" href="http://panelinha.ig.com.br/site_novo/meuBlog/marciadaskal" target="_blank">seu blog</a>, dentro do site Panelinha ela compartilha dicas, informações e conselhos</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>E por falar em adorar comer, navegar no <a title="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/" href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/" target="_blank">Comidinhas</a>, da Ale Blanco, é o melhor aperitivo do mundo! Recomendação: use imediatamente antes de escolher onde almoçar ou jantar porque as dicas da Ale costumam abrir o apetite&#8230;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Queríamos achar blogs de cinquentonas, mas que difícil! Assumido, descobrimos o <a title="http://opontodevistadeligialeal.blogspot.com/" href="http://opontodevistadeligialeal.blogspot.com/" target="_blank">Ponto de Vista </a>da jornalista Lígia Leal, que comenta a partir de sua Maringá, as coisas do mundão lá fora!</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>OK, o Gabeira não é um cinquentão, mas já combinamos desde o início deste blog que seriam &#8220;50, um pouco antes um pouco depois&#8221;, então o <a title="http://www.gabeira.com.br/" href="http://www.gabeira.com.br/" target="_blank">blog do Gabeira</a>, com seus quase 70 anos, cabe na categoria &#8220;Blogs de Cinquentões&#8221;, certo? Além disso, você não pode deixar de ler os comentários dele sobre as Olimpíadas no Rio de Janeiro, seu último post&#8230;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><a title="http://www.miriangoldenberg.com.br/" href="http://www.miriangoldenberg.com.br/" target="_blank">Mirian Goldenberg </a>é antropóloga, especializada em questões de gênero, que ela explora daquele jeito gostoso, sem &#8221;falas difíceis&#8221; e  que faz a gente ler e achar que &#8220;entendeu tudo&#8221;. No site, dá para acessar os artigos dela publicados em jornais e revistas e trabalhos mais acadêmicos para download, enfim, um mundão de idéias para explorar na área de relacionamentos entre homens e mulheres.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Mais uma &#8220;fiftie&#8221;, lembram dela? A Claire, fotógrafa, apaixonada por polvos e corpos humanos! Seu blog visual está no Deviantart, chama-se <a title="www.poivre.deviantart.com" href="www.poivre.deviantart.com" target="_blank">Poivre</a>.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>E <a title="http://aquarelart.blogspot.com/" href="http://aquarelart.blogspot.com/" target="_blank">Rosália Lerner</a>, de 57 anos, ilustradora e aquarelista, que faz um blog onde os dias são cores e imagens de sonho! Ah, e embora não a conheça, temos uma paixão comum&#8230;os óculos!</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>O <a title="Fio do Bigode" href="http://blig.ig.com.br/fiodobigode" target="_blank">Fio do Bigode</a>, com suas &#8220;opiniões livres, honestas mas não isentas&#8221;, é o melhor do mau-humor na web!</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>As dicas de beleza de <a title="http://celiapardi.blogspot.com/" href="http://celiapardi.blogspot.com/" target="_blank">Célia Pardi</a></li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>O mais fofo: <a title="http://entremaeefilha.blogspot.com/" href="http://entremaeefilha.blogspot.com/" target="_blank">Nina e Laura</a>, mãe e filha&#8230;mas a Laura foi viver sua adolescência e ficou a Nina falando daquelas coisas &#8220;entre mãe e filha&#8221;, ou seja, de quase tudo!</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Adoro quando acho blogueiros que tem vocação para postar as miudezas da vida! São blogs que mantem seu jeito original, de diário, mistura de exibição e intimidade, fresta&#8230;Esse, é da Bebel, <a title="http://bebelfazamao.blogspot.com/" href="http://bebelfazamao.blogspot.com/" target="_blank">Feito à mão</a>.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>E quando os blogs crescem tanto que nem cabem mais na categoria! Arianna Huffington, uma <em>fiftie </em>de origem grega, é co-fundadora do Huffington Post, um jornal online feito por blogueiros do naipe de Obama e Hillary Clinton. Foi de direita, migrou para a &#8220;esquerda&#8221;, combateu a candidatura de Arnold Schwarzenegger para o governo da Califórnia, e, evidente, mantem <a title="http://www.huffingtonpost.com/arianna-huffington" href="http://www.huffingtonpost.com/arianna-huffington" target="_blank">um blog sobre política e atualidades </a>no Huffington Post.  </li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Ou quando eles deixam de ser só blogs e viram uma rede? E escapam para o mundo real? E viram outra coisa, juntam gente em volta, fazem e acontecem&#8230;é assim o <a title="http://www.ladybugbrazil.com/" href="http://www.ladybugbrazil.com/" target="_blank">LadybugBrasil</a> da jornalista Joana Freitas.</li>
</ul>
<p>E tem outros, tantos outros! Como dissemos no começo, essa é uma lista provisória e deve ficar assim, sempre&#8230;blogs são viajantes, à mercê dos ventos que empurram seus autores!</p>
<p>_____________________________________________________________________________________</p>
<p><em>A foto com ar vitoriano é de </em><a title="http://www.flickr.com/people/traci_b" href="http://www.flickr.com/people/traci_b" target="_blank"><em>Traci Brennan</em></a><em>, do Creative Commons do Flickr</em></p>
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		<item>
		<title>Palestras sobre Saúde da Mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adília Belotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas idéias]]></category>
		<category><![CDATA[dr. Roberto Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Femme Campanha de Saúde da Mulher 2009]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer o próprio corpo é um desafio para as mulheres. Estamos sempre tentando entender, explicar ou dar algum sentido para nossas metamorfoses: esse corpo cheio de altos e baixos, inundado de hormônios, desejos, aflições, &#8220;ando chorona, doutor&#8221;, &#8220;é a progesterona&#8221;, &#8220;hummmm, quem diria, progesterona?&#8221; Aprendemos a reconhecer ciclos, a antecipar e a driblar os padrões. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecer o próprio corpo é um desafio para as mulheres. Estamos sempre tentando entender, explicar ou dar algum sentido para nossas metamorfoses: esse corpo cheio de altos e baixos, inundado de hormônios, desejos, aflições, &#8220;ando chorona, doutor&#8221;, &#8220;é a progesterona&#8221;, &#8220;hummmm, quem diria, progesterona?&#8221; Aprendemos a reconhecer ciclos, a antecipar e a driblar os padrões. E dá-lhe prímula contra a TPM, shiatsu para dor de cabeça no meio do ciclo, ponstan para cólica&#8230;</p>
<p>Mais do que tudo, no entanto, esse conhecer o próprio corpo é um conhecer-se, feito de explorar nuances e de mergulhar em mistérios, de conhecimento e de informação.</p>
<p>No dia 14 de novembro, o <em>Femme, Laboratório da Mulher</em>, clínica de diagnósticos em São Paulo, especializada no atendimento do público feminino, vai reunir professores, médicos e especialistas de várias áreas para falar exatamente de Saúde da Mulher. O encontro vai ser no MAM, dentro do Parque do Ibirapuera, é grátis e dura o dia inteiro. São palestras e debates sobre todos aqueles temas que nos tiram o sono, como TPM, gravidez, libido, prevenção do câncer e, pensando mais nas <em>Fifties</em>, saúde e sexualidade na 3a. idade.</p>
