Arquivo de setembro, 2009
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30 dicas para atrair o consumidor em tempos de crise
Os clientes mudaram. Hoje, resistem em abrir a carteira e descartam o que consideram supérfluo. Mexa-se (ou corra o risco de perdê-los)!
Por Katia Simões
Alaine Barbosa, da loja de calçados infantis Oza Boza: modelos diferentes em promoção a cada semana na ponta de estoque
1>>>CHAMARIZ
‘Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja’, recomenda Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação, agência de comunicação de marca. Foi com a implantação do Espaço do Chef, uma área voltada aos chefs de cozinha e futuros profissionais, que a Doural, loja de utilidades domésticas, de São Paulo, virou referência entre os apreciadores da gastronomia. ‘O espaço, inaugurado em dezembro, ampliou nossas vendas em 25%’, afirma o sócio Fernando Abdalla.
2>>>ABAIXO A OSTENTAÇÃO
O uso de materiais sustentáveis e de custo relativamente baixo é muito bem-vindo neste momento. Para Chan Wook Min, presidente do instituto de pesquisas Popai Brasil, é essencial deixar de lado o supérfluo e, principalmente, o excesso de luxo. ‘Saem de cena o exagero de iluminação, metais e acrílico dos displays, e entram materiais recicláveis e menos exuberantes’, afirma. O ideal é que a mudança de conceito seja pensada para fortalecer o posicionamento da marca – e que venha com toques de inovação e tecnologia.
3>>>O HUMOR SEMPRE VENCE
Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. ‘Nada mais atual do que levantar o astral do consumidor’, diz Brian Dyches, diretor internacional do Retail Design Institute, com sede nos Estados Unidos. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja. ‘Além de refrescar o espaço, a estratégia custa um décimo do preço de uma reforma completa e pode ser realizada em pouco tempo’, afirma Dyches. Ele observa que os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade.
4>>>PODE PEGAR
Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga ‘não’ aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada. ‘Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda’, afirma Eugênio Foganholo, da Mixxer, consultoria de varejo e bens de consumo. Um exemplo clássico, e inspirador nos dias de hoje, é a mesa de experimentação instalada nas lojas da rede O Boticário, que permite ao cliente usar qualquer produto sem ser incomodado. ‘Mais do que nunca, é hora de colocarmos o aviso: pode pegar, no lugar do tradicional não toque’, aconselha Foganholo.
5>>>MANEQUINS DINÂMICOS
Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. ‘Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim. Este precisa transmitir um estilo’, afirma Manuel Alves Lima, sócio da Falzoni & Alves Lima. Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. ‘Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor’, avalia Lima.
6>>>COMUNICAÇÃO DIRETA
A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende. ‘É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente’, diz Beth Furtado, sócia da Alia Consultoria de Marketing. ‘Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores.’
7>>>LUGAR INCOMUM
Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana. Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores. Reposicionar as araras e até mesmo os manequins, caso eles marquem presença além da vitrine, também é uma conduta interessante, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima.
8>>>VISUAL LIMPO
‘Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais’, afirma Katia Bello, da consultoria Opus Design. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor. ‘Vale a pena comunicar tudo o que servir para incentivar o aumento do tíquete médio e não apenas o preço’, diz Katia. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como ‘leve três e pague dois’) e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade.
9>>>EXPOSIÇÃO EFICAZ
‘As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual’, afirma Marcelo Heidrich Neto, da agência Ponto de Criação. A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo.
10>>> PROMOÇÃO INTELIGENTE
Na ponta de estoque da grife de calçados infantis Oza Boza, as ofertas mudam de perfil a cada semana. ‘Praticamos preço único, ora para uma linha de modelos, ora para uma determinada cor, ou ainda damos descontos para calçados fora da estação’, diz Alaine Barbosa, sócia da empresa. ‘Se o cliente frequentar a loja semanalmente, encontrará uma oferta diferente em cada visita.’ Movimentar a ponta de estoque foi uma das formas que Alaine encontrou para atrair o consumidor em tempos bicudos. ‘Para garantir o resultado esperado, a promoção deve ter hora para começar e acabar’, recomenda Eugênio Foganholo, da Mixxer Consultoria. ‘Caso contrário, compromete a rentabilidade e não causa impacto.’
