31/03/2010 - 10:35
Informar-se sobre a audiência, ensaiar bem o discurso, fazer pausas e dar exemplos são algumas das dicas para reduzir a tensão na hora de falar
Por Carin Homonnay Petti
Não adianta. Cedo ou tarde chega a hora de falar em público. Por maior que seja a timidez, não há como escapar de apresentações a potenciais clientes, novos sócios, parceiros ou investidores, seja em pequenos encontros ou grandes eventos, como fóruns e congressos. Para enfrentar a situação, confira as dicas dos professores de comunicação verbal Reinaldo Passadori e Emílio Gama, e do especialista americano em empreendedorismo Guy Kawasaki.
>>> Alinhe o discurso ao perfil da audiência. Para mostrar que você sabe muito bem com quem está falando, informe-se sobre as áreas de interesse da concorrência e do público. Quanto mais personalizada você tornar a sua apresentação, melhor.
>>> Não suponha que a plateia tenha lido o material enviado anteriormente sobre a apresentação.
>>> Ensaie, ensaie e ensaie. “É preciso repetir o discurso pelo menos 20 vezes, antes de atingir um desempenho decente”, sustenta Guy Kawasaki em seu livro Reality Check (sem tradução para o português).
>>> Use terno se o público fizer o mesmo. Kawasaki adverte: ao se vestir de modo mais informal que a audiência, corre-se o risco de transmitir a mensagem “eu sou mais inteligente, rico ou poderoso que você” — péssima forma de conquistar empatia.
>>> Utilize pausas ao se expressar. A estratégia tem três vantagens: dá tempo para seus interlocutores absorverem o que ouviram, ajuda a organizar o raciocínio e possibilita que você enfatize frases ou palavras importantes.
>>> Adote exemplos, analogias e episódios de sua vida pessoal, sempre que possível, para tornar sua apresentação mais compreensível e apetitosa. Mas cuidado para não cair no lugar-comum. “Fórmulas prontas geralmente não funcionam”, ressalta Gama.
>>> Pense antes nas perguntas que lhe aguardam e tenha as respostas na ponta da língua. Prepare também o que alegar quando não tiver interesse em abordar algum assunto. Se, por exemplo, não quiser revelar preços, você pode dizer que considera prematuro divulgar cifras antes dos resultados da avaliação completa do projeto.
>>> Evite falar rápido ou devagar demais. Excesso de velocidade atrapalha a assimilação do conteúdo. Lentidão em exagero dá sono. “O ideal é alternar o ritmo da fala”, recomenda Passadori.
>>> Use com parcimônia expressões como “né”, “tá” ou “certo”, para não ser avaliado como pouco profissional.
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O QUE MAIS FAZER
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Acerte no horário
Se tiver a chance, fale no começo dos eventos. É mais fácil fisgar a atenção de uma audiência descansada. No fim do dia, muita gente só pensa em voltar para casa
Escolha o lugar certo
Sempre que puder, evite espaços grandes demais para não correr o risco de falar para imensas fileiras vazias na platéia |
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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06/01/2010 - 02:59
Este post foi escrito por Ricardo Jordão Magalhães. Executivo de marketing, contestador de velhas regras, paradigmas e preconceitos, Ricardo escreve regularmente sobre liderança, marketing, vendas, estratégia, inovação e tecnologia, no site da BizRevolution, da qual é fundador e presidente.
Muito provavelmente Você conhece alguém que nasceu “virado para a Lua”. Alguém que transforma em ouro tudo que toca, alguém que é bem-sucedido em tudo que faz, alguém que está sempre no lugar certo na hora certa.
Eu sou fascinado por pessoas que repetidamente ao longo de suas vidas atingiram grandes resultados em diferentes frentes sem perder a essência de quem realmente são.
Para essas pessoas, o sucesso, a riqueza e os resultados não aparecem apenas uma ou duas vezes na vida, mas repetidamente, em todos os momentos de suas vidas, em diferentes campos de atuação. Quando criança na escola, quando adolescente nos esportes, quando adulto no trabalho.
Por que isso acontece?
Se você não sabe explicar porque isso acontece, eu sei.
Eles TRABALHAM DURO! Eles acordam cedo, abrem o escritório, chegam antes de todas as outras pessoas, nunca reclamam de nada, nunca jogam a culpa de algo em alguém. Eles trabalham duro, por isso, também esperam que todos trabalhem duro, mas esperam muito mais resultado de si mesmo do que dos outros. Eles rejeitam as duas primeiras soluções que vem a sua cabeça quando um problema aparece. Eles continuam procurando e procurando por uma resposta que ninguém tem “tempo” para craniar.
Eles são CURIOSOS. Eles estudam MUITO, estão ávidos por REALMENTE aprender coisas novas e desaprender hábitos antigos. Eles fazem perguntas, questionam autoridade, LÊEM tudo que podem. Eles acreditam que a teoria da escola não é mais importante do que a escola da vida, e nem vice-versa. Eles acreditam SIM, que o verdadeiro aprendizado da vida acontece quando você PRATICA no seu dia-a-dia a teoria dos livros. Aqueles que nascem “virados para a lua” APLICAM o que aprendem. Eles entendem que aprender para acumular conhecimento não tem valor nenhum. Conhecimento só faz sentido se transformado em ação, criação, construção de novas e melhores maneiras de viver para si e para os outros.
Eles conhecem PESSOAS. Eles conhecem muitas pessoas, de diferentes tipos, gostos, locais, culturas e partidos. Eles dão ouvidos a opinião de amigos, chefes, funcionários, colegas, concorrentes, formadores de opinião. Eles não se importam em ter suas idéias escolhidas pela maioria. Na verdade, são pessoas quietas, caladas, por vezes até envergonhadas, mas se importam em ajudar as pessoas e se relacionar com aqueles que precisam.
Eles se auto-ajudam! Auto-ajuda não é coisa de perdedor, é coisa de VENCEDOR. Perdedor é quem não se auto-ajuda. Quem nasceu “virado para a lua” não pára de desenvolver suas habilidades de liderança, gestão de pessoas, percepção da realidade, vontade profunda de melhorar todos os outros aspectos de suas vidas. Quem nasceu “virado para a lua” não tolera falhas, conserta falhas!
