26/10/2009 - 23:04

Não. Foi o que me disse ao se calar.
Não…
foi o que me transformou em grão… de saudade e de tristeza em vão.
Foi
o que me trouxe a solidão. Não. Mesmo que eu queira um sim só direi não,
mesmo que eu deseje e já não possa mais… dizer que outra vez irei tentar sorrir…
por ter alguém tão perto que me fez sentir…
como um grão de alegria a substituir,
aquele grão de saudade que por tempos persistiu… aquele grão de tristeza que a todas as lágrimas resistiu.
Não…
outra vez não vou sonhar.
Com sua voz ao meu ouvido sussurrando amor.
Nem vou sonhar com suas mãos a me abraçar…
nem vou contar como naquela noite eu… te beijaria. Não.
A minha força foi em vão.
Por que abrir meu coração?
Por que sonhar de novo, então?
Por que chorei de novo…? Por que perdi meu sorriso nessa contramão?
Não…
o medo voltou a fazer parte de mim… Não.
Tarde demais para mudar meu coração.
Vão
Tábata Mori, agorinha de pouco.
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Ex-pressão
Tags: Eu?, Saudades, Solidão, Você
22/08/2009 - 20:05

“O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente”
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma d’aquilo que outrora eu deixei de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim agora é assim
de um lado a poesia, o verbo, a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo, incerto, depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar/Vou me lembrar de você
Fernando Anitelli, de O Teatro Mágico
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Poesia alheia
Tags: Eu?, Medo, TeatroMágico, Você
11/08/2009 - 23:51
Tenho escrito coisas que não quero mostrar.
Tenho sentido coisas que não quero contar!
Tenho medo que alguém me veja… sentindo assim!
Tenho sentido coisas que nunca senti. Nada parecido em vem à memória! Isso é bom! O sentimento é bom… mas não quero lhe contar!
Você se esqueceu?
MInha vida é um livro fechado, trancado à chaves.
Tábata Mori, ao vivo
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Ao vivo, Ex-pressão
Tags: Alma, Eu?
08/08/2009 - 11:25
Ninguém pediu, mas eu queria dizer… atendendo a pedidos, eis minha biografia de formatura. Feita com muito carinho e amor e humor por pessoas muito queridas.




