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Arquivo de maio, 2009

29/05/2009 - 11:44

Poema da Semana

Dedico este poema à todos os meus alunos dos Cursos Técnicos  – Profissionalizantes que colaboram com a qualidade das aulas, e sem demagogia, constroem um futuro melhor para todos nós.

PROF° MARCOS SOARES

“Aos que passam pela nossa vida”

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho…
Porque cada pessoa é única para nós, e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, mas não vai só…
Leva um pouco de nós mesmos e deixa-nos um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida…
A prova tremenda de que cada um é importante
e que ninguém se aproxima do outro por acaso… (Saint-Exupéry)

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal Tags:
26/05/2009 - 11:54

Como lidar com funcionários complicados

Questões para lá de delicadas

O fanático político, o preterido na promoção, o ex-empregado vingativo — como lidar com estes e outros tipos da fauna corporativa

Júlia Zillig
Ilustrações: Negreiros

Os funcionários podem tanto trabalhar a favor do sucesso da empresa, como, ao contrário, ser capazes de minar o negócio. Nunca se deve ignorar uma situação problemática no ambiente de trabalho. Quando um ou mais funcionários se metem em encrenca, o empreendedor tem que encarar de frente a questão. Você verá a seguir como enfrentar dez situações delicadas que envolvem colaboradores.

OS APAIXONADOS
O que fazer quando eles namoram ou rompem a relação

Os relacionamentos no trabalho podem se transformar, literalmente, num caso sério. Pesquisa realizada em 2009 pelo site Vault, um dos mais respeitados na área de carreiras, revela que 58% das pessoas já tiveram um romance com alguém da mesma empresa – e 12% estão em vias de se envolver com colegas de firma. Proibir namoros no trabalho é ilegal, mas controlar os seus efeitos, não. O empreendedor deve cercar-se de cuidados para que o novo relacionamento não interfira na produtividade.

A companhia deve incentivar os seus funcionários a falar a verdade em uma situação dessas. ‘Esta é a melhor saída para ambas as partes, pois a empresa conta assim com algum domínio sobre a situação e pode dar um feedback ao novo casal’, afirma Fernando Feitoza, superintendente comercial da consultoria Across. ‘Se aceitar ficar com eles, é importante deixar claro sobre a importância do bom senso dentro do ambiente de trabalho, para evitar futuros conflitos com os demais da equipe.’ Ou seja, nada de privilégios profissionais nem amassos em público. Os parceiros devem formalizar que optaram consensualmente pelo relacionamento – o que evita futuros processos por abuso sexual.

A questão se torna mais complexa quando envolve chefe e subordinado ou casos extraconjugais. ‘Mesmo com uma equipe pequena, em casos como esse, um dos dois acaba deixando a empresa. O chefe deve administrar esse problema e aconselhar, num primeiro momento, essa mudança. Caso isso não aconteça, pode-se optar por ficar ou não com o casal’, diz Feitoza.

O TRAIDOR
Funcionários começam a divulgar informações confidenciais da empresa

Com as tecnologias de comunicação em rede, vem crescendo o medo do vazamento de informações, de acordo com Ralph Chelotti, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Segundo um estudo do Centro de Estudos das Tecnologias de Informação e Comunicação (Cetic), mais de 70% das empresas bloqueiam o uso de e-mails pessoais e MSN e monitoram o conteúdo recebido e enviado pelo e-mail corporativo, com o intuito de cessar esse ‘vai-e-vem’.

Ana Maria Cadavez, sócia-diretora da Vitae Consulting, afirma que as informações trocadas pelos funcionários, em grande parte, não envolvem assuntos estratégicos, mas sim insatisfações e inseguranças pessoais a respeito da companhia. ‘A maioria dos funcionários de uma empresa não tem a mínima ideia dos rumos que ela está tomando em relação a serviços, produtos, mercado, concorrência. Eles usam o canal para colocar seus dilemas pessoais.’

