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16/09/2009 - 11:34

Criatividade e inovação

Criatividade e inovação:

Criatividade e inovação andam de mãos dadas.

 Descubra como acordar o gênio

 criativo adormecido dentro de você e coloque em prática idéias inovadoras.

Criatividade e inovação

 

Você sabia que são necessárias, em média, 60 idéias para se conseguir uma vitória? A média japonesa é de 61 idéias por funcionário/ano. Suas empresas incentivam erros na tentativa de descobrir algum produto, serviço ou métodos novos.

A TOYOTA coloca em prática cerca de 95% das 2,65 milhões de idéias dadas pelos seus colaboradores. Já, a NISSAM considera seriamente qualquer sugestão que economize 0,6 segundos; o tempo necessário para erguer um braço.

Uma pesquisa realizada por Geog Land, envolvendo 1.600 crianças e 200 mil adultos, mostrou que 98% das crianças na faixa etária de três a cinco anos são gênios e que apenas 2% dos adultos acima de vinte e cinco anos são gênios.

A questão é: onde estão os 96% das crianças que, ao se tornarem adultas e ultrapassaram os vinte e cinco anos, deixaram de ser gênios? O problema, segundo Land, está na educação repressora que recebemos dos nossos pais e professores, fazendo com que o potencial criativo das crianças adormecesse.

Maslow afirmou que:

O homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescenta algo; o homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou”.

Assim, concluímos que nosso potencial não está perdido, mas está aguardando o momento de despertar.

 

O que fazer para resgatar nossa genialidade?
  • Observe a natureza: uma das fontes incontestáveis de inspiração é a natureza, e o engenheiro suíço George de Mestral que o diga. Criou o velcro depois de notar que as minúsculas hastes do carrapicho grudavam em suas meias de lã. Uma empresa tinha um problema a solucionar: como embalar muitas batatas fritas em um espaço pequeno sem quebrá-las. Uma pequena empresa usou novamente a natureza como analogia, amontoando folhas secas e folhas verdes. Através da utilização dessa idéia criativa, a solução óbvia surgiu. Moldar batatas em formas uniformes e possíveis de empilhar antes de secarem. Munida dessa inovação, a empresa vendeu sua idéia a Procter e Gamble, e a batata frita Pringles surgiu;
  • Exercite-se: a criatividade é como os músculos, é um processo lento, exige dedicação, e quanto mais você treina, mais ela se desenvolve. Existem exercícios, tais como o tangram, cujo desafio é obter inúmeras soluções, propiciando, com isso, estimular a criatividade, mantendo o cérebro em constante atividade. Além disso, esse tipo de exercício supera a barreira do não: “não dá”; “não pode”; “é impossível”; “isto não vale” etc.;
  • Persista: “Esta geringonça tem inconvenientes demais para ser levada a sério como meio de comunicação. Ela não tem nenhum valor para nós”. Memorando Interno da Western Union sobre o telefone em 1876. “Quem se interessaria em ouvir os atores?” H. M. Warner, da Warner Brothers, no auge do cinema mudo em 1927.

Chegar ao topo até que não é tão difícil; manter-se é o problema. À medida que as empresas, atingem seus objetivos, passam a atuar com a suicida rotina. E a rotina impede a empresa de promover as sempre necessárias mudanças.

O talento humano que valerá ouro hoje e no futuro é o que tem comportamento criativo. As profissões e as empresas que não fizerem uso da cabeça, tendem a desaparecer. Se você está acomodado, acreditando que as coisas não irão mudar, tome muito cuidado! Alguém com muita criatividade pode estar tomando o seu lugar.
 

Prof. MenegattiProf. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Administrador de empresas, pós-graduado em Produtividade e Qualidade Total, MBA em Gestão Empresarial. Entre seus produtos estão: o Livro “Desperte seu Potencial Emocional”, CD Motivacional “Marcado para Vencer”, DVD “Campeão de Vendas”. A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br -  Por Prof. Menegatti em Crescimento profissional
Fonte: www.doceshop.com.br

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
08/09/2009 - 11:52

Como calcular a margem de lucro de um produto

O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, menos as despesas variáveis e menos as despesas fixas, inclusive o pró-labore


Por Laecio Barreiros*

 

“Tenho uma microempresa há pouco mais de 10 anos. Meu dilema é: como calcular minha margem de lucro? O que deve sobrar para a minha empresa do preço final do produto?”
Antonio Carlos da Função

Para responder esta questão, vamos primeiro revisar dois conceitos fundamentais:

Lucro:
É o retorno positivo de um investimento feito por uma pessoa nos negócios.