11>>>ÁREAS QUENTES
O metro quadrado da loja tem que render muito, diz Katia Bello, da Opus Design. Para usar o fluxo de pessoas a seu favor, você precisa, primordialmente, gerenciar os pontos mais quentes da loja. São essas áreas que receberão os produtos mais rentáveis e os kits promocionais ou itens de descontos mais agressivos.
12>>>MAIS POR MENOS
Entregue ao consumidor mais pelo mesmo preço que ele costumava pagar e crie opções mais econômicas. Disposta a manter o movimento de seus restaurantes e atrair o público feminino, a rede Parmê somou ao seu bufê de massas e ao rodízio de pizza uma farta mesa de saladas, sem alterar o preço. ‘Enquanto o setor sentiu uma queda no movimento de 10%, nós conseguimos manter o número de clientes’, conta Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. A rede instituiu, ainda, um menu megaeconômico, com quatro pratos a R$ 6,90. ‘A aceitação superou as expectativas. Das 4 mil refeições servidas em uma das lojas, 700 são do novo cardápio.’
13>>>EMBALAGENS NA MEDIDA
A ordem, para se adaptar ao momento, é evitar excesso de caixas e cartuchos e apostar em embalagens menores. ‘Quanto menos desperdício, melhor’, diz Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Foi o que fez Cristiana Beltrão, dos restaurantes Bazzar, do Rio de Janeiro, que reduziu a quantidade dos molhos e coberturas da marca, de 450g para 270g. ‘Estudamos o tempo de uso de cada produto e sua validade e, depois de muita pesquisa, constatamos que o giro seria maior e o desperdício menor’, afirma Cristiana. Em tempo: os produtos passaram a custar 26% menos.
14>>>PLANO B
Crie uma nova linha de produtos mais em conta para atender o seu próprio consumidor, disposto a gastar menos, e para conquistar outras fatias de mercado. No final de 2008, a Mahogany Cosméticos colocou nas prateleiras quatro fragrâncias de sabonete líquido em embalagens de um litro, a R$ 25. A versão tradicional, de R$ 420 ml, custa R$ 17. O sabonete tamanho família já responde por 10% das vendas.
15>>>NOVOS CANAIS
Firmar parcerias com outros varejistas pode ser um canal para multiplicar os pontos-de-venda sem nenhum investimento adicional, de acordo com o consultor Brian Dyches. Os vales-presentes, por exemplo, podem ser comercializados fora da loja de origem e ganhar espaço na gôndola próxima ao caixa do supermercado, na floricultura, na livraria ou em qualquer outro ponto de circulação de seu público-alvo. ‘A prática foi adotada no varejo americano e resultou em um aumento considerável das vendas’, diz Dyches.
16>>>SOLUÇÃO COMPLETA
Hoje o cliente não busca um produto, ele espera resolver um problema, seja o jantar do fim de semana ou o traje completo da próxima balada. Os varejistas podem aproveitar o conceito para fazer a chamada venda cruzada: no mesmo lugar em que está o macarrão também podem ser oferecidos o molho de tomate e o queijo ralado. ‘A receita vale para todas as categorias, mas principalmente para moda, beleza e decoração’, afirma Katia Bello, da Opus Design.
17>>>AÇÃO SOCIAL
‘A prática do varejo consciente é cada vez mais valorizada’, diz Fernando Lucena, presidente do Grupo Friedman, consultoria especializada em varejo. Cristiana Beltrão, sócia dos restaurantes Bazzar, criou há três meses o Prato Solidário, uma receita que indica a procedência das matérias-primas e divulga uma obra social à qual a receita está associada. ‘Metade do lucro líquido do prato é revertido à comunidade, o que tem levado boa parte dos clientes a migrarem para o menu social’, afirma Cristiana.
18>>>ATENDIMENTO FLEXÍVEL
Demonstre o quanto você está disposto a servir ao cliente e a atender às suas expectativas e necessidades. ‘Levar o produto à casa do consumidor e trabalhar fora do horário comercial são ações que costumam aumentar significativamente as vendas’, afirma a consultora Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Rogéria Aguiar, dona do De Ro Cabeleireiro, de São Paulo, calcula que 30% dos 700 clientes atendidos por mês frequentam o salão fora do horário comercial, principalmente aos domingos.