Para reduzir o burburinho, o empreendedor deve adotar uma política de gestão das informações que restrinja a circulação de comunicações confidenciais e ao mesmo tempo satisfaça os desejos de todos os funcionários. ‘As empresas devem ter em mente o que pode ou não ser falado, que pessoas terão acesso às informações e quais serão as consequências em caso de vazamento de dados. Uma informação mal divulgada pode render efeitos catastróficos para os negócios’, afirma o consultor Fernando Feitoza. Caso a política não surta efeito, aconselha Ana Maria, a saída é chamar o funcionário para uma conversa franca, tentar identificar suas insatisfações e decidir então se ele fica ou não na equipe.

O VINGATIVO
O ex-colaborador vai à forra

A demissão de um funcionário problemático pode trazer vários problemas. Ele tenta cooptar a equipe toda a agir contra a empresa. Usa tudo o que sabe sobre a companhia para minar os negócios. E pode até partir para as vias de fato – e depredar o patrimônio. ‘O empregado desligado costuma sentir-se um verdadeiro incompetente e tem sua autoestima reduzida’, diz a consultora Ana Maria Cadavez.

Uma forma de prevenção contra agressões é continuamente dar feedback a todos os colaboradores e prepará-los para o desligamento. ‘Muitas empresas deixam aquele funcionário que achava que estava fazendo tudo certo sem a menor ideia do que causou o desligamento’, afirma Ana Maria. ‘Quando o processo é feito de maneira injusta, a voz do funcionário desligado encontrará eco entre os demais’, afirma Fernando Feitoza, da Across. Agora, se mesmo assim o profissional continuar procurando encrenca, a saída é buscar uma empresa especializada em segurança e, em alguns casos, a polícia.

O INJUSTIÇADO
Empregados sentem-se injustiçados com a promoção do colega

Mesmo quando a equipe é pequena, empresários passam por apuros não só quando precisam demitir, mas também quando a notícia é boa: a promoção de um profissional. Esse tipo de decisão costuma vir acompanhado de uma montanha de lamentações por parte dos que não foram contemplados.

‘As empresas devem explicitar o que elas esperam de um funcionário para oferecer a promoção’, afirma o consultor Fernando Feitoza, que atribui à própria companhia a raiz deste tipo de problema. ‘Quando há regras claras nos processos de promoção, há pouca discordância’, reforça Ralph Chelotti, da ABRH.

Quando o promovido passa a ser o gestor direto daquele que se sente injustiçado, a questão fica ainda mais delicada. ‘É necessário haver uma conversa aberta, porém cuidadosa, entre as duas partes, para que ambos possam tentar um entendimento’, diz Feitoza. A empresa deve explicar as razões da promoção e oferecer aos que se sentem preteridos um plano para o desenvolvimento de suas habilidades.

OS CARREGADORES DE PIANO
Funcionários com filhos versus funcionários sem filhos

Surge alguma demanda extra de trabalho. Quem será responsável? Os funcionários com e sem filhos reagem de forma distinta e isso gera conflitos na equipe. ‘O que as companhias não devem fazer é ‘aliviar’ os funcionários com filhos. Este tipo de coisa coloca os colaboradores uns contra os outros, já que os sem filhos também têm suas necessidades e interesses’, afirma a consultora Ana Maria Cadavez. É guerra na certa.

Todos os profissionais hoje querem qualidade de vida. Desejam conciliar a família, a academia, os estudos, os momentos de lazer com suas obrigações de trabalho. ‘Se há necessidade de tantas horas extras, é sinal de que está faltando contratar gente. Um planejamento adequado, uma revisão nos processos de trabalho e até mesmo um rodízio entre os empregados são ações que ajudam a reduzir esse tipo de conflito’, afirma Ana Maria.

