Arquivo de junho, 2009
29/06/2009 - 17:17
A partir da próxima quarta-feira (1º de julho), empreendedores informais poderão formalizar suas empresas em até 30 minutos, acessando o Portal do Empreendedor
Márcia Gouthier/ASN Celso Nunes, de Brasília, sustenta a família vendendo frutas; ele pretende se formalizar para garantir aposentadoria
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As adesões ao Empreendedor Individual, figura jurídica que facilitará a formalização de empreendedores como manicures, costureiras, carpinteiros, cabeleireiros, sapateiros artesãos, entre outras profissões, serão feitas pela internet. A expectativa é de que até julho de 2010 a adesão chegue a 1,1 milhão de pessoas.
A partir desta quarta-feira, 1º de julho, os interessados em formalizar seus negócios deverão acessar o Portal do Empreendedor www.portaldoempreendedor.gov.br). Nele, o profissional obterá o registro no CNPJ e as inscrições na Previdência Social e na Junta Comercial. A previsão é que esse processo dure no máximo 30 minutos.
As estratégias para implementação da nova figura jurídica foram definidas pelo Ministério da Previdência, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Receita Federal, Sebrae, Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) e entidades municipalistas.
O Empreendedor Individual foi criado pela Lei Complementar 128/08, que aprimorou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/06). Poderão se formalizar por meio desse mecanismo empreendedores da indústria, comércio e serviço – exceto locação de mão-de-obra e profissões regulamentadas por lei – com receita bruta anual de até R$ 36 mil. Os interessados podem ter no máximo um funcionário com renda de até um salário mínimo mensal.
A adesão ao Empreendedor Individual garantirá vários benefícios, como aposentadoria e auxílio-doença. Empreendedores do comércio e da indústria pagarão um valor fixo mensal de 11% sobre o salário mínimo – hoje R$ 51,15 – referente ao INSS pessoal, mais R$ 1 de ICMS. Prestadores de serviços arcarão com os mesmos 11% sobre o mínimo mais R$ 5 de ISS. Já os profissionais que atuam em atividades mistas (indústria ou comércio com serviços) pagarão os 11% do mínimo mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.
De acordo com a Resolução nº 58, aprovada em abril passado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), o pagamento dos valores fixos a serem recolhidos pelos empreendedores individuais será feito até o dia 20 de cada mês, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
O Comitê estabeleceu que só poderá aderir a esse sistema o empreendedor que se formalizar a partir de 1° de julho de 2009. Aqueles que abrirem formalmente a empresa até 30 de junho deste ano só poderão aderir em janeiro de 2010, prazo que se repetirá anualmente, de acordo com as regras do Simples Nacional.
Atendimento
Os empreendedores interessados na formalização poderão buscar informações nas centrais de relacionamento do Sebrae (0800-5700-800) e do INSS (135), além dos portais dos órgãos envolvidos. A orientação e o atendimento direto a esse público serão feitos pelo Sebrae e pela Fenacon.
Os escritórios de contabilidade integrantes do Simples Nacional farão, gratuitamente, o registro e a primeira declaração anual desses empreendedores individuais, de acordo com a Lei 128/08. O trabalho de mobilização da categoria está sob a coordenação da Fenacon e tem o apoio do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).
Além da orientação, que inclui distribuição de cartilha e outros materiais informativos, o Sebrae também se prepara para auxiliar os empreendedores nos pontos de atendimento da Instituição e por meio de ações itinerantes. A estratégia inclui ainda a distribuição de materiais informativos nas agências e postos de atendimento bancário do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Os dois bancos, junto com o Banco do Nordeste, também lançaram serviços financeiros diferenciados para os empreendedores que aderirem à nova lei.
Fonte: www.sebrae.com.br
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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29/06/2009 - 11:32
01 – Pioneirismo tem seus riscos, mas é o meio mais fácil de conseguir a liderança. A criatividade fala alto em questões como esta.
