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Especialistas em gestão pessoal têm afirmado que muitos dos principais problemas que ocorrem empresas são causados pela sensação de inconformidade que alguns – ou mesmo apenas um – de seus funcionários tem com relação à sua situação dentro delas. Segundo eles, não são raros os casos em que essa “inconformidade” se transforma em frustração e, quando isto acontece, há riscos de problemas cujas gravidades podem ir além dos limites da imaginação. Segundo Angel Fragallo, editor da revista “Carreira & Negócios”, um profissional frustrado não enxerga novos desafios no trabalho, encara a empresa como uma “sugadora de seu sangue”. E alerta: “Essa frustração, quando aliada à falta de caráter, leva muitas pessoas a tentar tirar vantagem de toda e qualquer situação que possa favorecer sua condição individual.”
Realmente, segundo especialistas, isto tem ocorrido com grande frequência em pequenas, médias, grandes e mega empresas em todo o mundo. Muitas matérias publicadas nas páginas de economia dos principais jornais do Brasil e de outros países informam que o número de fraudes vem crescendo assustadoramente. Segundo a “Carreira & Negócios”, no Brasil os prejuízos causados por golpes contra empresas entre 2003 e 2007 aumentaram de R$ 58 milhões para R$ 136 milhões.
As fraudes mais comuns
A revista informa também que as empresas especializadas em investigações de fraudes garantem que um grande número de golpes foi causado por profissionais frustrados. Lourenzo Parodi, autor do livro “Manual das Fraudes”, diz que a média de perdas por fraude nas empresas brasileiras chega a atingir 8 % do faturamento e que, deste valor, mais de 80% se deve a fraudes com a participação de funcionários ou “colaboradores permanentes”.
As fraudes aprontadas como as mais comuns no Brasil são falsificação de compras ou superfaturamento; lançamento e reembolso indevidos de pagamentos (exemplo: num jantar com um cliente que custa R$ 200,00, o fraudador solicita uma nota de R$ 400,00 solicita o reembolso da diferença); desvio de mercadorias; falsificação de lançamentos contábeis, faturas e pagamentos de contas, impostos e outros; descontos excessivos para clientes; venda de informações confidenciais e operações irregulares no departamento financeiro (entre estas, as mais frequentes são referentes a pagamentos ou compras que não ocorreram).
Os motivos
Lourenzo Parodi é sócio e diretor da Deall Riscos e Inteligência, uma empresa especializada em detecção, investigação, repressão e prevenção de fraudes. Ele diz que, de uma forma geral, o funcionário que conhece bem a operação da empresa sabe onde estão seus principais pontos fortes e fracos e isto lhe dá uma grande vantagem que pode levá-lo à prática de atos de corrupção como desvios de clientes e negócios e conflitos de interesses quanto à formação de balanço e cálculos de participações.
É difícil prever quem são os participantes dos crimes antes que as investigações sejam concluídas. Parodi diz que há casos que envolvem o porteiro da empresa ou do edifício onde ela funciona, e há casos que envolvem até mesmo parentes do próprio empresário. O investigador afrma que ele mesmo já cuidou de casos em que filhos dos empresários, que eram diretores ou tinham alguma forma de poder em relação às empresas, foram autores de fraudes contra as mesmas.
O que a frustração profissional tem a ver com tudo isto?
Os especialistas em investigações de fraudes nas empresas apontam várias razões que facilitam essas ocorrências. Uma delas é a fragilidade no processo de contratação. Para eles, os departamentos de recursos humanos (RH) e de segurança devem trabalhar de forma integrada, com critérios, normas e procedimentos de segurança para evitar contratações de pessoas com perfis inadequados.
Eles também afirmam que os pontos vulneráveis no controle interno das empresas não são raros. Com muita frequência, as investigações também comprovam ausência de supervisão, de métodos tecnológicos que registrem acessos a certas informações. Mas informam também que, entre os casos mais comuns, estão os aliciamentos de funcionários por concorrentes que prometem recompensa financeira ou cargos hierarquicamente mais elevados e com salários mais altos. Ou seja: aliciam os funcionários profissionalmente frustrados em relação à sua situação na empresa.