Eles são DRAMATICAMENTE criativos. São pessoas que se questionam a todo momento. Eles se perguntam: “E por que não?”, “Quem disse que não dá para fazer assim?”, “O que eu tenho que fazer para ganhar dinheiro com aquilo que eu realmente gosto de fazer?”, “Com quem eu devo falar para conseguir os recursos que precisamos para realizar nossos sonhos?”. Eles vêem novas combinações, novas possibilidades, novos desafios onde a mediocridade vê problemas e dificuldades. Eles pedem por conselhos, experimentam coisas novas, conversam com especialistas e novatos, sempre procurando por uma maneira DRAMATICAMENTE diferente de fazer as coisas. Quem nasceu “virado para a lua” CRIA, INVENTA, MODIFICA, METE BALA, QUEBRA TUDO!
Eles têm auto-confiança e RESPONSABILIDADE. Quem nasceu “virado para a lua” não tá nem aí se vai levar a culpa por alguma coisa. Eles não perdem tempo reclamando. Eles tomam decisões e andam em frente. Quem nasceu “virado para a lua” toma iniciativa e aceita a responsabilidade pelas decisões que toma.
Eles são calmos e não perdem a perspectiva das coisas. Mesmo em momentos de stress e confusão, quem nasceu “virado para a lua” mantem o bom humor e a paciência. Eles compreendem que as coisas levam tempo. Nada é por acaso. Tudo tem a sua hora. Uma coisa leva a outra. Quem nasceu “virado para a lua” raramente entra em pânico ou grita com outras pessoas. Quem nasceu “virado para a lua” raramente toma decisão por impulso. Quem nasceu “virado para a lua” respira antes de falar, pensa antes de falar, questiona a si mesmo se está fazendo as perguntas certas, usa o bom senso, os ditados populares, as filosofias de botequim mesmo nas piores crises.
Quem nasceu “virado para a lua” vive o momento. não fica lembrando do passado ou sonhando com o futuro. CARPE DIEM!!! O único momento que importa é AGORA. Quem “nasceu virado para a lua”, engaveta o seu diploma de engenheiro, e passa o melhor fax do mundo, se “passar fax” é o trabalho que tem que ser feito no momento. Quem nasceu “virado para a lua” olha as pessoas nos olhos, não dá indiretas, confronta a realidade, fala o que pensa doa a quem doer. Quem nasceu “virado para a lua” se diverte com todas as situações porque todas as situações podem ser a última situação. Quem nasceu “virado para a lua” valoriza a refeição que faz, os amigos que tem, o trabalho que entrega, os clientes que serve. Quem nasceu “virado para a lua” não parece que está com pressa mesmo que esteja, não parece que é ansioso mesmo que seja. Eles aproveitam o dia inteiro, 24 horas, todos os minutos. Quem nasceu “virado para a lua” não perde tempo, USA o tempo que tem.
Quem nasceu “virado para a lua” procura enxergar longe e não apenas o presente. Quem nasceu “virado para a lua” observa as tendências, anota as mudanças, vê alterações no horizonte. Quem nasceu “virado para a lua” observa a roupa da criançada que anda no shopping, o comportamento dos adolescentes que brincam no parque, os hábitos dos seres humanos que vivem ao seu redor. Tudo é relevante. Tudo sinaliza. Cada pequeno detalhe da vida pode gerar novos negócios, novas idéias, novos produtos e serviços. Novas maneiras de melhorar o mundo. Quem nasceu “virado para a lua” vive no presente, com o coração no futuro!
Quem nasceu “virado para a lua” toma decisões fortes e radicais. Quem nasceu “virado para a lua” compreende que as pessoas não mudam hábitos sem passar por um tratamento de choque. Se algo não está funcionando, CORTA rápido, se alguém não está produzindo, troca rápido. Quem nasceu “virado para a lua” pergunta, “Como podemos executar esse projeto com 50% da verba?”.
Quem nasceu “virado para a lua”, compreende que REALMENTE tem muito gerente medíocre no mundo, e que a realidade, é que você tem que REALMENTE tocar a sua própria vida, tomar as suas próprias decisões, escrever o planejamento estratégico da sua posição na empresa.
Quem “nasceu” virado para a lua, vira o mundo que vive de ponta cabeça, ao invés de viver no mundo da lua.
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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17/12/2009 - 13:43
São três os regimes tributários: simples, lucro real e lucro presumido.
Saiba quais os aspectos mais importantes para você escolher qual deles é o melhor para o seu negócio
Por Wilson Gotardello Filho
No ano passado, no auge da crise internacional, Fernando Garcia, sócio e diretor financeiro da empresa de telemarketing Telematrix, ligou desesperado para seu contador. “Como vou pagar R$ 30 mil de imposto neste mês se eu não tive lucro? Não tenho de onde tirar”, disse ele ao telefone. Tarde demais. Com o negócio inscrito no regime tributário do lucro presumido, Garcia precisava ter o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) calculados em cima de um percentual pré-definido de 32% da receita. Assimilado o prejuízo, o empresário resolveu chamar o contador para uma conversa e descobriu que seu negócio poderia migrar para o regime de lucro real. A Telematrix recolhe agora os dois tributos apenas sobre o resultado de fato apurado. Garcia calcula que neste ano pagará apenas 20% dos R$ 250 mil desembolsados em 2008. “Eu estava arcando com impostos sobre um lucro que não existia”, diz. Apesar de a legislação brasileira oferecer três regimes tributários (simples, lucro real e lucro presumido), nem todos os empresários têm conhecimento das vantagens e das desvantagens de cada um deles. Como é mais fácil administrar uma empresa inscrita nos regimes de lucro presumido e no Simples — em que as alíquotas são preestabelecidas —, muitas vezes a escolha é feita por praticidade, sem que os reais efeitos sejam avaliados, segundo Andrea Bazzo, sócia do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Para Garcia, o desafio de organizar as contas para apurar o lucro real foi benéfico para a gestão como um todo. “Não tem mais aquele negócio de caixinha de emergência, de pagar e pegar a nota depois. Tem que criar uma cultura nos funcionários.