02 – Pessoas comuns e vidas comuns têm resultados comuns.
03 – Para vencer lutas é necessário saber apanhar com estratégia. Aprender acima de tudo.
04 – As pessoas se tornam o que pensam que são.
05 – Continuar caminhando mesmo que a trilha acabe. Cuidar muito bem do fluxo de caixa.
06 – Não importa o produto. O que se comercializa são emoções, necessidades, sentimentos e sonhos.
07 – Honestidade não é custo é investimento.
08 – Não importa o que você faz. Terá sucesso se fizer com paixão e comprometimento.
09 – Ninguém consegue grandes resultados sozinho.
10 – Sempre se divirta. Você não vai sair daqui vivo mesmo.
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK
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26/06/2009 - 11:39
Empreendedor e empregado. Por que não?

É cada vez mais comum abrir o próprio negócio sem largar o emprego fixo. Quatro empresários revelam como conciliam a dupla jornada

Por Wilson Gotardello Filho

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O PATRÃO
Como dono de uma agência de voos, Cavalcanti recompensa os funcionários quando está ausente
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Os dias da semana começam às 4h30 da manhã para o empresário Márcio Siqueira, de 36 anos. Em meia hora, ele toma banho, um café rápido e segue para seu escritório de contabilidade, o Siqueira & Associados, em Ribeirão Preto. As ruas vazias da madrugada na cidade do interior de São Paulo fazem com que os cinco quilômetros que o separam do destino final pareçam metros. Na sequência, próximo das 5 horas, ele inicia o expediente e checa todas as atividades realizadas pela empresa no dia anterior. Antes das 8 horas, quando os funcionários começam a chegar, Siqueira discute as atribuições de cada um e organiza reuniões com clientes e fornecedores. Às 9 horas, a rotina de empresário chega ao fim. A partir de então, ele assume o cargo de supervisor administrativo financeiro em um shopping center da cidade. Quando sai do serviço, muitas vezes ainda tem compromissos de empresário a cumprir (sem contar as horas extras dedicadas ao negócio aos sábados). Como ninguém é de ferro, ao menos ele dorme cedo, por volta das 20h30. Siqueira sintetiza um grupo de empreendedores cada vez mais comum no Brasil: os que também são empregados.
Condição muito comum em países como os Estados Unidos – onde 9,6 milhões dos 20,5 milhões de empreendedores não têm o negócio próprio como principal fonte de renda, segundo o U.S. Census Bureau -, tem se tornado cada vez mais fácil encontrar brasileiros que viram empresários sem abrir mão do emprego fixo. Das cem franquias negociadas pelo grupo Cherto no ano passado, 32% dos empreendedores trabalhavam em empresas. Nos primeiros três meses deste ano, essa proporção saltou para 43% (dos 65 negócios fechados pela consultoria). “Essa situação é mais comum do que imaginamos”, diz Marcelo Aidar, coordenador do centro de empreendedorismo e novos negócios da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo. Situações de crise, como a atual, impulsionam a busca de uma atividade alternativa, pois a confiança na estabilidade do emprego diminui e a possibilidade de garantir uma renda extra representa um atrativo. “Ter uma segunda fonte de renda dá mais tranquilidade”, diz Marcus Andrade, de 26 anos, que concilia o emprego de gerente de serviços do instituto Endeavor com uma franquia do restaurante japonês Koni Store.
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O FUNCIONÁRIO
Como professor de uma rede de faculdades, Cavalcanti passa pelo menos metade dos dias da semana viajando
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PLANEJAMENTO
Ao mesmo tempo em que conta com Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), plano de saúde e outros benefícios no shopping, o empresário Márcio Siqueira calcula que 30% da sua renda líquida vem do escritório de contabilidade. A segurança que uma dupla jornada proporciona a esse grupo de empreendedores é inegável, mas eles também são movidos, como todos os empreendedores, a paixão. Apesar da exaustiva rotina, Siqueira afirma que faz tudo por satisfação pessoal. Formado em ciências contábeis, as atividades de supervisor financeiro do shopping o afastam do seu ofício de escolha, frustração compensada nas madrugadas no escritório.