Formação de preço de vendas:
Cálculo que tem por base a abrangência e cobertura de todos os custos da empresa e geração do lucro desejado. É como dizer que a partir da venda de qualquer produto você estará tirando os custos ligados à empresa, sejam eles: Custo fixo, Custo Variável ou Não Operacional e, assim, obtendo determinado lucro.

Em outras palavras, para determinar o que deve sobrar para sua empresa no final é necessário primeiro entender os conceitos citados e, a partir daí, traçar sua meta de remuneração do capital investido, ou seja, o “seu lucro”. A questão é: quanto eu espero que determinado produto gere de lucro para que eu invista no negócio?

Lembrando sempre que, na outra ponta, está o mercado – clientes que atuam de forma concorrencial e influenciam o preço final dos produtos. De nada adianta colocar ou desejar uma margem de lucro muito alta se o mercado não aceita, por isso tratamos esta situação como uma variável não controlada. Você deve então colocar seu foco nas variáveis que pode e deve controlar dentro da sua empresa e da sua estrutura de formação de preços, que são os custos fixos e variáveis.

Como calcular a margem de lucro média para a sua atividade:
O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, menos as despesas variáveis e menos as despesas fixas, inclusive o pró-labore. Cada tipo de atividade tem uma margem de lucro. Salientamos que o lucro destina-se a remunerar o capital investido na empresa. É desejável que esse capital seja remunerado no mínimo por volta de 2% a 4% ao mês.

Exemplo:

Preço de Venda R$ 20,00 100%
(-) Impostos s/Vendas R$ 2,00 10%
(-) Custo das Mercadorias Vendidas R$ 9,00 45%
(-) Despesas Variáveis R$ 3,00 15%
(=) Margem de Contribuição R$ 6,00 30%
(-) Despesas Fixas R$ 4,00 20%
(=) Lucro R$ 2,00 10%

Outra forma de calcular o preço de venda é utilizar o conceito de Mark-up, que é valor desejado de margem de lucro adicionado ao preço de custo do produto, vejamos um exemplo prático:

Valor de custo do produto ( MP e Diretos ) R$ 9,00 45%
(+) Despesas Variáveis R$ 1,00 10%
(+) Despesas Fixas R$ 2,25 20%
Subtotal R$ 12,25  
Mark-up intermediário R$ 5,75 32%
Impostos R$ 2,00 10%
Valor do preço final do produto R$ 20,00  
Mark-up Divisor Total ( fator ) 0,45  

Recapitulando, Mark-up é um valor originalmente adicionado ao custo, portanto ao calcular seu valor devemos fazê-lo usando o chamado calculo por dentro, ou seja, dividir pelo fator para adicionar o valor encontrado ao próprio preço.

No exemplo, apuramos um fator de Mark-up de 0,45 que, ao aplicarmos diretamente ao preço de custo, teremos o valor de venda direto: R$ 9,00 dividido por 0,45 = R$ 20,00

Bons Negócios,

* Laecio Barreiros é contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
01/09/2009 - 12:01

Jovens descobrem na franquia atalho para o sucesso

 por Amanda Camasmie – 25/08/09 às 18:45

Jovens empreendedores: franquia como alternativa para falta de experiência

Os jovens costumam se queixar (com razão, convenhamos): não conseguem emprego porque não têm experiência; não adquirem experiência porque não conseguem emprego. Diante desse dilema do mercado, um número cada vez maior de jovens está escolhendo a alternativa de abrir o próprio negócio, especialmente franquias. Nada menos que 18 mil empreendedores de até 25 anos são donos de uma franquia no Brasil atualmente. Eles representam 16,10% de todo o universo de franqueados brasileiros – um crescimento de 17% em relação a 2008.

Esse expressivo aumento tem uma lógica. Para abrir um negócio, é preciso estudar e conhecer muito bem o seu mercado e, sempre que possível, ter experiência. Para abrir uma franquia, não. É justamente por ter a inexperiência como aliada que o mercado de franquias tem conquistado um número cada vez maior de jovens.