Há também os casos em que funcionários frustrados “puxam o tapete” para derrubar colegas de trabalho que conseguem progredir na empresa. Neste caso, provavelmente o funcionário não é frustrado porque a empresa não o valoriza, mas porque é incompetente – é provável que o outro funcionário tenha sido mais valorizado por demonstrar maior competência.
Porém, os conflitos entre funcionários podem também ser causados por falhas nas formas de comunicação, que geralmente resultam em falta de clareza das funções e atividades de cada um deles. Isto também gera frustração profissional e conflitos entre colegas.
Para evitar a frustração causada pela incompetência
Tanto para quem ainda escolherá sua profissão tanto para quem já atua na que escolheu, nunca é demais seguir alguns conselhos daqueles que tiveram mais experiência. Por isto, escolhi algumas frases ditas ou escritas por pessoas bem sucedidas.
William Sheakespeare, teatrólogo inglês – “A vida é como uma peça de teatro que não foi ensaiada.”
Albert Einstein, cientista alemão – “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é o dicionário”.
Lao Tse, filósofo chinês: “A caminhada pode ser longa ou curta, mas sempre começa pelo primeiro passo. Por isto, este é o passo mais importante.”
Kung Fu Tzu (”Confúcio”), filósofo chinês – “Aquele que só tenta se defender se esconde abaixo do nível do solo, mas aquele que está preparado tanto para a defesa como para o ataque necessário viaja acima do mais alto nível do céu.”
Ao profissional que por acaso estiver pensando em cometer alguma fraude, aconselho levar em conta, antes que tenha motivos para se arrepender, um antigo ditado chinês:
“Depois que um vaso se quebra, seus pedaços podem ser colados, e a colagem pode ser tão bem feita que nem se percebe as linhas entre os pedaços. Porém ainda assim, enquanto ainda existir, o vaso será sempre um vaso quebrado.”
Em outras palavras: depois de ser descoberto, o profissional fraudador pode até não ser punido judicialmente ou mesmo nunca mais cometer uma fraude ou qualquer outro tipo de crime, mas será sempre visto como um profissional fraudador. Deixem-me dizer isto de outra forma:
A credibilidade é algo que pode ser mantido por toda a vida. Porém se algum dia houver uma razão qualquer para que ela seja perdida, ela será perdida e nunca mais será recuperada.
Referências:
” Trabalhando com o Inimigo” -revista “Carreira & Negócios” – no. 2 – Editora Dibra – São Paulo – SP
“Evolução na Carreira” e “13 Frases Usadas na ‘Gestão & Negócios’”- revista “Gestão & Negócios” – no. 14 – Editora Escala – São Paulo, SP
“Quotable Quotes” (”Frases interessantes”) – revista “Reader’s Digest” – editora: Readr’s Dgest Association, Inc. – New York (”Nova York”), NY – Estados Unidos
Numa brincadeira entre crianças numa rua está o aprendizado para a vida como adultos – inclusive sobre como ser um líder e como escolher um líder.
Eu sempre ouço pessoas dizendo que as crianças não devem passar muito tempo nas ruas, que nas ruas elas só prendem coisas erradas, etc. Acredito que os horários para brincadeiras com os amigos devem ser estabelecidos pelos pais, com uma certa imposição que muitas vezes se faz necessária, mas não se deve impedir totalmente que os filhos brinquem nas ruas.
Certamente você deve ter visto cenas como a que descrevo no próximo parágrafo várias vezes em sua vida. Também certamente, na sua infância, você deve ter participado ou até mesmo sido o personagem principal de cenas como esta.
Algumas crianças estão brincando numa rua. Brincam de futebol ou simplesmente correm para um lado e para outro, mas brincam correndo, pulando, etc. Num dado momento, um dos meninos cai, e provavelmente se machuca um pouco, rala o joelho, chora… Minutos depois, lá está ele novamente, brincando, rindo, correndo pulando, como se nada de ruim lhe tivesse acontecido. Até parece que nem se lembra mais da queda que levou.
Não é sempre assim que acontece quando crianças brincam na rua? Isto acontece porque o menino tem uma meta, um objetivo. Sua meta, seu objetivo, ou como quer que se chame a isto, é simplesmente brincar com os amigos. Se possível, uma tarde inteira. E consegue.