<p>Aliás, o <em>Fifties</em> aproveitou a chance do evento e foi perguntar para o dr. Rogério Ramires, diretor do <em>Femme</em> e especialista em Patologia do Trato Genital Inferior pela Sociedade Brasileira de Medicina, se existiria algum coquetel de “bem-estar”, aquela receitinha mágica que deveríamos incluir logo no café da manhã e que nos ajudaria a viver uma menopausa feliz.</p>
<p>Para o doutor Ramires, &#8220;é a possibilidade de repor os hormônios que vamos perdendo com a menopausa que representa uma verdadeira revolução&#8221;. Ou seja, viva a reposição hormonal. Achou fácil? Pois é, mas nem só de equilíbrios químicos se faz a tal longevidade feliz.  &#8221;Os principais alicerces da qualidade de vida são a boa alimentação, a prática de exercícios físicos regularmente, o lazer, o sono e o gerenciamento do stress. Esses bons hábitos é que vão levar a pessoa a ter saúde, muito mais que qualquer medicação&#8221;, ensina o doutor Ramires. Notou a palavra &#8220;hábito&#8221;? Deu para sentir o peso disso que ele chamou de &#8220;gerenciamento do stress&#8221;?</p>
<p>Por essas e por outras tantas, organize-se para no dia 14, se estiver em São Paulo, ir até o MAM assistir às palestras e participar dos debates. Ah, e aquele meu amigo, dr. Roberto Cardoso, professor da Faculdade de Obstetrícia da UNIFESP, que desenvolveu um projeto incrível de meditação com gestantes, vai estar lá para dar uma aula sobre o assunto.</p>
<p><strong>Veja a programação no quadro aí embaixo e cadastre-se para participar clicando neste </strong><a title="Femme, Saúde da Mulher 2009" href="http://www.laboratoriodamulher.com.br/novosite/evento.htm" target="_blank"><strong>link</strong></a></p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://www.laboratoriodamulher.com.br/novosite/evento.htm"><img class="size-full wp-image-380" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/11/FEMME-Laboratório-da-Mulh.jpg" alt="Campanha Saúde da Mulher 2009" width="400" height="1432" /></a><p class="wp-caption-text">Campanha Saúde da Mulher 2009</p></div>
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		<item>
		<title>A onda que causa arrepios</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/31/a-onda-que-causa-arrepios/</link>
		<comments>http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/31/a-onda-que-causa-arrepios/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 22:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lélia.A</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[33ª Mostra Internacional de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A Onda]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Os Famosos]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os adolescentes andam em várias cenas no cinema. Um jovem cineasta paulistano trata dos sentimentos intensos dessa fase da vida no filme Os Famosos, parte da 33ª Mostra Internacional de Cinema na capital paulistana. Os mesmos sentimentos estão na base de A Onda, filme alemão de 2008 em exibição agora, apoiado em livro do mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-370" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/diewelle.jpg" alt="diewelle" width="395" height="432" /></p>
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<p>Os adolescentes andam em várias cenas no cinema. Um jovem cineasta paulistano trata dos sentimentos intensos dessa fase da vida no filme <em>Os Famosos</em>, parte da 33ª Mostra Internacional de Cinema na capital paulistana. Os mesmos sentimentos estão na base de <strong>A Onda, filme alemão de 2008</strong> em exibição agora, apoiado em livro do mesmo nome.</p>
<p>Consta que o livro, sucesso há 20 anos, tem fonte em uma <strong>história real ocorrida em 1967, na Califórnia,</strong> <strong>quando um professor de história tentava explicar o nazismo a alunos de ensino médio</strong>. Na vida real e no filme, uma experiência pedagógica criativa ganhou dimensões de arrepiar por conta de vaidades, carências e buscas de sentido para a vida &#8212; o que ronda a existência de todos não apenas na fase em que se é jovem.</p>
<p><strong>A atualidade de <em>A Onda</em> é que incomoda, ao partir de um sentimento que parece natural e global. Um certo tédio que leva as pessoas a topar qualquer coisa para escapar das mesmices da vida.</strong> Bons exemplos estão em vídeos que circulam pela rede mostrando, em uma estação de trem e em uma praça, gente dançando e cantando em resposta a um estímulo bem armado. É realmente animador. No meio do rush, uma música começa a tocar, um grupo começa a dançar e, em minutos, as pessoas largam suas bolsas, casacos, sacolas e se entregam ao momento de união e diversão.</p>
<p><strong>O mundo só precisa mesmo de uma boa desculpa para se encontrar – para o bem que acaba mal ou para o mal que pode acabar bem.</strong></p>
<p>A questão está na facilidade de se entrar em uma onda, principalmente quando se é um estudante ávido por compreender o mundo, como no filme. Nessa fase, ideologias de todas as direções podem entrar na cabeça sem ponderações ou nuances. <strong>O que atrai é a possibilidade de se engajar, pertencer a algo, ganhar uma identidade</strong>. E bastam desculpas ou propósitos bem fundamentados, como contribuir para um mundo melhor, eliminar as injustiças e desigualdades, para a maioria dos jovens em cena caírem feito patos na história.</p>
<p>Inocentes, coitadinhos? Nada disso. Tudo é devidamente dito, combinado, proposto, aceito. Responsabilidades compartilhadas. Ninguém conta, no entanto, com as motivações subjetivas, às vezes inconscientes, das pessoas. É nesse ponto que as causas podem desandar. No filme, <strong>a Onda desanda por conta, principalmente, de um jovenzinho que tem grande necessidade de agradar </strong>para ser aceito. À medida que os agrados compensam, ele experimenta a sensação de poder, e não quer mais nada da vida. É o boi cego e doente de uma manada míope, sem crítica.</p>
<p>Há outros aspectos no filme e na vida a considerar, mas a questão do poder é fatal. Sobre o tema, lembro de um vídeo que mostra uma aula sobre religiões. Um aluno pergunta ao professor se existe algum povo que não acredita em Deus. “É impossível”, diz o mestre. Como assim? Qualquer criança, em qualquer cultura, brinca com essa idéia sem que ninguém precise lhe ensinar. <strong>A idéia de Deus se expressa desde cedo no garotinho ou garotinha que usa seu brinquedo para criar um todo-poderoso-salvador-da-pátria. Está dentro de nós. Dependendo da onda, é só voltar a brincar&#8230;</strong></p>
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		<title>Bistronomie: comida boa e barata</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanspin@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[bistronomie]]></category>
		<category><![CDATA[christian constant]]></category>
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		<category><![CDATA[yves camdeborde]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A bistronomie, se você nunca ouviu falar, é uma tendência, a marca da “nova cozinha francesa” : comida de bistrot com requintes de gastronomia, praticada por chefs/donos que vieram de restaurantes estrelados e inventaram fórmulas boas e baratas.