O controle é muito maior”, diz. José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon), recomenda a realização de uma simulação com todos os impostos no último trimestre para ver qual o regime mais adequado para o ano seguinte. A escolha entre as três opções de regime tributário pode ser feita no começo de cada ano. Heloisa Harumi Motoki, consultora tributária da Confirp, de São Paulo, lembra que, em 2009, as empresas vão passar a lidar com controles mais rígidos do governo, como a nota fiscal eletrônica, o sped fiscal e o sped contábil. “Os órgãos governamentais passarão a ter diversos meios de fiscalização a partir de agora”, diz. Quanto vou pagar no regime do lucro presumido Confira na tabela abaixo a parcela da receita sobre a qual incidem o IRPJ e a CSLL Da Redação CSLL Espécie de atividades geradoras da receita Percentuais sobre a receita – Receita bruta de vendas de mercadorias em geral; 12,00% – Sobre industrialização com materiais fornecidos pelo encomendante; 12,00% – Sobre serviços de transporte de cargas; – Sobre a receita bruta de serviços hospitalares; 12,00% – Serviços em geral e locação (prevista no contrato social), até 31/08/2003; 12,00% – A partir de 1º/09/2003, serviços em geral e locação (prevista no contrato social), desde que não esteja previsto outro percentual específico; (Lei 10.684/2003, art. 22) 32,00 % – Demais receitas (não-operacionais) ou ganhos de capital, tais como: – rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa ou variável; – descontos obtidos; – correção monetária sobre tributos a recuperar (taxa SELIC); – variações monetárias ativas e demais acréscimos patrimoniais. 100,00% IRPJ Espécie de atividades geradoras da receita Percentuais sobre a receita – Revenda, de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural 1,60% – Venda de mercadorias ou produtos em geral (exceto revenda de combustíveis para consumo); – Sobre serviços de transporte de cargas; – Sobre industrialização com materiais fornecidos pelo encomendante; – Sobre a receita bruta de serviços hospitalares; 8,00 % – Serviços de transporte de passageiros; – Prestação de serviços em geral, cuja receita bruta anual seja de até R$ 120.000,00, exceto serviços de profissão regulamentada; 16,00% – Serviços em geral, desde que não esteja previsto outro percentual específico; – Intermediação de negócios; – Administração, locação ou cessão de bens, imóveis, móveis e direitos de qualquer natureza; – Prestadoras de serviços relativos a profissões legalmente regulamentadas, inclusive escolas; 32,00 % – Demais receitas (não-operacionais) ou ganhos de capital, tais como: – rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa ou variável; – descontos obtidos; – correção monetária sobre tributos a recuperar (taxa SELIC); – variações monetárias ativas e demais acréscimos patrimoniais. 100,00% Fonte: Welinton Mota, Diretor Tributário da Cofirp Consultoria Contábil Como obter o CNPJ virtual O e-CNPJ permite utilizar diversos serviços da Receita pela internet Da Redação Mais um da série dos “e-” que vieram para reduzir o tempo e o deslocamento para realizar tarefas rotineiras: o e-CNPJ nada mais é do que a versão online do respectivo documento de papel. Por meio desse instrumento é possível acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal e utilizar diversos serviços disponíveis na web, como negociar parcelamentos, fazer consultas e transmitir declarações de Imposto de Renda sem as limitações do dia útil e do horário comercial. Com a documentação eletrônica, a assinatura via internet passa a ter a mesma validade jurídica que a presencial. Existem dois formatos: A1 e A3. O primeiro tem duração de um ano e só pode ser usado em um único computador; o segundo é válido por três anos e seu acesso é feito por um cartão inteligente em qualquer local. A Secretaria da Receita Federal sugere o tipo A3 por razões de segurança, uma vez que não há como reproduzir ou exportar as senhas do cartão nesse formato. Como adquirir o e-CNPJ Para obter o e-CNPJ é necessário acessar o site de alguma das Autoridades Certificadoras (AC) e fazer a solicitação. Três AC habilitadas pela Secretaria da Receita Federal: a Certisign, a Serasa e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Após o pagamento – que varia de R$ 165 a R$ 570 – é necessário agendar uma visita a um dos postos de atendimento para confirmação de identidade. Certificados digitais são obrigatórios para a entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) de empresas que recolhem os impostos com base no lucro real ou arbitrado e para a entrega da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) Mensal. Lucro presumido ou lucro real? Para quem não pode optar pelo Supersimples, restam essas duas opções. Saiba qual é a mais vantajosa Por Carin Hommonay Petti Para quem descartou o Supersimples (linkar para a matéria Supersimples: Vale a pena para sua empresa?), podem restar duas opções: o regime do lucro presumido e o do lucro real. O lucro presumido pode ser adotado por empresas com faturamento anual de até R$ 48 milhões. No caso, como o nome sugere, o Imposto de Renda e a CSLL incidem sobre um percentual preestabelecido pela Receita. No lucro real, disponível a todas as empresas e obrigatório para quem fatura mais de R$ 48 milhões, os impostos são calculados com base no lucro apurado (receitas menos despesas comprovadas). Mas qual é o melhor regime? A resposta, mais uma vez, varia caso a caso. No lucro presumido, não importa quanto a empresa realmente lucrou. No cálculo do Imposto de Renda, o lucro considerado pelo Fisco será de 32% da receita bruta para o setor de serviços e de 8% para a indústria e quase todos os estabelecimentos comerciais. Já para a apuração da CSLL, o percentual sobe para 12% na indústria e no comércio — nos serviços continuam valendo os 32% do Imposto de Renda. De modo geral, o lucro presumido costuma ser a melhor opção para quando o lucro for igual ou superior aos percentuais preestabelecidos pela Receita (os 8%, 12% ou 32% citados). Caso a margem seja menor, ponto para o lucro real. Assim, evita-se o pagamento de impostos sobre um lucro que não existiu efetivamente. Mas atenção: para se beneficiar com a adoção desse sistema, é preciso ter despesas comprovadas com documentos como nota fiscais e contratos. Na escolha é importante também considerar que apenas o lucro real dá direito ao crédito do PIS e Cofins embutido no preço de matérias-primas e alguns outros insumos, como energia e aluguel pago a pessoas jurídicas. Em tempo: o lucro real exige mais rigidez no controle das contas da empresa e, consequentemente, maiores despesas com a contabilidade. Isso tudo faz com que o regime seja pouco adotado entre os pequenos empreendedores. Não que a prática seja sempre um bom negócio. “Muita