Repare meninos que brincam num bairro de famílias pobres. Todos eles têm joelhos, pernas e braços com marcas de quedas. Foram muitas, nem mesmo o menino que as tem sabe quantas quedas já levou, quantas vezes já se machucou… nas brincadeiras e na vida. Mas está ali, brincando de novo com os outros. E voltará a brincar sempre que tiver uma oportunidade. Porque, pelo menos naquele momento, ele tem uma meta, um objetivo: brincar.
Mas este não é um objetivo apenas dele. É o mesmo objetivo de cada um daqueles meninos. Repare também que nenhum deles está brincando de forma diferente. Não se vê ao mesmo tempo um chutando uma bola, outro brincando de pique, outro fazendo desenhos no chão. Seja pique, ou futebol, ou qualquer outra, eles estão todos participando de um mesmo tipo de brincadeira. E porque? Porque, antes de começarem a brincar, decidiram juntos qual seria a brincadeira e como deveriam brincar. Se a brincadeira for futebol, antes do jogo começar eles decidem quem vai ficar em qual time, quantos meninos cada time terá, etc.
Às vezes discutem um pouco, xingam e até brigam, mas nem sempre. Mesmo quando isto acontece, também faz parte do aprendizado. Não são poucas as vezes em que nos vemos obrigados a “brigar” com certas situações na vida adulta. Para demonstramos nossa boa educação, não devemos xingar, mas até mesmo os meninos que não costumam xingar serão xingados por outros de vez em quando. Aí, aprendem mais uma lição: não são poucas as vezes em que temos que estar preparados a receber xingamentos mesmo quando não merecemos.
Eu costumo dizer que “brincadeira de crianças é coisa séria”. Com isto, quero dizer que, quando as crianças estão brincando, embora elas mesmas obviamente não percebam isto, estão aprendendo a desenvolver coisas que terão que realizar quando se tornarem adultas. A brincadeira do futebol, ou do pique, etc., é uma diversão, mas ao mesmo tempo é resultante de um trabalho em equipe. Se no dia seguinte eles voltam a brincar na mesma rua, foi porque a meta da equipe no dia anterior foi obtida: todos se divertiram, e agora querem se divertir novamente – apesar das quedas, dos machucados, das brigas, etc.
Geralmente, quando brincam de futebol, a brincadeira é controlada por aquele que é o dono da bola. Mas se os meninos percebem que o dono da bola deixa que os outros façam o que quiserem (gols que não valem, contagem de dois a zero quando deveria ser um a zero, etc), eles se recusam a aceitar essa situação e escolhem outro garoto para assumir o controle.
Ou seja: eles sabem que, para que a brincadeira dê certo, a equipe precisa de um líder, e que esse líder precisa se impor, mas exigem também que essa imposição tenha limites. Em outras palavras: o líder precisa se impor, mas também precisa saber COMO se impor – isto é, não deixando de respeitar seus liderados – e SOBRE QUAIS CONDIÇÕES, ARGUMENTOS E SITUAÇÕES deve se impor.
Em resumo: até mesmo as crianças, sem que elas o percebam, nos ensinam há momentos em que precisamos ser liderados e há momentos em que precisamos ser líderes. Até mesmo nas brincadeiras, embora isto não seja notado nem pelos que participam dela, há uma certa hierarquia. Sem ela, não pode haver ordem, não pode haver organização.
A diferença entre “ser líder” e ”estar num cargo de liderança”
Na infância ou na vida adulta, não há ação em equipe que possa obter bons resultados se não houver essa tal hierarquia, ou seja, se não houver LIDERANÇA. Contudo, há uma grande diferença entre “ser líder” e “estar na posição de líder” em uma equipe, seja ela de brincadeira ou de trabalho. Entre os meninos, o dono da bola geralmente é o líder talvez porque ele, melhor do que os outros, conhece sua própria bola – seu tamanho, o quanto ela pesa, etc. No trabalho, para ser líder é preciso, entre outras coisas, conhecer bem a empresa, a finalidade das atividades da empresa, o tipo de cliente a que seus produtos e/ou serviços se destinam, a situação para esses produtos e/ou serviços no mercado, etc.