19>>>NO MESMO BARCO
Faça parcerias com seus fornecedores. A iniciativa permitirá oferecer ao consumidor produtos e serviços mais em conta. Para driblar a baixa das vendas na área de turismo, a operadora de viagens Lux Travell, de São Paulo, intensificou suas parcerias com companhias aéreas e hotéis. ‘De janeiro para cá, oferecemos pacotes com o segundo passageiro grátis, cortesia da passagem de volta e custo zero para as crianças’, conta o sócio Cláudio Jardim. O resultado foi um aumento nas vendas de 33% em relação ao mesmo período de 2008.
20>>>SENSO DE URGÊNCIA
O consumidor precisa ter a certeza de que o momento de compra é aquele e que, se deixar para amanhã, perderá uma boa oportunidade. ‘Na dúvida, a pessoa fica paralisada e não compra. Por isso, há necessidade de se criar uma ação atraente aos olhos do público’, diz Dyches, do Retail Design Institute. Para gerar fluxo pontual de clientes, a rede de farmácias Pague Menos lançou o Caminhão de Ofertas, uma carreta abarrotada de produtos, instalada uma vez por mês em frente a uma unidade da rede. ‘Vendemos em um fim de semana 30 mil pacotes de fraldas, o equivalente a um mês de movimento de uma loja’, conta Patriciana Rodrigues, diretora comercial da Pague Menos. Mas, para dar resultado, os preços devem ser agressivos.
21>>>GANHA-GANHA
Disposta a manter o movimento de seus restaurantes, a rede Parmê, do Rio de Janeiro, lançou em março o seu Cartão Fidelidade. ‘A cada nove pratos consumidos, o cliente ganha uma pizza tamanho família ou um prato a escolher’, diz Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. ‘Dos 280 mil cartões distribuídos nas 14 unidades, 15% já se transformaram em benefício’. Iniciativas que oferecem ganho real ao consumidor têm grande aceitação neste momento. ‘As pessoas passaram a valorizar o prazer de fazer um bom negócio, porque economizar faz bem para a saúde’, diz Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Grupo Center Norte.
22>>> EFEITO SURPRESA
Ofereça mais do que o cliente espera. ‘É preciso ser criativo e surpreender o consumidor’, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima. Para isso, não é preciso investir muito. Alguns pet shops de São Paulo estão aproveitando a onda da novela Caminho das Índias para produzir as cadelas com acessórios indianos, como o terceiro olho de pedra. Os donos ficam encantados e não lhes custa um centavo a mais no bolso. ‘As pessoas querem ser mimadas’, afirma o consultor.
23>>> CONVITE ESPECIAL
O cliente só gasta seu dinheiro por impulso se ele for pego pela emoção. Assim, a ordem é fazer um convite de compra e não um anúncio de venda, garante Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação. A tarefa implica em criar uma atmosfera de loja que envolva os sentidos, com o uso de aromas e músicas personalizados; que aposte em conceitos valorizados no momento, como sustentabilidade, qualidade de vida e respeito ao planeta; e que invista em um atendimento que demonstre mais a vontade de servir ao cliente, em vez de entregar-lhe um produto de forma automática.
24>>>PÓS-VENDA
‘Mais do que em qualquer outro momento, hoje um pós-venda feito com eficiência e inteligência ajuda a fidelizar o cliente e a construir o seu histórico de consumo’, afirma a consultora Ana Vecchi, da Consultoria Vecchi & Ancona. ‘Mas é preciso ter cuidado para não invadir a privacidade das pessoas e nem importuná-las com um tratamento mais íntimo. Quanto mais profissional, melhor.’
25>>>E-MAIL MARKETING
Uma ferramenta barata e eficiente. É assim que o consultor Marcelo Cossalter, da RCS Brasil, define o e-mail marketing. ‘Serve não só para informar o cliente sobre promoções e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os hábitos e as preferências do público-alvo, algo essencial nos dias de hoje’, observa. É preciso tomar cuidado para que as ações não sejam evasivas ou, pior, afugentem a clientela. Antes de compor a sua lista de e-mail marketing, pergunte aos clientes se eles gostariam de fazer parte dela.