Renda adicional, entretanto, vem com risco extra. Empreendedores de meio período devem redobrar os cuidados na hora de contratar os funcionários. Como não vai estar presente boa parte do tempo, é preciso se cercar de profissionais de calibre. “Procure um sócio ou negocie parte do negócio. Esse funcionário precisa se sentir dono, assumir riscos e responsabilidades”, diz Aidar. Siqueira optou por trabalhar com um sócio e também distribui à equipe bonificações no início de cada ano e em temporadas de muito trabalho, como nos meses que antecedem a declaração de Imposto de Renda. “E eu já tinha trabalhado com alguns dos meus funcionários em outras ocasiões também. São pessoas de confiança”, explica.
O empresário Marcus Andrade começou a planejar o novo negócio há seis meses – concomitantemente ao agravamento da crise internacional. Para dividir as responsabilidades, optou pela sociedade com o irmão. Segundo ele, é fundamental contar com alguém focado no dia a dia da empresa. Para compensar a ausência das 9 da manhã às 6 da tarde, não teve jeito: Andrade passou a trabalhar após o expediente como executivo e nos fins de semana. “Estou lá todas as noites, sei o que vendeu no dia e a projeção para o dia seguinte”, diz. Além disso, ele tem acesso remoto a diversas câmeras de segurança instaladas no restaurante. “De vez em quando entro para ver como estão as coisas”, afirma. |
Por Wilson Gotardello Filho

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FRANQUEZA
Sandra resolveu abrir o jogo com o chefe e contou que estava montando a sua própria agência de comunicação
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COMPENSAÇÃO
Glauco Cavalcanti, de 34 anos, professor da rede de faculdades da Fundação Getulio Vargas (FGV) no Brasil inteiro e proprietário da agência de voo duplo Megafly, do Rio de Janeiro, não tem sócios, mas desenvolveu um esquema de estímulo a seus funcionários. Como docente, passa pelo menos metade dos dias da semana fora do Rio de Janeiro. Nessas ocasiões, os dois gerentes da empresa ganham R$ 10 a mais por voo vendido. As possibilidades de ganhos reais também aumentam na venda de fotos e DVDs dos passeios aos turistas. Se os gerentes conseguem vender a foto, recebem mais R$ 5. Se for o DVD, R$ 10 adicionais. “Quando não estou lá, eles estão ganhando mais”, diz.
Cavalcanti é piloto de asa delta há 14 anos e decidiu investir na própria agência há oito, após uma temporada no Chatanooga Park, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos, onde conheceu a empresa Look Out Mountain. “Eu fiquei impressionado quando vi o profissionalismo da operação”, afirma. De volta ao Brasil, ele fundou a Megafly, que segue os mesmos preceitos da empresa americana. David Kallás, professor e coordenador do Insper, antigo Ibmec São Paulo, afirma que investigar a área de atuação do novo negócio, como fez Cavalcanti, é primordial para o sucesso. “Não basta apenas pesquisar na internet sobre o assunto. O empreendedor precisa ter claro qual o esforço que vai ser necessário para tocar o negócio e, para isso, deve conversar com quem já atua no setor”, afirma Kallás.
Mesmo a distância, Cavalcanti acompanha diariamente os resultados da agência de voos. “Microempresa precisa de ajustes diários. No final do dia, quando não estou no Rio, faço um balanço pelo telefone com meus dois gerentes. Na seqüência eles enviam uma planilha com todos os números”, explica. De acordo com Kallás, esse monitoramento dos resultados é fundamental e não deve ficar restrito às finanças. O contato com clientes e fornecedores é vital. Quando não está no Rio de Janeiro, Cavalcanti conta com um aliado: um caderno de reclamações com folhas numeradas. Ao final de cada voo, os turistas são convidados a escrever suas impressões em relação ao serviço prestado. “Como são folhas numeradas, se tirarem uma eu vou saber que algo errado aconteceu”, diz ele, que já descobriu problemas com motoristas imprudentes por meio desse mecanismo.