gente acaba pagando mais impostos com o lucro presumido só porque o sistema é mais cômodo que o lucro real”, diz a tributarista Tiziane Machado, da Machado Advogados e Consultores Associados. O jeito é arregaçar as mangas, conversar com o contador e fazer contas e mais contas antes de optar pela forma de tributação. Pode ter certeza de que seu caixa vai agradecer pela trabalheira. Supersimples: vale a pena para a sua empresa? Nem todos têm direito ao regime simplificado de tributação das pequenas empresas. E mesmo para quem tem, nem sempre ele é a melhor opção Por Carin Hommonay Petti O regime unifica a cobrança de oito impostos e contribuições: PIS, Cofins, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), IPI, ICMS, ISS e, com exceção de parte das empresas de serviço, o INSS patronal. A simplificação pode amenizar não só o tamanho da mordida do Fisco como os custos com o contador. Ficou animado? Mas saiba que a decisão não é 100% sua. Nem todos têm direito ao Supersimples. E mesmo para quem tem, nem sempre ele é a melhor opção. Ficam de fora do Supersimples algumas atividades, formas de sociedade e empresas com dívidas tributárias e previdenciárias. Há também restrições com relação ao faturamento. O Supersimples pode ser adotado integralmente por negócios com receita anual de até R$ 2,4 milhões em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Nos demais locais, o ISS e o ICMS são recolhidos à parte por quem tem faturamento anual acima de certo valor. Nos estados com participação de até 1% no PIB brasileiro, esse limite é de R$ 1,2 milhão. É o caso, por exemplo, de Acre, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Já nos estados com participação entre 1% e 5% do PIB, o teto sobe para R$ 1,8 milhão. Estão nessa situação, entre outros, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. Na hora dos cálculos, merecem cuidado redobrado as empresas de serviço obrigadas a recolher o INSS à parte. Isso porque, para essas empresas, além do pagamento em separado do INSS, as alíquotas do Supersimples crescem de acordo com o tamanho da folha de pagamento. Quanto menor o peso dos salários, maior o imposto. Por conta disso, o Supersimples pode ser um mau negócio sobretudo para os estabelecimentos cujas despesas salariais totalizam menos que 40% do faturamento — elas estão sujeitas a alíquotas de até 20%. Comércio Mesmo para os estabelecimentos comerciais, que têm o INSS incluído na tributação unificada, o Supersimples também pode não compensar. Entre as atividades isentas do ICMS estão a venda de livros, jornais, revistas, frutas e verduras. Quando o Supersimples vale a pena Dependendo do caso, porém, mesmo com as desvantagens apresentadas acima, o Supersimples pode valer a pena até para quem recolhe o INSS à parte. O motivo? É que quem adere ao regime fica isento do pagamento das contribuições para o chamado Sistema S (destinadas a instituições como o Sesi, o Senai, o Sesc e o Senac) e o Salário Educação. Juntas, elas abocanham o equivalente a 5,8% da folha de pagamento. Seja qual for a opção, deve-se ter em mente que a adesão ao Supersimples é automática para as empresas já enquadradas no sistema. Para ingressar ou sair do regime, porém, é preciso fazer a solicitação pelo site da Receita Federal
www.receita.fazenda.gov.br) até 31 de janeiro. Fonte: www.pegn.com.br
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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17/12/2009 - 13:42
Não basta apenas atrair visitantes.
É preciso convertê-los em clientes
DA REDAÇÃO PEGN
Comunidades virtuais, links patrocinados, redes sociais, blogs, vídeos, podcasts. Os recursos para atrair visitantes à sua página na internet nunca foram tantos e tão fáceis de usar. Mas, para as empresas que pretendem vender pela rede, existe um desafio a mais: fazer com que as pessoas comprem. A “taxa de conversão” — como é chamado o número de clientes que finalizam uma compra em relação ao total de visitantes do site — varia, em média, entre 0,5% e 5%. “A boa notícia é que a credibilidade da web vem aumentando muito. O índice de confiança e-Bit bateu 83,7% em agosto”, diz Pedro Guasti, diretor da e-Bit, consultoria que pesquisa o comportamento das pessoas na rede. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu abaixo dez dicas para você pôr em prática no seu site.
1 >>> DEFINA O PÚBLICO- ALVO
Não adianta atrair para o site visitantes que não sejam qualificados. É importante ter em mente quem representa o público-alvo da empresa na hora de traçar a estratégia de marketing e divulgação da loja virtual. “Independentemente da mídia, faça campanha dentro do nicho adequado”, afirma Henrique Pechman, diretor da consultoria Online.
2 >>> FAÇA PROMOÇÕES SAZONAIS
O Ambient Air, portal de vendas de condicionadores de ar, ofereceu em setembro descontos de 10% para os consumidores que pagassem à vista. O resultado surpreendeu. “As vendas à vista cresceram 32% em relação a agosto, chegando a 64 pedidos”, diz Felipe Fernandes, coordenador do portal.
3 >>> CRIE UM ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS
Pesquisa da consultoria e-Bit indica que 70% dos usuários da web consideram a opinião de outros clientes de uma loja virtual muito importante na hora de definir onde comprar. “Apesar de a internet ser um ambiente com muitas opções, não existe contato pessoal e, por isso, as pessoas ficam inseguras. Então, nada melhor que disponibilizar o depoimento dos consumidores no seu site”, afirma André Fernandes, sócio da Samba Business, agência especializada em desenvolvimento de sites.
4 >>> DIRECIONE OS CLIENTES
Sua empresa investe em links patrocinados? Então deixe de direcionar os visitantes para a home principal. Para transformar a visita em venda, o ideal é remeter o usuário para a página do site onde o produto está disponível para compra. “Em alguns casos, as pessoas procuram por até quatro minutos o que querem comprar e não encontram”, diz Joe Campos Costa, consultor da Online.
5 >>> UTILIZE SITES QUE COMPARAM PREÇOS
Os sites de comparação de preço são uma alternativa interessante aos links patrocinados. “Nosso portal recebe, por dia, 4 mil visitas e entre 50 e 100 pedidos. Do total de compras, 40% vêm de sites como Buscapé e Bondfaro, onde os preços podem ser vistos e comparados. A taxa de conversão dos consumidores que chegam até nós por meio desses sites normalmente é maior”, afirma João Cleyber, diretor comercial da Import Cosmetics.
6 >>> TENHA UM CHAT ON-LINE
Um chat online pode ajudar a aumentar as vendas. “Faz diferença para alguém que está do outro lado do Brasil receber uma resposta personalizada. Conseguimos cativar o consumidor e isso resulta em conversão”, diz Márcio Albino, do site Amercantil. O chat da empresa responde, em média, a mil perguntas por mês.