Pesquisa realizada pela Rizzo Franchise aponta que em 2009 o crescimento de candidatos a franqueados com até 25 anos cresceu 50,55%, comparado com 2008. Desse total, 43% tinham capital de até R$ 80 mil, enquanto 42% dispunham de até R$ 120 mil. Empreendedores com até R$ 200 mil eram 11% e a minoria (4%) detinha mais de R$ 200 mil para investir.

“O jovem está associado a inexperiência. E é tudo o que o franqueador precisa, pois o que ele vende é exatamente a experiência. Basta ter o capital”, disse Marcus Rizzo, sócio da Rizzo Franchise, ao Empreendedores (clique abaixo em “leia mais” para ver suas dicas). Segundo ele, o franqueado é alguém que irá aderir a um sistema já pronto, a um negócio que já deu certo.

 

Cinco dicas para quem quer ter uma franquia

A pesquisa da Rizzo Franchise afirma que duas razões foram apontadas pelos jovens na busca de uma franquia: segurança no investimento e o sucesso mais rápido. Além dessas duas motivações, a análise de Rizzo é de que o nível de informação do jovem hoje é muito maior. “Antes ele tinha em mente que precisava estudar e trabalhar em uma empresa”, diz. “Ele teria de ser advogado, médico ou engenheiro”, explica. “Hoje, com esse turbilhão de informações, eles têm a perspectiva de ter o próprio negócio.”

A vantagem para o jovem que quer abrir uma franquia é de que, na maioria das vezes, ele recebe a loja pronta para operar. “Ele passa por um período de treinamento para aprender a operar a loja”, conta Rizzo. “O que ele não pode ter é a ilusão de que não vai trabalhar. Ele vai trabalhar três vezes mais.” Mas ser inexperiente não significa que você não precise ter alguns cuidados. Confira algumas dicas antes de abrir sua franquia.

Investigar muito a franquia. Entrar na loja, entender como ela opera são tarefas essenciais antes de investir. Não adianta só se apaixonar pelo negócio.

Cuidado com os corretores de franquias ou qualquer outro intermediário. Muitas vezes o franqueador não está preparado para vender e os corretores, motivados pela comissão, fazem uma oferta nem sempre vantajosa. Jamais delegue a decisão de adquirir uma franquia a um terceiro.

Converse com pelo menos quatro franqueados do negócio escolhido. Dois com menos de dois anos de negócio e dois com mais e dois anos.

Fuja de qualquer franquia com contrato menor de quatro anos. A média de tempo contratual no Brasil é de 4,23 anos e nos Estados Unidos é de 10,54 anos.

Desconfie do franqueado que aceita alterar o contrato baseado em alguma exigência sua. Se ele está mudando para você, será que não mudou para outros também? Tudo deve ser padrão.

Fonte; www.blogdosempreendedores.com.br

 

 

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
17/08/2009 - 15:40

7 novas oportunidades de negócio e trabalho

Por Peter Drucker

O famoso pensador da administração, Peter Drucker, definiu o que ele chama de “fontes para uma oportunidade inovadora” no livro Inovação e Espírito Empreendedor.

Peter Drucker

 

 

Empreendedores estão constantemente em busca de novas oportunidades, sejam elas de negócios ou mesmo de empregoDisse uma vez em outro post e repito aqui; empreendedores também são empresários e não somente empresários.

É possível empreender como funcionário. Aliás, as empresas estão cada vez mais procurando este perfil em particular para ter em sua equipe, justamente pelo fato deles buscarem sempre por oportunidades.

Empresário ou funcionário a questão é que, conscientemente ou não, empreendedores de sucesso buscam as oportunidades das mesmas fontes. São essas fontes que o grande Peter Drucker listou e enumerou em seu livro e, apesar de tentar, não consegui ver mais nenhuma além das que ele vislumbrou.

Se você conseguir, por favor deixe um comentário. ;)

Hoje, com a ajuda do tio Peter, vou elucidar aos novos empreendedores e aos que o fazem por instinto onde estão as oportunidades. Afinal, é muito mais fácil encontrar o que se sabe exatamente estar procurando.

 

As sete fontes de novas oportunidades estão:

  • No inesperado
  • Na incongruência
  • Na necessidade de processo
  • Na mudança de estrutura da indústria
  • Em mudanças demográficas
  • Nas mudanças na percepção
  • No Conhecimento novo
Destrinchando as 7 fontes de Peter Drucker

01 – O Inesperado. O empreendedor pode conseguir sucesso ou até mesmo fracasso inesperadamente, mas para o sucesso ele deve estar acompanhando o que o cenário geral está lhe informando. Alguns conseguem aparentemente encontrar uma oportunidade de negócio milagrosa, que cresce da noite para o dia. Mas se olhar de perto, perceberá que este empreendedor conseguiu encontrar uma oportunidade de negócio genuína e não a deixou escapar.

