28/04/2009 - 21:59
Poderia ser
ser simples assim.
Poderia deixar de ser
só pra doer menos em mim.
Poderia ser só de brincadeira,
ou não ser para a vida inteira!
Poderia… mas quem diria
Deixar-se ser é tão difícil!
Tábata Mori, início de abril de 2009
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão
Tags: Eu?
28/04/2009 - 21:55
para Guilherme Palahares
Quem sou eu para dar importância ou “des”?
Quem sou eu para desnudar a tez?
Pudera eu tornar o negativo em pos,
tornar o antigo em pró
Tornar a ter chance e calar-me mais do que falar,
e deixar-me mais do que deixar.
Quem me dera me importar…
… para outra dimensão!
Onde não há dor.
Onde não há choro!
Onde não há morte!
Mas, de que valeria a pena viver, se dela não tirássemos proveito.
E vi também que tudo isso vem de Deus!
E que coisas importantes acontecem em meio a dor. E que coisas importantes nunca deixam de nos importar…
… para essa ou aquela dimensão!
Importância foi escrito em resposta a:
Se foi importante pra você
também o foi pra mim
no princípio, de forma negativa
depois, até certo ponto, paradigma
diga-me, pra que a vida?
tem minha amizade, não esqueça
e também partirei um dia
pois é um destino do qual não se escapa
mas na vida há uma escolha:
fazer dela beijo ou tapa.
Por Guilherme Palhares, em 13 d emarço de 2009, por scrap, no orkut.
Tábata Mori, ao vivo
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Expressão, Expressão alheia
Tags: Saudade, Tempo, Você
19/04/2009 - 23:13
Talvez seja melhor mesmo! E eu nunca disse o contrário. Talvez seja melhor, apesar de continuar a dolorir…
Porque dói.
É estranho, mas é assim!
Desapaixonar-se é rasgar-se e tirar de dentro de si algo que você achou que era bom, mas não é.
Enganou-se.
Ato de enganar é uma das definições de decepção. Decepcionar-se é ato de enganar-se.
Tolo! Essa noite pedirão a sua alma… e já nem a tens para entregá-la!
Rasgada está e jogada e pisada e ferida e abandonada!
Tola! Nem nessa, nem em outra noite, entregar-se-ão à sua alma!
Aos seus braços, ao seu sorriso, à sua dança… a você!
Desapaixonar-se pela segunda vez, desistir de entregar-se e amar.
Desapaixonar-se outra vez… como és tola!
Desapaixonar-se e outra vez chorar e outra vez calar e outra vez caminhar com braços nus e coração palpitante… tudo em vão! Despedaçar-se! Desperdiçar-se… sem desarmar-se! Tola!
Certa noite alguém verá a sua alma… certa, mas não tão breve. Certa, mas não tão simples. Certa, mas não tanto! Tola! Certa noite incerta!
Desapaixone-se de uma vez por todas e deixe pra lá… tudo quanto é querer estar… ao lado de alguém que ao seu lado quer estar, estar só por estar e sem querer voltar. Estar sem deixar de estar sempre a pensar… naquele que toda noite vem sua paz roubar, seu rubror despertar, seu calor aflorar, seus sonhos… invadir.
Tola. Tão tola agora põe-se a chorar, pois nessa noite não foi vista, nem quis dançar. Pois nessa noite desiste de se aproximar e, muito provavelmente, vai chorar sem lágrimas, só pro corpo doer, pra unha roer, pra face esquecer, sem ter que correr o risco de acertar!
Vá! Desapaixone-se mais uma vez! Vá, esqueça-se de ser feliz!
“Cê vá. Ocê fique. Você nunca mais volte!”
Tábata Mori, ao vivo
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Ao vivo, Ex-pressão
Tags: Alma, Amor