7 >>> FAÇA VÍDEOS DE DEMONSTRAÇÃO
Se os consumidores não sabem como sua empresa trabalha, demonstre. Grave um vídeo detalhando o processo de entrega de uma mercadoria. “Nós chamamos isso de video unpacking. É muito usado fora do Brasil, mas pouco difundido por aqui. Mostre ao consumidor como o produto vai chegar à casa dele, como será embalado. Isso passa credibilidade”, afirma Fernandes, da Samba.
8 >>> AMPLIE AS FORMAS DE PAGAMENTO
Ter um preço compatível com a concorrência é fundamental para fazer sucesso na internet, assim como oferecer diferentes formas de pagamento. “Apesar de 80% das vendas on-line serem pagas com cartões de crédito, as chances de fechar um negócio aumentam com uma oferta maior de opções”, diz Guasti, do e-Bit. Depósito bancário, transferências e boletos são alternativas valorizadas pelos consumidores.
9 >>> COMPRE PALAVRAS ESPECÍFICAS
Apesar de eficiente, a divulgação por links patrocinados — sistema de publicidade das ferramentas de busca em que o site da empresa é divulgado de acordo com a pesquisa do usuário — exige atenção na escolha das palavras. Fernandes, do Ambient Air, notou que a taxa de conversão aumentava quando a empresa apostava nos nomes das marcas e em modelos específicos, em vez de termos como ‘ar condicionado’ e ‘condicionadores de ar’. “A palavra ar condicionado, por exemplo, é muito disputada e nem sempre quem procura por ela quer comprar”, explica.
10 >>> SEJA SIMPLES E DIRETO
As páginas de compra devem ser fáceis de usar. Por isso, evite pedir informações desnecessárias na hora do cadastro. “Nos EUA, pesquisas indicam que mais de metade das compras são abandonadas durante o processo de finalização”, diz Guasti, do e-Bit. Deixe claro ao consumidor a duração do processo, desde a finalização do pedido até a entrega.
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Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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07/12/2009 - 08:29
01 – Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.
02 – Estude sempre e muito. A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.
03 – Acredite sempre no amor. Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
04 – Seja grato(a) a quem participa de suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.
05 – Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: ‘isso não é para nós’. Os vencedores pensam em como realizar o objetivo.
06 – Curta muito a sua companhia. Casamento dá certo para quem não é dependente.
07 – Tenha metas claras. A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
08 – Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem também.
09 – Declare o seu amor. Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.
10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.
11 – Seja simples. Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.
12 – Não imite o modelo masculino do sucesso. Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos.. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.
13 – Tenha um orientador. Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.
14 – Jogue fora o vício da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem… Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.
15 – O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.
16 – Tenha amigos vencedores. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
17 – Diga adeus a quem não o(a) merece. Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.
18 – Resolva! A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.
19 – Aceite o ritmo do amor. Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.
20 – Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.
21 – Perdoe! Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.
22 – Arrisque! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.
23 – Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.
24 – Muita paz, harmonia e amor… sempre! A MELHOR MANEIRA DE MELHORAR O PADRÃO DE VIDA, É MELHORAR O PADRÃO DO PENSAMENTO…
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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23/11/2009 - 08:45
“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”
Albert Einstein
Tenha Muito Sucesso!
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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21/10/2009 - 09:18
por Amanda Camasmie –
E-commerce: previsão de faturamento de R$ 10 bilhões em 2009
Se você é um empreendedor atento às tendências, já deve estar cansado de saber a importância da internet no mercado global. E provavelmente também já compreendeu que a maioria dos processos corporativos dependem cada vez mais da web. O comércio é um deles. As compras pela internet têm crescido em uma proporção acelerada. Em 2008, o varejo on-line faturou R$ 8,2 bilhões, e a previsão para este ano é de R$ 10 bilhões, segundo a eBit, empresa de monitoramento de e-commerce no Brasil.
Um fator que reforça as previsões da e-bit é o crescimento de pelo menos 20% das compras on-line, divulgado no final do primeiro semestre deste ano pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico camara-e.net) e pela própria e-bit. Esse desempenho superou o do varejo físico, que subiu 10,3% até maio de 2009.
O que tudo isso significa? O consumidor está perdendo o medo de comprar pela internet. De 2007 para 2008, a quantidade de e-consumidores brasileiros aumentou 39%, de acordo com a e-bit. A empresa de monitoramento ainda destaca que em 2007 os produtos mais vendidos pela internet foram livros, revistas e jornais (17%), seguidos de saúde e beleza (12%) e informática (11%). Aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos somaram 9% e 6% de mercado, respectivamente.
Perfil do consumidor (Fonte: e-Bit)
Renda familiar
Consumidores com renda entre R$ 1 mil e R$ 3 mil (classes B e C) são os que mais compram pela internet, somando 38%, de acordo com a e-bit. Os de renda mensal entre R$ 3.001,00 e R$ 5 mil compram um pouco mais que a metade dos primeiros colocados (22%).
Os compradores com renda entre R$ 5001,00 e R$ 8 mil perfazem 12% do cenário de compras pela Web, enquanto a classe de maior poder aquisitivo (mais de R$ 8 mil) somam apenas 9%, apenas um pouco mais do que a classe E (menos de R$ 1 mil), com 8%.
Faixa etária
Ao contrário do que muitos possam imaginar, não são os mais jovens que enveredam pelo varejo on-line, e sim consumidores com faixa etária entre 35 e 49 anos (38%). Com 32% de mercado estão os que têm entre 25 e 34 anos, seguidos daqueles entre 50 e 64 anos (16%). Os jovens entre 18 e 24 anos ocupam a quarta colocação, com 11%, provando que ainda compram menos pela internet do que seus pais. Já as pessoas com mais de 64 anos somam 2% do mercado, seguidos pelos que têm menos de 17 anos (1%).
Escolaridade
Quando se fala em escolaridade, são os graduados em um curso superior os que preferem as compras pela internet (32%). Os que têm curso superior incompleto e ensino médio (colegial) ficam um pouco atrás, com 23% e 22%, respectivamente. Compradores com pós-graduação somam 20% e com ensino fundamental, 3%.
Cuidados
Apesar de promissor, é preciso tomar cuidado com os passos virtuais. “Supermercados, por exemplo, passaram por maus lençóis quando perceberam que boa parte de seu trabalho de venda é feito pelo cliente. Ao transferir a transação para a internet os custos, em vez de diminuírem, aumentaram”, contou Mario Persona, professor e consultor de comunicação estratégica e marketing, em entrevista à Revista Varejo.