Quem começou a história, há aproximadamente 15 anos, foram Yves Camdeborde e Christian Constant, que então trabalhavam juntos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://megzimbeck.com/"><img class="alignleft size-full wp-image-321" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Le-Comptoir-du-Relais_Meg-Z.jpg" alt="Le-Comptoir-du-Relais_Meg-Zimbeck" width="281" height="500" /></a></p>
<p>A <strong>bistronomie</strong>, se você nunca ouviu falar, é uma tendência, a marca da “nova cozinha francesa” : comida de <em>bistrot</em> com requintes de gastronomia, praticada por <em>chefs</em>/donos que vieram de restaurantes estrelados e inventaram fórmulas boas e baratas.</p>
<p>Quem começou a história, há aproximadamente 15 anos, foram <strong>Yves Camdeborde e Christian Constant</strong>, que então trabalhavam juntos no <em>Les Ambassadeurs</em>, no hotel Crillon. Saíram e abriram suas próprias casas.</p>
<p>O <em>Régalade</em>, de Camdeborde, foi instalado em um bairro não-badalado da cidade, o 14 éme, detalhe importante na concepção da tendência. Constant começou com o <em>Violon d’Ingres</em>, e hoje tem mais 3 casas numa mesma rua , a Saint-Dominique, no 7éme.</p>
<p>Outros seguiram a idéia, muitos formados nas cozinhas desses dois generosos chefs, que criaram ‘escola’. Muitas das indicações que darei por aqui, serão desse tipo de restaurante, porque nesses últimos anos, são as minhas escolhas preferidas. Comida ótima, serviço na medida, vinho perfeito , lugar agradável e preço justo. Quer coisa melhor?</p>
<p>Como tudo começou com ele, também vou começar as dicas desses prazeres pelos restaurantes de Camdeborde: o <em>Régalade</em> e o <em>Le Comptoir du Relais</em>, sua casa atual.</p>
<p>O <em>Régalade</em> foi aberto em 1992, considerado por muitos o melhor custo/benefício de Paris. Desde 2004 ele foi comprado pelo chef Bruno Doucet, mas as sugestões do cardápio seguem sendo receitas tradicionais realizadas de maneira moderna, com ingredientes fresquíssimos. As terrines, marca da casa, continuam a ser levadas à mesa nas suas assadeiras, para que o cliente se sirva à vontade, acompanhadas dos <em>cornichons</em> (pepinos em conserva) e mostarda. Tudo delicioso. A visita continua valendo !</p>
<p>Camdeborde abriu o <em>Le Relais Saint Germain</em> em 2005 no Carrefour de l’Odeon. É um hotel com poucos quartos, montado com uma preocupação de passar um clima agradável e familiar. O Comptoir é o restaurante do hotel, aberto para a rua. Funciona desde às 11h da manhã. Para o almoço , que pode ser espichado até às 16,30h (raridade na cidade), não aceita reservas. . Para o jantar, sim, hora em que o chef serve um menu degustação a preço fixo e razoável (40E). Aí, as filas de espera na reserva podem ser para meses.</p>
<p>No almoço, você chega e espera salivando, vendo passar todos aqueles pratos maravilhosos. Vendo da calçada, enfrentando uma pequena fila no aguardo da sua mesa. É bom porque você já vai planejando quais serão as suas escolhas. E isso não é um jeito de ser otimista, é que escolher, já aviso, que não será fácil!<br />
Numa das últimas vezes em que estive no <em>Comptoir</em>, esperei 20 minutos, meia hora, talvez. A pessoa à minha frente na fila fazia uma monitorização por celular. Quando ganhou sua mesa (ao lado da nossa), deu o ok pelo ‘<em>portable</em>’ e seu companheiro chegou. Infelizmente não o reconheci para colocar aqui seu nome, mas percebi pela conversa que era uma entrevista e o ‘ilustre’ era um roteirista de cinema. Se você não tem ‘secretário’ ou guardador de lugar na fila, não desanime em hipótese alguma! Você vai me agradecer, tenho certeza.</p>
<p>Finda a espera, eu escolhi na ciranda dos pratos um clássico do Comptoir: a <em>brandade de morue gratinée</em>, uma preparação tradicional da cozinha do sul da França, que vem a ser uma mistura de bacalhau bem amassadinha, trabalhada com azeite.</p>
<p>Muitas vezes a <em>brandade </em>leva purê de batata e pode ser servida quente ou fria, geralmente fria. A minha era suavemente gratinada ao forno com uma farinha fininha de pão para fazer uma casquinha deliciosa. Chegou megaquente à mesa, acompanhada da salada de minialface romana crocante com um molho gostoso, também marca da casa. Saboreá-la com uma das taças de vinho sugeridas pela maître e organizadora das filas, asseguro, levou-me ao paraíso! Como sobremesa pedi o <em>creme brulée de café</em>.</p>
<p>Na mesma ocasião, passando pelo <em>Comptoir</em> na hora do almoço, tive a sorte de encontrar um lugarzinho vago.  Esperava por mim, e pensei: Por que não? Olhei o cardápio e resolvi pedir o <em>Croque Monsieur de salmão</em>. Tradicional sanduíche de todos os cafés de Paris, aqui era vestido de festa, com salmão defumado, gratinado de queijo <em>comté</em>, enfeitado com uma colherinha de caviar e acompanhado da saladinha de novo. Estava muito gostoso, mas comecei a ficar com raiva de não ter tido coragem de repetir a <em>morue</em>, que eu tinha amado! Pela segunda vez, por que não? Pedi a <em>brandade de morue</em> novamente. Sobremesa não deu, dispensei. Mas saí de lá feliz, muito feliz! E, o melhor, sem esvaziar a carteira!!</p>
<p><strong>Os restaurantes de Camdeborde</strong></p>
<p><em><a rel="attachment wp-att-351" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/27/bistronomie-comida-boa-e-barata/la-regalade-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-351" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/La-Regalade1.jpg" alt="La-Regalade, Paris" width="400" height="476" /></a><a title="La Regalade" href="http://www.laregalade.com/" target="_blank"> </a><a href="http://www.laregalade.com/"></a><a href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm"></a><a title="La Regalade" href="http://www.laregalade.com/" target="_blank"></a></em></p>
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<p>La Regalade<br />
49, avenue Jean-Moulin 14eme<br />
01 45 45 68 58<br />
fecha sab no almoço, domingo e segunda<br />