26>>>E-COMMERCE EFICIENTE
Crie sites menos complexos e fáceis de navegar. O consumidor costuma desistir da compra online quando tem que preencher várias fichas cadastrais, responder a uma infinidade de questões e passar por várias telas até concluir a operação. É necessário diminuir o número de etapas a serem percorridas entre a escolha do produto e a finalização da compra, além de solicitar apenas as informações cadastrais realmente necessárias.
27>>>REDES SOCIAIS
Use as redes sociais a seu favor, recomenda o consultor Brian Dyches, do Retail Design Institute. Além de multiplicar o poder de reconhecimento da sua marca, blogs, YouTube e Orkut, entre outros, ajudam a saber o que o cliente pensa sobre seus produtos e serviços. A loja de utilidades domésticas Doural, de São Paulo, criou um blog há seis meses voltado à troca de informações sobre gastronomia, receitas e produtos. ‘Não é um espaço de venda, mas remete à loja virtual se o cliente desejar’, diz o sócio Fernando Abdalla. ‘Dos 5 mil acessos recebidos por mês, 20% convertem-se em negócio.’
28>>> INTERATIVIDADE
Quanto mais o cliente puder interagir com a marca, melhor. Na Chilli Beans, por exemplo, as pessoas tiram fotos com os óculos escolhidos na própria loja e encaminham por e-mail ou pelo Orkut para um amigo. Aguardam a resposta e concluem a compra. ‘O Espelho Digital, como batizamos a ferramenta, nos permite não só ampliar o e-mail marketing como conhecer melhor nosso público praticamente sem nenhum custo’, diz Gabriela Neves, gerente de marketing. A rede já tem cerca de 500 mil fotos cadastradas.
29>>>TORPEDOS EM ALTA
Desde que o consumidor autorize o envio de informações via SMS, a ferramenta pode se tornar um excelente canal de comunicação e de coleta de informações para um banco de dados eficiente, afirmam os consultores. Mande mensagens inteligentes, curtas e diretas. A rede de lojas de moda Handbook tem mais de 50 mil clientes cadastrados e, de acordo com Ari Piestun, diretor de marketing, envia torpedos alinhados com o perfil de consumo de cada grupo. ‘Quanto mais personalizado for o conteúdo, maiores serão as chances de retorno’, afirma.
30>>>NA PONTA DO LÁPIS
‘A hora é para ter na prateleira produtos de bom giro, controlar o estoque, trabalhar a logística e trazer os custos na ponta do lápis’, afirma a consultora Cláudia Bittencourt, da Bittencourt Consultoria. ‘É importante concluir boas negociações com os fornecedores e fazer compras programadas alinhadas com o monitoramento do estoque.’
fonte:PEGN
Frase da Semana
” Não permita que ninguém te aborreça sem o seu consentimento”
Criatividade e inovação
Criatividade e inovação:
Criatividade e inovação andam de mãos dadas.
Descubra como acordar o gênio
criativo adormecido dentro de você e coloque em prática idéias inovadoras.
A TOYOTA coloca em prática cerca de 95% das 2,65 milhões de idéias dadas pelos seus colaboradores. Já, a NISSAM considera seriamente qualquer sugestão que economize 0,6 segundos; o tempo necessário para erguer um braço.
Uma pesquisa realizada por Geog Land, envolvendo 1.600 crianças e 200 mil adultos, mostrou que 98% das crianças na faixa etária de três a cinco anos são gênios e que apenas 2% dos adultos acima de vinte e cinco anos são gênios.
A questão é: onde estão os 96% das crianças que, ao se tornarem adultas e ultrapassaram os vinte e cinco anos, deixaram de ser gênios? O problema, segundo Land, está na educação repressora que recebemos dos nossos pais e professores, fazendo com que o potencial criativo das crianças adormecesse.
Maslow afirmou que:
O homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescenta algo; o homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou”.
Assim, concluímos que nosso potencial não está perdido, mas está aguardando o momento de despertar.
O que fazer para resgatar nossa genialidade?