A razão desse insucesso, diz ele, é o famoso “pick, pack, delivery”, a seleção dos produtos, embalagem e entrega. “No mundo tangível essas atividades são feitas pelo cliente, que percorre as gôndolas, seleciona, pega, coloca no carrinho, leva até o caixa e lá trata de colocar nos saquinhos e depois transportar até sua casa imediatamente após a compra”, explica Persona. “Um supermercado que venda pela internet precisa ter funcionários selecionando e coletando os produtos, embalando de uma forma mais cuidadosa e cara do que o simples saquinho, e fazendo um transporte que, por não ser imediato, precisa ser feito em veículos especialmente adaptados para transportar separadamente itens congelados, frios e em temperatura ambiente.”
No caso da livrarias, declara o consultor, também foi preciso fazer algumas reformulações. Elas evoluíram o modelo, deixando de oferecer só livros para incluir produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e móveis.
Problemas e crescimento no setor
Apesar da facilidade de escolha e pagamento nas compras on-line, Persona diz que um dos maiores problemas do setor é o da logística. “O grande gargalo do comércio eletrônico continuará sendo logístico, daí a grande oportunidade existente para empresas de infraestrutura de entrega, sistemas, etc.”, avalia.
Em contrapartida, uma das tendências é o de bens intangíveis, que não dependem de entrega, como software e, mais recentemente, música e vídeo. “Estes tendem a crescer cada vez mais e também a se pulverizar, já que qualquer produtor é capaz de vender seu próprio software, música ou vídeo sem necessitar de uma grande estrutura de atendimento”, afirma. “O processo pode ser totalmente automatizado, como se o meio eletrônico se transformasse em milhares de máquinas de vender iguais às de refrigerantes”, diz.
Dicas
Confira 10 recomendações do executivo Natan Sztamfater, especialista em marketing digital.
1. Especialização: Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.
2. Concorrência: Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.
3. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a plataforma de loja virtual, fique atento. Nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja on-line esteja preparada para um rápido crescimento.
4. Formas de pagamento: inicie seu site de vendas com o maior número de parcerias (administradoras de cartão, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.
5. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na loja. Não economize nos selos de segurança.
6. Teste seu portal: Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Este é um fator importantíssimo para satisfação.
7. Marcas: Alie-se a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.
8. Estoque: Cuide do estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.
9. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais; otimize as estratégias dia a dia.
10. Invista: Contrate uma consultoria especializada em vendas on-line, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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13/10/2009 - 12:34
Toda natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, serve o sulco.
Onde houver uma arvore para plantar,
planta-a tu;
onde houver um erro para corrigir,
corrige-o tu;
onde houver uma tarefa que todos recusem,
aceita-a tu.
Sê quem tira
a pedra do caminho,
o ódio dos corações
e as dificuldades dos problemas.
Há a alegria de ser sincero e de ser justo;
há, porém, mais que isso,
a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo
se tudo já estivesse feito,
se não houvesse uma roseira para plantar,
uma iniciativa para lutar!
Não te seduzam as obras as obras fáceis.
É belo fazer tudo
que os outros se recusam a executar.
Não cometas, porém, o erro
de pensar que só tem merecimento executar
as grandes obras;
há pequenos préstimos que são bons serviços:
enfeitar uma mesa.
arrumar uns livros.
pentear uma criança.
Aquele é quem critica,
este é quem destrói,
sê tu quem serve.
O servir não é próprio dos seres inferiores:
Deus, que nos dá fruto e luz,
serve.
Poderia chamar-se: o Servidor.
e tem seus olhos fixos em nossas mãos
e nos pergunta todos os dias:
- Serviste hoje?
Gabriela Mistral, poetisa chilena (1889-1957)
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal
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23/09/2009 - 10:23
Ferramentas ‹ DEAL — WordPress.
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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21/09/2009 - 11:42
Os clientes mudaram. Hoje, resistem em abrir a carteira e descartam o que consideram supérfluo. Mexa-se (ou corra o risco de perdê-los)!
Por Katia Simões
Alaine Barbosa, da loja de calçados infantis Oza Boza: modelos diferentes em promoção a cada semana na ponta de estoque
1>>>CHAMARIZ
‘Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja’, recomenda Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação, agência de comunicação de marca. Foi com a implantação do Espaço do Chef, uma área voltada aos chefs de cozinha e futuros profissionais, que a Doural, loja de utilidades domésticas, de São Paulo, virou referência entre os apreciadores da gastronomia. ‘O espaço, inaugurado em dezembro, ampliou nossas vendas em 25%’, afirma o sócio Fernando Abdalla.
2>>>ABAIXO A OSTENTAÇÃO
O uso de materiais sustentáveis e de custo relativamente baixo é muito bem-vindo neste momento. Para Chan Wook Min, presidente do instituto de pesquisas Popai Brasil, é essencial deixar de lado o supérfluo e, principalmente, o excesso de luxo. ‘Saem de cena o exagero de iluminação, metais e acrílico dos displays, e entram materiais recicláveis e menos exuberantes’, afirma. O ideal é que a mudança de conceito seja pensada para fortalecer o posicionamento da marca – e que venha com toques de inovação e tecnologia.
3>>>O HUMOR SEMPRE VENCE
Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. ‘Nada mais atual do que levantar o astral do consumidor’, diz Brian Dyches, diretor internacional do Retail Design Institute, com sede nos Estados Unidos. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja. ‘Além de refrescar o espaço, a estratégia custa um décimo do preço de uma reforma completa e pode ser realizada em pouco tempo’, afirma Dyches. Ele observa que os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade.
4>>>PODE PEGAR
Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga ‘não’ aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada. ‘Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda’, afirma Eugênio Foganholo, da Mixxer, consultoria de varejo e bens de consumo. Um exemplo clássico, e inspirador nos dias de hoje, é a mesa de experimentação instalada nas lojas da rede O Boticário, que permite ao cliente usar qualquer produto sem ser incomodado. ‘Mais do que nunca, é hora de colocarmos o aviso: pode pegar, no lugar do tradicional não toque’, aconselha Foganholo.
5>>>MANEQUINS DINÂMICOS
Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. ‘Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim. Este precisa transmitir um estilo’, afirma Manuel Alves Lima, sócio da Falzoni & Alves Lima. Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. ‘Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor’, avalia Lima.