O MALANDRO I
Um funcionário está tirando proveito pessoal do dinheiro ou da infraestrutura da empresa

Fraudes são uma dor de cabeça enorme para as empresas. Para evitá-las, cabe, em primeiro lugar, adotar uma política por escrito, dizendo o que é inaceitável. A avaliação depende do modelo de gestão de cada empresa, diz o consultor Fernando Feitoza. Existe uma linha tênue que separa o comportamento ético do duvidoso. Por exemplo: um funcionário aproveita o expediente para fazer trabalhos não ligados à empresa. Utiliza o computador, o telefone, a impressora e até mesmo o seu tempo para ganhar mais dinheiro. Ele poderia fazer isso tudo utilizando sua infraestrutura pessoal. ‘A empresa acaba tendo gastos desnecessários’, afirma Feitoza.

Se o deslize for leve, a empresa pode dar uma advertência ao funcionário. Agora, se a profundidade da ocorrência for maior, é importante que o empresário busque aconselhamento, seja com seus sócios ou até mesmo chamando um consultor ou investigador externo.

O MALANDRO II
Um empregado dirige indevidamente o carro da empresa sem licença ou fora do expediente

Longe dos olhos dos empresários, alguns funcionários utilizam os carros da frota, fora do expediente, até mesmo para passeios durante os fins de semana, com combustível ‘grátis’. E quando o condutor está com sua carteira de habilitação vencida ou cassada? ‘A empresa pode ser responsabilizada por permitir que esse funcionário dirija o carro’, diz Ralph Chelotti, da ABRH. É fundamental manter regras claras a respeito da utilização do veículo (como período para utilização, quilometragem) e fazer a checagem adequada dos documentos que habilitem o funcionário a dirigi-lo.

O DEPENDENTE QUÍMICO
Funcionários que consomem álcool ou drogas

A presença de funcionários que apresentam problemas com abuso de álcool e drogas tem despertado a atenção das empresas. Como lidar com questão tão delicada? Uma das saídas é buscar ajuda em entidades que fazem ações de prevenção e tratamento de dependentes químicos.

É importante conversar com o empregado e a família, além de mantê-lo afastado no período de recuperação, caso seja necessário, segundo Ralph Chelotti. ‘A empresa deve cogitar a possibilidade de pagar o tratamento.’ Para Ana Maria, se a terapia não tiver sucesso, o funcionário pode ser demitido. ‘Os dependentes que não se reabilitam faltam sempre, não cumprem tarefas, etc.

O FANÁTICO
Funcionários que pregam suas posturas políticas e religiosas no ambiente de trabalho

Diversidade é bem-vinda. Mas manter a unidade numa equipe formada por colaboradores que parecem vir de mundos diferentes é uma prova de fogo. Muitas vezes, as empresas fazem vista grossa para atitudes como a tentativa de conversão religiosa em pleno ambiente corporativo. ‘A empresa é um lugar para trabalhar, produzir e obter resultados. Não dá para misturar com crenças pessoais’, diz a consultora Ana Maria Cadavez.

Quando os exageros começam a afetar o ambiente de trabalho, é hora de a empresa ligar o sinal amarelo. ‘As pessoas assediadas têm todo o direito de protestar’, diz Ralph Chelotti, presidente da ABRH. ‘A empresa tem que conversar com os funcionários para que separem suas convicções pessoais das questões de trabalho.’ Uma solução interessante é quando a empresa encabeça as discussões sobre política, raça, credo, etc. ‘Há companhias que promovem cultos ecumênicos, atividades multiculturais, debates, o que inibe qualquer movimento voltado para o sectarismo’, diz Chelotti.