- Observe a natureza: uma das fontes incontestáveis de inspiração é a natureza, e o engenheiro suíço George de Mestral que o diga. Criou o velcro depois de notar que as minúsculas hastes do carrapicho grudavam em suas meias de lã. Uma empresa tinha um problema a solucionar: como embalar muitas batatas fritas em um espaço pequeno sem quebrá-las. Uma pequena empresa usou novamente a natureza como analogia, amontoando folhas secas e folhas verdes. Através da utilização dessa idéia criativa, a solução óbvia surgiu. Moldar batatas em formas uniformes e possíveis de empilhar antes de secarem. Munida dessa inovação, a empresa vendeu sua idéia a Procter e Gamble, e a batata frita Pringles surgiu;
- Exercite-se: a criatividade é como os músculos, é um processo lento, exige dedicação, e quanto mais você treina, mais ela se desenvolve. Existem exercícios, tais como o tangram, cujo desafio é obter inúmeras soluções, propiciando, com isso, estimular a criatividade, mantendo o cérebro em constante atividade. Além disso, esse tipo de exercício supera a barreira do não: “não dá”; “não pode”; “é impossível”; “isto não vale” etc.;
- Persista: “Esta geringonça tem inconvenientes demais para ser levada a sério como meio de comunicação. Ela não tem nenhum valor para nós”. Memorando Interno da Western Union sobre o telefone em 1876. “Quem se interessaria em ouvir os atores?” H. M. Warner, da Warner Brothers, no auge do cinema mudo em 1927.
Chegar ao topo até que não é tão difícil; manter-se é o problema. À medida que as empresas, atingem seus objetivos, passam a atuar com a suicida rotina. E a rotina impede a empresa de promover as sempre necessárias mudanças.
O talento humano que valerá ouro hoje e no futuro é o que tem comportamento criativo. As profissões e as empresas que não fizerem uso da cabeça, tendem a desaparecer. Se você está acomodado, acreditando que as coisas não irão mudar, tome muito cuidado! Alguém com muita criatividade pode estar tomando o seu lugar.
Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Administrador de empresas, pós-graduado em Produtividade e Qualidade Total, MBA em Gestão Empresarial. Entre seus produtos estão: o Livro “Desperte seu Potencial Emocional”, CD Motivacional “Marcado para Vencer”, DVD “Campeão de Vendas”. A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - Por Prof. Menegatti em Crescimento profissional Fonte: www.doceshop.com.br
Estou de cara nova!
Olá, amigos. O Blog está de cara nova. Uma nova roupagem dá mais sinergia. Espero que gostem. Mandem suas idéias ou histórias de sucesso para serem publicadas no Blog.
Abraços
Prof° Marcos
Habilidades que hoje não eliminam um candidato num processo seletivo, no futuro serão as primeiras a serem avaliadas
Fonte: Empregos Catho Online Tatiana Aude
As mudanças estão acontecendo em escala geométrica e, por mais jovem que uma pessoa seja, não deve se considerar a ‘dona da verdade’ quando o assunto é critérios de seleção e mercado de trabalho. Consultamos especialistas de treinamento e de desenvolvimento de pessoas que afirmam: alguns requisitos, num futuro próximo, serão eliminatórios na briga por vagas de emprego.
Confira algumas competências apontadas pela gerente:
- Saber como agregar valor: “A pessoa precisa descobrir como ela dá resultado e impacta o resultado de uma empresa. Neste momento [de crise], utilizar essa ferramenta é chave! Também é importante detectar ações que não impactam o planejamento estratégico e eliminá-las”.
- Não ser workaholic, e sim produtivo: “É certo que você não consegue estabelecer, nos dias de hoje, horário fixo para trabalhar. As empresas estão ‘enxugando’ e quem fica assume novas realidades. Mas o que eu tenho a fazer é montar estratégicas para manter minha qualidade de vida. E pra isso não existe regra: eu posso trabalhar até 14 horas por dia e não me sentir estressada com isso, mas também não vale utilizar a situação para fazer figura no escritório. Tem que ser produtivo”.
- Voluntariado e hobbies: “Têm peso numa contratação, embora não sejam tudo. O que se deve atentar é que não vale eu ter um hobbie bacana ou no final de semana carregar criancinhas na creche se isso não está inserido na minha consciência sustentável. Tem que fazer parte de uma crença de valor que a pessoa possui”.