6>>>COMUNICAÇÃO DIRETA
A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende. ‘É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente’, diz Beth Furtado, sócia da Alia Consultoria de Marketing. ‘Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores.’
7>>>LUGAR INCOMUM
Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana. Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores. Reposicionar as araras e até mesmo os manequins, caso eles marquem presença além da vitrine, também é uma conduta interessante, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima.
8>>>VISUAL LIMPO
‘Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais’, afirma Katia Bello, da consultoria Opus Design. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor. ‘Vale a pena comunicar tudo o que servir para incentivar o aumento do tíquete médio e não apenas o preço’, diz Katia. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como ‘leve três e pague dois’) e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade.
9>>>EXPOSIÇÃO EFICAZ
‘As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual’, afirma Marcelo Heidrich Neto, da agência Ponto de Criação. A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo.
10>>> PROMOÇÃO INTELIGENTE
Na ponta de estoque da grife de calçados infantis Oza Boza, as ofertas mudam de perfil a cada semana. ‘Praticamos preço único, ora para uma linha de modelos, ora para uma determinada cor, ou ainda damos descontos para calçados fora da estação’, diz Alaine Barbosa, sócia da empresa. ‘Se o cliente frequentar a loja semanalmente, encontrará uma oferta diferente em cada visita.’ Movimentar a ponta de estoque foi uma das formas que Alaine encontrou para atrair o consumidor em tempos bicudos. ‘Para garantir o resultado esperado, a promoção deve ter hora para começar e acabar’, recomenda Eugênio Foganholo, da Mixxer Consultoria. ‘Caso contrário, compromete a rentabilidade e não causa impacto.’
11>>>ÁREAS QUENTES
O metro quadrado da loja tem que render muito, diz Katia Bello, da Opus Design. Para usar o fluxo de pessoas a seu favor, você precisa, primordialmente, gerenciar os pontos mais quentes da loja. São essas áreas que receberão os produtos mais rentáveis e os kits promocionais ou itens de descontos mais agressivos.
12>>>MAIS POR MENOS
Entregue ao consumidor mais pelo mesmo preço que ele costumava pagar e crie opções mais econômicas. Disposta a manter o movimento de seus restaurantes e atrair o público feminino, a rede Parmê somou ao seu bufê de massas e ao rodízio de pizza uma farta mesa de saladas, sem alterar o preço. ‘Enquanto o setor sentiu uma queda no movimento de 10%, nós conseguimos manter o número de clientes’, conta Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. A rede instituiu, ainda, um menu megaeconômico, com quatro pratos a R$ 6,90. ‘A aceitação superou as expectativas. Das 4 mil refeições servidas em uma das lojas, 700 são do novo cardápio.’
13>>>EMBALAGENS NA MEDIDA
A ordem, para se adaptar ao momento, é evitar excesso de caixas e cartuchos e apostar em embalagens menores. ‘Quanto menos desperdício, melhor’, diz Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Foi o que fez Cristiana Beltrão, dos restaurantes Bazzar, do Rio de Janeiro, que reduziu a quantidade dos molhos e coberturas da marca, de 450g para 270g. ‘Estudamos o tempo de uso de cada produto e sua validade e, depois de muita pesquisa, constatamos que o giro seria maior e o desperdício menor’, afirma Cristiana. Em tempo: os produtos passaram a custar 26% menos.
14>>>PLANO B
Crie uma nova linha de produtos mais em conta para atender o seu próprio consumidor, disposto a gastar menos, e para conquistar outras fatias de mercado. No final de 2008, a Mahogany Cosméticos colocou nas prateleiras quatro fragrâncias de sabonete líquido em embalagens de um litro, a R$ 25. A versão tradicional, de R$ 420 ml, custa R$ 17. O sabonete tamanho família já responde por 10% das vendas.
15>>>NOVOS CANAIS
Firmar parcerias com outros varejistas pode ser um canal para multiplicar os pontos-de-venda sem nenhum investimento adicional, de acordo com o consultor Brian Dyches. Os vales-presentes, por exemplo, podem ser comercializados fora da loja de origem e ganhar espaço na gôndola próxima ao caixa do supermercado, na floricultura, na livraria ou em qualquer outro ponto de circulação de seu público-alvo. ‘A prática foi adotada no varejo americano e resultou em um aumento considerável das vendas’, diz Dyches.
16>>>SOLUÇÃO COMPLETA
Hoje o cliente não busca um produto, ele espera resolver um problema, seja o jantar do fim de semana ou o traje completo da próxima balada. Os varejistas podem aproveitar o conceito para fazer a chamada venda cruzada: no mesmo lugar em que está o macarrão também podem ser oferecidos o molho de tomate e o queijo ralado. ‘A receita vale para todas as categorias, mas principalmente para moda, beleza e decoração’, afirma Katia Bello, da Opus Design.
17>>>AÇÃO SOCIAL
‘A prática do varejo consciente é cada vez mais valorizada’, diz Fernando Lucena, presidente do Grupo Friedman, consultoria especializada em varejo. Cristiana Beltrão, sócia dos restaurantes Bazzar, criou há três meses o Prato Solidário, uma receita que indica a procedência das matérias-primas e divulga uma obra social à qual a receita está associada. ‘Metade do lucro líquido do prato é revertido à comunidade, o que tem levado boa parte dos clientes a migrarem para o menu social’, afirma Cristiana.
18>>>ATENDIMENTO FLEXÍVEL
Demonstre o quanto você está disposto a servir ao cliente e a atender às suas expectativas e necessidades. ‘Levar o produto à casa do consumidor e trabalhar fora do horário comercial são ações que costumam aumentar significativamente as vendas’, afirma a consultora Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Rogéria Aguiar, dona do De Ro Cabeleireiro, de São Paulo, calcula que 30% dos 700 clientes atendidos por mês frequentam o salão fora do horário comercial, principalmente aos domingos.
19>>>NO MESMO BARCO
Faça parcerias com seus fornecedores. A iniciativa permitirá oferecer ao consumidor produtos e serviços mais em conta. Para driblar a baixa das vendas na área de turismo, a operadora de viagens Lux Travell, de São Paulo, intensificou suas parcerias com companhias aéreas e hotéis. ‘De janeiro para cá, oferecemos pacotes com o segundo passageiro grátis, cortesia da passagem de volta e custo zero para as crianças’, conta o sócio Cláudio Jardim. O resultado foi um aumento nas vendas de 33% em relação ao mesmo período de 2008.