A possibilidade de planejar minuciosamente o negócio é outra vantagem do empreendedor de jornada dupla. “Às vezes, quando a pessoa está desempregada, existe uma urgência em abrir o próprio negócio. No caso dos que estão empregados, não é preciso ter pressa”, explica Kallás. “Dá para preparar o caixa e escolher o momento ideal para começar.”
SEM CONFLITO
A empresária Sandra Sasaki, de 34 anos, conciliou durante mais de um ano o emprego de gerente de marketing da multinacional sueca IFS com a criação e consolidação da sua própria agência de comunicação, a Duo Comunicação, com sede em São Paulo. “Como eu trabalhava no setor antes de criar a empresa, tinha total conhecimento de quais eram as necessidades nessa área. Isso facilitou bastante”, explica. Sandra optou por sócios para conseguir levar a vida de empreendedora e empregada.
Com o objetivo de evitar constrangimento dentro da empresa, Sandra afirma que contou pessoalmente ao presidente da companhia que assumiria novas responsabilidades. O acompanhamento da agência de comunicação se dava por meio de reuniões diárias por telefone – além de um encontro pessoal semanal com os sócios. “Até hoje atualizamos diariamente uma planilha com todas as atividades da agência, os nomes dos responsáveis, os prazos e o andamento”, diz a empresária.
Ser empreendedor e empregado ao mesmo tempo traz uma carga pesada de responsabilidades – e é preciso cuidar impecavelmente de ambos os papéis. “Usar a estrutura do emprego para resolver problemas externos é negativo. Tudo bem se o celular toca e for necessário resolver uma pendência urgente, mas é preciso saber os limites”, alerta Kallás. Para não usar a infraestrutura da empresa, Sandra sempre aproveitou os intervalos para resolver os problemas da agência. “Não tive mais cafezinhos e muitas vezes nem almoços”, afirma.
Hoje, Sandra não se divide mais entre duas atividades. Assim como muitos empreendedores que iniciam um negócio próprio simultaneamente ao trabalho com carteira assinada, ela optou por deixar a vida corporativa. Quando tomou a decisão, há dois anos, os rendimentos de Sandra como empresária ainda eram mais baixos do que como gerente da IFS. Mas a qualidade de vida e o desejo de fazer o negócio dar certo falaram mais alto. “Consegui ampliar meu network, tenho flexibilidade de horário e mais tempo para me dedicar à família”, conta. Atualmente, segundo ela, os rendimentos da agência já superam o antigo holerite. Mas se o objetivo prioritário for manter o emprego, o empreendedor precisará demonstrar constantemente que não perdeu a dedicação ao trabalho por conta do novo negócio. |
Fonte:PEGN
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
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24/06/2009 - 11:32
Clube dos 100
A Editora Quantum acaba de lançar mais uma novidade: o Clube dos 100. Trata-se de um grupo de 100 empresários que se reúnem mensalmente para discutir temas ligados ao universo das vendas ao meu lado e de alguns dos maiores e melhores especialistas do mercado nacional.
O grupo foi formado através de convites feitos a grandes empresários do País, cujo faturamento de suas companhias extrapola a casa dos R$20 milhões. Durante os encontros, discutimos novas estratégias, liderança, vendas, inovação, segmentos de mercado, equipes de alto desempenho entre outros assuntos trazidos do dia a dia dos empresários.