O DESLUMBRADO
Empregados planejam eventos pessoais que atrapalham a rotina dos demais colegas

O noivado, o casamento, a festinha dos filhos. São tantas emoções… que devem permanecer fora do expediente. A atenção exagerada às celebrações (ou qualquer assunto pessoal) pode minar a produtividade. ‘É comum notarmos em pessoas que dão uma importância além da conta às festas, o uso indevido das horas de trabalho para cuidar dos preparativos’, diz Fernando Feitoza. Cabe à empresa mostrar ao funcionário que seu comportamento está sendo inadequado. ‘É importante ter em mente quanto a pessoa está envolvida e tratar do assunto com sensibilidade’, aconselha o consultor.

FONTE: PEGN

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
25/05/2009 - 16:17

FILOSOFIA DE TUBARÃO

 
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco.
 
Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
 
Assim, para alimentar a sua população os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
 
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
 
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques e mante-los vivos.
 
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
 
Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
 
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
 
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
 
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando alcançam sucesso numa empresa, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelos mesmos problemas de ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo ocorre com os herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
 
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador.”
 
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
 
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega muito vivo e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados nos tanques.
 
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, mergulhe dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grande e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
 
Pense nisso: ” Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar!  “

Fonte: um amigo

 

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/05/2009 - 11:07

Do escritório na sala de casa para sede própria


Hoje, 12 anos depois de começar a importar eletrodomésticos da Itália, Diamantino Netto emprega 26 pessoas e fatura mais de R$ 10 milhões

Por Juliana Belda

   

Aos 45 anos de idade, depois de trabalhar desde os 23 em empresas de exportação, Diamantino Netto foi demitido. A empresa do ramo de fogões da qual era funcionário havia sido vendida para uma multinacional.Era a primeira vez que ele ficava desempregado e, pouco tempo depois de começar a procurar emprego, descobriu que era considerado velho para o mercado. Netto não desistiu e resolveu abrir seu próprio empreendimento na mesma área que já tinha larga experiência: eletrodomésticos. Seu primeiro passo foi ir a uma feira do setor na Alemanha, pois acreditava que ali haveria mais oportunidades de negócios.

Sua intuição não lhe traiu: antes mesmo de chegar ao local do evento, encontrou um amigo com uma proposta de negócio. A Elettromec, uma empresa italiana de eletrodomésticos, estava à procura de um representante de vendas no Brasil.

Assim que retornou da viagem, retirou a televisão da sala de sua casa e abriu lá mesmo seu escritório, uma representação da Elettromec no Brasil. Logo de início, a rotina doméstica atrapalhava o andamento da empresa, pois havia somente uma linha telefônica, e todos – a esposa, os filhos, a empregada – atendiam os telefonemas, atrapalhados, muitas vezes, pelos latidos do cachorro de estimação.

Netto precisava economizar tanto dinheiro nessa época que trabalhava três turnos. Um dos motivos? Aproveitar os horários de menores tarifas para fazer as ligações interurbanas.

Devido a esses e outros empenhos, ele conseguiu juntar algum recurso e comprou mais duas linhas telefônicas, exclusivas para o escritório, e contratou uma estagiária para atendê-las.

Com o aumento dos pedidos, ele sentiu a necessidade de ter mais uma funcionária. Depois de cerca de um ano no local, a sala ficou pequena demais para a equipe e eles se transferiram para um galpão alugado.

De representante de vendas a importador
Netto percebeu que havia demanda para os produtos da Elettromec no Brasil, mas sabia que os interessados, em sua maioria refinadas lojas, não queriam lidar com os trâmites da importação.

Por isso, em um encontro com os empresários italianos da Elettromec, Netto pediu que eles lhe dessem um contêiner pequeno com eletrodomésticos, o qual ele pagaria após a venda. Para postergar o pagamento das taxas de importação, ele colocou as mercadorias recebidas em uma alfândega seca, onde os impostos só são pagos a cada retirada de produto.

Transportou cada peça vendida com seu carro. Nesse sistema, foi preciso três meses para vender tudo e finalmente quitar seu primeiro contêiner. Desde então ele não parou mais de importar.