02 – A Incongruência. Aqui o empreendedor deve analisar se o que ele vê de valor em seu produto é a mesma visão que seu cliente tem. Em muitos casos esses valores são diferentes, como evidenciei neste artigo aqui. Às vezes o empreendedor pensa vender um tipo de produto/serviço com a finalidade ‘x’ e o cliente o recebe com a finalidade ‘y’. Nesse cenário surgem novas oportunidades, nas quais, por exemplo, existia um único produto/serviço que agora poderá ser divido em vários produtos/serviços.

03 – Necessidade de processo. Algumas oportunidades surgem quando se cria ou modifica processos já existentes. Por isso sou tão fanático por fluxogramas e mapas mentais. Um exemplo é o da revelação de fotos, um processo antigo que com o uso de câmeras digitais foi adaptado por empreendedores, ou seja, aproveitaram a oportunidade de utilizar novas tecnologias apenas para melhorar um processo.

04 – Mudança na estrutura da indústria. Alguns segmentos ficam estagnados por muito tempo, mas com o aparecimento de novas tendências ou tecnologias novas oportunidades de negócios podem se formar. No Brasil os carros sempre foram à gasolina, mas o cenário da indústria mudou com o aparecimento dos carros bicombustíveis. Empreendedores que não deixam uma boa oportunidade passaram a vender produtos voltados para essa nova demanda, por exemplo.

05 – Mudanças demográficas. Em que podemos incluir mudanças relacionadas com o ser humano; tipos de moradias, sexo, envelhecimento da população, nível de escolaridade, entre outros fatores podem oferecer inovações surpreendentes aos empreendedores. Um exemplo é a expansão de cursos de pós-graduação, pois os números de cursos mais que dobraram nos últimos anos. Por que? Mudanças no nível de escolaridade da população.

06 – Mudanças na percepção. De tempos em tempos, alguns paradigmas são quebrados pelas novas gerações. Se você dissesse no final da década de 1980 que, um dia, você teria uma empresa especializada em produzir jogos para celular, diriam que você está louco. Celular era um tijolo, com uma tela que mal dava pra ler os números. Hoje os celulares evoluíram, as pessoas não vivem sem um. Temos telefones com câmeras digitais e sim, pessoas especializadas na produção de jogos para celular que por sinal, ganham muito bem.

07 – Conhecimento novo. Novas oportunidades criadas por meio de novos conhecimentos “brilham” no mercado pela sua natureza inovadora, trazem consigo todo um mercado pararelo a ser explorado. Para citar um exemplo temos o caso dos transgênicos, um conhecimento novo que abre muitas outras oportunidades. Quando se cria ou descobre algo novo, e essa pessoa tem espírito empreendedor, o céu é o limite.

A moral da história

Então meu amigo, o negócio é manter-se sempre antenado com o cenário geral. A vantagem é que agora, depois de ler este artigo, você sabe quais elementos monitorar sempre.

Salvo o inesperado.
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
10/08/2009 - 12:09

Como pedir um aumento de salário ao seu Chefe…

Primeiro que tudo tem que saber justificar perante o seu chefe o porquê de lhe estar a pedir um aumento.


Porque é que você merece um aumento?

Porque já tem muitos anos de casa;

Porque este ano ainda não recebeu um aumento;

Porque trabalhou muito este ano;

Porque é um excelente funcionário;

Porque acha que um aumento é uma boa forma de o compensar pelo seu desempenho;

Porque é benéfico tanto para si como para a empresa;

Porque a sua produtividade foi rentável para a empresa.

Antes de pedir um aumento, treine e tenha a certeza que o sabe pedir. Aqui vão algumas dicas a considerar antes de começar a negociar o seu aumento:

Encoste o seu chefe à parede

Você tem que ter pulso forte, tem que ser persuasivo. Enfrente o seu chefe. Pode optar por uma postura mais drástica e dizer-lhe que foi contactado por uma empresa da concorrência, que estão interessados em si e que lhe pagam mais. Tente demonstrar que a sua vontade é continuar na empresa, mas que uns euros a mais no fim do mês seriam bem recebidos. Pense bem antes de seguir esta estratégia: corre sempre o risco do seu chefe o despedir e o mandar para a “outra” empresa que está disposta a pagar-lhe mais.
Uma coisa é certa: se você for importante para a empresa, decerto que o seu chefe irá, pelo menos, pensar na possibilidade de o aumentar.