Métro: Alessia<br />
 <a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=La+Regalade+49,+avenue+Jean-Moulin+14eme&amp;sll=48.826009,2.323115&amp;sspn=0.007247,0.019248&amp;g=49,+avenue+Jean-Moulin+14eme&amp;ie=UTF8&amp;hq=La+Regalade&amp;hnear=Avenue+Jean+Moulin,+75014+Paris,+Fran%C3%A7a&amp;ll=48.825952,2.322986&amp;spn=0.006295,0.006295">Exibir mapa ampliado</a></p>
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<p> <em><a title="Le Comptoir du Relais" href="http://www.hotel-paris-relais-saint-germain.com/" target="_blank">Le Comptoir de Relais</a></em><br />
9, Carrefour de L&#8217;Odeon 6 eme<br />
Tel : 01 43 29 12 05<br />
Aberto todos os dias das 11h às 18h na brasserie.<br />
Jantar com reservas das19h30h às 23h.<br />
Métro : Odéon<br />
<a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Le+Comptoir+du+Relais,+Paris&amp;sll=-23.548943,-46.638818&amp;sspn=1.291645,2.463684&amp;ie=UTF8&amp;hq=Le+Comptoir+du+Relais,&amp;hnear=Paris,+France&amp;ll=48.848704,2.345138&amp;spn=0.020062,0.01557">Exibir mapa ampliado</a></p>
<p><strong>No 7eme, os de Christian Constant</strong></p>
<p><a title="Cafe Constant" href="http://www.cafeconstant.com/1.aspx" target="_blank"><em>Café Constant</em><br />
</a>139, rue Saint-Dominique<br />
01 47 53 73 34<br />
fecha segunda<br />
<a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Caf%C3%A9+Constant,+139,+rue+Saint-Dominique&amp;sll=48.825952,2.321506&amp;sspn=0.007247,0.019248&amp;ie=UTF8&amp;hq=Caf%C3%A9+Constant,+139,+rue+Saint-Dominique&amp;hnear=&amp;ll=48.875554,2.310047&amp;spn=0.057928,0.15398&amp;z=13&amp;iwloc=A&amp;cid=2293508007689704897">Exibir mapa ampliado</a></p>
<p><a href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm"><img class="alignleft size-full wp-image-336" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Les-Cocottes.jpg" alt="Les-Cocottes" width="400" height="583" /></a></p>
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<p><a title="Les Cocottes" href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm" target="_blank"><em>Les Cocottes</em><br />
</a>135, rue Saint-Dominique<br />
01 45 50 10 31<br />
fecha domingo<br />
<a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Les+Cocottes,+135,+rue+Saint-Dominique&amp;sll=48.867086,2.311592&amp;sspn=0.057928,0.15398&amp;ie=UTF8&amp;hq=Les+Cocottes,+135,+rue+Saint-Dominique&amp;hnear=&amp;ll=48.876571,2.31039&amp;spn=0.055101,0.15398&amp;z=13&amp;iwloc=A&amp;cid=11216647620069783356">Exibir mapa ampliado</a></p>
<p><a title="Les Fables de La Fontaine" href="http://www.leviolondingres.com/eng_fables.htm" target="_blank"><em>Les Fables de la Fontaine</em><br />
</a>131, rue Saint-Dominique<br />
01 44 18 37 55<br />
aberto todos os dias<br />
<a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Les+Fables+de+la+Fontaine,+131,+rue+Saint-Dominique&amp;sll=48.869006,2.311592&amp;sspn=0.057926,0.15398&amp;ie=UTF8&amp;hq=Les+Fables+de+la+Fontaine,+131,+rue+Saint-Dominique&amp;hnear=&amp;ll=48.876119,2.310562&amp;spn=0.055101,0.15398&amp;z=13&amp;iwloc=A&amp;cid=14360318248992014553">Exibir mapa ampliado</a></p>
<p><a href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm"><img class="alignleft size-full wp-image-337" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Le-Violon-dIngres.jpg" alt="Le Violon d'Ingres, Paris" width="400" height="559" /></a><a href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm"></a></p>
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<p><a title="Le Violon d'Ingres" href="http://www.leviolondingres.com/eng_ambiance.htm" target="_blank"><em>Le Violon d’Ingres</em><br />
</a>135, rue Saint-Dominique<br />
01 45 50 10 31<br />
fecha domingo<br />
Métro : Ecole Militaire<br />
<a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Le+Violon+d%E2%80%99Ingres,+135,+rue+Saint-Dominique&amp;sll=48.870474,2.311592&amp;sspn=0.055101,0.15398&amp;ie=UTF8&amp;hq=Le+Violon+d%E2%80%99Ingres,+135,+rue+Saint-Dominique&amp;hnear=&amp;ll=48.876571,2.31039&amp;spn=0.055101,0.15398&amp;z=13&amp;iwloc=A&amp;cid=6870888192505728233">Exibir mapa ampliado</a></p>
<p> _________________________________________________________________________________</p>
<p><a rel="attachment wp-att-74" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/07/24/prazeres/tanya/"><img src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/07/tanya.jpg" alt="" width="100" height="100" /></a></p>
<p> <strong>Tanya Volpe é cozinheira.</strong> Já fui e fiz muitas coisas. Hoje leio, penso e escrevo sobre comida. Filosofia: Viver não é preciso, mas cozinhar e viajar…</p>
<p>___________________________________________________________________________________</p>
<p><em>A foto do Le Comptoir du Relais é de Meg Zimbeck, que também escreve sobre viagens e gastronomia no blog </em><a title="http://megzimbeck.com/" href="http://megzimbeck.com/" target="_blank"><em>Paris and other adventures </em></a><em> (em inglês)</em><em> </em></p>
<p><a href="http://www.leviolondingres.com/eng_cocottes.htm"></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cabeça vazia, oficina do Diabo!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lélia.A</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas idéias]]></category>
		<category><![CDATA[avós]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabo]]></category>
		<category><![CDATA[faxina]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Lambert]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[preguiça]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>
		<category><![CDATA[tédio]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
 
 
 
 
 
 
Anda triste, de baixo-astral? Então arrume as gavetas, lave um cesto de roupas, passe um pano no chão, vá dar uma poda nas plantas&#8230;
Ao captarem um espírito entediado, preguiçoso, nossas mães e avós viviam tendo idéias para nos ocupar sem saber o santo remédio que estavam prescrevendo contra tristezas e até a depressão.