Hoje, 12 anos depois de abrir o escritório na sala de sua casa, a empresa tem sede própria, paga – “Graças a Deus” – o salário de 26 funcionários e importa mais de 60 contêineres por ano. Em 2008, a Elettromec Brasil cresceu 20% e faturou mais de R$ 10 milhões.

A empresa também já não negocia mais somente com a homônima italiana, apesar de manter a marca depois de um acordo. Hoje, vende produtos de mais outras três fabricantes do mesmo país.

Recentemente, para ampliar o mercado e fazer frente à crise financeira, Netto passou a importar da China produtos para classes mais baixas e pretende colocar sua nova marca, a Mira, nas grandes redes varejistas populares no segundo semestre deste ano. A nova linha já corresponde em volume por mais de 50% das vendas, embora o segmento mais luxuoso ainda fature mais.

Para 2010, Netto pretende iniciar fabricação própria em busca de liderança no segmento.

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): WORK Tags:
21/05/2009 - 12:20

Tendências: Twitter

O que você está fazendo? Responder e acompanhar a resposta dessa simples pergunta já é vício de cerca de 6 milhões de pessoas em todo mundo – as adeptas do Twitter.

Criado em 2006, o Twitter funciona como um sms: os textos só podem ter até 140 toques. A diferença – e o motivo do sucesso -  é que a mensagem é pública, disponível para todos as pessoas que quiserem recebê-la, os chamados seguidores. Cada pessoa segue quem escreve conteúdo do seu intereresse. O presidente Barack Obama, por exemplo, tem 591 mil seguidores. Mas ele não foi o único famoso a aderir à ferramenta: Paulo CoelhoBritney Spears e até mesmo Dalai Lama twittam. Estilo de vida para muitos, seu uso já tem verbo próprio.

E não poderia deixar de ser assunto, a revista Época, na semana passada, uma dedicou uma capa para ele, assim como o site da Time, do El País, entre tantos outros. Notícia super comentada dessa semana, aliás, foi sobre fim do relacionamento de Jennifer Aniston, loura linda, trocada pelo tal Twitter! Coisa boa ele deve ser, não?

FONTE: PEGN

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Notícias Tags:
21/05/2009 - 12:01

Você tem um valor!

Quanto vale uma nota de 10 reais? 10 reais.
Se você pegar essa nota de 10 reais e dobrá-la, ela continua valendo 10 reais.
Se você pegar essa nota de 10 reais e amassá-la, ela continua valendo 10 reais.
Então se alguém dobrar você, se alguém tolher você, se alguém amassar você, seu valor continua o mesmo. Você não perde o seu valor. Você tem um valor extraordinário. Não é porque te amassaram, não é porque te jogaram no chão, que você deixará de valer o que vale. Você tem o seu valor.
Veja o exemplo da nota de 10 reais. Pode jogar no chão e pisar nela que ela continua valendo 10 reais. Então perceba que por mais que as pessoas tentem te jogar pra baixo, por mais que as pessoas tentem pisar em você, você não perde o seu valor. Você tem um valor inestimável. Deus fez você com um valor incalculável. Por isso comece a se valorizar mais.
Pense numa nota de 10 reais… Imagine o tempo que ela já está em circulação… Teoricamente ela já cumpriu a finalidade para a qual foi feita: circulou bastante, cumpriu com o seu objetivo. E agora entrou uma nova nota de 10 reais no mercado… de plástico. E acredite: essa é a tecnologia mais moderna do mundo. São poucos os países do mundo que têm um papel-moeda como esse. E aí a nota de 10 reais antiga pode se sentir rejeitada, depreciada, ultrapassada. E me diga: quanto vale a nota de 10 reais antiga? 10 reais! Ela não perdeu seu valor.
Então se você se sente rejeitado, ultrapassado, se você acha que o mundo já te colocou pra escanteio, não desanime. Você tem o seu valor. Se você não está atualizado busque conhecimento, informe-se, aprenda, mas não se esqueça de que você tem o seu valor. Não é porque você está desatualizado, não é porque você tem uma idade avançada, que você perdeu seu valor. Lembre-se que você vale ouro. Você tem um valor extraordinário.