- Acompanhar a tecnologia digital: “Além de ter as habilidades pessoais e profissionais, o candidato do futuro vai precisar refiná-las e aprimorá-las com esses recursos. A tecnologia digital vai ser usada no aprimoramento das atividades e não simplesmente como um recurso técnico”.
- Independência responsável: “O profissional precisa se conhecer bem para buscar recursos necessários ao seu crescimento, bem como definir as ações que o levarão a alcançar os objetivos propostos para a sua carreira. Ou seja, tem que saber o que quer e confiar no seu potencial, refletindo credibilidade e determinação em suas atitudes”.
- Colocar em prática o home office: “É preciso ser empreendedor, ter flexibilidade para inovar e resolver problemas, o profissional do futuro pensa e age como se a empresa fosse sua”.
- Consciência ambiental: “Em breve as entrevistas poderão abordar temas como o uso racional dos recursos naturais, reciclagem, ética e cidadania, entre outros.”
Como calcular a margem de lucro de um produto
O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, menos as despesas variáveis e menos as despesas fixas, inclusive o pró-labore
Antonio Carlos da Função
Para responder esta questão, vamos primeiro revisar dois conceitos fundamentais:
Lucro:
É o retorno positivo de um investimento feito por uma pessoa nos negócios.
Formação de preço de vendas:
Cálculo que tem por base a abrangência e cobertura de todos os custos da empresa e geração do lucro desejado. É como dizer que a partir da venda de qualquer produto você estará tirando os custos ligados à empresa, sejam eles: Custo fixo, Custo Variável ou Não Operacional e, assim, obtendo determinado lucro.
Em outras palavras, para determinar o que deve sobrar para sua empresa no final é necessário primeiro entender os conceitos citados e, a partir daí, traçar sua meta de remuneração do capital investido, ou seja, o “seu lucro”. A questão é: quanto eu espero que determinado produto gere de lucro para que eu invista no negócio?
Lembrando sempre que, na outra ponta, está o mercado – clientes que atuam de forma concorrencial e influenciam o preço final dos produtos. De nada adianta colocar ou desejar uma margem de lucro muito alta se o mercado não aceita, por isso tratamos esta situação como uma variável não controlada. Você deve então colocar seu foco nas variáveis que pode e deve controlar dentro da sua empresa e da sua estrutura de formação de preços, que são os custos fixos e variáveis.
Como calcular a margem de lucro média para a sua atividade:
O lucro é o que sobra das vendas, menos o custo das mercadorias vendidas, menos as despesas variáveis e menos as despesas fixas, inclusive o pró-labore. Cada tipo de atividade tem uma margem de lucro. Salientamos que o lucro destina-se a remunerar o capital investido na empresa. É desejável que esse capital seja remunerado no mínimo por volta de 2% a 4% ao mês.
Exemplo:
| Preço de Venda | R$ 20,00 | 100% |
| (-) Impostos s/Vendas | R$ 2,00 | 10% |
| (-) Custo das Mercadorias Vendidas | R$ 9,00 | 45% |
| (-) Despesas Variáveis | R$ 3,00 | 15% |
| (=) Margem de Contribuição | R$ 6,00 | 30% |
| (-) Despesas Fixas | R$ 4,00 | 20% |
| (=) Lucro | R$ 2,00 | 10% |
Outra forma de calcular o preço de venda é utilizar o conceito de Mark-up, que é valor desejado de margem de lucro adicionado ao preço de custo do produto, vejamos um exemplo prático:
| Valor de custo do produto ( MP e Diretos ) | R$ 9,00 | 45% |
| (+) Despesas Variáveis | R$ 1,00 | 10% |
| (+) Despesas Fixas | R$ 2,25 | 20% |
| Subtotal | R$ 12,25 | |
| Mark-up intermediário | R$ 5,75 | 32% |
| Impostos | R$ 2,00 | 10% |
| Valor do preço final do produto | R$ 20,00 | |
| Mark-up Divisor Total ( fator ) | 0,45 |
Recapitulando, Mark-up é um valor originalmente adicionado ao custo, portanto ao calcular seu valor devemos fazê-lo usando o chamado calculo por dentro, ou seja, dividir pelo fator para adicionar o valor encontrado ao próprio preço.