Esperou confiantemente pelo Senhor (Sl 40.1). Chegou de 7ª chamada, recepcionada por Reinaldo e Maira (ABU). Morou com Agnês, no CEM, tia Sônia e no Alojamento. Além de veteranona do 213 é a rainha dos brigadeiros: deliciosos e saborosos.
Em COM 2004, achávamos ela chata, enjoada, com fama de beata, do contra. Mas, a moça recatada de 2003 surpreendeu! De santa não tem nada, é sexy e ótima atriz: hum… um coelhinho. Com esse riso característico em almoços no RU, só podia cativar a todos! Um coração maravilhoso! É generosa com os que erram e feliz pelos acertos de outros. Dança na igreja e arrasa em eventos com a dança do varal e da tigresa, faz um oito como ninguém!
Pessoa excêntrica de vasta opinião, não lhe faltam reflexões sobre comunicação e religiosidade. De opiniões políticas fortes, preza por uma conversa cabeça, é comprometida com as coisas de Deus, missionária! Dava gosto vê-la trabalhar com um jornalismo informativo e instigante [ABU INFOCO]. Sua qualidade que mais admiro é a capacidade de criar metas e concluí-las – perseverança e objetividade.
Passa tardes na grama. Sempre com alguma coisa atrasada, mas sempre com tempo para os amigos! Quem nunca levou a Tábata em casa após o social? O problema era o Daniel continuar noite adentro na entrada do alojamento, no inverno. Admiro-a pela amiga e pessoa batalhadora que é, exemplo de coragem e esperança. Sabe fazer as pessoas rirem… contagia todo lugar que passa com seu bem estar e bom humor! Jamais me esquecerei do ombro amigo quando precisei. Ah! A Tábata e seu bolo de chocolate. Que ingenuidade, um cheiro fortíssimo de queimado pela casa [do Vítor] e ainda tentou enganar a Priscilla!
Filha, Tanta foi sua insistência, Ante as dificuldades, Batalhas tantas travadas, Amando as adversidades, Tantos sonhos deixados, Aspirando à realidade. Ela demonstrou que não é preciso que as coisas estejam 100% para que sejamos alegres, nunca vou me esquecer do dia em que estávamos (Daniela) no ambulatório à espera da sua internação no Hospital HSS. Tantas coisas para lembrar: a morte de seu pai, o trabalho [Ultimato/Mãos Dadas], a amizade com a minha família (Lora César Fassoni).
Veteranona vai deixar saudades! Continue firme nos caminhos do Senhor. Vá: sem perder a alegria e o entusiasmo! E, não se esqueça de quem fica para trás!
Tábata, não aprendi a gargalhar como você, mas aprendi com você a rir mais da vida. Valeu muito a pena!
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão alheia, Reflexões em grupo
Tags: Eu?, Saudade, Viçosa
04/06/2009 - 23:22
Quase todas as minhas negações são impositivas.
Quase tudo que imponho é negativo.
Não sei porquê sempre quero não querer. Sei dos meus medos e, às vezes, não vivo.
Tudo que imponho a mim é um tanto quanto estrangulativo.
Percebo vontades erradas. Percebo as boas. Mas nego.
Nego-me o direito de ter. Sim, tenho medo de perder
de não querer… por inteiro. De não merecer… de fato.
Eu olho eu vejo. E corro. Eu quase morro todas as vezes que eu não te tenho.
Morro um pouco a cada pensamento, a cada censura,
a cada medo, a cada beijo que não dei, a cada abraço perdido.
Morro… um tanto quanto impropriamente.
Morro… um pouco de corpo, um pouco de mente… até mentir para o meu coração.
Corro
até restar pensamento algum… completamente.
Eu choro também. Mas em silêncio…
A “dor vai fechar esses cortes”.
Meu silêncio dura a noite inteira
e de manhã eu esqueço. Um pensamento ou outro vem durante o dia,
mas nego… novamente.
E assim vou.
E assim fico.
Por isso estou… um tanto impositivamente
sem você.
Um tanto quanto incompletamente
talvez até ausente… plenamente ausente!
De vez em quando eu lamento. E o silêncio às vezes dura a noite inteira.
Às vezes eu te vejo. E o silêncio dura um pensamento.
Vez ou outra o silêncio volta durante o dia… e será assim até eu ser
Plenamente.
Completamente.
Talvez, quem sabe… impositivamente.
Tábata Mori, 03 de junho de 2009.
Shopping Calçãdão, aguardando os amigos para irmos ao cinema.
Querendo um choconhaque e ouvindo música ao vivo.
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão
Tags: Amor, Eu?, Medo, Solidão, Você
28/04/2009 - 21:59
Poderia ser
ser simples assim.
Poderia deixar de ser
só pra doer menos em mim.
Poderia ser só de brincadeira,
ou não ser para a vida inteira!
Poderia… mas quem diria
Deixar-se ser é tão difícil!
Tábata Mori, início de abril de 2009
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão
Tags: Eu?
23/01/2008 - 21:11
Se eu soubesse tudo seria tão mais fácil.
Eu não erraria tanto… não temeria mais… nem choraria ou partiria para um novo lugar.
Se eu soubesse quem sou eu, eu não acordaria de madrugada para chorar… nem beijaria meus próprios lábios para me saborear e saber quem eu sou.
Tentar saber.
Se eu soubesse quem eu sou eu te contaria e você então decidiria se gosta de mim ou não. Mas, eu não sei. Então… você não me conhece. Então… não sou conhecida de ninguém…
Se souber quem eu sou… algo que sou.. parte do que sou, me diga por favor!!!
Tábata Mori, perfil do orkut hoje
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão
Tags: Eu?, Você