O jeito antigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/21560098@N06/"><img class="alignleft size-full wp-image-293" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Im-starting-to-crack_1Happy.jpg" alt="I'm-starting-to-crack_1Happysnapper" width="400" height="267" /></a></strong></p>
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<p><strong>Anda triste, de baixo-astral? Então arrume as gavetas, lave um cesto de roupas, passe um pano no chão, vá dar uma poda nas plantas&#8230;</strong></p>
<p>Ao captarem um espírito entediado, preguiçoso, nossas mães e avós viviam tendo idéias para nos ocupar sem saber o santo remédio que estavam prescrevendo contra tristezas e até a depressão.</p>
<p>O jeito antigo e espontâneo de espantar minhocas da cabeça, sem enfiar nela substâncias químicas, foi agora atualizado pela neurociência, noticiou a <em>Folha de S. Paulo</em>. Pesquisas sobre o tema defendem trabalhos ou atividades simples do cotidiano como forma de resistência a desânimos em geral.</p>
<p><strong>O principal dessa história está no nosso sistema de recompensa, um grupo de estruturas cerebrais responsáveis por recompensar atitudes úteis, creio que especialmente aquelas importantes para nossa sobrevivência.</strong></p>
<p>Então temos de “agradar” esse sistema quando ele está meio para baixo. Talvez um elogio, um beijo, abraço, cafuné resolvam. Mas se a ansiedade estiver em alta, é melhor optar por estímulos mais intensos. Por isso é que esfregar roupas no tanque poderá fazer você se sentir muito bem.</p>
<p>A pesquisadora e neurocientista entrevistada no artigo, a americana <strong>Kelly Lambert, chefe do departamento de psicologia de uma faculdade na Virgínia e autora de livro sobre o assunto, define a questão como um “circuito de recompensa adquirida pelo esforço”</strong>, envolvendo prazer, movimento e solução de um problema.</p>
<p>A explicação: “A sensação de sucesso ao tricotar, montar um quebra-cabeça ou apenas limpar o chão, dependendo do gosto, é acompanhada de substâncias que deixam a pessoa mais persistente. Ou menos depressiva&#8230;”</p>
<p>Foi outro estudo americano que motivou a atenção da cientista. Apontava que pessoas nascidas até 1940 eram dez vezes menos propensas à depressão do que quem nasceu depois. Na ausência de uma mutação biológica importante no funcionamento cerebral, Kelly Lambert credita a mudança de estilo de vida dos dias de hoje ao fenômeno.</p>
<p><strong>As pessoas ficaram menos ativas, com trabalhos mais sedentários, usando muito mais a mente do que o corpo. A mente cansada fica vazia e, como diz a sabedoria popular, cabeça vazia é oficina do Diabo!</strong></p>
<p>Cheia de caraminholas na mente, seu espírito só pode azedar. Siga a recomendação da ciência: adoçá-lo com movimento, prazer e esforço que levem a uma doce e recompensável solução.</p>
<p>É bom lembrar, no entanto, que o cérebro tem também um setor, bem atrás da testa, responsável pela nossa capacidade de prever as consequências de um ato. Em outras palavras, ter juízo. Então você precisa conciliar a avidez por recompensas fortes com seus limites.</p>
<p><strong>Se uma parte do seu cérebro requer aventura para apaziguar o espírito e a outra é incapaz de lhe avisar dos perigos, você pode dançar: corre o risco de se machucar e não concluir a tarefa. </strong>Talvez com um pé quebrado porque subiu no banquinho para fazer faxina, vai ficar mais sedentária e acabar deprimida&#8230; Daí o Diabo, em vez de você, venceu a parada!</p>
<p>_____________________________________________________________________________________</p>
<p><strong>Você pode saber mais sobre esse assunto</strong><br />
A entrevista da neurocientista Kelly Lambert saiu na edição de domingo da FSP, 11 de outubro, no caderno <em>Mais!</em></p>
<p>O livro da cientista: &#8220;<em>Lifting Depression</em>&#8221; (<em>Suspendendo a Depressão</em>, Basic Books, 288 pgs)</p>
<p>_______________________________________________________________________________________</p>
<p><em>A foto chama-se I&#8217;m Starting to Crack que seria algo como &#8220;estou começando a ter uma crise&#8221;, é de uma australiana, </em><a title="http://www.flickr.com/photos/21560098@N06/" href="http://www.flickr.com/photos/21560098@N06/" target="_blank"><em>Nina, a 1Happysnapper do Flickr.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tropicalismos e o Jardin des Plantes</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/13/tropicalismos-e-o-jardin-des-plantes/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 22:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanspin@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Jardin des Plantes]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de História Natural de Paris]]></category>
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Jorge Ben já lembrava décadas atrás do país tropical abençoado em que moramos. Estamos tão acostumados às flores, às paisagens floridas mesmo urbanas, que elas quase não nos surpreendem. Parecem que estão sempre lá onde sempre estiveram.
