28/02/2007 - 11:41
Tem coisas
Tem coisas na vida…
Muitas e muitas coisas… Coisas que vêm…

Coisas que a gente só conhece…

Coisas que
passam

Coisas que nãopassam

Certas coisas que vão deixar saudades

Tem coisas que ficam
guardadas na memória…

uma imagem não-perdida
Tem coisas que sabe-se lá se voltam!

Não importa a posição…

tem coisas que são eternas
Tem coisas
Essas coisas
não têm preço
Mas têm muito valor…
São aquelas coisas que a gente não percebe
“São coisas mesmo!”
mas são dessas coisas que a vida é feita!
Ah! que vida feita!
É dessas coisas que eu quero viver!
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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26/02/2007 - 20:32
Desculpa poética
“Ricardo, tornei pública a desculpa poética que fiz para você”
Ri porque é fácil demais chorar e ele gosta de desafios
Ignora a tristeza e coloca rimas em cima da saudade
Canta, mesmo sem saber cantar.. para espantar os chatos
Ama, claro! Ninguém sabe amar!
Reina sobre ele os versos que a chuva não pode molhar!
Dóe nele a dor de não poder me abraçar
Oh! Deus! O Ricardo eu não fui visitar!
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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22/02/2007 - 13:18

Urucum
Urucum é a cor da saudade
Cor da amizade de outrora
É tinta que fica na alma
Mas leva a pessoa embora
Urucum é som pra animar a noite
É tempo pra pintar a cara
Urucum sim é alto-nível
Semente pra embelezar a alma
Urucum num é nome
Nem apelido, nem de comer
Urucum é raça, é cor
de quem sabe viver
Já era sem tempo
Tempo de se pintar
Tempo de mostrar a cara
Tempo de urucumizar!
Já era… se foi
Deixou a saudade,
mas a cor fica… guardada no peito
feito amizade.
Tábata Mori, ao vivo
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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21/02/2007 - 10:14
Um pouco de mim nos outros
“A paz não pode ser mantida à força; só pode ser conseguida pela compreensão”
Albert Einstein
“Se a paz não puder ser mantida com honra, deixa de ser paz”
Bertrand Russell
“Prefiro a paz mais injusta à mais justa das guerras”
Cícero
“O fraco jamais perdoa; o perdão é característica do forte”
Gandhi (amo esse cara!!!!!!!!!)
“Embainha a tua espada; pois os que lançam mão da espada à espada perecerão”
Mateus (Evangelho de Mateus, 26:52)
“”Não matarás” é o sexto mandamento”
Deus, Livro de Exôdo 20:13
“Eis porque tenho dito que ninguém pode usar de força ou violência, senão desde que tenha autoridade obtida daquele a quem ela pertence. Consequentemente, outros não há que possam fazer uso das armas senão os reis, os príncipes e magistrados, e com os quais também se possa unir. Eis aqui um artigo que nos deve ser estabelecido, pois, que aconteceria se, em sofrendo alguma injúria, cada um se lançasse em campanha?
Horrível confusão haveria por toda parte (…) Em suma, pessoas privadas não se devem apenas se abster de toda violência, mas ainda precisam ter ânimo cordato para sofrer quando a Deus lhes apraz humilha-los”
João Calvino , Reformador da Igreja Cristã
“Não é defenso às pessoas privadas, por mais duramente perseguidas que sejam, tomar armas”.
João Calvino , citado por André Bielér
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”
Apóstolo Paulo, Carta aos Romanos 12:21
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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21/02/2007 - 02:39
Copo de papel
Escrevi isso… e gostei muito!!!
Negro
com resquícios de
preto
com pó no fundo…
O negro no branco.
Submerso. Negro.
Resto no fundo,
submerso, submundo.
Branco.
Resquícios que pingaram
dos seus lábios. Negros. Nada.
Pó. Sub. Emerso. Mundo.
Resto de café.
Tábata Mori
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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20/02/2007 - 19:06
Nego
Ao meu amigo Fê Fiurst a quem amo e sinto saudades!
Nego! Pois tenho medo de dizer sim.
Nego! Porque a felicidade me assusta.
Sou sol e ele é lua.
Quero um eclipse. Encontro. Nego.
Porque meu frio me basta.
E a solidão me cai bem.
Nego isso também!
Não entrego nada.
Tomo de volta sem remorso.
Me escondo.
Sol e lua não se encontram.
Nego!
Se percebo você, eu corro.
Se vejo… me fecho.
Nego… toda a sua existência dentro de mim.
Tábata Mori, 2002
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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19/02/2007 - 02:10
Contra-Ato
Rapto…
Roubo, tráfico
de um sentimento
sólido, de um contato
explícito.
O náufrago!
Anato, nato, ato.
Corrupto e escasso…
Sem eu, sem mim.
Fato.
Caiu!
Sentimento,
escorregou em meus dedos
correu sobre a palma
e, trágico,
naufragou
em um estúpido contra-ato.
Tábata Mori
Autor: Tábata Mori - Categoria(s): Sem categoria
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