20>>>SENSO DE URGÊNCIA
O consumidor precisa ter a certeza de que o momento de compra é aquele e que, se deixar para amanhã, perderá uma boa oportunidade. ‘Na dúvida, a pessoa fica paralisada e não compra. Por isso, há necessidade de se criar uma ação atraente aos olhos do público’, diz Dyches, do Retail Design Institute. Para gerar fluxo pontual de clientes, a rede de farmácias Pague Menos lançou o Caminhão de Ofertas, uma carreta abarrotada de produtos, instalada uma vez por mês em frente a uma unidade da rede. ‘Vendemos em um fim de semana 30 mil pacotes de fraldas, o equivalente a um mês de movimento de uma loja’, conta Patriciana Rodrigues, diretora comercial da Pague Menos. Mas, para dar resultado, os preços devem ser agressivos.
21>>>GANHA-GANHA
Disposta a manter o movimento de seus restaurantes, a rede Parmê, do Rio de Janeiro, lançou em março o seu Cartão Fidelidade. ‘A cada nove pratos consumidos, o cliente ganha uma pizza tamanho família ou um prato a escolher’, diz Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. ‘Dos 280 mil cartões distribuídos nas 14 unidades, 15% já se transformaram em benefício’. Iniciativas que oferecem ganho real ao consumidor têm grande aceitação neste momento. ‘As pessoas passaram a valorizar o prazer de fazer um bom negócio, porque economizar faz bem para a saúde’, diz Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Grupo Center Norte.
22>>> EFEITO SURPRESA
Ofereça mais do que o cliente espera. ‘É preciso ser criativo e surpreender o consumidor’, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima. Para isso, não é preciso investir muito. Alguns pet shops de São Paulo estão aproveitando a onda da novela Caminho das Índias para produzir as cadelas com acessórios indianos, como o terceiro olho de pedra. Os donos ficam encantados e não lhes custa um centavo a mais no bolso. ‘As pessoas querem ser mimadas’, afirma o consultor.
23>>> CONVITE ESPECIAL
O cliente só gasta seu dinheiro por impulso se ele for pego pela emoção. Assim, a ordem é fazer um convite de compra e não um anúncio de venda, garante Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação. A tarefa implica em criar uma atmosfera de loja que envolva os sentidos, com o uso de aromas e músicas personalizados; que aposte em conceitos valorizados no momento, como sustentabilidade, qualidade de vida e respeito ao planeta; e que invista em um atendimento que demonstre mais a vontade de servir ao cliente, em vez de entregar-lhe um produto de forma automática.
24>>>PÓS-VENDA
‘Mais do que em qualquer outro momento, hoje um pós-venda feito com eficiência e inteligência ajuda a fidelizar o cliente e a construir o seu histórico de consumo’, afirma a consultora Ana Vecchi, da Consultoria Vecchi & Ancona. ‘Mas é preciso ter cuidado para não invadir a privacidade das pessoas e nem importuná-las com um tratamento mais íntimo. Quanto mais profissional, melhor.’
25>>>E-MAIL MARKETING
Uma ferramenta barata e eficiente. É assim que o consultor Marcelo Cossalter, da RCS Brasil, define o e-mail marketing. ‘Serve não só para informar o cliente sobre promoções e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os hábitos e as preferências do público-alvo, algo essencial nos dias de hoje’, observa. É preciso tomar cuidado para que as ações não sejam evasivas ou, pior, afugentem a clientela. Antes de compor a sua lista de e-mail marketing, pergunte aos clientes se eles gostariam de fazer parte dela.
26>>>E-COMMERCE EFICIENTE
Crie sites menos complexos e fáceis de navegar. O consumidor costuma desistir da compra online quando tem que preencher várias fichas cadastrais, responder a uma infinidade de questões e passar por várias telas até concluir a operação. É necessário diminuir o número de etapas a serem percorridas entre a escolha do produto e a finalização da compra, além de solicitar apenas as informações cadastrais realmente necessárias.
27>>>REDES SOCIAIS
Use as redes sociais a seu favor, recomenda o consultor Brian Dyches, do Retail Design Institute. Além de multiplicar o poder de reconhecimento da sua marca, blogs, YouTube e Orkut, entre outros, ajudam a saber o que o cliente pensa sobre seus produtos e serviços. A loja de utilidades domésticas Doural, de São Paulo, criou um blog há seis meses voltado à troca de informações sobre gastronomia, receitas e produtos. ‘Não é um espaço de venda, mas remete à loja virtual se o cliente desejar’, diz o sócio Fernando Abdalla. ‘Dos 5 mil acessos recebidos por mês, 20% convertem-se em negócio.’
28>>> INTERATIVIDADE
Quanto mais o cliente puder interagir com a marca, melhor. Na Chilli Beans, por exemplo, as pessoas tiram fotos com os óculos escolhidos na própria loja e encaminham por e-mail ou pelo Orkut para um amigo. Aguardam a resposta e concluem a compra. ‘O Espelho Digital, como batizamos a ferramenta, nos permite não só ampliar o e-mail marketing como conhecer melhor nosso público praticamente sem nenhum custo’, diz Gabriela Neves, gerente de marketing. A rede já tem cerca de 500 mil fotos cadastradas.
29>>>TORPEDOS EM ALTA
Desde que o consumidor autorize o envio de informações via SMS, a ferramenta pode se tornar um excelente canal de comunicação e de coleta de informações para um banco de dados eficiente, afirmam os consultores. Mande mensagens inteligentes, curtas e diretas. A rede de lojas de moda Handbook tem mais de 50 mil clientes cadastrados e, de acordo com Ari Piestun, diretor de marketing, envia torpedos alinhados com o perfil de consumo de cada grupo. ‘Quanto mais personalizado for o conteúdo, maiores serão as chances de retorno’, afirma.
30>>>NA PONTA DO LÁPIS
‘A hora é para ter na prateleira produtos de bom giro, controlar o estoque, trabalhar a logística e trazer os custos na ponta do lápis’, afirma a consultora Cláudia Bittencourt, da Bittencourt Consultoria. ‘É importante concluir boas negociações com os fornecedores e fazer compras programadas alinhadas com o monitoramento do estoque.’
fonte:PEGN
Autor: marcosrochasoares@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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