Para formar o Clube, colocamos como pré-requisito que não houvesse concorrentes diretos entre os participantes. A finalidade de selecionar empresas de diferentes ramos foi promover a diversidade de segmentos e, com isso, enriquecer as discussões e projetar o know-how dos empresários em várias áreas.
Essa diversidade ficou perceptível logo no primeiro encontro, no qual transpareceram os pontos fortes de alguns participantes, o know-how que possuem em algumas áreas e os contrapontos, departamentos e processos pouco trabalhados em determinadas empresas e bem desenvolvidos na companhia do vizinho. Essa troca natural de expertises, ou seja, esse benchmarking recíproco e consciente é o que torna o encontro tão rico.
A próxima reunião do Clube acontecerá no dia 30 de junho, em São Paulo. Se você tiver interesse em participar, entre em contato conosco através do e-mail: fabio.fiorini@editoraquantum.com.br e saiba mais sobre o encontro. O tema a ser debatido será o princípio da liderança como prática diferencial
DICAS DO CONSULTOR DA SEMANA
Por Paulo Ferreira
Preço – 6 dicas para o sucesso na negociação
Nunca dê seu preço final a intermediários. Ao conceder descontos, tenha em mente que, se a pessoa diante de você não for o decisor final (o que manda comprar), você poderá vender muito, mas terá de dar um desconto extra na hora da assinatura. Aí, você ficará sem jeito por não ter mais concessões a fazer para quem mais interessa no fechamento da venda.
Clientes têm sempre a necessidade de ganhar algo a mais, especialmente os compradores profissionais. Conceda-lhes algum tipo de benefício, não precisa ser desconto, pode ser um prazo a mais, uma bonificação na primeira compra, o pagamento de um frete, etc.
Seus descontos devem ter um prazo de validade. Faça o consumidor decidir na hora, diga que, se as condições mudarem, você não terá como garantir a mesma condição de negócio. Lute para ter o fechamento antes do dia marcado.
Fale dos benefícios que você e sua empresa entregam com os produtos ou serviços que vendem.
Mostre que ele não terá as mesmas vantagens com os produtos mais baratos dos concorrentes.
Divida o preço pela vida útil do produto. Converta-o em retorno de investimento (se houver), ganhos de tempo, aumento de produtividade e versatilidade que o produto irá proporcionar.
Paulo Ferreira é palestrante, instrutor de vendas, colunista da VendaMais e sócio do Instituto Supra Treinamento e Desenvolvimento Empresarial.
Visite o site: http://www.institutosupra.com.br
PARA PENSAR
“Ter talento, na maioria das vezes, não é mais que ver o que os outros veem, mas pensar e agir de forma diferente”
João Alberto Catalão
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK
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17/06/2009 - 11:29

Por Fernanda Tambelini
Foto: Omar Paixão

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Alexandre Ortega
Pra Que Marido
> São Paulo, SP |
Alexandre Ortega, 38 anos, decidiu pôr no mercado homens capazes de resolver qualquer tormento doméstico. Sua empresa, que leva o divertido nome acima, cuida de pequenas reformas. De conserto em conserto, seu faturamento mensal atinge R$ 75.000.
“Tenho formação de eletrotécnico e fiz até o terceiro ano de engenharia civil. Mas devo a ideia do meu negócio ao meu pai, que vivia fazendo consertos na nossa casa. Como tinha afinidade com as ferramentas, sempre era chamado para fazer instalações elétricas, hidráulicas e de móveis nos fins de semana. Percebi que havia aí um nicho e criei a Pra Que Marido. Hoje, faturo de R$ 60.000 a R$ 75.000 por mês. Tenho oito funcionários, uma frota de quatro carros e a agenda cheia todos os dias. Só não contrato mais técnicos por pura falta de profissionais qualificados no mercado. Mesmo com dificuldade para aumentar a equipe, tenho inovado no atendimento aos clientes. No ano passado, por exemplo, criei pacotes pré-pagos de horas de serviço. São três opções, de duas a oito horas, com benefícios diferentes para cada uma. Dentro de cinco anos, quero transformar a marca em franquia ou licenciá-la em outros estados. Tudo isso motivado pelas famílias que dependem desse trabalho, entre elas, a minha e a de meus funcionários.”