Como fifties, passamos a reparar mais e melhor nelas. Contamos os ipês amarelos floridos que encontramos em nosso caminho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-267" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/13/tropicalismos-e-o-jardin-des-plantes/flamingos-chilenos_tanya-vo/"><img class="alignleft size-full wp-image-267" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Flamingos-chilenos_Tanya-Vo.jpg" alt="Flamingos-chilenos_Tanya-Volpe" width="400" height="300" /></a></p>
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<p>Jorge Ben já lembrava décadas atrás do país tropical abençoado em que moramos. Estamos tão acostumados às flores, às paisagens floridas mesmo urbanas, que elas quase não nos surpreendem. Parecem que estão sempre lá onde sempre estiveram.</p>
<p>Como <em>fifties</em>, passamos a reparar mais e melhor nelas. Contamos os ipês amarelos floridos que encontramos em nosso caminho. Nos alegramos com as flores roxas dos jacarandás-mimosos que, feito nuvens diáfanas de cor, embaralham a vista  projetadas no céu azul profundo do início da primavera.</p>
<p>Os blocos multicores de azaléia e as maria-sem-vergonha espalhadas em qualquer cantinho são de tamanha ‘corriqueirice’ que às vezes nem os olhamos. Mas não nos escapam as flores cor de rosa das paineiras que resolveram colorir a cena da cidade mais cedo este ano. E quando encontramos um ipê branco? É puro deslumbramento! Minha amiga paisagista Thea diz que as flores desse ipê duram só uns 2 ou 3 dias e é uma sorte imensa se deparar com um florido. Se vir, você deve parar e sentar para admirá-lo. Vai valer a pena!</p>
<p>Santo território tropical que nunca nos deixa, como os europeus, naqueles momentos ‘sem flor’, só de cinzas e cinzentos. Época de flores por aquelas bandas vira passeio de prazeres. Como o <strong><em>Jardin des Plantes</em>, no <em>5éme</em>, em Paris</strong>.</p>
<p>Já fui lá muitas vezes. O local foi criado como <strong>Jardin de Roy em 1626</strong>, como herbário de plantas medicinais pelo médico do Luiz XIII. Aberto ao público em 1640, foi reestruturado e renovado após a revolução francesa. Passou a se chamar Jardin de Plantes e a abrigar o Museu de História Natural.</p>
<p>Lindos canteiros, plantados ‘certinhos’ à maneira francesa, florescem na primavera e no verão decorando o espaço. Em parte dele está o <em>Rosarium</em>, com variedade imensa de rosas, em todos os seus tons e semi-tons. Algumas estufas abrigam plantas de diferentes ecossistemas do mundo e podem ser visitadas.</p>
<p>O <strong>Jardin des Plantes</strong> virou passeio para mim num fim de fevereiro. <em>Bonne idée!!!,</em> disse um amigo francês, quando lhe contei onde pretendia ir como despedida daqueles dias na cidade. As flores amarelas já devem estar começando a florir. São as primeiras que aparecem depois do inverno, ele me avisou.</p>
<p>Só aí me dei conta de ter reparado em algumas flores amarelas, quase ‘fosforescentes’, que haviam me chamado a atenção por parecerem muiiiito mais brilhantes que o normal. Claro, elas eram os primeiros sinais contrastantes aos tons cinzas do inverno parisiense. O anúncio vibrante de um novo ciclo que, para a forasteira, passara despercebido. A visita era mesmo uma <em>bonne idée</em>! <em>Allons-y !</em></p>
<p><strong>SURPRESA, PRAZERES!</strong> Logo na chegada, vimos o que nos pareceu uma cotia. Reparamos então no zoológico que havia lá dentro . Está lá só desde 1795, e nunca tínhamos olhado para ele!!! <strong>Deixando o ‘politicamente correto’ de fora, entramos. Foi uma das descobertas mais agradáveis dessa viagem.</strong></p>
<p>O zôo do Jardin des Plantes reúne animais ‘exóticos’ de todo o planeta, muitos deles em perigo de extinção. E váááários totalmente desconhecidos para nós! Juntos aos ‘habitats’ há uma pequena explicação de origem e hábitos, como em todos os zôos, e mais as razões de estarem em perigo.</p>
<p>O veado almiscarado está em perigo. Nas geleiras do Himalaia, onde vive, os machos da espécie são caçados porque têm um glândula no órgão sexual que os perfumistas cobiçam como fixador para suas criações. Outro ameaçado é o cavalo da Mongólia, parecido com um pônei. E, claro, o mico-leão-dourado, nossa ‘bandeira’ de animal em vias de extinção.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-285" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/13/tropicalismos-e-o-jardin-des-plantes/onca-no-jardin-des-plantes_/"><img class="alignleft size-full wp-image-285" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Onça-no-Jardin-des-Plantes_.jpg" alt="Leopardo-no-Jardin-des-Plantes_Tanya Volpe" width="400" height="300" /></a></p>
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<p>Encontramos pássaros enormes e desconhecidos, estranhos ancestrais de perus. Num tanque grande, vimos tartarugas gigantes de Galápagos que pareciam bichos pré-históricos com seus cascos craquelentos. Entre muitas aves, estão lá algumas araras e papagaios brasileiros, das cores e espécimes mais maravilhosos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-284" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/13/tropicalismos-e-o-jardin-des-plantes/lagarto-no-jardin-des-plant/"><img class="alignleft size-full wp-image-284" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Lagarto-no-Jardin-des-Plant.jpg" alt="Lagarto-no-Jardin-des-Plantes, de Tanya Volpe" width="400" height="300" /></a></p>
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Tinha também pavão branco, flamingos, avestruzes. Alguns felinos, como a pantera da China, e leopardos. Todos vivendo em espaços que tentam reproduzir o seu habitat.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-283" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/10/13/tropicalismos-e-o-jardin-des-plantes/pavao-branco-no-jardin-des/"><img class="alignleft size-full wp-image-283" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/Pavão-branco-no-Jardin-des-.jpg" alt="Pavão-branco-no-Jardin-des-Plantes, de Tanya Volpe" width="400" height="300" /></a></p>
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O passeio se tornou inusitado, principalmente por não estarmos com nenhuma criança, mas foi uma delícia porque por nos fez, por uns momentos, olhar o mundo com os olhos delas.</strong></p>
<p>E as flores amarelas? De fato pipocavam aqui e ali pelos jardins, mas já tínhamos sido tomados pela outra surpresa!</p>
<p>Uma visita inesquecível! Se você for, não deixe de visitar ali também o <strong>Museu de História Natural</strong>. Tem vários departamentos, paleontologia, mineralogia, mas eu adoro é a <strong>Grande Galeria da Evolução</strong>, que é maravilhosa! Ela restitui a história da evolução das espécies de uma maneira quase teatral. É impressionante!</p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/07/tanya.jpg"></a></p>
<div id="attachment_74" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a rel="attachment wp-att-74" href="http://blig.ig.com.br/fifties/2009/07/24/prazeres/tanya/"><img class="size-full wp-image-74" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/07/tanya.jpg" alt="Tanya Volpe" width="100" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">Tanya Volpe</p></div>
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<p> <strong>Tanya Volpe é cozinheira.</strong> Já fui e fiz muitas coisas. Hoje leio, penso e escrevo sobre comida. Filosofia: Viver não é preciso, mas cozinhar e viajar…</p>
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<p><em>A foto do passeio pelo zoológico sem crianças e mergulhados em saudades dos trópicos é da própria Tanya Volpe. E os flamingos deslumbrantes são chilenos (P. chilensis)&#8230;ah, era primavera em Paris!</em></p>
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		<title>Cara a cara, sem retoques</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>re.i@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Madona]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
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		<description><![CDATA[
Uma amiga me conta que uma moça que trabalha com ela tinha grande admiração pela Madona em sua adolescência, mas que hoje a via como uma paródia de si mesma.