Por outro lado essa nova nota de 10 reais, esse papel-moeda novo, pode se sentir estranho no mercado, pode ser que alguns não queiram aceitá-lo. Ou porque ele é jovem, ou porque é estranho, ou porque é diferente… Então se você é jovem, se está entrando no mercado, se ninguém te aceita, se as pessoas começarem a dizer que você não tem experiência, que você não tem visão de mercado, aprenda, faça cursos, aprimore-se, desenvolva-se, mas não se esqueça: você tem o seu valor. Você tem um valor extraordinário.

 

 

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal Tags:
20/05/2009 - 11:49

5 variáveis para uma mudança sólida e eficaz

Dicas do consultor da semana 

Clientes – Faça um bom levantamento das necessidades dos consumidores para descobrir onde é preciso concentrar mais e menos esforços. Evite o desperdício de tempo e energia com iniciativas que não têm valor para eles.
Funcionários – Descubra algumas “lideranças internas informais” e conquiste indivíduos influentes para ajudarem na descoberta dos anseios, expectativas, medos, temores, questionamentos e ameaças pelas quais os colegas estejam passando. É a capacidade dos funcionários de se adaptar às mudanças que determina o resultado.
Proprietários e acionistas – Eles são os maiores interessados no sucesso dos processos, investem na organização e não podem ser deixados para um segundo plano, embora devam ter participação mais ativa a partir do momento em que as mudanças de fato começarem a aparecer.
Fornecedores e parceiros comerciais – Eles representam parte importante no processo, uma vez que, envolvidos, podem também melhorar a qualidade de seus serviços.
Você e sua equipe – A contribuição de todos os impulsionadores e agentes de mudança é fundamental para que contagie os demais. É muito importante que controle seu papel e discipline suas ações.
Alessandra Assad é jornalista, palestrante e diretora da Assim Assad Desenvolvimento Humano. Visite o site: www.assimassad.com.br.
Para conferir essas dicas na íntegra, acesse o site: www.comunidadevendamais.com.br

 

Frase
O que os clientes realmente querem
Ian Brooks
“Os clientes não querem seus produtos ou serviços, querem o que seus produtos e serviços podem fazer por eles”

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/05/2009 - 11:17

Expressões usadas pelas mulheres… e seus significados:

 
1 – “Certo”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
 
2 – “5 minutos”: Se ela está se arrumando significa meia hora. “5 minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
 
3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em “Nada” normalmente terminam em “Certo”.
 
4 – “Você que sabe”: É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer…e não diga que também não sabe!
 
5 – Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre “Nada”.
 
6 – “Tudo bem”: Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. “Tudo bem” significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
 
7 – “Obrigada”: Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga “por nada”. (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga “MUITO obrigada” – isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÂO diga “por nada”. Isso apenas provocará o “Esquece”).
 
8 – “Esquece”: É uma mulher dizendo “DANE-SE !!”
 
9 – “Deixa pra lá, EU  resolvo”: Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando “o que aconteceu?”. Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
 
10 – “Precisamos conversar !”: Ferrou !!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
 
11 – “Sabe, eu estive pensando…”: Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse…

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Humor Tags:
19/05/2009 - 11:14

Jogadas de craque


Os negócios ligados ao futebol movimentam dezenas de bilhões de reais por ano no Brasil e vão de simples escolinhas a sofisticados resorts. Com a Copa de 2014, aumenta o potencial

por Sérgio Tauhata

Darryl Kirsh: a vedete do Kick Bola urbana é o Futebol underground, em que os participantes jogam no escuro, só com o brilho de seus coletes e da bola