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Fonte: pegn
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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15/06/2009 - 17:03
Data: 17/06/2009 Horário: 9h – 10h (Welcome coffee 8h30) Local: Insper
Será que a internet vai mesmo dominar o mundo? Como toda essa mudança pode impactar o seu negócio?
Venha descobrir a importância de ter um blog e de utilizar as mídias sociais a favor do seu negócio. E o que essas ferramentas podem ajudar nesse mundo de mudanças constantes.
No Bota Pra Fazer Debates desse mês teremos as presenças de Marcelos Tas (Programa CQC), jornalista e comunicador, e Ricardo Cavallini, professor de marketing e comunicador, e vão falar do poder das mídias sociais e de como o empreendedor pode se valer disso para alavancar o seu empreendimento e ajudar a entender mais sobre esse tema.
Marcelo Tas. É jornalista e comunicador de TV.Entre suas obras destacam-se o repórter ficcional Ernesto Varela e as séries infantis “Rá-Tim-Bum” (TV Cultura). Tas também participou da criação do “Programa Legal” e “Telecurso” (TV Globo) e do “Beco das Palavras”, um game interativo no Museu da Lingua Portuguesa, em São Paulo. Atualmente, Tas é o âncora do programa CQC, na TV Bandeirantes e autor do “Blog do Tas”, no UOL, um dos blogs mais premiados do país. Tas já foi agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a bolsa da Fullbright Comission, quando foi artista residente na NYU- New York University, nos Estados Unidos.
Ricardo Cavallini. Com mais de 20 anos de experiência em comunicação interativa, sua atuação abrange várias áreas e disciplinas. Foi Diretor de Mídia da F/Nazca Saatchi & Saatchi, Diretor de Operações da Euro RSCG 4D e Sócio-diretor de Engenharia da agência digital Organic inc. Autor dos livros “O Marketing Depois de Amanhã”, que fala sobre novas tecnologias e seu impacto sobre o comportamento do consumidor e “Onipresente”, que coloca em um contexto histórico a transição do mercado de comunicação, ajudando a entender o cenário futuro é consultor corporativo, professor do curso de extensão de marketing direto da ABEMD e acumula passagens por agências, veículos e produtoras como JWT, DM9DDB, globo.com e Vetor Zero.
Maiores informações: Instituto Endeavor www.endeavor.org.br
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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15/06/2009 - 12:04
Apenas Reflita:
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> “Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez”.
> ” Se você fizer sempre as mesmas coisas, terá sempre os mesmos resultados”
> “Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas
> liberando suas mãos para receber algo maior”
> “A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa
> protegê-lo”
>
>
> Deus lhe abençõe…
Fonte: De uma chamada Nete
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
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09/06/2009 - 11:56

Os irmãos Jacó e Bazelau Ramos saíram do interior de Santa Catarina rumo ao sudeste com muito pouco no bolso. Com o sistema de vendas porta a porta conseguiram chegar longe

| Nascidos no interior de Santa Catarina, na pequena Indaial, os irmãos Jacó e Bazelau Ramos decidiram tentar a vida em Campinas – cerca de 100 km distante de São Paulo – em 1999, quando tinham 24 e 26 anos, respectivamente. Desempregados, rumaram para o Sudeste com uma proposta de emprego: vender linhas telefônicas de porta em porta. “Vendíamos bem, mas dois anos depois a empresa suspendeu as vendas e ficamos, novamente, sem trabalho”, afirma Jacó.Voltar para o Sul do país não estava nos planos da dupla, que decidiu investir os R$ 4 mil que havia economizado para começar a vender cosméticos também de porta em porta. “Descobrimos uma fábrica em Campinas que produzia sabonete líquido de erva doce”, relembra Jacó. “Pegamos nosso dinheiro, compramos em mercadoria e saímos vendendo pela região.” O negócio deu tão certo que um ano e meio depois os empresários passaram a fabricar seus próprios produtos. Hoje, a PH6 Cosméticos continua trabalhando com o sistema de vendas diretas, oferece seus 25 produtos em todo o país, tem 650 vendedores e um faturamento de R$ 40 milhões estimado para 2009, o que representará um crescimento de 60% em relação a 2008.