Isto é necessário, mas não é o suficiente. Acredito que as palavras de um especialista no assunto como Rodrigo Postigo, consultor empresarial, possam trazer acréscimos e esclarecimentos mais significativos aos interessados no assunto.
Vivemos uma época em que tudo muda com rapidez cada vez maior. Seja na tecnologia, na medicina, em tudo nas nossas vidas. Muitos problemas surgem diariamente, mas os benefícios são inegáveis. Há mudanças rápidas até na nossa maneira de falar: novas gírias, novos termos técnicos, surgem quase todo dia, e aquele dicionário que você talvez tenha comprado no semestre passado já está desatualizado. O melhor mesmo é comprar um micro-computador (quem ainda não tem um) e conectá-lo à internet para estar a par das novidades todos os dias. Senão, será necessário ter um novo dicionário em casa a cada semestre.
Exagero? Então me diga, se você souber, o que é um “rebelde corporativo”?
Eu me deparei com este termo ao ler um texto no domingo passado. Era um texto sobre necessidades de mudanças nas organizações sociais e empresariais. Eu já sabia que “rebelde” é uma pessoa que se rebela contra as autoridades constituídas, e que é também uma palavra muito usada para designar uma pessoa que se mantém firme em conseguir seus propósitos mesmo que outras pessoas ou uma organização (empresa, família, etc.) inteira se oponham a eles. Também sei que “corporativo” é uma palavra proveniente de “corporativismo”, uma doutrina ou prática organizacional muito comum entre entidades que representam certas categorias de profissionais. Portanto, concluí que, numa empresa, o que se chama de “rebelde corporativo” é a pessoa que não se preocupa com lançamentos de produtos melhores do que os já existentes no mercado, mas viza organizações melhores.
Fiz algumas pesquisas sobre o assunto, e descobri que o rebelde corporativo é realmente isto. O termo não é realmente tão novo, mas tem sido amplamente mais utilizado recentemente. Ele já havia sido usado pelo economista norte-americano Robert B. Reich numa entrevista à revista Exame em novembro de 2001. Isto significa que já se tratava de uma expressão suada em fins dos anos 1990, mas que seu uso tem se ampliado devido aos avanços da internet, entre outros aspectos. Explicando melhor:
Os avanços acelerados da rede de computadores e da globalização econômica mundial tem obrigado as organizações empresariais a investirem em um crescimento incessante sem desvirtuar o foco da adaptação. Adaptação aos novos tempos, às novas necessidades, etc. É aí que entra em cena o tal “rebelde corporativo”, que tem a missão de fazer com que as empresas se convençam da necessidade e da capacidade de mudar de direção. Por exemplo: em vez de cortar gastos, coloca-se a empresa na internet. Ou seja, transformar uma empresa “tradicional” numa organização “on line”.
Isto já aconteceu. Hoje não existe nenhuma empresa, seja de grande, médio ou pequeno porte, que não tenha um site, um e-mail, etc. Agora, o principal objetivo do rebelde corporativo é mudar constantemente o contexto no qual a empresa opera inclusive na internet. É preciso inovar, mas sem deixar de lado outras atividades já conhecidas – em tempos de crise econômica mundial, leilões e parcerias do tipo “B2B” (”Business to Business” – “de Negócios para Negócios”) ainda são boas opções em muitas situações. O rebelde corporativo também sugere que, em vez de folhas de pagamento com valores fixos, sejam oferecidas aos funcionários participações nos lucros e opções de ações da empresa ou da organização.
Agentes de mudança são coisas do passado
Os especialistas em gestão empresarial que defendem as atividades do rebelde corporativo dizem que não há mais espaço para os tradicionais agentes de mudança no mundo atual. Para eles, graças aos avanços no setor de comunicação social – principalmente quanto à internet e à utilização cada vez maior dos satélites de comunicação – o mundo vive hoje umprocesso de transição sem precedentes que exige que as empresas façam uso de grandes ideias, visões poderosas e planos audaciosos. Os agentes de mudanças dependem da permissão de seus superiores para a implementação de programas de mudanças. O rebelde corporativo não depende dessa hierarquia, portanto tem a liberdade necessária para colocar em prática grandes ideias.