Ao desembarcar no Brasil, há 15 anos, o canadense Darryl Kirsh mal sabia chutar uma bola – o esporte de sua adolescência foi o hóquei no gelo, disputado com bastão, disco e patins. O país vivia a euforia do tetracampeonato mundial e o futebol, mais que nunca, parecia onipresente na mídia. Em meio a esse ambiente de paixão à flor da pele, o economista nem precisou de muita intimidade com os gramados para perceber o potencial dos negócios ligados ao jogo, mas seguiu sua vida de consultor financeiro. E permaneceu, nos anos seguintes, cismado com a falta de espaços de entretenimento, além do manjado trio campinho, churrasqueira e cerveja, que explorassem justamente esse interesse nacional. Em 2004, com a seleção brasileira já pentacampeã, resolveu dar o pontapé inicial para preencher a lacuna que enxergou dez anos antes. Nascia, em São Paulo, o Kick Bola Urbana, primeiro – e ainda único – parque temático sobre futebol no país do futebol.Voltado a princípio para crianças e adolescentes, o espaço conquistou rapidamente os adultos e as empresas, que representam hoje metade do seu público. Para quem gosta de futebol, a fórmula é irresistível, independentemente da faixa etária. Garotos e garotas de todas as idades divertem-se com brinquedos como o lançador de bolas de fazer bicicleta, no qual o atleta, posicionado sobre uma superfície acolchoada, recebe a bola de bandeja para executar a jogada considerada a mais plástica do esporte. Há ainda um radar que mede a velocidade do chute, a pista de futegolfe, uma mistura de minigolfe e futebol, o treino de goleiro, no qual a pessoa pode testar sua habilidade em agarrar os ‘chutes’ executados por uma máquina, e o futeboliche, tipo de boliche com os pés.

A vedete entre as instalações, no entanto, é o Futebol Underground. Em uma quadra de 270 metros quadrados instalada no subsolo, dois times, com quatro jogadores cada, disputam uma partida praticamente no escuro. Os únicos brilhos vêm da bola, das traves e dos coletes fluorescentes dos atletas. Para dar clima, há show de luzes, fumaça artificial e som de DJ. Como o público feminino representa 30% do movimento, as meninas ganharam uma atração à parte, o Futebol Fashion, que consiste em um desfile de moda temático, com direito a camarim e maquiadores.

Darryl conta que todos os brinquedos tiveram de ser criados por ele e sua equipe. ‘Quando comecei a montar o parque não havia nada semelhante no país. Então, idealizei as atrações baseado no que conhecia de centros temáticos esportivos lá fora e contratei engenheiros para montar as máquinas’, afirma.

Com a experiência de cinco anos de funcionamento do Kick Bola, o empresário lançou, em 2008, o sistema de franquia da marca, com investimentos entre R$ 150 mil e R$ 300 mil. Mesmo com o sucesso do parque, que realizou em 2008 uma média de 47 eventos por mês, apenas os estrangeiros têm enxergado na fórmula uma oportunidade de negócio. ‘Os brasileiros ainda se mostram um pouco reticentes em apostar no modelo. Mas estamos fechando com um grupo colombiano, que tem entre os sócios o ex-jogador Valderrama. Vai ser a primeira franquia da marca, montada em Bogotá. O grupo planeja abrir mais sete unidades em várias cidades sul-americanas’, revela Kirsh.

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/05/2009 - 11:19

A Fábula do Rei e suas 4 Esposas

 

Era uma vez… um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.
Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.
Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:

É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:

Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:

Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:

Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?
Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.
O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:

Eu partirei com você e o seguirei por onde você for… O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida…
Com o coração partido, o rei falou:

Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia…
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas…
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos…
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar…
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego…
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos…
Então…

Cultive…

Fortaleça…

Bendiga…

Enobreça…

sua Alma agora!!!

É o maior presente que você pode dar ao mundo…
e a si mesmo.
Deixe-a brilhar!!!  

Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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