A empresa trabalha com representantes locais, que se encarregam de treinar a equipe de vendas localmente. Jacó explica que o representante fica cerca de seis meses trabalhando na fábrica, localizada em Valinhos, na região de Campinas, para conhecer a empresa mais a fundo e aprender o sistema de vendas adotado pela PH6. “Temos 40 representantes espalhados pelo Brasil e estamos em busca de novos parceiros”, diz Jacó. Segundo o empresário, o representante escolhido por eles precisa investir R$ 50 mil para ter o direito de revender os cosméticos na região. Só que o candidato não paga tudo no ato. “A pessoa tem até seis meses para nos pagar esse investimento”, explica Jacó. “Com as vendas que o representante e seus vendedores fazem ele paga a dívida com a PH6.” |
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK
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09/06/2009 - 11:51
Chaves da venda
Vender é uma sequência de atitudes e a conquista se faz presente em todas as etapas, por isso atenda sempre da mesma maneira que você gostaria de ser atendido e lembre-se das seguintes chaves da venda:
O entusiasmo é fundamental.
Educação é prioridade na vida de um profissional de vendas.
Aprenda a ouvir. As chaves do fechamento estão nas palavras do cliente.
Não use termos técnicos, fale a língua do seu consumidor.
Honestidade e ética sempre estão acima de tudo. Nunca decepcione o cliente.
Não faça promessas, a não ser que possa cumpri-las.
Só venda quando tiver certeza de que as dúvidas do consumidor foram sanadas.
Seja objetivo. O tempo do cliente vale dinheiro, e o seu também.
Não faça pré-julgamentos, pois as aparências enganam.
Fábio Azevedo é empresário, administrador, palestrante, professor e consultor de negócios na área imobiliária e de franchising. É sócio-diretor da GT Editora e diretor-presidente da Fábio Azevedo Consultoria & Treinamentos.
Visite o site: http://www.fabioazevedo.net. visite o site: http://www.comunidadevendamais.com.br e pub
PARA PENSAR
“Um dos grandes problemas em vendas é que todo vendedor deseja aumentá-las em, por exemplo, R$10 mil na semana. No entanto, não está disposto a realizar cem vendas a R$100 cada”
Prof. Paulo Sérgio
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK
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05/06/2009 - 11:35
Descubra como ganhar mais dinheiro do que sua mulher pode gastar, fazendo o que você gosta. Não é utopia, basta seguir o caminho dos empreendedores.
O primeiro passo para começar a ganhar dinheiro é gostar do que você vai fazer como empreendedor. Caso contrário não haverá comprometimento, você não vai desenvolver a vontade necessária para superar os obstáculos que com certeza vão aparecer.
Se em primeiro lugar houver desejo de fazer alguma atividade nova, então você já aumentou muito suas chances de obter sucesso.
Tem que ser mais do que somente por dinheiro”
Stewart Butterfield, co-fundador do Flickr
Ganhar dinheiro com os pés no chão
Será necessário desenvolver a visão empresarial para montar seu negócio próprio. Assim como um hobby, um negócio não gera lucro se você não pensar como um empresário.
Desenvolver o pensamento e o comportamento empreendedor na atividade que você sente prazer em fazer são necessidades para obter lucro.