Não seja apressado

Não pense em pedir um aumento sem ter pelo menos um ou mais anos de casa. Não desespere, seja paciente, a sua oportunidade virá.

Não queira tudo de uma vez

Peça aumentos pequenos. Vai ver que se for pedindo pouco a pouco, tem mais probabilidades de alcançar os seus objectivos. Refira-se ao valor de inflação como base do aumento que pretende.

Torne-se rentável

Torne o seu aumento salarial em algo de muito proveitoso, quer para si, quer para a sua empresa. Mostre-se empenhado e entusiasmado se o tal aumento chegar.

Pedir aumento requer tanta preparação psicológica como a mais difícil das reuniões.
Prepare-se para esse encontro adequadamente. Treine o discurso e…. boa sorte!

 

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
06/08/2009 - 12:20

Como tirar a empresa da lama


A receita de um franqueado da Contém 1g para tirar sete lojas da lama

Como muitos empresários de primeira viagem, Alberto Oyama, franqueado da rede de cosméticos e perfumes Contém 1g, amargou prejuízos nos primeiros tempos do negócio. Seis meses depois da inauguração, em 2002, a loja, no centro de São Paulo, faturava metade do necessário para pagar as contas. Descontente, ele quis devolver a operação ao franqueador, mas teve a proposta rejeitada. Procurou outros compradores, também sem sucesso. Por fim, cogitou de encerrar a atividade. Mas nem isso podia fazer, por falta de dinheiro para pagar a multa por devolução antecipada do ponto. ‘Já que não dava para devolver, vender ou fechar, o jeito foi me empenhar e levantar a empresa’, afirma. Dito e feito. Em um mês de esforço concentrado, Oyama dobrou o faturamento. Desde então, comprou outras sete unidades de franqueados descontentes. Em todas elas, afirma ter aumentado a receita em algo entre duas e três vezes. Como? Confira a seguir os cinco ingredientes da sua fórmula.1>>>Brindes e sessões de maquiagem – Sem dinheiro para contratar um promotor de vendas, o franqueado foi às ruas distribuir vales que davam direito a um sachê de perfume. Era o incentivo que faltava para trazer mais gente à loja. Mas não o suficiente para alavancar as vendas. Para isso, a estratégia era outra. ‘Quando a cliente entrava, era convidada a conhecer os produtos e ganhar uma sessão de maquiagem’, diz. O método, hoje adotado em todas as suas unidades, foi mais tarde incrementado com cursos de automaquiagem, oferecidos nas compras acima de determinados valores. A tática tem o aval de especialistas. ‘É importante oferecer ao cliente a oportunidade de experimentar o produto, pois as pessoas estão cada vez menos dispostas a correr riscos na compra’, diz Michel Brull, diretor da Gouvêa de Souza & MD, consultoria especializada em varejo.

2>>>Parcerias – Para Oyama, falta de lugar na loja não é desculpa para deixar de oferecer os cursos de maquiagem. Algumas das aulas ocorrem na livraria Saraiva, vizinha de uma de suas unidades em um shopping. ‘Em troca do espaço, ofereço cursos gratuitos aos funcionários deles.’

3>>>Treinamento - Logo que assumia o comando das novas lojas, o franqueado encaminhava as vendedoras ao curso de maquiagem de duas semanas oferecido pelo franqueador. Para isso, ele e a sócia, sua mulher, Simone, iam para o balcão compensar a falta temporária de mão-de-obra – trabalheira que desmotivava seus antecessores a seguir o mesmo caminho. O esforço valeu a pena. ‘Com as aulas, as funcionárias ganham condições de maquiar as clientes, entender suas necessidades e ajudá-las a decidir o que comprar’, diz.

4>>>Carreira – Metade das vendedoras das lojas de Oyama começaram como promotoras, distribuindo panfletos. E todas as gerentes foram antes vendedoras. ‘A perspectiva de crescimento profissional incentiva o comprometimento com as vendas’, afirma o empresário.