 
Adorei a expressão. Fala com exatidão sobre o estado atual da grande maioria de pseudos enxutos e enxutas dos dias de hoje.
 
É claro que há aqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/benoitmars/3789675618/"><img class="alignnone size-full wp-image-248" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/10/eye-of-the-tiger_Benoit-Mar.jpg" alt="Eye-of-the-Tiger_Benoit-Mars" width="400" height="266" /></a></p>
<p>Uma amiga me conta que uma moça que trabalha com ela tinha grande admiração pela Madona em sua adolescência, mas que hoje a via como uma paródia de si mesma.<br />
 <br />
<strong>Adorei a expressão. Fala com exatidão sobre o estado atual da grande maioria de pseudos enxutos e enxutas dos dias de hoje.<br />
</strong> <br />
É claro que há aqueles que são beneficiados por uma genética extremamente generosa. Demoram bem mais que os simples mortais para mostrarem no corpo e no rosto a passagem do tempo. Mas a grande maioria não escapa das rugas, gorduras localizadas, cabelos brancos.<br />
 <br />
E há as “Madonas” da vida que puxam aqui e ali, usam e abusam do botox, dos preenchimentos, dos apliques, e quando são entrevistadas dizem que são totalmente contra plásticas e que nunca fizeram uso dessas manobras rejuvenescedoras, a não ser “pequenas intervenções”.<br />
 <br />
Convido vocês a imaginarem uma mulher de meia idade, no sábado de manhã, deitada na cama, na grama de algum parque público ou sentada em algum café do bairro. Folheando revistas, ela passa a ter na frente de seus olhos a imagem de alguma dessas mulheres “naturalmente” jovens. É assim que se abre a porta do Inferno! <strong>Sim, porque é inevitável que essa mulher não sobreponha à imagem daquelas “beldades eternas” seu próprio corpo e rosto de mulher marcada pela vida. Comparação feita, resultado previsível: perde de goleada.<br />
</strong> <br />
<strong>Nessas horas fico pensando que os adultos também precisam de lendas, de histórias fantásticas em que os heróis nunca adoecem, envelhecem ou morrem.</strong><br />
 <br />
 <strong>Só pode ser por esse motivo que paralisam sua capacidade reflexiva e embarcam na magia das fotos e das faces retocadas.<br />
</strong> <br />
Só pode ser por esse motivo que não se lembram de que mesmo aquelas “menos retocadas” têm em sua “eterna juventude” o seu ganha pão e que por isso despendem horas e horas em academias, clínicas estéticas, cabeleireiros, não tendo que conciliar agendas lotadas de trabalho onde outros atributos são os exigidos. Mas que, mesmo essas, um dia envelhecerão e seguirão o mesmo destino de todos nós mortais.<br />
 <br />
Se tem algo que alguém de 50, um pouco mais, um pouco menos, já pode ter certeza é sobre a sua própria mortalidade. Nada há a fazer a respeito, a não ser aceitar esta condição, sobre a qual certamente não nos consultaram.<br />
Só assim o repudio às marcas do tempo em nossos corpos deixarão de nos assustar, obrigando-nos a querer apagá-los.<br />
 <br />
<strong>O preço que se paga para a manutenção dessa fantasia de eterna juventude é muito alto.<br />
</strong> <br />
<strong>Quem ganha é todo aquele que vende a ilusão de que ela é possível.<br />
Quem perde é aquele ou aquela que gasta o tempo que ainda resta correndo atrás dessa quimera.<br />
</strong> <br />
Perde também aquele ou aquela que se despe do direito de se sentir bem com o rosto e o corpo esculpido pelo tempo e desce do “bonde chamado desejo” muito antes do ponto final.<br />
 <br />
Um corpo, um rosto, serão sempre a roupagem de uma alma que ama, que quer ser amada, que guarda histórias e quer passá-las adiante, que ainda vibra quando tocada, que ainda brilha quando bem acompanhada.<br />
 <br />
<strong>Nós de 50, um pouco mais, um pouco menos, precisamos estar atentos para  não permitir que nos roubem esse direito de ainda estarmos na vida, participando dela do começo ao fim, nos lambuzando de tudo o que ela nos oferece.</strong> Precisamos estar atentos para nos orgulharmos pelo fato de que por termos vivido mais, aprendemos a duras penas a amar de maneira mais generosa, mais livre, mais plena.<br />
 <br />
<strong>Faço uma aposta de que as mulheres que realmente se apropriarem de suas histórias, de seus sonhos, de seus desejos e levarem a vida de maneira apaixonada não se mostrarão mulheres tristes.</strong> Muito pelo contrário, ofuscarão com sua alegria desavergonhada qualquer rosto liso e impedido de rir.<br />
 <br />
Honremos a beleza de vivermos nosso presente.</p>
<p>_____________________________________________________________________________________</p>
<p><em>A foto, com o nome estranho, Eye of the tiger, o olho do tigre,  é de </em><a title="http://www.flickr.com/photos/benoitmars/" href="http://www.flickr.com/photos/benoitmars/" target="_blank"><em>Benoît Mars</em></a></p>
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		<title>Fase do &#8220;condor&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 13:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lélia.A</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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Se o movimento estiver em cima, que atire a primeira pedra a fifty que ainda não se queixou de uma dorzinha nos braços, nas costas, ombros ou coluna. A fase do “condor” &#8212; aos 50, pouco antes, pouco depois – pode tardar aqui ou ali, mas não falha.