Segundo os especialistas, os rebeldes corporativos têm a seu favor o fato de que os altos executivos não têm como saber sobre todas as novidades sobre avanços tecnológicos, mercados e potencial de profissionais que atuam dentro e fora da organização. Para obter esses conhecimentos com mais eficiência, eles podem contar com os trabalhos desenvolvidos pelos rebeldes corporativos. Enquanto isto, os executivos terão tempo suficiente para criar um ambiente onde a “rebeldia” corporativa possa se multiplicar, fazendo crescer o número de aliados dentro da organização e sobrar mais tempo para se dedicarem a todas as outras atividades necessárias.
O “Qualidade Devida” recebeu até hoje 20.167 visitas. Certamente há leitores que o visitam várias vezes. Os assuntos tratados no site variam: economia, saúde, ciências, tecnologia, questões sociais, orientações contra crimes cometidos através da Internet, comportamento, educação, informações sobre fatos importantes que acontecem no país e no mundo, etc. Também incentivamos pessoas que realizam conquistas importantes ou tentam realizá-las.
Todos os temas são baseados em informações fornecidas por fontes governamentais, não governamentais, nacionais e internacionais, todas reconhecidas oficialmente. As orientações sobre saúde, por exemplo, são resultantes de pesquisas sobre informações e opiniões dadas por profissionais e institituições da área. As informações sobre economia são baseadas em dados fornecidos por setores relacionados às ciências econômicas. E assim por diante.
Vários leitores do “Qualidade Devida” são estudantes que tem informado, através de seus comentários, que o site os tem ajudado no desenvolvmento de trabalhos escolares. Outros são pais e mães que, também através dos comentários, tem manifestado agradecimento pelo fato do site estar ajudando esses jovens. Há o caso de uma senhora que parabenizou o “Qualidade Devida” porque o site foi sitado como referência para trabalhos pela escola que sua filha frequenta. Outros leitores tem informado que muitos dos artigos aqui publicados tem sido importantes para a orientação a pessoas que pretendem particiar de concursos públicos, evstibulares, etc.
Há também os amigos e familiares de pessoas com necessidades especiais que acrescentam seus comentários sobre os artigos relacionados às especialidades. Essas pessoas tem manifestado incentivos para que este trabalho tenha continuidade, e tem aproveitado a oportunidade para solicitar orientações, as quais eu só forneço após ter pesquisado bastante sobre fontes seguras de onde eu possa obter dados confiáveis.
O ”Qualidade Devida” alcançou a marca de 20.167 visitas em menos de três meses - as atividades foram iniciadas no dia 31 de dezembro de 2008. O número tão significativo – levando-se em consideração o período em que foi registrado – e os comentários e solicitações acrescentados pelos leitores são uma confirmação da conquista de credibilidade e da existência de pessoas – inclusive jovens – dispostas a apoiar iniciativas como esta, de contribuir para a divulgação da cultura e de informações importantes.
Agradeço sinceramente a todos os leitores por prestigiam o “Qualidade Devida” e por me incentivarem na continuidade do trabalho. Volto a afirmar que minha intenção é ajudá-los no que for necessário e tanto quanto me for possível. Além disto, creio que, como dizia Isaac Newton, “dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo”. Portanto, se ocuparmos na Internet cada vez mais espaços com coisas úteis, estamos contribuindo para que haja cada vez menos espaços para as coisas inúteis e prejudiciais.
Encerro este texto desejando-lhes felicidades e dizendo que continuo e continuarei à disposição de vocês.
No cabeçalho do “Qualidade Devida”, fotografia mostrando a galáxia de Andrômeda.
A galáxia NGC 224, ou Messier 31 ou M-31, mais conhecida como "galáxia de Andrômeda" por estar na direção da constelação de Andrômeda em relação à Terra, está à distância de cerca de 2.900.000 anos-luz do nosso planeta. Isto representa uma distância de aproximadamente 27.307.320.000.000.000.000 km (27 quintilhões, 307 quatrilhões e 320 trilhões de quilômetros).
Cada ano-luz é a distância que a luz percorre no espaço enquanto se passa um ano aqui na Terra. Isto significa que a luz proveniente da galáxia de Andrômeda começou a ser emitida há cerca de 2.900.000 anos.