5>>>Estoque - A falta de produtos era um problema comum nas unidades compradas por Oyama. Com o negócio mal das pernas, os antigos franqueados enxugavam o estoque. Como exageravam na dose, volta e meia faltava o que vender. Agora a estratégia é outra. ‘Cheguei a dobrar a quantidade de produtos, mesmo ciente de que essa era uma aposta arriscada’, diz. E justifica: ‘Não aceito perder vendas por falta de mercadoria.’

Fonte:http://empresas.globo.com/Empresasenegocios

 

 

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
28/07/2009 - 11:39

Sistema flexível de trabalho reduz rotatividade

Faça Diferente – Programa 50


Da Agência Sebrae de Notícias

Em tempos de tecnologia cada vez mais acessível, o que faz a diferença são pessoas. “Nós produzimos inteligência! Se eu não tiver a mente dessas pessoas descansadas, tranquilas com o processo, não conseguo realmente ter o melhor da chamada economia do capital intelectual”, ressalta Gil Giardelli, dono da Permission, administradora de sites de empresas.

Localizado em São Paulo, o negócio tem 39 funcionários e atua no setor de ad network, ou seja, sites terceirizam com a Permission a tecnologia e a venda de publicidade. A grande inovação do Gil Giardelli é justamente valorizar o capital intelectual da sua empresa: seus colaboradores.

“Vivemos uma nova economia, uma economia colaborativa. Então, eu tenho quase um terço da empresa hoje trabalhando em suas casas. Por quê? É que em São Paulo existe um congestionamento muito grande, é melhor essas pessoas trabalhem em seus lares”, explica o empresário inovador.

Com essa inovação, a Permission tem mais produtividade, redução de custos e, principalmente, valoriza o investimento que faz em pessoal. Manter um funcionário na maioria das vezes é mais eficiente e barato do que formar outro. “Criei pessoas aqui! Tem gente que entrou como estagiário, com 18 anos, e hoje, cinco anos depois, é uma estrela na área de vendas”, conta Giardelli.

Avaliação
A empresa criou parâmetros de avaliação para o sistema dar certo. Os funcionários tem que cumprir metas financeiras e de colaboração com a equipe. “É meritocracia pura”, diz o empresário.

O outro padrão de avaliação é subjetivo, mas comprovadamente poderoso para aumentar a produtividade em empresas. A Permission contrata, uma vez por ano, uma empresa de recursos humanos para medir a felicidade dos colaboradores. “Os resultados são sempre positivos. O maior índice pra mim é minha taxa de turnover – relação entre admissões e demissões ou taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos –, que é baixíssima comparada com as outras empresas do mercado”, comemora Giardelli.

Ouça o programa e saiba porquê inovar em organização custa menos do que se imagina!

http://audio.sebrae.com.br/?idCategory=13&idContent=373&repeat=false&playAuto=false

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
15/07/2009 - 12:02

DICAS DO CONSULTOR DA SEMANA

9 ideias práticas para conquistar clientes
Por Bruno Krug
Invista em treinamento constante para qualificar melhor aqueles que atendem ao público, pois isso irá interferir no valor percebido pelos clientes.
Conheça bem seus produtos e os benefícios que eles proporcionam e se assegure de que sua equipe transmita as informações adequadas para os consumidores.
Trabalhe para a construção da fidelidade de seus colaboradores com a empresa, pois, se eles não compram, e consomem os produtos dela, certamente não acreditam nem os valorizam, o que significa que não vendem bem.
Busque, primeiramente, servir seus clientes e, depois, procure vender o que deseja.
Invista tempo para obter feedback de seus consumidores, buscando informações que possam melhorar seus serviços e produtos.
Aja com boa vontade e simpatia para atender às solicitações de seus clientes, respondendo sempre com rapidez, honestidade e respeito.
Dedique tempo e dinheiro para conquistar consumidores que estão afastados da empresa.
Procure, a cada duas semanas, destacar alguns produtos para que seus clientes conheçam o que você tem a oferecer e organize sua companhia de forma que os produtos sejam colocados de maneira inteligente, prática e agrupados.
Delegue poder e condições para que seus funcionários da linha de frente possam atender com qualidade, competência e rapidez.
Bruno Krug é consultor empresarial e palestrante.

Visite o site: http://www.brunokrug.com.br.