Transforme a sua paixão em um império”
Rachael Ray, chef, escritora e empreendedora
Ganhar dinheiro rápido é difícil
Existe um ditado que diz ser preciso vinte anos para se fazer sucesso do dia para noite. É assim com o dinheiro também. É necessária uma bagagem, um conhecimento que não é ensinado nas escolas.
Empreendedorismo é tido como a capacidade não apenas de ter idéias mas de conseguir realizá-las. Transformar algo imaginário em palpável é trabalho de empreendedor e não é fácil.
Vai ser preciso acumular conhecimento e você pode sair na frente se puder transformar sua atividade prazerosa em lucrativa também. É necessário saber tudo sobre o negócio, e se ele já fizer parte da sua rotina ajuda muito.
Ainda assim é bem possível que você tenha que começar novamente.
Reinvente você mesmo, não apenas a empresa”
Andrea Jung, presidente da Avon
Detalhes que valem muito
Você pode achar que para ganhar dinheiro com um negócio próprio é preciso investir muito, gastar quantias impossíveis. Bem, não precisa ser assim.
Isso acontece porque nossa cultura nos empurra a trabalhar para alguém e não para sermos empreendedores. Vã ilusão de quem se sente seguro por ter um emprego. Corre tanto risco quanto o dono da empresa de ficar sem dinheiro.
O Brasil só é um país empreendedor, porque empreendedorismo tem uma relação próxima com a necessidade e a sobrevivência, e nosso povo é lutador. Porém, a maioria não sabe o valor dos detalhes.
Não importa se você é um executivo ou um engraxate. Uma das características dos empresários de sucesso que mantém o crescimento é saber ver detalhes.
Obtenha sucesso com simplicidade”
Sergey Brin, co-fundador do Google
Veja o caso do engraxate Paulo Luiz Vieira de Oliveira que dobrou o faturamento apenas usando terno, gravata, um celular, e um toque de mestre, esticando um tapete vermelho para os clientes. Atendeu uma necessidade que identificou na clientela.
Temos também o caso do camelô que vende doces David Portes que dando um show de marketing simples hoje tem na garagem uma Picape Range Rover Sport e um BMW 330. Além da banca que ele mantém como marketing, dá palestras sobre empreendedorismo e marketing. Ele exala prazer no que faz e seu conselho é:
Seja ousado. Quem chega primeiro bebe água limpa. Quem chega depois bebe água suja. Na vida, tem de ousar. Não adianta ficar se protegendo. Quem se protege se ilude. A vida já e um risco. Então, para que ficar se escondendo? Para beber água suja? Eu não. Vou sempre correr para chegar em primeiro lugar.”
Existe coisa mais comum que pipoqueiro? Temos o caso da Pipoca do Valdir que se destacou utilizando elementos de marketing com simplicidade e efetividade. Qualidade, bom atendimento e limpeza. Tem até um kit-higiene e virou modelo de gestão.
Não interessa se grande ou pequeno, qualquer negócio pode ser usado para ganhar dinheiro se você tiver características de empreendedor, comprometer-se em servir e souber enxergar o valor dos detalhes.
Fazer um blog corporativo
São muitos os fatores que podem influenciar como você poderá ganhar dinheiro com seu negócio. Um deles é ter uma forte rede de contatos. Nem sempre é fácil conseguir bons parceiros ou amigos mesmo.
Para começo de conversa você precisa ser uma boa pessoa e principalmente sincero no que faz e fala. Se não está fora do jogo.
Escreverei um post inteiro sobre como fazer um blog corporativo e quais as vantagens que minha empresa tirou disso. Como eu disse, nem sempre é preciso investir muito dinheiro para colocar em prática “como ganhar dinheiro com seu hobby”.
Crie um blog para criar o seu negócio”
Fred Wilson, gerente de parcerias da Union Square Ventures
Enfim, como diz um grande amigo:
Não há nada que o trabalho não resolva.
Por Roberto Machado em www.doceshop.com.br
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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