Com a idade, o bicho pega principalmente nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.flickr.com/people/vana_gwen/"><img class="alignnone size-full wp-image-243" src="http://blig.ig.com.br/fifties/files/2009/09/Dorso_Vana_Gwen.jpg" alt="Dorso_Vana_Gwen" width="400" height="288" /></a></strong></p>
<p><strong>Se o movimento estiver em cima, que atire a primeira pedra a <em>fifty</em> que ainda não se queixou de uma dorzinha nos braços, nas costas, ombros ou coluna.</strong> A fase do “condor” &#8212; aos 50, pouco antes, pouco depois – pode tardar aqui ou ali, mas não falha.</p>
<p><strong>Com a idade, o bicho pega principalmente nos joelhos, coluna lombar, cervical, ombros e mãos, diz a fisioterapeuta Roberta Fontana, de São Paulo, que anda me ensinando a colocar pingos nos is nos pés recém-saídos de uma cirurgia para a retirada de joanetes.</strong> A indicação para o procedimento é dor, e no meu caso ela andava insuportável. O andar começa a voltar ao normal, mas custou outras dores nos joelhos, na coluna, nos ombros, como parte da auto-adaptação para me equilibrar em sandálias apropriadas à situação.</p>
<p><strong>“O corpo humano é a máquina mais perfeita que existe, mas também necessita de cuidados preventivos, manutenção, reparos. O envelhecimento é inevitável, fisiológico, um processo natural e esperado. O importante é saber tirar o melhor proveito da máquina nas diversas etapas da vida”, resume Roberta, especialista formada pela USP com mais de 20 anos de prática fisioterapêutica.</strong></p>
<p>A pele, os ossos, os músculos, os nervos envelhecem cada um a seu tempo. Há fatores que retardam e outros que aceleram o envelhecimento do corpo. Dito de outra forma, a prática constante de exercícios versus uma vida sedentária, por exemplo.</p>
<p>Na fase do “condor”, Roberta explica que o sistema músculo-esquelético costuma ser afetado pela diminuição da densidade dos ossos (osteoporose), desgaste das articulações (artrose), diminuição da força muscular (hipotrofia) e das reações de equilíbrio e fragilidade dos ligamentos, entre outros. <strong>Os pontos críticos são joelhos, coluna lombar, cervical, ombros e mãos.</strong></p>
<p><strong>“O que mais sobrecarrega o sistema músculo-esquelético é a forma do movimento e não sua repetição. Isto é, o jeito de pegar um objeto no chão, por exemplo, e não o número de vezes que se faz isso”,</strong> destaca a fisioterapeuta.</p>
<p>Para Roberta, se nada ainda pega aos 50, é preciso se movimentar para o corpinho viver decentemente mais adiante. “Mas respeitando os limites. Aos 50, não dá para fazer ginástica no ritmo dos 20 sem sentir dor. E há atividades que proporcionam prazer e bem-estar para uns e são uma tortura para outros. <strong>Se a pessoa não se sente bem, a prática não vira rotina.”</strong></p>
<p><strong>Caminhar, nadar, fazer alongamento, tai-chi-chuan, dança de salão</strong>&#8230; Não parecem opções de bom tamanho para fifties?</p>
<p>E, no dia-a-dia, seja cuidadosa em certas tarefas. <strong>Seria melhor não inventar, mas se decidir por uma faxina pesada no armário, “faça sem pressa</strong>, utilizando uma escadinha para pegar coisas no alto e sentando no chão para vasculhar miudezas mais próximas do solo”, diz Roberta.</p>
<p>Se vai atacar de <strong>jardineira no fim de semana, nada de ficar ajoelhada</strong>, “porque sobrecarrega os joelhos e a coluna lombar”. Sente em um banquinho baixo.</p>
<p>Vai lavar a louça? Apóie um dos pés no armário embaixo da pia ou numa lista telefônica, alternando pé direito e esquerdo. Assim se evita sobrecarga na região lombar. <strong>Mas não fique também muito tempo em pé</strong>. Ande, sente-se um pouco e depois volte à labuta.</p>
<p>E pode surgir uma oportunidade para dançar muito. Se é coisa que você não costuma fazer com freqüência, então muito cuidado com o <strong>salto do sapato. “Nada muito alto e fino</strong>”, aconselha Roberta. Se a dança tiver desdobramentos, como sexo, por exemplo, respeite também seus limites de performance, mas faça!</p>
<p>Quando o programa é ficar no computador, situação que mereceria um capítulo de livro, as dicas mais básicas da fisioterapeuta são: <strong>prefira computador de mesa a um notebook para tempo de trabalho prolongado</strong>; sente bem de frente para a tela e não com o corpo torcido; a cada 50 minutos, levante, caminhe e relaxe por 10 minutos.</p>
<p><strong>No site da Roberta </strong><a title="http://www.physiolife.com.br/" href="http://www.physiolife.com.br/" target="_blank"><strong>www.physiolife.com.br</strong></a><strong>, você também encontra ótimas dicas para dormir bem no colchão e no travesseiro corretos. Dê uma espiadinha!</strong></p>
<p><strong>_________________________________________________________________________</strong></p>
<p><a title="http://www.flickr.com/people/vana_gwen/" href="http://www.flickr.com/people/vana_gwen/" target="_blank"><em>Vana Gwen </em></a><em>é brasileira e está bem longe das dores das Fifties. Mas a foto que ela chamou &#8220;</em><a title="http://www.flickr.com/photos/vana_gwen/3438026637/" href="http://www.flickr.com/photos/vana_gwen/3438026637/" target="_blank"><em>Dorso</em></a><em>&#8221; é bonita, tanto quanto a legenda: O que está sempre falando silenciosamente é o corpo, de Norman Brown.  </em></p>
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