PARA PENSAR
“É mais fácil acabar com um mau hábito hoje que amanhã”
Provérbio judaico

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
29/06/2009 - 11:32

10 Lições Empreendedoras

  • 01 – Pioneirismo tem seus riscos, mas é o meio mais fácil de conseguir a liderança. A criatividade fala alto em questões como esta.
  • 02 – Pessoas comuns e vidas comuns têm resultados comuns.
  • 03 – Para vencer lutas é necessário saber apanhar com estratégia. Aprender acima de tudo.
  • 04 – As pessoas se tornam o que pensam que são.
  • 05 – Continuar caminhando mesmo que a trilha acabe. Cuidar muito bem do fluxo de caixa.
  • 06 – Não importa o produto. O que se comercializa são emoções, necessidades, sentimentos e sonhos.
  • 07 – Honestidade não é custo é investimento.
  • 08 – Não importa o que você faz. Terá sucesso se fizer com paixão e comprometimento.
  • 09 – Ninguém consegue grandes resultados sozinho.
  • 10 – Sempre se divirta. Você não vai sair daqui vivo mesmo.
  • Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
    24/06/2009 - 11:32

    Clube dos 100

    Clube dos 100

    A Editora Quantum acaba de lançar mais uma novidade: o Clube dos 100. Trata-se de um grupo de 100 empresários que se reúnem mensalmente para discutir temas ligados ao universo das vendas ao meu lado e de alguns dos maiores e melhores especialistas do mercado nacional.

    O grupo foi formado através de convites feitos a grandes empresários do País, cujo faturamento de suas companhias extrapola a casa dos R$20 milhões. Durante os encontros, discutimos novas estratégias, liderança, vendas, inovação, segmentos de mercado, equipes de alto desempenho entre outros assuntos trazidos do dia a dia dos empresários.

    Para formar o Clube, colocamos como pré-requisito que não houvesse concorrentes diretos entre os participantes. A finalidade de selecionar empresas de diferentes ramos foi promover a diversidade de segmentos e, com isso, enriquecer as discussões e projetar o know-how dos empresários em várias áreas.

    Essa diversidade ficou perceptível logo no primeiro encontro, no qual transpareceram os pontos fortes de alguns participantes, o know-how que possuem em algumas áreas e os contrapontos, departamentos e processos pouco trabalhados em determinadas empresas e bem desenvolvidos na companhia do vizinho. Essa troca natural de expertises, ou seja, esse benchmarking recíproco e consciente é o que torna o encontro tão rico.

    A próxima reunião do Clube acontecerá no dia 30 de junho, em São Paulo. Se você tiver interesse em participar, entre em contato conosco através do e-mail: fabio.fiorini@editoraquantum.com.br e saiba mais sobre o encontro. O tema a ser debatido será o princípio da liderança como prática diferencial

    DICAS DO CONSULTOR DA SEMANA
    Por Paulo Ferreira

    Preço – 6 dicas para o sucesso na negociação
    Nunca dê seu preço final a intermediários. Ao conceder descontos, tenha em mente que, se a pessoa diante de você não for o decisor final (o que manda comprar), você poderá vender muito, mas terá de dar um desconto extra na hora da assinatura. Aí, você ficará sem jeito por não ter mais concessões a fazer para quem mais interessa no fechamento da venda.
    Clientes têm sempre a necessidade de ganhar algo a mais, especialmente os compradores profissionais. Conceda-lhes algum tipo de benefício, não precisa ser desconto, pode ser um prazo a mais, uma bonificação na primeira compra, o pagamento de um frete, etc.
    Seus descontos devem ter um prazo de validade. Faça o consumidor decidir na hora, diga que, se as condições mudarem, você não terá como garantir a mesma condição de negócio. Lute para ter o fechamento antes do dia marcado.
    Fale dos benefícios que você e sua empresa entregam com os produtos ou serviços que vendem.
    Mostre que ele não terá as mesmas vantagens com os produtos mais baratos dos concorrentes.
    Divida o preço pela vida útil do produto. Converta-o em retorno de investimento (se houver), ganhos de tempo, aumento de produtividade e versatilidade que o produto irá proporcionar.
    Paulo Ferreira é palestrante, instrutor de vendas, colunista da VendaMais e sócio do Instituto Supra Treinamento e Desenvolvimento Empresarial.
    Visite o site: http://www.institutosupra.com.br
    PARA PENSAR
    “Ter talento, na maioria das vezes, não é mais que ver o que os outros veem, mas pensar e agir de forma diferente”
    João Alberto Catalão

    Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
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