No exemplo, apuramos um fator de Mark-up de 0,45 que, ao aplicarmos diretamente ao preço de custo, teremos o valor de venda direto: R$ 9,00 dividido por 0,45 = R$ 20,00
Bons Negócios,
* Laecio Barreiros é contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas
Jovens descobrem na franquia atalho para o sucesso
por Amanda Camasmie – 25/08/09 às 18:45

Jovens empreendedores: franquia como alternativa para falta de experiência
Os jovens costumam se queixar (com razão, convenhamos): não conseguem emprego porque não têm experiência; não adquirem experiência porque não conseguem emprego. Diante desse dilema do mercado, um número cada vez maior de jovens está escolhendo a alternativa de abrir o próprio negócio, especialmente franquias. Nada menos que 18 mil empreendedores de até 25 anos são donos de uma franquia no Brasil atualmente. Eles representam 16,10% de todo o universo de franqueados brasileiros – um crescimento de 17% em relação a 2008.
Esse expressivo aumento tem uma lógica. Para abrir um negócio, é preciso estudar e conhecer muito bem o seu mercado e, sempre que possível, ter experiência. Para abrir uma franquia, não. É justamente por ter a inexperiência como aliada que o mercado de franquias tem conquistado um número cada vez maior de jovens.
Pesquisa realizada pela Rizzo Franchise aponta que em 2009 o crescimento de candidatos a franqueados com até 25 anos cresceu 50,55%, comparado com 2008. Desse total, 43% tinham capital de até R$ 80 mil, enquanto 42% dispunham de até R$ 120 mil. Empreendedores com até R$ 200 mil eram 11% e a minoria (4%) detinha mais de R$ 200 mil para investir.
“O jovem está associado a inexperiência. E é tudo o que o franqueador precisa, pois o que ele vende é exatamente a experiência. Basta ter o capital”, disse Marcus Rizzo, sócio da Rizzo Franchise, ao Empreendedores (clique abaixo em “leia mais” para ver suas dicas). Segundo ele, o franqueado é alguém que irá aderir a um sistema já pronto, a um negócio que já deu certo.
Cinco dicas para quem quer ter uma franquia
A pesquisa da Rizzo Franchise afirma que duas razões foram apontadas pelos jovens na busca de uma franquia: segurança no investimento e o sucesso mais rápido. Além dessas duas motivações, a análise de Rizzo é de que o nível de informação do jovem hoje é muito maior. “Antes ele tinha em mente que precisava estudar e trabalhar em uma empresa”, diz. “Ele teria de ser advogado, médico ou engenheiro”, explica. “Hoje, com esse turbilhão de informações, eles têm a perspectiva de ter o próprio negócio.”
A vantagem para o jovem que quer abrir uma franquia é de que, na maioria das vezes, ele recebe a loja pronta para operar. “Ele passa por um período de treinamento para aprender a operar a loja”, conta Rizzo. “O que ele não pode ter é a ilusão de que não vai trabalhar. Ele vai trabalhar três vezes mais.” Mas ser inexperiente não significa que você não precise ter alguns cuidados. Confira algumas dicas antes de abrir sua franquia.
Investigar muito a franquia. Entrar na loja, entender como ela opera são tarefas essenciais antes de investir. Não adianta só se apaixonar pelo negócio.
Cuidado com os corretores de franquias ou qualquer outro intermediário. Muitas vezes o franqueador não está preparado para vender e os corretores, motivados pela comissão, fazem uma oferta nem sempre vantajosa. Jamais delegue a decisão de adquirir uma franquia a um terceiro.
Converse com pelo menos quatro franqueados do negócio escolhido. Dois com menos de dois anos de negócio e dois com mais e dois anos.
Fuja de qualquer franquia com contrato menor de quatro anos. A média de tempo contratual no Brasil é de 4,23 anos e nos Estados Unidos é de 10,54 anos.
Desconfie do franqueado que aceita alterar o contrato baseado em alguma exigência sua. Se ele está mudando para você, será que não mudou para outros também? Tudo deve ser padrão.
Fonte; www.blogdosempreendedores.com.br
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